Textos de Verdade
O Tempo e os Desejos Anacrônicos
"Às vezes, a verdade soa como crueldade.
Mas há, nos dias de hoje,
qualidades que vestem a roupa de defeitos
e defeitos disfarçados de virtudes.
Caminham desapercebidos,
camuflados em velhos contextos,
tragicamente longe da realidade."
Reflexão do alheio
A Videira e a Verdadeira Liberdade
I
Desperto e ergo-me na certeza de que a Verdade é o meu único arrimo.
Este elixir de perene vida jamais será achado nas vaidades do século,
Nem no ruído incessante com que o mundo tenta distrair a alma.
II
Minha gratidão pertence inteiramente a Jesus, o Cristo;
Louvo Suas lições de humildade, de simplicidade e de espírito,
Pois é sob a Sua égide que caminho, passo a passo, em comunhão.
III
Renuncio, a cada aurora, às indigências do velho homem que em mim habitava:
Desfaço-me da sede de aprovações e do vão orgulho de convencer outrem.
Sou livre, pois o Criador assim me forjou; e a Ele rendo minha única e irrestrita devoção.
IV
Se a senda se faz árdua e os muros se agigantam no caminho,
O Seu Amor misericordioso quebra as barreiras e vence por nós.
Não há solidão, pois na fraqueza nunca clamo sozinho;
Na força da fé, os que creem descansam em Sua terna voz.
[No "fim" somos o que nos permitimos ser em existência e transformação. Negar-se a ela é como dizer não a própria vida.]
Maecelo Hypolito Botelho
O ser humano tem a péssima mania de castigar sem ao menos dar o direito de saber a verdade aliás sem ao menos saber a realidade.
Se acha o único ser que age com a verdade.
Pois é mais fácil alimentar o ódio a mágoa do que a paz e a alegria...
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
A verdade mais irônica neste Mundo Capitalista,é que nem todo dinheiro do planeta, pode comprar talento, criatividade, muito menos inteligência!
Sendo impossível estas qualidades, serem, mercantiliizadas, herdadas ou espoliadas.
Todo progresso Humano notável, até a atualidade, sempre adveio da manifestação destas três habilidades combinadamente.
“ Eu não sou fácil de conviver. Eu deveria ter avisado ne? Não tenho costume de me calar. Na verdade tenho a boca enorme (exceto o coração) que por sinal é maior ainda. Falo o que devo e até o que não devo também . Sou chata, encho o saco, Odeio cobranças não cobro de ninguém e se quero ou quando quero faço, não fique na minha cabeça achando que por ficar como um tica tac de um relógio vou correndo atender a Vossa Excelência [...] e desaforo? Sempre devolvo e se não consigo por respeito? Deixo ela na esquina, mais não levo pra casa. Meus defeitos são mais que vrtudes.... (virtudes tenho poucos mais o suficiente pra me fazer ser querida, respeitada e amada),já os defeitos? Vai anotando pra que não se te escape nenhum. O maior deles é meu mau humor. Ele não tem hora. Posso estar um doce agora como apimentada em questão de segundos. Sou perceptiva, possessiva, vingativa, persuasiva, ciumenta, perfeccionista, mimada, implicante e irritante… muito irritante. Paciência?!...ai tadinha de mim ganhei em dose miníma como um frasco de perfume francês… Ah! ia esquecendo de mencionar que sou espaçosa e turrona. Se eu disser que sim, é sim. Se eu disser que não, preste atenção. Não responsabilizo por meu atos. Você vai se surpreender com cada atitude impulsiva."
—By Coelhinha
"Não sou dona da verdade mas sou filha dEle. Desculpe levar minha sinceridade ao pé da letra em..(O que digo,vivo dela e convivo). É que não sei conviver com sandice de palavras vazias que só se utilizam de cobaía pra outros. Prefiro ser taxada de um pouco impetuosa, que cúmplice acumulada da covardia de muita falsidade que a vergonha esconde."
—By Coelhinha
ESPAÇO ENTRE NÓS
A curiosidade virou amizade,
E depois, um amor de verdade.
Pensamentos tão parecidos,
Corações tão bem unidos.
Ele dormia e sonhava,
Acordado, pensava:
Como podemos ser tão iguais?
Com conversas tão legais?
Ela contava sua história,
E o seu dia de glória.
Ele falava dele sim,
Mas não tão interessante assim.
Eles amavam conversar,
Ficavam horas a papear.
Mas isso já não bastava,
Estarem juntos, ele sonhava.
Entre eles, tudo é perfeito,
Só a distância é o defeito.
Mas logo criam o teletransporte,
Que vai levar do sul ao norte.
Agora ele sofre com tristeza e dor,
E pensa como viver esse amor.
