Textos Engraçados sobre a Vida

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390🙏🌹"De um sentido à sua vida, uma razão de existir, faça o necessário para viver o amor. A riqueza da nossa existência está nos valores que, muitas vezes, ignoramos e deixamos para depois, caindo no esquecimento. A vida passa tão depressa e, quando percebemos, é tarde. Retornamos para casa sem nada, a nossa morada espiritual, e arrependidos... Perdemos todas as oportunidades que a vida nos dá, vivemos sem sentido algum, deixando para trás os valores reais da vida... Nossas origens, um bem maior que se torna um passado em nosso viver. Como águas do rio que vêm e se vão, deixamos um rastro de tristeza em vidas desprezadas e esquecidas.

O homem que despreza e nega o amor, depois de conquistá-lo em vidas pretéritas, é de uma total negligência e paga um preço muito alto na sua consciência: 'é tarde'...

A família é um instrumento de progresso espiritual. Entenda e lembre-se de que não pode ser esquecida, desprezada e trocada por qualquer migalha... Nossa tendência é amar ao próximo, mas nunca esquecer os que nos amam. É esse o sentido da vida...🌹🙏

BOM DIA, FAMÍLIA!

Ayache Vidal

448🙏🌹Não desanimem a vida segue mesmo com todas às turbulências em torno da nação e nos deixa um tanto quanto preocupados, os missionários da luz divina trabalham incansável em todos os seguimentos sociais na vida física... Apenas orem, orem com fé e faça a sua transformação moral, buscando o criador dentro de si, a morada de Deus está no coração, na alma, na nossa consciência esse é o seu reino, não importa qual seguimento religioso você segue, apenas busque a luz divina no seu interior, orem, orem, Jesus é o nosso modelo e guia, ninguém vai ao pai sem ele, o mal é passageiro, más a luz é eterna, o que passamos são provas para o nosso crescimento espiritual, e sentimos cada qual de acordo com a nossa sintonia, nossa frequência e nossas vibrações, é o fim desses carrascos e sugadores de energia não os alimente_os com energia de perda... Não desanimem, orem, orem com fé, tudo tem um porquê, o plano regenerador está a caminho estamos nos despedindo de nossas provas e expiações renovesse, a extinção do mal tá bem próximo, todo os seres da criação é condenado a evolução, cada qual no seu tempo, disse Jesus "nenhuma ovelha se perderá" isso é bíblico, não ouça os absurdos dos homens, ouça a verdade de Deus, na sua consciência, tenha esse despertar...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.

388🙏🌹MENSAGEM DE MIM PARA VOCÊ

Poxa vida hein…! Quinze anos, que coisa maravilhosa,
eu aqui, você aí e a saudade machucando, sei que nesse
momento você deve estar percebendo e sentindo com alegria a minha presença, bem pertinho de você, te acariciando, te abraçando, passando pra você vibrações de amor e carinho, aliviando assim a dor da espera, a dor da saudade que
machuca a ambos, mas Deus é justo, sabemos que um dia
nos encontraremos matando assim a dor da saudade, estou
feliz vendo você feliz, teu caminho é sempre iluminado pela luz do Senhor, e eu fico radiante de alegria vendo você aí completando 15 anos, tão bonita, tão linda, tão maravilhosa e firme no caminho de Deus, não estou a teu lado em vida, mas estarei sempre presente em espírito na alegria ou na tristeza, com a permissão de Deus, iluminando assim o teu
caminho, Viva a vida sempre assim minha filha, te amei, te amo e sempre te amarei, fica com a minha alegria, os meus afetos e a minha saudade, seja sempre você mesma como você é, que a luz de Cristo esteja sempre em teu caminho.

