Textos de Verdade
A premissa da realidade: o que acreditas, é, seja mentira ou verdade.
O que é a realidade? Aquilo que não podes negar.
O que é acreditar? É o que tu és, o te eu que se expande.
Assim, a realidade é uma ficção, um exercício de imaginação de alguém. Alguém que está oculto. Cabe a nós conhecê-lo. É a nossa função aqui
Oração para Renovar as Forças e Proteger o Coração
"Senhor, Pai de toda a Verdade e Luz,
Olha para o meu coração neste momento. Tu conheces o meu cansaço, a exaustão de lidar com as ilusões e as mentiras do mundo, que tantas vezes tentam apagar a minha fé.
Quando as minhas forças parecerem fraquejar, peço que Teu Espírito seja o meu escudo e o meu descanso. Lembra-me, meu Deus, de que diminuir o passo não significa desistir. Não permitas que a maldade alheia mude a meta que Tu traçaste para a minha vida; ensina-me, apenas, a mudar o meu ritmo quando o peso for grande demais.
Que o Teu silêncio cure as minhas feridas e que a Tua presença me mostre que descansar em Ti também é parte do meu progresso. Dá-me o discernimento para afastar o que é falso e a coragem para abraçar a Tua verdade.
Renova minhas forças, restaura a minha paz e guia os meus passos hoje e sempre. Amém."
---------------------- Eliana Angel Wolf
A Palavra falha, mas a verdade não
Não é falha, não é cena, não é invenção,
é palavra que tropeça por causa do cérebro, não do coração.
Afasia não pede licença pra chegar,
ela muda o jeito de falar, não o que há pra falar.
Ignorante confunde silêncio com mentira,
acha que quem pausa conspira.
Quer prova, quer drama, quer te ver cair,
como se dor precisasse se repetir pra existir.
Expliquei uma vez. Bastou.
Quem duvida, já escolheu não ouvir o que sou.
Consciência não grita, presença não implora,
respeito se oferece ou a porta se fecha agora.
Minha voz pode falhar, minha verdade não.
Quem não entende, não manda, não mede, não põe condição.
Afasia é caminho torto da expressão,
dignidade segue reta, sem pedir permissão.
Hoje me perguntaram
quando eu ia cobrir.
Como se verdade incomodasse
quem nunca soube sentir.
Eu respondi sem desviar:
não vou cobrir,
vai ficar onde está,
porque não fui eu quem quis fugir.
Ali vive um olhar inteiro,
antes do ruído, da versão distorcida.
Não houve perda da minha parte,
houve escolha do outro lado da vida.
Não é luto, nem falta, nem dor exposta,
é memória que se mantém de pé.
Ela escolheu me perder.
Eu escolhi não me perder de mim.
Ser sincera é um dom, não um defeito. Quem não gosta da sua verdade, não merece a sua presença. É como se você fosse um espelho claro: Alguns fogem do reflexo, outros se aproximam justamente porque precisam enxergar.
A sinceridade pode afastar os fracos, mas atrai os fortes, os que querem caminhar na mesma luz que você. 🌹
Tem horas em que a verdade não chega gritando.
Ela chega cansada, senta na tua frente através de alguém improvável e desmonta meses de narrativa em poucos minutos. Coisa irritante, inclusive. Humanos passam semanas construindo versões dramáticas enquanto a realidade entra pela porta de chinelo e sinceridade.
Tem gente que não destrói só relacionamentos.
Destrói memórias.
Pega tudo que você fez com amor, esforço, entrega e cuidado… e começa a reescrever como se tivesse vindo de outra pessoa. Como se tua presença fosse substituível. Como se tua mão nunca tivesse segurado, ajudado, pago, acolhido ou permanecido.
E talvez essa seja uma das dores mais silenciosas que existem:
não ser esquecida…
mas ser apagada aos poucos.
É estranho descobrir verdades através de alguém que te ensinaram a odiar.
Mais estranho ainda é perceber humanidade em quem foi descrito como monstro.
Porque às vezes o “vilão” só era alguém cansado de carregar culpas que não eram dele.