Por que tinha que ser assim?
Por que ela tão longe de mim?
Mas, mesmo longe, ele decidiu lutar,
Pois o amor verdadeiro sabe esperar.
Com palavras, carinho e conexão,
Mantém viva essa paixão.
Eu deixo você ir embora,
O tempo sabe a hora,
- se não for de verdade,
Você já pode ir agora,
Quero um aconchego
Com sabor de sossego,
- se é amor de verdade,
Enfrento até o medo.
Quando se ama, se divide
Até o maior segredo,
- se você é anjo que caiu do céu,
No meu colo
Eu te recebo.
Tenho em mim a alma
De todos os continentes,
- o meu espírito é cigano
O cigano só muda de lugar,
Mas o amor sempre
Leva com ele.
O amor quando acontece
É o maior dos presentes.
Talvez você não conheceu o caminho
Do amor e da afeição,
- o amor quando acontece
Tem a paciência que só vem do coração.
Se é amor de verdade, não corremos perigo;
- quero te amar até na tempestade,
E também ser o teu ninho.
O amor segue os nossos passos,
- sem escravizar um ao outro,
Eu ocupo os teus sonhos,
E você os meus planos.
Conheça um pouco mais
Desse espírito crítico,
- amor sublime, amor....
tenha juízo, por favor!
Eu te observo desde de sempre, e ainda quero
Acreditar que você existe amor!
Esse sorriso quando sorri é para tentar
Transformar esse mundo sombrio,
Mas não significa que ele
Não te pertença,
Sou tua caça, e ser tua
Caçadora bem atenta.
Toda a palavra tem
o dever de trazer
a paz e a verdade,
todo o poeta é
amigo da verdade,
cada verso aqui é
para o General,
uma tropa e nossa
América Latina.
Recordo sempre
para que da tua
memória não
seja esquecida
a grave injustiça:
há pouco mais
de três floradas
da flor nacional,
o General foi preso
numa reunião
totalmente pacífica.
Notícias deixaram
a cabeça confundida,
a audiência foi adiada,
Justiça atrasada
não é e nunca será
a verdadeira Justiça
Muita gente ignora
a paz e a reconciliação
com quem pensa diferente,
a bondade precisa
de gente de boa vontade.
E sem acesso ao devido
e justo processo legal:
continua preso
injustamente o General.
As bruxas
As bruxas são almas antigas na Terra, praticantes da magia, defensoras da verdade e da igualdade, protetoras da verdadeira natureza humana, desprovidas de preconceitos e normas.
Ser bruxa é não depender de uma religião, viver com boa intenção e ser guiada pela intuição.
Há muito tempo se fala que somos seguidoras do diabo. Isso foi inventado pela Igreja para poder oferecer a salvação de sua própria criação e, assim, tomar o lugar de um ser que naturalmente sabia o que fazer em qualquer situação, de emergência ou não.
Pare para pensar antes de julgar...
Por que uma mulher que vive em paz com as plantinhas e os animais iria atacar um bom rapaz?
Vivemos a vida com muito amor porque sabemos o que ela representa e não enfrentamos quem ainda não está pronto para entender o que é viver.
Não gostamos de controlar. O bacana é auxiliar no caminho da evolução, sem imposição.
A autoconfiança vive com a gente, que sabe o que sente, sem sofrer influência de quem ainda não entendeu que só se ensina aquilo que já se viveu.
Bruxas são seres evoluídos que conseguem captar bons fluidos e jamais perderiam seu precioso tempo tramando contra alguém. Porém, sabemos que o universo é regido por leis que se cumprem por si mesmas, e é ele que vai se encarregar de colocar cada coisa em seu lugar.
Talvez o maior desafio da humanidade não seja descobrir a verdade, mas estar preparada para conviver com ela.
Enquanto a verdade exigir que cada um reveja as próprias crenças, interesses e convicções, muitos continuarão preferindo narrativas confortáveis.
A verdade não escolhe lados. Ela apenas exige coragem para ser encarada.
Eu não escrevo para ensinar uma verdade. Escrevo para registrar uma percepção.
Não tenho interesse em convencer ninguém.
Tenho interesse em observar.
Questionar.
Escutar.
Algumas respostas vieram dos livros.
Outras vieram das pessoas.
Mas as mais profundas nasceram no silêncio, quando parei de procurar quem confirmasse minhas perguntas e comecei apenas a contemplá-las.
Tudo o que escrevo é uma fotografia da minha consciência neste momento da existência.
Amanhã talvez eu pense diferente.
E isso também fará parte da evolução.
... a Verdade
enquanto verdade não hesita,
tampouco se contradiz - sequer
acata viciosos jargões, os fortuitos
maldizeres que presos a sinuosidade
dos maus hábitos e imperfeições,
tramam criar brechas e pretextos - os
mais febris artefatos, no intuito
de maliciosamente
contestá-la!