Paz..! Da paz..! Sou Eu, teu Pai herói... 🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

MEIMEI:
A TERNURA QUE SE FEZ SERVIÇO — DA VIDA TERRENA À TAREFA JUNTO ÀS CRIANÇAS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A história de Meimei não começa no mundo espiritual. Antes de se tornar, nas páginas psicografadas por Francisco Cândido Xavier, uma figura associada ao amparo das crianças e à ternura materna, houve uma jovem mulher chamada Irma de Castro, cuja existência terrena foi breve, mas marcada por simplicidade, religiosidade e inclinação para o auxílio ao próximo.

Irma de Castro nasceu em 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, Minas Gerais, filha de Adolfo Castro e Marina Castro. Ainda criança, transferiu-se com a família para Itaúna. Aos cinco anos, perdeu o pai. Segundo os relatos biográficos preservados por aqueles que conviveram com ela, destacava-se pela inteligência, pela sensibilidade e por uma personalidade singular.

Sua formação escolar chegou ao segundo ano do Curso Normal, onde teria sido uma das melhores alunas da classe.

Mas é sobretudo nos pequenos gestos que sua personalidade parece adquirir maior significado.

A ESMOLA QUE NÃO ESTAVA NA BOLSA.

Um episódio atribuído à sua vida revela, de maneira particularmente expressiva, a natureza compassiva que os relatos lhe conferem.

Logo após seu casamento com Arnaldo Rocha, quando deixava a Igreja São José, em Belo Horizonte, um homem em situação de extrema pobreza aproximou-se e pediu-lhe uma esmola.

Arnaldo, percebendo a situação, teria chamado sua atenção para o fato de que ela não carregava sequer a bolsa naquele momento.

Irma, entretanto, não se afastou.

Diante daquele homem, teria explicado que nada possuía para lhe oferecer. E, encontrando no próprio afeto aquilo que naquele instante podia doar, aproximou-se dele, abraçou-o e beijou-o.

Mais importante que a literalidade do episódio, transmitido por relato posterior, é o princípio moral que ele expressa: a caridade não começa necessariamente naquilo que possuímos, mas na maneira como enxergamos aquele que necessita de nós.

Uma esmola pode alimentar por algumas horas. Um gesto de respeito pode devolver, ainda que por um instante, a alguém humilhado pela miséria, a consciência de que continua sendo pessoa.

É nesse ponto que a narrativa de Meimei deixa de ser apenas biografia e passa a adquirir significado espiritual.

NANÁ, A MENINA QUERIDA.

Irma cresceu em uma família católica e, desde cedo, demonstrava profunda religiosidade. Participava das práticas de sua fé e teria sido crismada na região de Olinda, próxima a Mateus Leme.

Segundo os relatos conservados sobre sua infância, um sacerdote, impressionado com sua maneira de ser, teria chamado aquela menina de “criança divina”, passando a tratá-la pelo apelido Naná.

Sua religiosidade, entretanto, não se apresentava apenas como hábito exterior. Os relatos sobre sua personalidade descrevem uma jovem afetuosa, modesta e particularmente sensível ao sofrimento alheio.

DE IRMA A MEIMEI.

O nome pelo qual se tornaria conhecida no movimento espírita surgiu, segundo o testemunho de Arnaldo Rocha, de maneira bastante íntima.

Durante o namoro, Irma e Arnaldo teriam encontrado, em uma publicação, referência à personagem chamada Meimei, acompanhada da explicação de que o termo significaria algo próximo de “noiva querida” ou “bem-amada”.

O nome permaneceu inicialmente como uma forma carinhosa e particular de tratamento entre os dois.

Somente depois do desencarne de Irma é que “Meimei” se tornaria publicamente conhecido, associado às mensagens recebidas por Francisco Cândido Xavier.

A expressão “amor puro”, igualmente relacionada à sua memória, teria origem em sua irmã Rute.

Assim, um nome que nascera na intimidade de um relacionamento conjugal acabou ultrapassando os limites da vida particular e passou a identificar, no âmbito da literatura mediúnica, uma personalidade espiritual dedicada a mensagens de ternura, educação e amparo.

UMA VIDA CURTA, UMA EXPERIÊNCIA INTENSA.

