Textos do Mundo
NASCI, CRESCI... E AGORA?...
Antes de vir ao mundo alguém já esperava por mim. Depois de tanta espera, um belo dia, nasci. Estava alguém com seus sonhos realizados e mil sonhos acabavam de nascer.
Cresci e, agora, começo a compreender a realidade da vida, só agora que descobri que estou apenas passeando e que a vida é mais curta que meus próprios pensamentos.
Passei grande parte de minha vida vivendo de sonhos, sem lembrar que um dia posso partir para sempre.
Descobri que sou um turista do planeta TERRA.
Agora que conheço os segredos da vida, tenho medo antônimo da mesma, pois ela é tão rápida e às vezes traiçoeira.
Cheguei ontem aqui na Terra, fiz poucas amizades, os janeiros passaram muito rápido, e a verdade é que não estou preparado para a etapa final, e minha viagem de volta é a maior realidade que existe. Não tem como escapar.
Agora que acordei para a vida, tenho que lutar para curtir a cada momento, como se fosse o único, pois o amanhã é imprevisível.
Vi que preciso conhecer melhor as pessoas, meus pais meus amigos, enfim, são eles que nas horas difíceis vão estar ao meu lado.
Olho o mundo de um modo geral e vejo que tantas pessoas estão sofrendo com a guerra, fome e muita falta de solidariedade e, no entanto, pouco estou fazendo para amenizar os sofrimentos dessas pessoas.
Preciso colocar um pouco de paz em tudo isso, começando pela minha própria família, ou seja, na nossa comunidade, pregando o que sinto e testemunhando o que sou, pois só terei sucesso se eu for usado como bom exemplo.
Preciso me conscientizar de que meu próximo é aquele esta ao meu lado precisando do meu apoio.
A vida é assim: bela, alegre ou triste, depende da maneira como a enxergamos. Devemos vivê-la da melhor forma possível, e esse é meu conceito. Cheguei ontem, vivo hoje e amanhã posso não mais estar aqui. Se tenho que fazer algo, que seja AGORA.
Edvaldo José / Mensagens & Poesias
MUNDO
Onde um dia nasci, vivi, convenci e fui convencido, sofri e fiz sofrer, sorri e fiz sorrir e, às vezes, não chorei por ser forte e fui fraco quando não precisava chorar.
Mundo, onde aprendi a amar sem ser amado e ser amado sem amar. Ouvir para satisfazer alguém e falar para não deixar que algo morra antes de nascer. Dar sugestões, aplaudir, incentivar e suportar as decepções, conviver com novas aventuras, novas conquistas ou até mesmo uma nova desilusão.
Neste mundo cheio de imprevistos e de tantas previsões er-radas, de certezas e incertezas, dentre as coisas mais lindas que aprendi foi amar você.
Este mundo que me ensinou tantas coisas bonitas, tantas realidades, mas até o presente momento não soube me ensinar a te esquecer.
Edvaldo José / Mensagens & Poesias
A Fugacidade da Vida
O mundo gira veloz,
num tormento incrível,
dores e sofrimentos,
injustiças e agressões.
Tudo se apresenta fugaz,
assaz transitório:
validades, conforto, paixões —
tudo passageiro na ebriez
das necessidades da vida.
A eternidade se aproxima:
dias, noites, madrugadas,
tudo se esvai no firmamento,
testando a maciez do amor,
à espera do perdão,
da compaixão diante
das contumélias e diatribes.
A dor do arrependimento
pelas loucuras fugazes,
pelos prazeres remotos,
atitudes crassas e pueris,
chagas abertas,
coração acelerado,
remorso e angústia,
brutalidades homiziadas
no terrorismo do homem.
E, ainda assim,
a doçura se expressa
na candura da inocência,
na rara beleza exuberante
e estonteante,
mesmo diante do vitimismo,
segregado e pontiagudo.
Resta o perdão:
do desamor,
da infâmia,
da crueldade.