Quem tem elevação espiritual!!
Quem tem elevação espiritual, tem humildade, tem verdade, carrega nas mãos a caridade, e sabe que não há evolução sem amor, destila perfume, refresca a alma dos que se aproximam com leveza e bondade.
Não possui vaidade.
A vocação é o amor.
Simone Vercosa
Que possamos valorizar as pessoas que amamos de verdade , pois a vida é um estalo.
Termos cuidado com esses corações, pois os coração são sacralidade .
E se um dia você amar alguém, seja cuidadoso , carinhoso e leal com você e com o próximo , Porque o universo reage a verdade , ao bem , ao que é puro e sincero.
Ele tira de você o que não foi valorizado, e abre as mãos de quem busca com verdade o que o outro oferece com total pureza e amor .
E nunca se esqueça :
No dia que você deixar alguém sem ser ouvido ,
Que houver descuido , ofensa , desacato esvazia se todo e qualquer sentimento .
O amor é sacralidade , é benção de Deus .
É Fonte de sabedoria e de paz , do bem , uma junção perfeita em tempo e espaço . 🙌🙏🙇♂️
paz e luz a tds .
Simone Vercosa .
Eu admiro e respeito quem é autêntico de verdade , porque estas pessoas carregam com elas a autoridade e não passam despercebidas .
Admiro quem sabe ser ele mesmo com força e determinação , com coragem , porque a autenticidade consiste na humildade , simplicidade e na elegância de alma , nos posicionamentos diante da vida sem medo .
A autêncidade , é uma consciência límpida no conhecimento próprio , entre qualidades e defeitos , um território vasto que somente nós podemos percorrer diariamente suavizando as arestas e os desníveis caso necessário .
Isso é um merito , porque estamos todos entrelaçados há hábitos e costumes que nos fazem regredir quando não conseguimos nos empenharmos .
Admiro e respeito quem independente da posição social , ética ou moral sabe se posicionar com essa tal elegância.
Admiro quem não necessita de validação e aplauso, que caminha com leveza e naturalidade .
Fascínio puro.
E é exatamente ai que tudo faz sentido, tudo se transforma diante do mundo e do universo neste conhecimento e autoridade .
Mas não podemos esquecer que Deus se faz presente , porque a verdade tem força , luz e poder , tem brilho próprio , encanto e o próprio universo se encarrega de destacar.
Simone Vercosa
Dizem que sou jovem e que o mundo ainda vai me ensinar muito, mas a verdade é que eu já aprendi o suficiente com a gente. Aprendi que o amor não é esse conto de fadas que os tolos insistem em celebrar. Para mim, ele se revelou como uma nuvem carregada: pesada, escura e cheia de uma chuva que não limpa, só inunda.
O amor fere. E o meu coração, por mais que eu quisesse que fosse feito de aço, não foi forte o suficiente para aguentar tanta dor. Você foi a chama que ardeu bonito no começo, mas que acabou me queimando quando o fogo ficou alto demais para eu controlar.
Olho ao redor e vejo pessoas buscando essa tal "felicidade e união", e confesso que sinto uma mistura de pena e cansaço. Elas estão se enganando. Eu sei a verdade agora, e ela é amarga: o amor parece uma mentira bem contada, desenhada apenas para nos deixar tristes no final.
Não estou dizendo isso com raiva, mas com a clareza de quem finalmente parou de tentar se enganar. Minhas cicatrizes são a prova de que eu estive lá, de que eu tentei, mas que saí ferido.
Talvez um dia eu mude de ideia, mas hoje, tudo o que sei é que dói. E eu preciso de silêncio para ver se essas marcas param de sangrar.
Hoje eu entendo muitas coisas que antes eu me recusava a enxergar. Eu te amei de verdade, com um coração limpo e uma sinceridade que não se encontra em qualquer esquina. Para mim, o que vivemos nunca foi algo passageiro, nunca foi uma brincadeira ou um passatempo.
Enquanto eu depositava sentimento, cuidado e verdade em cada detalhe, você parecia estar apenas deixando o tempo passar. Fui íntegro em cada palavra, em cada atitude e em cada momento que escolhi permanecer ao seu lado. Nunca escondi o que sentia, nem hesitei em mergulhar no que acreditava que tínhamos. Eu confiava nas nossas conversas e em tudo o que, para mim, exalava realidade.
Mas o tempo é mestre em tirar as vendas dos nossos olhos. Comecei a perceber o que o meu coração, antes ocupado demais amando, não me deixava ver. Dói encarar o fato de que, enquanto eu me entregava por inteiro, talvez eu fosse apenas um intervalo na sua vida — alguém para ocupar um espaço vazio por um tempo determinado.