E às vezes quem mais aponta defeitos nos outros, faz isso para esconder os próprios.
Eu ouvi coisas.
Coisas que ficaram rodando na minha cabeça como música triste tocando baixo num bar quase vazio.
E quanto mais eu pensava, mais eu percebia:
a verdade raramente faz espetáculo.
Ela não precisa.
A mentira costuma vir cheia de detalhes, emoção exagerada, personagens bem definidos, tentativas desesperadas de convencer.
A verdade normalmente chega simples.
Quase sem defesa.
E justamente por isso pesa tanto.
Dói perceber que talvez eu tenha amado alguém que precisava diminuir minha importância para conseguir seguir vivendo sem culpa.
Dói entender que enquanto eu carregava lembranças reais, existia alguém transformando tudo em versões convenientes.
Os presentes não importam.
O dinheiro não importa.
O que dói é a tentativa de apagar intenção.
Porque ninguém dá tempo de vida de volta.
Ninguém devolve noites acordadas.
Ninguém devolve preocupação sincera.
Ninguém devolve o coração investido em alguém.
E no fim, sobra aquela pergunta amarga:
como alguém consegue receber tanto amor… e ainda assim escolher distorcer quem ofereceu?
Talvez porque admitir a verdade exigiria encarar o estrago.
E muita gente prefere inventar narrativas do que admitir que perdeu alguém raro.
Mas existe uma coisa que não pode ser alterada:
quem viveu, sabe.
Quem esteve presente sabe.
Quem viu teu esforço sabe.
E principalmente…
você sabe.
Talvez seja isso que incomode tanto certas pessoas.
Porque por mais que tentem mudar a história, existe algo impossível de apagar:
a marca que alguém deixa quando amou de verdade.
E amor verdadeiro não desaparece da memória.
Só vira silêncio em lugares onde já foi casa.
Entre juízes e reis,
vi espelhos de vaidade,
homens disputando títulos,
esquecendo a verdade.
Anjos me visitavam,
silenciosos, sem plateia,
mas minha voz de mulher
se perdia na assembleia.
Rosacruz me ensinou mistérios,
mas também me mostrou o orgulho,
onde o amor se calava
e o ego erguia seu muro.
Então busquei outro caminho,
onde não há preço nem poder,
apenas a graça de Deus,
que tudo dá sem nada querer.
No Islã encontrei o alívio,
na unicidade, a paz,
onde o coração se curva,
e só Allah é capaz.
Não mais brigas por títulos,
não mais vaidade sem fim,
apenas a luz que consola,
e a fé que habita em mim.
Junho
A verdade é que todo dia é recomeço, não importa se o ano está no fim ou só no começo.
Toda hora é hora de reconstruir, de redescobrir a rota, de olhar a estrada e contemplar o caminho que já percorreu. Olhar para trás e agradecer por ter atravessado.
Hoje é o dia primeiro, do mês que corta o ano ao meio, mas o que importa mesmo é saber que temos muito tempo pela frente, porque a estrada da felicidade a gente constrói diariamente.
Nildinha Freitas
- Paz? -
Olhando a calmaria do vazio,
me deparo com a verdade:
tudo o que sei não é nada.
É um grito de sofrimento
que ecoa no silêncio do vazio,
como o canto de um pássaro em plena primavera.
Próximo ao meio-dia, olhando pela janela,
vejo o vento movendo as folhas,
e, de repente, ele para.
Mas a vida ainda permanece,
e os pássaros continuam cantando.
O sofrimento é passageiro,
como o vento que move as folhas e depois se silencia.
E assim segue a vida:
alguns sofrendo, outros felizes,
enquanto os pássaros continuam cantando.
A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.
Estás há tanto tempo comigo, mas ainda não me conheces de verdade.
Finges entender meu riso, mas nunca lês o que eu sinto.
O tempo passa, e eu continuo aqui, mostrando meu mundo, enquanto você nem percebe.
Meu silêncio gritava, e mesmo assim você não escutou.
Estás ao meu lado, mas tão distante.
Suas palavras não me tocam.
Eu te dei meu coração, inteiro, sem desfazer dele.
