Textos de Verdade
A verdade
Por que Jesus morreu? Por dizer a verdade! Quando o sumo sacerdote lhe perguntou "És tu o filho de Deus"? Jesus Cristo respondeu " Eu sou"! "E vereis, o filho do homem, assentado a direita do todo poderoso. E vindo sobre as nuvens do céu"! Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes. E disse: " para que necessitamos de mais testemunhas? Vós ouviste a blasfémia. Que vos parece? Todos o consideraram, réu de morte"! Foi então que alguns, começaram a cuspir nele, a cobrir -lhe o rosto, a dar-lhe murros...
O sumo sacerdote conhecia as escrituras de Daniel, que a profecia do "Ancião de Dias" confirmava esta verdade. Mesmo assim, por a verdade o mataram. Também em actos mataram Estêvão que disse: " vejo o céu aberto e o filho do homem assentado à direita de Deus..."! Estêvão morreu pela verdade!
Eu deixo você ir embora,
O tempo sabe a hora,
- se não for de verdade,
Você já pode ir agora,
Quero um aconchego
Com sabor de sossego,
- se é amor de verdade,
Enfrento até o medo.
Quando se ama, se divide
Até o maior segredo,
- se você é anjo que caiu do céu,
No meu colo
Eu te recebo.
Tenho em mim a alma
De todos os continentes,
- o meu espírito é cigano
O cigano só muda de lugar,
Mas o amor sempre
Leva com ele.
O amor quando acontece
É o maior dos presentes.
Talvez você não conheceu o caminho
Do amor e da afeição,
- o amor quando acontece
Tem a paciência que só vem do coração.
Se é amor de verdade, não corremos perigo;
- quero te amar até na tempestade,
E também ser o teu ninho.
O amor segue os nossos passos,
- sem escravizar um ao outro,
Eu ocupo os teus sonhos,
E você os meus planos.
Conheça um pouco mais
Desse espírito crítico,
- amor sublime, amor....
tenha juízo, por favor!
Eu te observo desde de sempre, e ainda quero
Acreditar que você existe amor!
Esse sorriso quando sorri é para tentar
Transformar esse mundo sombrio,
Mas não significa que ele
Não te pertença,
Sou tua caça, e ser tua
Caçadora bem atenta.
Toda a palavra tem
o dever de trazer
a paz e a verdade,
todo o poeta é
amigo da verdade,
cada verso aqui é
para o General,
uma tropa e nossa
América Latina.
Recordo sempre
para que da tua
memória não
seja esquecida
a grave injustiça:
há pouco mais
de três floradas
da flor nacional,
o General foi preso
numa reunião
totalmente pacífica.
Notícias deixaram
a cabeça confundida,
a audiência foi adiada,
Justiça atrasada
não é e nunca será
a verdadeira Justiça
Muita gente ignora
a paz e a reconciliação
com quem pensa diferente,
a bondade precisa
de gente de boa vontade.
E sem acesso ao devido
e justo processo legal:
continua preso
injustamente o General.
“Todos os caminhos levam ao lar.”
Verdade, mas não em um sentido linear, não como um meio para um fim.
O lar não é um destino encontrado no limiar do tempo.
A verdade é o reconhecimento sem caminhos do que é.
Não apenas um reconhecimento, mas simplesmente as gargalhadas existenciais que surgem quando a busca desmorona o sujeito buscador e o caminho se aniquila.
“Todos os caminhos levam a lugar nenhum” tem um tom melhor de verdade.
A maioria dos ensinamentos espirituais objetiva a verdade que o deixa preso na dualidade sutil de sujeito/objeto.
A mente o ama, pois é diviso em sua própria natureza.
Tudo o que ela faz é conceituar o absoluto.
Ele evoca um assunto de um acontecimento contínuo e diz
"este sou eu,
o resto não é"
como pegar uma onda do oceano ... fofo, mas impossível na realidade.
A maioria dos ensinamentos lança a ilusão de um caminho que obscurece o verdadeiro olhar do supremo e o deixa engolido pela inquietação envolvente da linearidade - a imitação da chegada.
E mais cedo cada caminho que você trilhar será deixado abandonado,
mais frequentemente julgado por tê-lo enganado.
Você então atesta seu caminho recém-descoberto.
"Esse é o novo caminho. Eu encontrei o caminho."
Então, por que ensinar?
não ensine.
Simplesmente compartilhe o que mexe com sua alma, humildemente.
