Textos de Sofrimento
Um tecido de cicatrizes invisíveis, marcas profundas de uma vida moldada pela dor e pelo sofrimento. Mas são exatamente essas marcas que provam que você ainda está vivo: que, em toda a sua intensidade, você sente, você sofre, você chora... e, mesmo no fundo de tudo, ainda consegue sorrir.
O seu amor me salvou; o seu sorriso me libertou. Onde antes sangrava, hoje já não sangra mais; onde antes doia, hoje já não dói.
Então... é isso o que o amor é?
O sofrimento é o cinzel nas mãos de um escultor invisível, retirando de nós o excesso de vaidade para revelar a essência de mármore. É preciso a agonia de um prelúdio de Chopin para que possamos entender a paz que sucede a tempestade interior. Não tente apressar o tempo da sua cura, pois cada nota tem seu tempo exato de ressonância no salão da vida. A beleza que nasce da dor é a única que possui autoridade moral para falar sobre a esperança.
- Tiago Scheimann
O sofrimento ensina com uma violência silenciosa que nenhuma palavra de conforto é capaz de traduzir perfeitamente. Ele arranca as nossas máscaras, desfaz nossos orgulhos e nos coloca de joelhos diante da nossa própria pequenez. É um processo devastador, mas é também a única escola onde a alma aprende a ver o essencial.
- Tiago Scheimann
O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!
Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...
Respire fundo!
O sofrimento é alimentado pela ilusão,
As mágoas predem cicatrizes no coração com pregos,
E quando o silêncio pesa uma tonelada é porque as esperanças estão virando fumaça,
Respirar fundo pode dizer muito, pode controlar a alma,
Quando o seu coração der espaço para a sua mente e quando o seu corpo der um tempo para o teu coração, ai então acharás como deve ser e entenderás o que fazer.
O sofrimento interno nasce daquilo que você nega.
Quem sofre de cansaço, nega o descanso.
Quem sofre de angústia, nega a paz.
Quem sofre de ego, nega o amor.
Quem sofre de ansiedade, nega o agora.
Quem sofre de tristeza, nega a alegria.
Quem sofre de rejeição, nega o afeto.
Quem sofre de ódio, nega a calma.
Tudo o que você nega em si mesmo se transforma em sofrimento.
Então, em vez de negar, aceite.
Aceite que você pode relaxar.
Aceite que você está em paz.
Aceite que você ama.
Aceite que você está aqui, agora.
Aceite que você é alegre.
Aceite que você é afetuoso.
Aceite que você é calmo.
Aceite você mesmo.
Porque tudo o que você aceita, deixa de ser um peso.
Acho isso algo de extrema importância para refletirmos. Queremos mesmo perpetuar o sofrimento da existência? Esse mundo imperfeito tem como regra, a toda e qualquer vida que o habite, o sofrimento. Seja o sofrimento imposto por se ter um corpo físico que sente fome, frio, calor, sede, dor, agonia, enjôo, doença, etc, ou a dor emocional, com diversas possibilidades de causa, como a rejeição, o abandono, o testemunho da injustiça, as crises existenciais, a traição, a decepção, etc, além do próprio sofrimento físico que leva a dor emocional.
Hoje, com uma maior lucidez sobre o mundo, o universo e a existência, jamais cogitaria trazer, por livre e espontânea vontade, um ser humano ao mundo. Há muito tempo, quando mais nova, pensava em talvez um dia ter uma esposa, e caso ela quisesse, juntas termos uma criança gestada por ela, apesar de não ter sido nunca uma prioridade pra mim a parte de ter filhos humanos, mas hoje vejo que seria egoísta e perverso trazer alguém a existência no mundo em que vivemos, cheio de ódio gratuito, preconceitos, amarras religiosas, fascismo... Além da própria natureza humana que, convenhamos, não presta.
Quando olho pro mundo, vejo uma prisão de grades invisíveis, assim como as infinitas possibilidades de tudo dar errado e inúmeras formas possíveis de encontrar sofrimentos e danos irreparáveis. Nos últimos anos, com a ascensão do fascismo em todo o mundo, isso ficou ainda mais claro. Com tudo isso, não quero dizer que é errado querer criar novas vidas, muito menos julgo quem deseja isso, mas trago essa reflexão, junto ao seguinte conselho, se você não puder lidar com um filho ou filha diferente das suas expectativas, que rompa com tudo aquilo que você deseja do ser dele, jamais crie uma nova vida, porque o mundo já é cruel o bastante, e nenhuma criança merece crescer dessa forma. Filhos não são extensões dos pais, e não devem nada a eles.