Quem sabe, um dia, você veja o que existia aqui, em minhas mãos.
Mas, quando isso acontecer, talvez seja tarde demais.
A verdade e a Mentira!
Vou contar uma história
Que o tempo nunca apagou,
De uma tal Verdade pura
Que o mundo não suportou.
É dessas que a gente escuta
Mas nunca se aprofundou.
Na pintura antiga e forte,
Que o pincel eternizou,
A Verdade Saindo do Poço
Foi quem tudo revelou.
Obra de Jean-Léon Gérôme,
Que esse enigma pintou.
Diz a velha parábola
Que um dia, sem previsão,
A Verdade e a Mentira
Se encontraram na amplidão.
Uma cheia de malícia,
Outra cheia de razão.
Disse a Mentira, ligeira:
— “Que dia lindo, afinal!”
A Verdade desconfiada
Olhou o céu natural,
E viu que havia beleza,
Que o dia estava especial.
Andaram juntas por horas,
Conversando sem parar,
Até que acharam um poço
De águas boas de banhar.
Disse a Mentira, sorrindo:
— “Vamos juntas mergulhar!”
A Verdade, cautelosa,
Na água foi encostar,
Sentiu frescor e pureza,
Resolveu então entrar.
Se despiu da sua essência
Sem pensar em se guardar.
Mas eis que a Mentira, astuta,
Saiu ligeira do chão,
Vestiu a roupa da outra
Sem qualquer hesitação,
E fugiu pelo mundo afora
Levando sua ilusão.
A Verdade, revoltada,
Do poço veio sair,
Nua, crua e sem disfarce,
Tentando se redimir.
Mas o povo, ao vê-la assim,
Preferiu dela fugir.
Viraram rosto e desprezo,
Ninguém quis a encarar,
Pois a Verdade despida
É difícil de aceitar.
Mais fácil é a Mentira
Bem vestida a circular.
Triste, a Verdade retorna
Pro fundo do seu lugar,
Se esconde no escuro d’água
Sem mais querer se mostrar.
E o mundo segue enganado,
Sem vontade de acordar.
E assim segue essa história
Que o tempo só confirmou:
A Mentira anda vestida
Do que nunca lhe pertenceu,
E a Verdade, envergonhada,
No poço se recolheu.
O mundo diz que o amor precisa de sorte. A verdade é que ele precisa de escolha. O que mantém dois juntos não é a ausência de problemas, mas a decisão diária de enfrentar o que vier sem desistir um do outro. Não é sentir o tempo todo, é permanecer mesmo quando não se sente nada.
O amor não se alimenta só de momentos bons, mas de compromisso nos dias ruins.
Nicodemos sabia quem Jesus era,
mas entender a verdade nunca foi a parte mais difícil. Porque às vezes o problema não é reconhecer a voz de Deus. É aceitar tudo o que precisa mudar depois de ouvi-La. E às vezes somos nós, pedindo direção enquanto tentamos negociar aquilo que já sabemos que precisa ser deixado para trás.
ENTRE O MEDO E A VERDADE.
O ESPIRITISMO NÃO NASCEU PARA O SILÊNCIO.
Existe uma enfermidade silenciosa que atravessa parte do Movimento Espírita contemporâneo. Não se trata da ausência de estudo, nem da falta de obras, reuniões ou instituições. Trata-se do medo. Medo de investigar. Medo de questionar. Medo de evocar. Medo de ouvir. Medo até mesmo de aplicar integralmente o método que o próprio Allan Kardec estruturou.
Curiosamente, muitos homens afirmam defender a razão enquanto transformam prudência em interdição absoluta. E nisso nasce um paradoxo psicológico profundo. O mesmo Espiritismo que surgiu através do intercâmbio entre encarnados e desencarnados passa a ser defendido por pessoas que demonstram receio do próprio fenômeno mediúnico que lhe deu origem.
É necessário compreender algo fundamental. Kardec jamais proibiu evocação. Pelo contrário. O Livro dos Médiuns dedica capítulos inteiros ao estudo das evocações, dos métodos, das condições morais e dos perigos envolvidos. O codificador não construiu um sistema de silêncio espiritual. Construiu um método de discernimento.