Irma casou-se com Arnaldo Rocha aos 22 anos.

O matrimônio, porém, durou aproximadamente dois anos.

Portadora de nefrite crônica, hipertensão e graves complicações renais, desencarnou em Belo Horizonte em 1º de outubro de 1946, aos 23 anos, pouco antes de completar 24.

Seu grande desejo era ser mãe.

E talvez seja justamente nesse ponto que sua história encontre uma das suas características mais delicadas.

Meimei amava as crianças. Segundo os relatos de Arnaldo, nutria profundo desejo de maternidade e até mesmo imaginava um pequeno filho a quem chamava carinhosamente de seu “principezinho”.

Quando Arnaldo chegava do trabalho e se sentava, ela brincava dizendo que ele estava sentado sobre seu filho imaginário.

Não é necessário transformar essa passagem em explicação sobrenatural. Ela pode ser compreendida simplesmente como expressão do intenso desejo de maternidade de uma mulher cuja existência terrena não lhe permitiu realizar esse sonho.

E, justamente por isso, a posterior associação de Meimei com o amparo às crianças adquiriu, para muitos leitores, uma profunda ressonância afetiva.

E DEPOIS DO DESENCARNE?

É aqui que precisamos distinguir doutrina espírita, obra psicográfica e tradição biográfica.

No Espiritismo, a morte não representa o desaparecimento da individualidade. A Doutrina Espírita ensina a continuidade da vida do Espírito e seu progresso através das experiências sucessivas.

Entretanto, afirmar exatamente qual posição hierárquica um Espírito ocupa no mundo espiritual exige prudência. A expressão “Espírito da mais alta hierarquia espiritual”, quando aplicada a Meimei, deve ser compreendida como uma afirmação devocional ou biográfica, e não como uma classificação estabelecida por Allan Kardec.

Da mesma forma, existe uma tradição segundo a qual Meimei seria a irmã Blandina, personagem apresentada por André Luiz em Entre a Terra e o Céu, psicografado por Francisco Cândido Xavier.

Essa identificação foi divulgada por pessoas próximas à história de Meimei, entre elas Patrícia Marcelino, conforme o relato apresentado. Contudo, não se deve apresentá-la como identificação documentalmente comprovada ou como afirmação da Codificação Espírita.

Na obra de André Luiz, Blandina aparece vinculada ao Lar da Bênção, uma instituição espiritual dedicada à assistência e educação de crianças desencarnadas e ao auxílio às mães.

O cenário descrito é profundamente simbólico e educativo: crianças, mães, jardins, escola, cuidado, ternura e preparação para novas experiências.

É justamente nessa atmosfera que a tradição aproxima Blandina de Meimei.

Não precisamos, contudo, forçar a identificação para perceber a beleza da mensagem.

A PRECE DA CRIANÇA.

Entre as mensagens atribuídas a Meimei através da psicografia de Chico Xavier encontra-se uma tocante súplica em favor das mães.

Seu sentido fundamental ultrapassa a simples proteção infantil.

A criança pede que aquele que a auxilia não abandone sua mãe, porque a criança depende igualmente do equilíbrio, da proteção e do amor maternos.

A imagem é de extraordinária profundidade: a criança é apresentada como a flor que promete fruto; a mãe, como a árvore que a sustenta.

A mensagem desloca, assim, nossa atenção da criança isoladamente considerada para a família como organismo moral.

Cuidar da criança significa também cuidar daqueles que a educam.

Amparar o filho sem amparar a mãe pode significar cuidar do efeito e abandonar uma das causas fundamentais de sua segurança afetiva.

Esse princípio encontra perfeita consonância com a perspectiva espírita de educação moral, responsabilidade e progresso do Espírito.

MEIMEI E A VERDADEIRA CARIDADE.

Talvez seja esse o ponto em que a lembrança de Meimei possa nos oferecer algo mais importante do que a curiosidade sobre sua suposta posição espiritual.

Não é necessário saber se ela ocupa determinado grau na hierarquia dos Espíritos para compreender o valor de sua mensagem.