Nos dias de hoje, o amor é uma rebeldia. Em um mundo dominado pelo ódio, escolher amar é um ato de coragem e transformação. É preciso ter força para
abrir o coração e escolher o amor, mesmo quando tudo ao redor parece dizer o contrário. Nos tempos de hoje as pessoas expressam mais ódio do que amor porém já existiu muito amor onde só existe ódio.
Vivemos num mundo de uma sociedade cheia de ilusões e mentiras, de hipocrisia, cinismo, os valores se perderam, relações e casamentos de fachada, só para aparência para não estarem sozinhas, pessoas já não sabem o que é o amor próprio, o respeito, a educação, já não sabem, preferem o mal e apoiar o mal, do que praticar o bem, preferem fazer mal do que fazer bem.
A sociedade prefere a mentira maldosa, porque a verdade é insuportável de se aceitar, a verdade dói como o inferno e o purgatório.
A verdade passa a ser mentira.
E a mentira passa a ser verdade.
Por isso Vivemos numa sociedade mentirosa, de ilusões, estragada, podre, doente, maldosa sem valores hipocrita, cínica e suja. O covid serviu para uma coisa, revelar o que as pessoas são na realidade,
Pessoas boas serão sempre pessoas boas
Pessoas más, diabólicos e maquiavélica, manipuladoras serão sempre pessoas más.
Não é o mundo que é uma MRD, São as pessoas. Mas felizmente ainda a gente boa neste mundo.
Para o mal não prevalecer o lado do bem tem que lutar contra o mal.
Há momentos em que me vejo,
não como o mundo me enxerga,
mas como sou, na essência crua.
Só, no abismo do próprio ser,
sinto minhas formas dissolvendo-se,
enquanto sombras me envolvem,
sussurrando angústias que crescem.
Luto, me debato contra o vórtice,
mas a cada golpe desferido,
afundo mais dentro de mim.
O Olhar do Mundo
Não, não é fácil ser lido.
O mundo vê-me passar
e já decidiu quem sou
antes que eu tenha dado um passo.
Se fico, sou pedra imóvel.
Se ando, sou vento sem raiz.
Se espero, sou indeciso.
Se escolho, sou rígido.
As sombras que se movem nos muros
não são minhas,
mas o mundo insiste em vê-las em mim.
Os gestos que lanço no tempo
mudam de forma ao tocar outros olhos.
E assim me perco nos reflexos,
na dobra das interpretações,
na lente de quem vê o que já esperava ver.
Mas talvez valha a pena seguir,
deixar que o dia corra o seu curso,
que a poeira assente,
que o próprio mundo reveja o que viu
e, quem sabe, um dia entenda.
O Que Se Lê no Mundo
Não, não é fácil compreender.
O que se vê nem sempre é o que é,
o que se sente nem sempre é o que se quis dar.
A luz que atravessa as folhas
é sombra ou claridade?
O rio que corre apressado
foge ou segue o seu rumo?
Tudo depende do olhar que pesa,
da memória que julga,
do medo que contamina.
O mundo não se explica,
move-se, respira, transborda
— e cada um o lê à sua maneira.
Mas talvez valha a pena ficar,
esperar que o tempo dissipe os enganos,
que a verdade encontre fenda na rocha
e que, no silêncio certo,
o mundo se mostre sem precisar de tradução.
Entre a Grécia e Tróia
Sou quem sou,
mas o mundo exige máscaras,
um rosto moldado ao gosto dos outros,
um reflexo que não se quebra.
Se cedo, perco-me.
Se resisto, sou pedra que incomoda.
Agradar é um jogo sem vencedor,
onde quem pede mudança
nunca se sacia.
Que mal tem não ser lutador?
Nem todo combate vale a espada,
nem toda guerra precisa de sangue.
Há força em quem não levanta a voz,
em quem escolhe o chão firme do silêncio.
Estou entre a Grécia e Tróia,
terra de ninguém,
onde cada passo desagrada a um lado,
e o silêncio é visto como afronta ao outro.
Mas que me importa?
O vento sopra onde quer,
e eu sigo, inteiro,
sem me dobrar ao peso de aplausos fáceis
ou censuras vãs.