- Marcela Lobato
O sofrimento é o fermento do crescimento
Há dores que doem.
E há dores que desdoem.
Desdoem porque, enquanto doem, retiram de nós aquilo que talvez nunca tivéssemos coragem de retirar por vontade própria.
Estranho?
Talvez.
Mas a vida é estranha justamente porque, muitas vezes, aquilo que pensamos estar nos destruindo está destruindo apenas aquilo que precisava deixar de existir em nós.
Costumamos perguntar:
“Por que estou sofrendo?”
Talvez devêssemos inverter a pergunta:
“O que em mim está sofrendo?”
Parece a mesma pergunta.
Não é.
Uma procura a causa da dor.
A outra procura quem somos dentro dela.
E talvez seja aí que começa o crescimento.
Sempre digo:
“O sofrimento é o fermento do crescimento.”
Mas fermento algum aumenta aquilo que não existe.
É preciso haver massa.
E talvez a grande questão não seja o tamanho do sofrimento que colocaram em nossa vida, mas o que fazemos com aquilo que a vida colocou dentro de nós.
Porque sofrer não significa crescer.
Há quem sofra e cresça.
Há quem sofra e endureça.
Há quem sofra e aprenda.
Há quem sofra e apenas aprenda a sofrer.
Portanto, a dor não ensina necessariamente.
A consciência da dor é que pode transformar sofrimento em ensinamento.
E aqui está o paradoxo:
Queremos uma vida sem sofrimento, mas desejamos a profundidade que, muitas vezes, somente adquirimos depois dele.
Queremos maturidade sem maturação.
Consciência sem confronto.
Sabedoria sem dúvida.
Crescimento sem fermento.
Queremos nos tornar grandes permanecendo exatamente do tamanho que somos.
Mas como?
Talvez por isso eu diga que “a vida é a eterna escola da alma.”
Nessa escola, algumas das aulas que mais ensinam são justamente aquelas às quais jamais nos matricularíamos voluntariamente.
Perdas.
Fracassos.
Ausências.
Decepções.
Rejeições.
Solidão.
O problema é que confundimos sofrimento com sentença, quando ele pode ser interrogação.
A dor pergunta.
Nós é que frequentemente respondemos apenas sofrendo.
E sofrer o sofrimento é sofrer duas vezes: primeiro pelo que aconteceu; depois pela resistência em aceitar que aconteceu.
Não significa gostar da dor.
Não significa romantizar tragédias.
Há sofrimentos injustos, desnecessários e devastadores.
Significa apenas compreender que, depois que determinada dor entrou em nossa história, existe uma escolha que ainda nos pertence:
permitir que ela seja apenas uma ferida ou transformá-la também em uma abertura.
Porque algumas feridas fecham.
Outras abrem os olhos.
E talvez exista gente com os olhos fechados justamente porque nunca permitiu que suas feridas abrissem sua consciência.
Afinal, “a mente mente e o discernimento desmente.”
A mente diz:
“Acabou.”
O discernimento pergunta:
“Acabou o quê?”
A mente diz:
“Eu perdi.”
O discernimento pergunta:
“Você perdeu ou foi libertado daquilo que já havia perdido você?”
A mente diz:
“Minha vida deu errado.”
E a consciência talvez responda:
“Ou foi o seu conceito de vida certa que deu errado?”
Percebe?
Talvez o sofrimento não destrua apenas certezas.
Talvez ele revele que algumas de nossas certezas já estavam destruindo a gente.
É por isso que “o senso comum comumente mente.”
Ensinaram-nos que felicidade significa ausência de problemas.
Então passamos a vida tentando eliminar tudo aquilo que nos incomoda.
Mas uma vida completamente confortável produziria necessariamente uma consciência confortável?
E uma consciência confortável teria algum motivo para sair do lugar?
Talvez não.
Porque o conforto acomoda.
E aquilo que acomoda, às vezes, incomoda menos justamente porque transforma menos.
Não estou dizendo que precisamos procurar sofrimento.
A vida é suficientemente competente para encontrá-lo por nós.
Estou dizendo outra coisa:
quando ele chegar, não desperdice a dor.
Se vai doer, que revele.
Se vai ferir, que ensine.
Se vai derrubar, que derrube também alguma ilusão.
Se vai tirar alguma coisa de você, que leve junto aquilo que já não deveria permanecer.