O essencial está naquilo que sua história inspira.

A jovem Irma, segundo os testemunhos conservados, enxergava o pobre onde muitos talvez vissem apenas um mendigo.

Desejava ser mãe.

Amava as crianças.

Viveu pouco.

Sofreu.

Desencarnou jovem.

E, posteriormente, seu nome passou a estar ligado, na literatura mediúnica de Francisco Cândido Xavier, a mensagens de ternura, educação e proteção.

Seja qual for a interpretação que se dê às informações transmitidas pela tradição, há uma lição que permanece acima das discussões biográficas:

a grandeza espiritual não se mede pela posição que alguém ocupa, mas pela qualidade do bem que consegue realizar.

Meimei, como Irma ou como a personalidade espiritual apresentada nas mensagens atribuídas a esse nome, permanece para muitos leitores como símbolo da maternidade espiritual, da infância amparada e da caridade que não humilha.

E talvez seja essa a melhor maneira de recordá-la: não apenas como alguém que desejou ser mãe, mas como alguém cuja memória passou a ser associada ao cuidado daqueles que mais necessitam de proteção.

A criança pede abrigo; a mãe pede amparo; e a caridade verdadeira compreende que ambas caminham juntas.

FONTES PARA ESTUDO.

Francisco Cândido Xavier / André Luiz — Entre a Terra e o Céu, especialmente o capítulo IV, “No Lar da Bênção”, FEB.

Francisco Cândido Xavier / Meimei — mensagens psicografadas atribuídas a Meimei, em obras e coletâneas mediúnicas.

Relatos biográficos de Arnaldo Rocha sobre Irma de Castro, posteriormente divulgados por Patrícia Marcelino.

Allan Kardec — O Livro dos Espíritos, especialmente os princípios referentes à sobrevivência e à progressão dos Espíritos.

Observação de rigor: a identificação de Meimei com a personagem Blandina e a afirmação de que Meimei seria um Espírito de “mais alta hierarquia espiritual” devem ser apresentadas como tradição ou interpretação biográfica/mediúnica, não como fatos estabelecidos pela Codificação de Allan Kardec. Isso preserva a beleza da narrativa sem sacrificar a lucidez espírita.

Querendo viver

uma vida normal

ouvindo o som

de Miss Anthropocene

na minha sala

ao redor deste

isolamento social,



Parece piada

por aqui eu li

que 'o dilema

é bíblico',

há quem defenda

trabalhar,

há quem defenda

ficar em casa,

e até agora nada

está resolvido;



Apenas o quê

me resta é

ficar reclusa,

dançar a música

na mais plena

figuração

da linguagem,

escrever poemas

sobre a Lua

para não morrer

de doença

ou ir para a cadeia,



Esperando sigo

perguntando

qual será a próxima cena,

porque quem lambe

a borda da taça,

a alma não cala

e não busca

por 'indulgência' barata.

⁠O desamparo fértil
das circunstâncias
da vida fala o tempo
todo nos ouvidos,
Eu quero saber quando
chega a liberdade
dos presos políticos.

Ah! A região sórdida
do inconsciente
que não deixa
a razão descansar
para encontrar
a saída para
se reconciliar
com toda a gente.

Este travesseiro
parece um mar
e a mente um
barco a balançar
lembrando
que o General
está preso injustamente,
uma tropa, paisanos
e um velho tupamaro
em trágica situação igualmente.

Tudo isso é de rasgar
a minh'alma abertamente
que aleatoriamente
segue como a poetisa
destes invisíveis incansavelmente

Confesso abertamente que,
não tenho nenhuma pena deles, porque cada um está escrevendo
com honra clara um capítulo
para mudar o curso da História
e devolver para a Venezuela a glória.

Os heróis jamais serão
dignos da minha pena,
Cada herói merece mesmo
é mais de um poema,
Assim como o Esequibo
merece aparecer em todos
os mapas que estão em equívoco.