"Ao vermos tanta dor e sofrimento no
mundo, devemos sempre lembrar que Satanás é o
autor de todo mal, destruição e morte (João 10:10)." Pág. 07
"A história do sofrimento de Jó, registrada
nos capítulos 1 e 2 do livro que leva o seu nome,
deixa isso bem claro. Satanás causou a destruição
de seus animais, a morte de seus filhos e sua própria
dor física. O diabo sempre deve ser apontado como
o verdadeiro autor de todo sofrimento humano." Pág. 11
Referência: REVISTA ESPERANÇA NOVO TEMPO. Jacareí, Sp: Rede Novo Tempo de Comunicação, 2024. Disponível em: https://estudos.novotempo.com/acuradopecado/. Acesso em: 17 fev. 2025.
Busca
Ias como a seca em busca da chuva,
E antes eras como a pura
E límpida água do mundo;
Não cansavas, nem por um segundo,
A banhar a vida cruel e bruta!
Ias como a beleza enraizada,
Não havia outro alguém,
E outro alguém cantava
A delicadeza que só tu tens!
Cantavas e cantavas e choravas,
Quando esse alguém sumia;
Havia outro alguém,
E outro alguém havia,
Onde o teu olhar nem sonhava!
Vi-te fraquejar – num pulo! –,
As cores todas se esvaindo...
Fostes só, e só sumindo
Envolta num pálido casulo!
Perdi-te, então, à vista...
E a névoa espessa te envolveu.
Em um fino invólucro
De estabanado artista:
Tudo, tudo em mim morreu.
Naquele olhar,
o mundo descansa terno,
feliz e esperançoso,
acreditando que o amanhã ensolarado é constante e pleno.
A íris dança em direção ao luar
adornada com as estrelas
pontilhadas no céu azul.
No bater dos cílios,
na piscada atrevida,
a vida se enche de certeza
e se alumia de amor.
Dia 23
Cartas num mundo digital...
Pode soar brega,
Coisa e tal,
Na dúvida faço os dois,
E na postagem,
Tem até foto, imagem,
Imaginacão é o que me faz ir em frente,
Sonho da construção consistente,
Me permita à conhecer-te melhor,
Numa nova fase,
Embora a diferença de nossas idades,
Isso não é base,
Quando se decide ao amor,
O corpo não se divide,
Assim como a mente,
Coracões cantando em coro,
A canção dos amantes,
Amados,
Mais ricos...
Esse amor sincero,
O que quero,
Te dou o mais bonito,
É assim que sou por isso existo,
Não insisto,
No meu olho caiu um cisco,
Parece lágrima,
Mas é só uma gota que respinga das cataratas da minha alma,
Hora com calma,
Hora anseia por ti à chegar...
Em meio ao caos, eu caminhava,
Coração pesado, alma cansada,
Buscando no mundo um abrigo,
Um canto suave, um doce abrigo.
E então, como um raio de sol,
Você surgiu, iluminando o farol.
Teus braços abriram-se em calor,
Um refúgio seguro, um verdadeiro amor.
Teu carinho é a brisa que acalma,
A melodia suave que embala a alma.
Nos teus olhos, encontrei a verdade,
A paz que eu ansiava, a felicidade.
Cada palavra tua é um bálsamo doce,
Cada sorriso teu é um amor que me adoce.
Com você aprendi a soltar as correntes,
A viver leve, entre risos e presentes.
Agora danço na luz do teu afeto,
Com o coração pleno e o espírito reto.
Agradeço ao destino por ter me guiado,
Ao conforto e carinho que sempre eu esperei.
**Melancolia Silente**
Há dias em que o mundo parece parar,
Como se o tempo fosse feito de sombra.
A luz do sol não consegue clarear,
E a alma se perde na noite que assombra.
O peso invisível nos prende ao chão,
Passos lentos, quase sem direção.
Lembranças vêm como ondas do mar,
Tragando o agora, deixando escuridão.
No silêncio, ouvimos o eco da dor,
Uma melodia triste, mas tão nossa.