O que mais machuca não é a distância física ou o fim do ciclo em si. O que realmente fere a alma é perceber que eu vivi uma verdade sozinho. É notar que o brilho que eu via nos nossos olhos era apenas o reflexo da minha própria dedicação, enquanto você mantinha os pés no raso, pronta para partir a qualquer momento.
Dizem que o tempo cura tudo, mas a verdade é que o tempo apenas nos ensina a conviver com as cicatrizes. Por muito tempo, as suas palavras e atitudes foram o que definiu o meu humor e o meu valor. Mas as feridas fecharam e deram lugar a uma percepção nova: ninguém tem o poder de me destruir, a menos que eu permita.
A frieza que encontrei em você me ensinou a valorizar o meu próprio calor. Hoje, não olho para trás com arrependimento, mas com a clareza de quem sobreviveu a uma tempestade e agora aprecia o silêncio. Vou me reconstruir longe do peso das suas mentiras e da sua indiferença. O que tínhamos se dissolveu, e o que restou de mim é mais forte do que tudo o que você tentou quebrar.
A verdade é que eu não enterrei o meu passado; ele se mudou para dentro das minhas costelas. Quando a mulher que desenhou o meu destino decidiu ir embora, recolhendo os pertences e deixando apenas o vazio no apartamento, algo em mim quebrou de maneira definitiva. Não houve gritos ou portas batendo. Apenas o estalo seco de uma engrenagem vital que parava de funcionar.
Durante quase uma década, tornei-me um vigia de túmulos.
Habitei a solidão da cama de casal como quem protege um solo sagrado. Desenvolvi um pânico visceral diante de qualquer aproximação humana. Se alguém demonstrava um interesse sutil, meu estômago contraía. A simples ideia de compartilhar a rotina com outra fisionomia parecia uma heresia, um insulto à memória daquela que ainda governava os meus pensamentos. Eu me convenci de que a capacidade de entrega era um recurso finito, totalmente esgotado naquela despedida. Sentia-me um náufrago confortável na própria ilha de amargura.
Até que a vida, soberana e imprevisível, cansou do meu isolamento voluntário.
Aconteceu numa livraria de bairro, num fim de tarde cinzento. Eu procurava um título qualquer para preencher as horas mortas, quando uma desconhecida esbarrou na estante ao lado, derrubando uma fileira inteira de volumes no assoalho. O estrondo quebrou a solenidade do ambiente. Instintivamente, abaixei-me para recolher as obras espalhadas.
Quando nossos dedos se cruzaram na tentativa mútua de resgatar o mesmo exemplar, ergui as pálpebras.
Aquela senhorita de pele morena possuía traços completamente distintos, uma voz mansa e um aroma fresco de lavanda que nada lembrava o perfume antigo que passei anos tentando esquecer. Contudo, ao fitar a profundeza das suas pupilas castanhas, percebi um brilho familiar de vulnerabilidade e resiliência. Foi um impacto mudo, um solavanco térmico que atravessou minha espinha. A couraça que cultivei com tanto zelo rachou de cima a baixo.
Ela esboçou um sorriso tímido, sem cobranças, que parecia compreender a bagunça que eu carregava na alma.
Pela primeira vez em milhares de dias solitários, o fantasma da rejeição retrocedeu um passo. O peito, antes congelado, ardeu com uma eletricidade esquecida, quase juvenil. Não era a cura imediata da dor crônica, mas a percepção nítida de que o mundo continuava girando lá fora, oferecendo novas estradas para quem ousasse caminhar.
A jovem senhorita agradeceu a ajuda, recolheu seus pertences e caminhou em direção à saída do estabelecimento. Pouco antes de cruzar o portal, deteve o passo. Girou o corpo, sustentou meu olhar fixamente por alguns segundos cruciais e acenou positivamente, num convite implícito que dispensava vocábulos.
Permaneci estático, assimilando o milagre daquele instante. A marca da perda segue cravada na minha pele, indelével. Todavia, compreendi que carregar uma cicatriz não significa permanecer sangrando. O pavor ainda sussurra no meu ouvido, mas o desejo de experimentar o calor do sol novamente tornou-se, finalmente, muito maior.
A grande lição que a dor me ensinou é que o luto não deve ser uma sentença de prisão perpétua, mas um processo de transformação. Fechar as portas para o mundo com medo de sofrer novamente não protege o coração; apenas o sepulta em vida. Amar exige coragem exatamente porque envolve o risco da perda, e a verdadeira superação não consiste em esquecer quem partiu, mas em ter a generosidade de permitir que novas histórias sejam escritas nas páginas que restam.