A diferença é gigantesca.
O problema nunca esteve no ato de evocar. O problema sempre esteve na intenção moral do evocador.
Existe enorme distância entre evocação séria e curiosidade frívola. Entre investigação filosófica e espetáculo mediúnico. Entre estudo criterioso e dependência psicológica dos Espíritos.
Quando alguns afirmam que não se deve colher informações de Espíritos como André Luiz, Emmanuel ou Humberto de Campos, inevitavelmente acabam mergulhando numa contradição lógica. Porque grande parte da literatura espírita posterior à Codificação nasceu precisamente de comunicações espirituais.
Se toda comunicação posterior é automaticamente suspeita apenas por ser mediúnica, então muitos dos próprios pilares culturais do Movimento Espírita moderno seriam colocados sob desconfiança permanente.
Entretanto, também seria ingenuidade aceitar tudo indiscriminadamente. Kardec jamais ensinou credulidade cega. Ele advertiu severamente acerca da fascinação, da mistificação e do orgulho mediúnico. Eis o ponto frequentemente negligenciado. O Espiritismo não exige ingenuidade emocional. Exige análise racional aliada ao critério moral.
A evocação não constitui pecado doutrinário. A irresponsabilidade moral, sim.
Quando Moisés proibiu práticas necromânticas em Israel, o contexto era profundamente sociológico e civilizatório. A humanidade antiga encontrava-se mergulhada em magia tribal, idolatria, manipulação sacerdotal e superstições violentas. A proibição mosaica possuía caráter disciplinador para uma sociedade ainda dominada pelo instinto coletivo.
O próprio Espiritismo reconhece o progresso gradual da Revelação divina. Kardec jamais tratou os textos mosaicos como congelamento eterno da compreensão espiritual humana.
Além disso, existe uma questão psicológica raramente discutida. Muitos homens não temem os Espíritos. Temem perder o controle interpretativo sobre a Doutrina. Temem o surgimento de novas análises, novos estudos, novas comunicações e novas perspectivas. O receio da fragmentação transforma-se então em centralização do pensamento.
E toda centralização excessiva produz muros intelectuais.
O chamado “controle universal dos ensinos dos Espíritos”, elaborado por Kardec, jamais foi concebido como mecanismo de censura doutrinária. Tratava-se de um método comparativo, racional e universalista para evitar personalismos mediúnicos e sistemas isolados de revelação.
Porém, quando homens emocionalmente inseguros se apropriam de princípios metodológicos, frequentemente transformam discernimento em policiamento ideológico.
Então surgem divisões.
Discussões intermináveis.
Disputas de autoridade.
Grupos que se observam mutuamente como se fossem guardiões exclusivos da legitimidade espírita.
Tudo isso enquanto o fator moral íntimo permanece relegado ao segundo plano.
O próprio Kardec advertiu que o verdadeiro espírita reconhece-se pela transformação moral e pelo esforço em domar suas más inclinações. Não pela quantidade de proibições que impõe aos outros.
Existe também um orgulho intelectual extremamente sofisticado dentro dos ambientes religiosos. Não é o orgulho agressivo e visível. É o orgulho da convicção absoluta. O orgulho de acreditar que somente determinado grupo possui capacidade legítima para validar comunicações espirituais.
E nisso reside uma tragédia silenciosa.
Porque nem mesmo uma eventual comunicação atribuída ao próprio Kardec seria unanimemente aceita hoje. Muitos a rejeitariam antes mesmo de analisá-la. Não por critério racional legítimo, mas porque o homem frequentemente teme aquilo que ameaça suas estruturas psicológicas de segurança doutrinária.
Enquanto isso, esquecem-se da essência.
O Espiritismo não nasceu para fabricar tribunais espirituais entre encarnados. Nasceu para iluminar consciências.
Se um homem evoca apenas por curiosidade vazia, colherá perturbação.
Se evoca com orgulho, encontrará Espíritos orgulhosos.
Se busca espetáculo, atrairá mistificação.
Mas se investiga com seriedade, humildade e equilíbrio moral, estará apenas utilizando um mecanismo que o próprio Espiritismo reconheceu como legítimo dentro de critérios elevados.