Não há quem possa explicar esse amor,
Que carregamos, mesmo quando nos assopra.
Mas nessa tristeza também há beleza,
Um convite ao fundo de quem se é.
Pois quem conhece a melancolia e a reza,
Descobre que a vida é mais do que se vê.
A lágrima cai, mas também faz brotar,
Uma flor singela, um novo olhar.
1.
Ela tinha olhos que carregavam o peso do mundo,
como se o sofrimento alheio fosse seu destino.
Falava baixo, mas sua voz perfurava,
cada palavra parecia confessar um crime invisível.
Ela amava como quem expia uma culpa,
e odiava com a mesma intensidade.
Nos gestos, havia uma busca constante,
uma sede que o tempo jamais saciaria.
Ela não era santa nem demônio,
mas algo entre os dois:
uma alma queimada pela própria luz,
vagando entre as sombras.
2.
A mulher sentada no canto da sala
era um labirinto sem saída.
Cada ruga no rosto era uma estrada,
cada sorriso, uma armadilha.
Ela me olhava como se soubesse
todas as verdades que eu queria esconder.
E, mesmo assim, seu olhar não era de julgamento,
mas de piedade.
“Você não entende,” disse ela,
“as mulheres carregam o fardo da humanidade.
Enquanto vocês se perdem na glória ou na desgraça,
nós suportamos o silêncio.”
3.
Ela rezava todas as noites,
mas suas preces não eram de fé.
Eram súplicas desesperadas,
gritos abafados de uma alma cansada.
Os ícones na parede testemunhavam sua luta,
mas nunca respondiam.
Ela era Maria e Eva ao mesmo tempo:
mãe da dor, cúmplice do pecado.
E, no fundo, sabia que a redenção
nunca chegaria para almas como a dela.
Ainda assim, rezava.
Porque o silêncio seria pior.
4.
Ela era a personificação do dilema,
uma luta constante entre a virtude e o desejo.
A fragilidade do corpo contrastava
com a força do espírito.
Em suas mãos, a bondade parecia cruel,
e o amor era sempre um fardo.
“Não há alegria sem dor,” disse ela,
“e talvez nem a dor seja verdadeira.”
Eu tentei amá-la, mas era inútil.
Ela pertencia a um mundo
onde o amor era sempre uma tragédia,
nunca uma bênção.
5.
Havia algo de eterno nela,
como se seu rosto fosse uma lembrança
de todos os sonhos que nunca realizei.
Mas o eterno, percebi, também cansa.
Ela falava em enigmas,
como quem carrega a sabedoria
de vidas que nunca viveu.
Mas seu riso era uma mentira.
No fundo, ela queria ser mortal,
queria sentir o peso das escolhas comuns.
Mas o destino nunca foi justo com mulheres como ela.
Então, ela continuava sorrindo.
**O Monstro que Rouba a Infância: O Celular**
Em um mundo cada vez mais conectado, um monstro silencioso e sedutor tem invadido os lares e roubado algo precioso: a infância das crianças. Esse monstro não tem garras afiadas nem dentes pontiagudos, mas carrega consigo uma tela brilhante e um poder hipnotizante. Ele se disfarça de entretenimento, de companhia, de ferramenta indispensável, mas, na verdade, é um ladrão de tempo, de criatividade e de experiências genuínas.
O celular, esse monstro moderno, promete mundos infinitos ao alcance dos dedos, mas, em troca, exige um preço alto. Ele rouba as risadas despreocupadas das brincadeiras ao ar livre, substituindo-as por horas de isolamento em frente a uma tela. Ele sequestra a imaginação fértil das crianças, que antes criavam castelos com caixas de papelão e histórias com bonecos, e as prende em mundos virtuais pré-fabricados, onde a criatividade é limitada pelos algoritmos.