Tenho pena mesmo
é dos covardes que insistem
em se abrigar na soberba
se distanciando de viver
a vida com paz, dignidade
e em reconciliação com a verdade.

⁠Rodeio no Amanhecer

Rodeio no amanhecer
da vida me leva
nos braços amáveis
da esperança bonita
de continuar tendo
fé nesta vida linda.

Rodeio no amanhecer
do amor me carrega
para os teus braços
para ir sempre
por onde você for.

Rodeio no amanhecer
do mundo me faz
crer que a hora quem
faz é o agora sem
nenhum pouco arrefecer:
vou esperar e te receber.

⁠A vida não é fácil para ninguém.
É preciso estarmos vigilantes em relação ao conteúdo digital que estamos consumindo e as notícias
de uma forma geral para não sobrecarregar a nossa "represa psicológica" ao ponto de perdermos
a tolerância com pessoas que estão ao nosso redor.

⁠Ser assumida
é sobre ser
o amor da sua vida,
é sobre a minha vida
combinar com a sua vida,
Se eu não for
o amor da minha vida
para a sua vida,
Entre ser assumida
prefiro ser sempre
que for preciso
mais escorregadia
do que peixe ensaboado,
Se for para não ser
por você assumida,
só para você opto
em ser a sumida,
Não insisto em aquilo
que não tem a ver
ou não dá liga,
Porque eu tenho
a minha própria vida.

⁠A eclipse lunar se aproxima,
e eu sei muito bem
o quê quero e não quero
para a minha vida,
do teu divino olhar levo
o tempo todo o quê alucina.

Só sei que não permito que
o meu coração seque como
vejo alguns corações secos por aí,
para que a seca não seja permitida:
é por isso que te quero aqui.

Um coração quando seca
é bem mais perigoso do que
a seca dos rios Negro e Solimões,
um poema nunca mais o toca,
nem mesmo imagens rupestres
podem ser encontradas
e nem mais se comove
diante de paisagens agrestes.

Quando um coração seca
nele não se encontra mais nada,
é o desastre batendo na porta
sem hora e sem data marcada.

⁠⁠Mensagem para este final de ano e para a vida toda sempre que for necessário fazer um exame de consciência poderoso:

- Divergir sem se digladiar. Argumentar sempre.

- Se divertir sem agredir. Bom senso e gentileza sempre.

- Fazer humor não é diminuir. Diminuir é ironizar e desumanizar. O bom humor nasce da genuína alegria sempre. Pratique o seu bom humor com bondade.

- Quando houver dificuldades pratique a boa vontade.

Cada Conselho da Lia do Itamaracá

⁠Para seguir na Ciranda
da vida continuo ouvindo,
cantando e cirandando
com cada conselho
da Lia de Itamaracá,
Por ontem, hoje e sempre
agradeço e fiz o juramento
de nunca parar de cirandar
com as forças da Natureza
para sempre firme continuar.

⁠Florescermos para resistir
as erupções da vida
como a Red Heliconia
da Montserrat magnífica.

Assim é o melhor do amor
que nós dois queremos,
e ele para nós virá
no tempo que merecemos.

O amor é doce dádiva
para quem sabe o receber,
e faz de tudo para o manter.

Se sou o seu último pensamento
da noite como você é do meu,
algo diz que já sou tua e você é meu.

Que é a vida? Uma fantasia.

Que é a vida? Um encantamento,

Uma realidade mirabolante, uma ficção;

E o bem maior, o futuro, uma criança.

E todas as crianças, pequeninas ou não,


São sonhos, e feitas de sonhos são.






Estrofe de versos livres: (Tu) Surges, Oh, Mundo!


Autoria: Prof. Cidiclei Medeiros


Obra original: criação poética autoral, em forma de releitura contemporânea de A Vida é um Sonho, de Pedro Calderón de la Barca.


Publicação anterior: disponível no Internet Archive sob o título O Gato Sortilégio desde 14 de setembro de 2026, no link: https://archive.org/details/screenshot-2026-09-14-at-13-06-37-gato-sortilegio

Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.


Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.


Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.


No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.

Fé como alicerce da sua vida,


e o respeito a quem tem


fé como você mesmo sendo


de religião diferente,


Seguir o Rukun Negara é


a orientação para seguir


em união com a sua gente,


O quanto você é capaz


de colocar em prática,


fala profundamente


sobre você e do encontro


com a segurança em Deus


para se proteger e proteger os seus.

As auroras da vida
e as linhas do destino
em águas atlânticas
trouxeram o povo trentino,
no Brasil construíram
o legado e o caminho.


Ali na Árvore de Natal
toda feita de Crochê fino,
há amor muito envolvido
todo em puro carinho
pela herança ancestral.


Ao redor da Árvore de Natal
baila o grupo Folk Trentino
com alegria monumental,
não faltou nem mesmo
o Corpo Bandistico Di Albiano.


Ah! Este Médio Vale do Itajaí
que exalto e amo tanto,
se for demais pedir ao bom Deus,
peço que abençoe o meu plano
de tudo o quê por amor insisto,
de ter você em Rodeio comigo.

Não é vergonha ser pobre,
e vigora como dizem por aí:


"- Vergonha mesmo
na vida é só ter dinheiro...",


Vergonha é não reconhecer
que fica feio juntar duas
vezes a letra r por obediência
acadêmica à Nova Ortografia,
sem ter a consciência de estar
destruindo a beleza da palavra.


Não tem muito tempo tempo
que alguém achou que iria reinar
na ofensa desferida ao outro,
só pelo fato dele ser pobre.


Em queda livre pediu socorro
quando foi confrontado
com educação e cultura,
e depois disso vestido
pela falta de berço
e moral paladina de subsolo,
ironizou que o interlocutor
deveria ser salvo da loucura,
achando que iria afetar com êxito,
e recebeu a seguinte resposta:




- Não preciso de salvação, eu sou poeta.

Sem nenhum exagero por hora,
gostaria de não ter visto,
o pior capítulo que vi na vida,
Qualquer minúscula mercadoria
do Tehran Grand Bazar
tem infinitamente mais valia,
do que qualquer umazinha
que se preste a serventia,
em nome dos pecados capitais
para ceifar vidas como ninguém
importasse nenhum pouco mais.


Uma minúscula mercadoria
mesmo sob ruínas e destroços
dos corredores que foram
pelas bombas explodidos,
tem o seu valor mantido,
porque nela estão contidos
os valores que jamais
se tombam nem às armas,
diferentemente de umas e outras
que se renderam à morte,
e ao absurdo vulgar nas praças.


Falo das deslumbradas,
que servis capturadas
tiraram os véus, fotografaram
a nudez, o caráter e a insensatez,
e sem nenhum pudor dançaram
para se expor diante dos olhos
de todos nós os próprios corpos
empunhando a bandeira nacional;
Tudo em nome de uma liberdade
que custasse o que custasse
o preço da vida do seu povo,
a história e a memória
para servir ao escuso jogo.


In Memoriam às meninas de Minab.

No muro poético "Viva l’Italia" ecoa
mostrando vida própria a cada tentativa
aberta ou sutil de apagamento ---
Emprestando a voz para quem precisa
levar ao mundo o conhecimento
[inconteste do seu sofrimento].


Da fonte do Guglielmo Oberdan
ainda bebo e me mantenho,
Com o espírito de Cesare Battisti,
de Fabio Filzi e Nazario Sauro,
Reconheço não estar em guerra
com quem quer que seja,
mas não significa que não viva
em mim a poética resistência.


Do forte signo destas quatro forcas
reúno as inúmeras maiores forças
para manter aceso no coração
o panteão do Irredentismo,
emprestado, persistente e vivo,
para que ninguém conte outra
história quando cruzar o destino.


[Porque é do Sol e dos luares
do Médio Vale do Itajaí me ilumino].