Minha descrição favorita de um verdadeiro professor é transmitida pelas palavras de Laozi
“ele/ela ensina sem um ensinamento, para que as pessoas não tenham nada a aprender”
A verdade não precisa de caminho nem de ponteiro.
É o dedo e a lua, pois nunca houve distância entre sua existência aparente.
A verdade se manifesta em todas as coisas.
Mesmo objetos inanimados tentam nos revelar Deus.
Para saborear a verdade irrevogavelmente,
todos os caminhos ou a ilusão deles devem desaparecer,
toda conceituação deve ser abandonada,
... incluindo o mito do "eu".
Existe realmente um caminho certo
A LIBERDADE ESPIRITUAL
Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.
REDES SOCIAIS - REDES ESPIRITUAIS
Na verdade, amamos e odiamos a rede simultaneamente, mas acima de tudo somos viciados nela, assim como somos viciados em todo grande drama.
Dentro do seu mundo dos sonhos e sob a rede, seu maior desejo é expresso.
Sob a rede, você pode viver o seu sonho - você pode voar, dançar, chorar, sofrer e, acima de tudo, amar.
E, no entanto, seu amor dentro da rede é um amor profundamente limitado, um amor que nunca escapa dos limites de suas próprias ilusões. Sob a rede, você se apaixona ou se desapaixona - de qualquer forma, você permanece vítima de suas projeções, expectativas e, inevitavelmente, de suas decepções.
Às vezes, você afunda na melancolia e toda a sua força vital parece parar - sua própria respiração fica mais fraca.
Em outras ocasiões, você voa em uma mudança repentina de humor e seu coração bate mais rápido e sua respiração enche seu peito a ponto de estourar.
Isso é o que acreditamos ser a liberdade.
Entre os extremos, as melodias dão lugar às cadências; mudanças de tempo dão lugar a frases, notas, trinados, pausas e todo tipo de sentimento concebível.
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Descobri que o amor de verdade dói, mas não aprisiona. Não cria cárceres emocionais, não rompe limites saudáveis, nem sequestra a paz de quem ama.
Ele nasce de uma maturidade silenciosa, daquela que compreende que amar não é possuir, mas cuidar. É uma espécie de fé depositada em quem enxergamos de verdade, para além das aparências, reconhecendo tanto a luz quanto a sombra que habitam o outro.
E, justamente por vê-lo inteiro, escolhemos potencializá-lo.
Há pessoas que, simplesmente por existirem, mudam tudo. Trazem consigo algo que beira carinho, ninho, presença. Tornam-se cuidado, cumplicidade e abrigo, tanto naquilo que possuem quanto naquilo que lhes falta.
Porque o amor maduro não ama apesar das faltas; ama também através delas.
E talvez seja essa a sua forma mais bonita: quando duas incompletudes deixam de exigir perfeição uma da outra e passam, juntas, a construir paz.
Estou cansado de conversar apenas com meus pensamentos e transformar minha verdade em silêncio.
Também não quero ser visto como caos só por dizer o que penso. É só isso.
Não podemos passar o que ainda temos de vida assumindo responsabilidades que não são nossas em nome de uma aliança. A vida pede parceria, não sobrecarga. Pede reconhecimento, não teatro. Pede que o significado de um para o outro seja visto sem máscaras, sem fuga, sem deboche, sem a covardia elegante de fingir que nada aconteceu.
É isso que dita o ritmo da escolha.
Porque permanecer não pode ser apenas resistir. Permanecer precisa ter presença, reciprocidade e verdade.
No fim, o amor não se mede pelo quanto alguém suporta calado, mas pelo quanto duas pessoas conseguem se enxergar sem transformar a dor do outro em ameaça.
Ôxe, cabra...
Tu só vai amadurecer de verdade
quando parar de perguntar só:
“Eita, isso aqui me dá prazer?”
e começar a perguntar, com o juízo sentado na cadeira:
“Que tipo de homem eu tô virando
com essas recompensa que eu vivo correndo atrás?”
Porque prazer, meu fi,
até vento em porta velha faz barulho.
Mas maturidade mesmo
é saber se aquilo que tu persegue
tá te fazendo homem inteiro
ou só menino grande
com fome usando roupa de adulto.
Nem sempre a verdade
corresponde a realidade,
Nem toda a Taioba foi
feita para se alimentar,
Em tempos de disputas
de narrativas prefira ficar
com a poesia porque
com ela possível conversar,
O tempo é precioso demais
para permitir em vão gastar.