Enquanto o monstro celular avança, as crianças perdem a capacidade de se maravilhar com o simples. O contato com a natureza, o cheiro da grama molhada, o sabor de uma fruta colhida direto do pé, tudo isso vai sendo substituído por likes, notificações e vídeos curtos que passam rápido demais para deixar qualquer marca significativa. A infância, que deveria ser um tempo de descobertas, de erros e acertos, de aprendizado através do tato e da experiência, está sendo engolida por uma realidade virtual que não permite erros, mas também não permite crescer.
E o pior é que esse monstro não age sozinho. Muitas vezes, somos nós, adultos, que o entregamos de mãos beijadas às crianças, por comodidade, por cansaço, ou até por uma falsa sensação de segurança. Achamos que, com o celular, elas estão entretidas e seguras, mas não percebemos que estamos as deixando à mercê de um ladrão de sonhos.
É preciso reagir. É preciso resgatar a infância das garras desse monstro. Como? Oferecendo alternativas reais, incentivando brincadeiras que estimulem a criatividade, o convívio social e o contato com o mundo ao redor. É preciso ensinar às crianças que a vida não se resume a uma tela, que há um universo inteiro esperando para ser explorado, cheio de cores, texturas, sons e emoções que nenhum celular será capaz de reproduzir.
A infância é um tesouro que não pode ser roubado. E o celular, esse monstro sedutor, precisa ser domado antes que seja tarde demais.
Em meio ao ruído do mundo,
Teus olhos são meu silêncio profundo.
Uma troca sutil, um olhar que diz,
Que em cada batida, a vida se faz feliz.
Nossos corações dançam em harmonia,
Como notas de uma doce melodia.
Sinto que estamos ligados por fios invisíveis,
Uma conexão que transcende os possíveis.
Teu sorriso ilumina até os dias nublados,
E em cada risada, somos entrelaçados.
Nossas almas se falam em um idioma só,
Um laço eterno que nunca se desfaz.
Na simplicidade de um toque sutil,
Encontro o universo, o infinito em um perfil.
Cada conversa é uma viagem sem fim,
Nela, descubro o que há de melhor em mim.
A conexão que temos vai além do físico,
É uma dança sagrada, um amor místico.
Duas metades que se tornam inteiras,
Um elo forte que supera as barreiras.
Então aqui estou eu, com meu coração aberto,
Celebrando essa ligação que me faz tão certo.
Pois amar você é viver em plenitude,
É sentir na essência a verdadeira magnitude.
Vida Pávida?
Será que a vida é bela?
Todo mundo a ama,
ou que há nela?
Nunca se sabe o que fazer.
Mas será que é só viver?
Num dia estamos engatinhando, noutro trabalhando.
Talvez o tempo tenha passado rápido demais,
ou será que o perdi
sem ter olhado para trás?
Somos como uma flor: plantada, cresce, vive e morre.
Mas quem planta?
Deus? Devemos refletir?
Na verdade, nem adianta.
Acabamos pensando e produzindo demais.
Somos algo tão complexo,
para muitas vezes sermos jogados fora.
Nessa angústia, antes de consertarmos,
já teríamos ido embora.
Quando te vejo, o mundo se ilumina,
Teus olhos, um farol que guia meu ser,
Em cada olhar, uma chama que ensina,
A arte de amar e simplesmente viver.
Teu sorriso é a música que toca meu peito,
Uma melodia suave que faz meu coração dançar.
É como se em ti eu encontrasse o perfeito,
Despertar do amor que não cessa de brilhar.
Tua voz é um sussurro que acalma minha mente,
Cada palavra tua é um convite para sonhar.
Em teus braços, o tempo se torna ausente,
E a realidade se dissolve em nosso amar.
Teu toque é a dança das estrelas no céu,
Um calor que percorre cada parte de mim.
Desperto para a vida, como um novo véu,
Com você ao meu lado, tudo faz sentido assim.
Você é a musa que inspira meus dias,
O despertar da paixão em cada amanhecer.
Em cada instante juntos, mil fantasias,
E na sua presença, aprendi a renascer.
Então aqui estou eu, entregando meu ser,
Pois você é o sonho que eu sempre quis viver.
Despertou meu coração, corpo e mente em união,
E em cada batida sua, encontro minha razão.
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