A pergunta mais importante nunca foi “podemos evocar”.
A pergunta correta sempre foi “com que finalidade moral desejamos fazê-lo”.
Porque nenhuma evocação será mais perigosa do que a própria inferioridade psicológica do evocador.
No fim, muitos discutem Espíritos enquanto negligenciam a própria alma. Debatem fenômenos enquanto ignoram a reforma íntima. Erguem muralhas doutrinárias enquanto o orgulho continua intacto no interior da consciência.
E talvez por isso exista tanta inquietação.
O homem teme ouvir os Espíritos porque ainda não aprendeu completamente a ouvir a própria consciência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral #andreluiz #emmanuel #humbertodecampos #allankardec #evocacao #reformaintima #controleuniversal #movimentoespirita
Vivemos em uma era de fachadas, onde a conveniência vale mais do que a verdade. O que antes era motivo de vergonha — ser alguém de duas caras ou não ter palavra — agora é encarado como "estratégia" ou "jeito de viver". O silêncio honesto foi substituído por frases prontas e sorrisos ensaiados, criando um vazio onde a confiança raramente consegue criar raízes.
No fim, quem mantém a essência e a integridade acaba sendo visto como o "estranho", num mundo onde ser falso virou o padrão de sobrevivência. Mas a verdade é que, por mais que a falsidade esteja na moda, nada substitui o valor de poder olhar no espelho e reconhecer a própria verdade.
Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)
O que é ser feliz de verdade?
Bem, ser feliz não é só ter um sorriso, no rosto, muitos consegue sorrir, mas não são felizes. Também não pode ser dinheiro como muitos acham, muitos tem dinheiro, mas ainda assim, não são felizes. O dinheiro pode até nos dar uma sensação momentânea de felicidade, mas isso é só sobre o tal “o tédio de ter e a ânsia de possuir”, depois que temos, a felicidade passa.
Acho que a felicidade está nas coisas simples, um milionário pode comprar muitas coisas, mas não pode comprar sentimentos bons. Ele até pode ser feliz, mas só se parar para refletir tudo o que ele já fez e tudo o que tem, assim ele pode viver uma boa vida. Uma pessoa, que é considerada pela sociedade “pobre”, pode ser feliz apenas por que tem uma família unida, muitos consideram isso muito pouco, mas não é ter uma família é ter uma base.
Cada um tem a sua felicidade, basta procurá-la. Uma a encontram em religião, uns na profissão, uns na família, uns nos amigos, uns em fazer o que gosta.
Ter a felicidade significa ser satisfeito em ter feito algo ou em possuir algo, e se sentir grato por isso.
O amor de verdade é como o encontro do Sol com a Lua: dois mundos completamente diferentes que respeitam o tempo um do outro. Mesmo quando a distância parece infinita, eles se buscam na imensidão do céu. Amar é saber que, por mais que a noite seja escura, existe uma luz no outro que sempre me faz lembrar o caminho de volta
DeBrunoParaCarla
Existe algo que acontece sem aviso,
como se atravessasse tudo sem precisar existir de verdade.Não tem forma, não tem começo, não tem fim…mas permanece.
Não é pensamento, mas ocupa a mente.
Não é sentimento, mas pesa no peito.
É uma presença que não chega,
porque sempre esteve ali,
escondida em algum lugar que não dá pra alcançar. Os dias continuam, os passos seguem, os lugares mudam, as pessoas passam…mas nada realmente se move.
É como andar sem sair,respirar sem sentir o ar, viver sem tocar o que está vivo.
E ninguém percebe. Porque por fora, tudo parece inteiro, organizado, normal.
Mas por dentro, algo se repete sem motivo,
como um eco que não precisa de som.
Talvez isso não tenha explicação.
Talvez nem devesse ter. Porque no momento em que se tenta entender,
tudo se desfaz ainda mais. E então fica só isso…essa coisa sem nome, sem lógica, sem direção.Não dói o suficiente pra parar,
não alivia o bastante pra seguir. Só continua.Sempre continua...
DeBrunoParaCarla