[[[Não insista ter razão;
melhor é parar de guerrear!]]]
Não quero saber
onde você nasceu,
Se ama de verdade
o meu país ---
eu amo o seu.
Se vem até o meu
país em paz,
Com paz retribuirei:
Amar o meu país
é a minha Lei.
O meu país não
é seu, ele é nosso;
Trate bem dele
como não se
houvesse outro.
Porque se você
se sente brasileiro,
Para mim você
assim nasceu,
e é irmão meu.
As estrelas, o sol e a verdade
lida William Shakespeare,
A dúvida e a liberdade
de vestir a cada instante,
Só não vale desistir da certeza
que ainda vamos viver
além do poema o romance,
Ainda que a gente não se veja,
e o amor nos pareça distante.
Não vamos deixar de crer,
aconteça o que aconteça,
que o nosso amor irá florescer.
Quando Descobri Que Deus Ainda Me Esperava
Há uma verdade que me acompanha todos os dias.
Quanto mais conheço a bondade de Deus, mais conheço também as minhas fraquezas.
Durante muito tempo imaginei que a maturidade espiritual me impediria de cair.
Hoje sei que não.
Continuo tropeçando.
Continuo errando.
Continuo descobrindo, dia após dia, o quanto ainda preciso da misericórdia de Deus.
Às vezes pensamos no pecado apenas como grandes escolhas erradas.
Mas a vida me ensinou que ele também se esconde nas pequenas coisas.
Numa palavra impensada.
Num julgamento precipitado.
Num orgulho silencioso.
Numa indiferença que machuca.
Num olhar que se afasta daquilo que Deus nos convida a contemplar.
São pequenas escolhas que, pouco a pouco, revelam a fragilidade do coração humano.
Não escrevo isso para condenar ninguém.
Escrevo porque reconheço essa realidade primeiro em mim.
Todos os dias descubro que ainda tenho muito a aprender.
Todos os dias percebo que ainda existe algo em mim que precisa ser transformado.
O mais impressionante, porém, não é a minha fraqueza.
É a paciência de Deus.
Antes mesmo que eu tropece, muitas vezes sinto que Ele já me alerta.
A consciência fala.
O coração percebe.
A verdade se apresenta diante de mim.
Mas, mesmo assim, nem sempre escolho o melhor caminho.
Não porque Deus tenha se calado.
Mas porque, tantas vezes, prefiro ouvir a minha própria vontade.
E, quando finalmente percebo o erro, descubro que Deus não se afastou.
Continua ali.
Esperando.
Chamando.
Acolhendo.
Foi então que compreendi algo que mudou a minha maneira de rezar.
A oração não é apenas um momento para pedir.
É um lugar onde a verdade encontra a misericórdia.
Quando me coloco diante de Deus sem máscaras, reconhecendo aquilo que sou e aquilo que ainda preciso mudar, acontece algo difícil de explicar.
Não escuto uma voz com os ouvidos.
Mas sinto uma paz que nenhuma palavra humana conseguiria produzir.
É como se Deus respondesse ao meu arrependimento com um abraço silencioso.
Há dias em que os olhos se enchem de lágrimas.
Há dias em que apenas um profundo alívio invade a alma.
Não porque eu mereça esse perdão.
Mas porque Deus nunca deixou de amar quem eu ainda estou aprendendo a ser.
Talvez seja esse um dos maiores mistérios da fé.
Quanto mais conheço a minha pobreza espiritual, mais descubro a riqueza da misericórdia de Deus.
E quanto mais descubro Sua misericórdia, menos desejo permanecer no mesmo lugar.
Não mudo por medo.
Procuro mudar porque fui amado.
É por isso que hoje acredito que a oração é uma das maiores dádivas que Deus nos concedeu.
Ela não muda apenas o que dizemos.
Muda o nosso coração.
Cada oração sincera abre uma porta para a graça.
Cada pedido de perdão rompe um pouco do orgulho que nos afasta de Deus.
Cada lágrima derramada diante d’Ele nos lembra que nunca somos fortes o bastante para viver sem Sua presença.
Hoje já não me aproximo de Deus porque me considero digno.
Aproximo-me justamente porque reconheço que preciso d’Ele.
E talvez esta seja uma das mais belas descobertas da minha caminhada:
O perdão de Deus não é uma recompensa para quem nunca caiu.
É um presente oferecido àquele que, depois de cair, encontra coragem para voltar.
Enquanto houver esse caminho de volta, haverá esperança.
E enquanto houver esperança, haverá sempre um Pai esperando por mim de braços abertos.
A Melhor Mentira Ainda É a Verdade
Nas festividades do início dos anos setenta, acho que em 1972, eu e meu sobrinho estávamos regressando para São Paulo, depois de termos passado as festas em Santa Mariana, quando aconteceu esta história.
Naquela época, a rodovia até Avaré era de pista simples. Depois começava a Castelo Branco. Era comum a gente parar no último posto antes da CB para abastecer e fazer um lanche.
Naquele dia, ao nosso lado, parou outro Fusca. Dentro dele havia quatro meninas, jovens e muito bonitas. Começamos a jogar conversa fora e, depois de abastecer os carros, paramos num estacionamento ali mesmo no posto e fomos nos apresentando.
Um detalhe: no vidro traseiro do Fusca delas, atrás do banco do motorista, havia um papel colado com os nomes das quatro e uma mensagem desejando um feliz Ano-Novo.
Quando chegou a minha vez de me apresentar, disse que era estudante de engenharia. Meu sobrinho, estudante de medicina. Elas também foram se apresentando e contando quais cursos faziam, exceto uma delas.
Então perguntei:
— E você, como se chama?
Ela se aproximou do carro e apontou para o papel colado no vidro.
— Este é o meu apelido.
O problema era que, em vez de um nome, havia um desenho.
Uma desgraça de desenho que acabou com a nossa viagem.
Era um bicho estranho, completamente desconhecido para nós.
Depois de olharmos para o céu, chutarmos umas pedrinhas e fingirmos naturalidade diante daquele constrangimento, fomos nos afastando do carro delas. Antes, porém, tivemos que ouvir as quatro rachando de rir.
Pegamos a estrada sem sequer olhar para trás e fomos o resto da viagem tentando descobrir que criatura era aquela.
— Será que o apelido dela é Ripinha?
— Balaústra?
E lá vinham mais alguns palpites absurdos.
Passados alguns dias, finalmente descobrimos que aquele desenho nada mais era do que o símbolo do Pi (π). Traduzindo: aquele era o apelido dela.
Acho que ela devia se chamar Jupira e não gostava muito do nome.
Eu poderia ter contado esta história antes, mas precisava da anuência do Newton Roberto Gobis, meu sobrinho, um sujeito de bem com a vida e de quem gosto muito.
Claro que aquelas mentiras — eu estudante de engenharia e ele de medicina — foram apenas uma brincadeira de momento. Mas, diante da situação constrangedora que se criou, nem tivemos tempo de corrigir a burrice. E, para falar a verdade, não teria adiantado nada. Nós simplesmente não sabíamos o significado daquele "bicho". E, talvez, se insistíssemos, a situação ficasse ainda pior.
“O que Deus me deu, ninguém tira. No tempo certo, Ele fará florescer.”
Recebo a verdade de que o que o Senhor me deu é irrevogável. Que nenhuma desonra, acusação ou mentira roube a paz do meu coração. Renova-me, fortalece-me e faz-me caminhar firme até o cumprimento da promessa em nome de Jesus Amém!
O salmista Davi, após cometer adultério e homicídio, reconhece essa verdade em sua oração de arrependimento:
“Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista” (Salmos 51:4).
Aqui, Davi não está negando o mal que fez a outras pessoas, mas está declarando que o pecado, em sua essência mais profunda, é uma ofensa direta ao Criador, que é Santo, Justo e Soberano.
“Ande com quem realmente se importa com você !
porque quem te ama de verdade não te apoia no pecado, te chama de volta pra Deus.
Quem se importa, corrige; quem ama, alerta;
quem é de Deus, te ajuda a levantar, não a se perder.
Cuidado com quem aprova o que te afasta do Senhor,
porque quem aprova o teu pecado não te ama, te destrói em silêncio.”
O sistema cai não quando alguém grita contra ele,
mas quando a verdade permanece de pé, mesmo sendo silenciosa.
“Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor.” (Zacarias 4:6)
Quem é de Deus não precisa bater, permanece.
E permanecer em Deus, no fim, sempre vence.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)
Jesus não veio para massagear o ego, Ele veio para libertar a alma.
E a libertação dói… porque Ele toca exatamente onde o orgulho se esconde, confronta o que a gente tenta proteger, e quebra aquilo que nos prende, para curar e tornar livre de verdade.
miriamleal