Porque “somente seguimos em frente quando enfrentamos de frente.”
Talvez crescer seja exatamente isso:
não sair intacto.
Sair inteiro.
Porque intacto é aquilo que não foi tocado.
Inteiro é aquilo que, mesmo tocado, ferido, quebrado e reconstruído, conseguiu não se perder de si.
E aqui mora outro paradoxo:
Às vezes, precisamos nos quebrar para descobrir quais pedaços nunca foram nossos.
Crenças que herdamos.
Medos que aprendemos.
Culpas que carregamos.
Personagens que interpretamos.
Expectativas que os outros colocaram sobre nós e que passamos a chamar de “eu”.
Então talvez algumas dores não estejam quebrando você.
Talvez estejam quebrando aquilo que você acreditava ser você.
E se for assim?
Quem sobra quando aquilo que você pensava ser você deixa de existir?
Talvez você.
Por isso, “ninguém poderá te defender de você mesmo.”
Nem todo sofrimento produz crescimento.
Mas todo sofrimento pode nos colocar diante de uma escolha:
fermentar ou ferir.
E talvez até essa oposição esteja errada.
Porque algumas coisas precisam ferir para fermentar.
O sofrimento é o fermento do crescimento.
Mas atenção:
fermento faz crescer a massa.
Portanto, talvez a pergunta final não seja:
“Quanto eu sofri?”
A pergunta é muito mais desconfortável:
“O que cresceu em mim depois que eu sofri?”
Se cresceu a raiva, o sofrimento fermentou a raiva.
Se cresceu o medo, fermentou o medo.
Se cresceu a amargura, fermentou a amargura.
Mas se cresceram consciência, discernimento, humanidade, sabedoria e capacidade de amar…
então talvez finalmente compreendamos:
não é o sofrimento que determina o crescimento.
É aquilo que permitimos que o sofrimento faça crescer dentro de nós.
Porque até o fermento precisa encontrar alguma coisa para fermentar.
E talvez esta seja a parte mais incômoda de todas:
o sofrimento pode ser inevitável.
O que ele fará crescer em nós, não.
Carlos Eduardo Balcarse
2 de setembro de 2026
AOS MEUS IRMÃOS NA FÉ
Não é que o nosso sofrimento seja uma ilusão. Esse sofrimento existe.
Por vezes, sentimos na pele o que Jesus sentiu: medo, pavor, frio, fome, dor, cansaço e desânimo.
Por vezes, o que queremos é dizer as palavras do Mestre: "Pai, se possível, passa de mim este cálice".
Por vezes somos maltratados, julgados mal, caluniados, xingados, desprezados e tratados como se nosso valor fosse muito menor do que é, na realidade.
Por vezes, nossas palavras e "gritos" não serão ouvidos, ainda que utilizemos um alto falante, ou um megafone.
E se formos ouvidos, por vezes não seremos compreendidos.
É assim na vida de quem quer servir a Deus. É assim na vida de quem quer ser fiel.
Por vezes, vamos agir tal qual o profeta Jonas: pagar uma passagem e nos mandarmos para bem longe do problema e da luta, só porque a gente não quer sofrer, nem se envolver com aquilo que a gente "acha" que não é problema nosso.
Em tudo isso, é preciso que a gente abra bem os ouvidos. Que a gente apure a audição espiritual, para "enxergarmos" que é preciso passar por todo esse Processo porque:
1) Sairemos melhores (aperfeiçoados) dessa provação. Sairemos mais parecidos com Cristo, pois Ele também sofreu aqui, por amor a nós.
2) O nome do Senhor será glorificado no mundo espiritual, e entre os homens.
3) Ao final, já aperfeiçoados, iremos desfrutar do banquete preparado pelo Senhor para nós, que tem o gostinho maravilhoso de vitória!
Deus nunca perdeu uma batalha. Não vai ser desta vez que Ele irá perder.
Coragem, servos de Deus! Vamos adiante, porque o Senhor é conosco!
(Fabi Braga, 20/09/2025)
Existem homens que, ao perceberem sua dor, farão de tudo para aliviar seu sofrimento. Outros apenas perguntarão por que você se colocou naquela situação. A diferença está no cuidado, na empatia e no amor demonstrado nas pequenas atitudes. ❤️ Mulheres, escolham com sabedoria: quem ama de verdade não transforma sua dor em culpa, mas faz questão de estar ao seu lado quando você mais precisa.
— Andrew Kust
Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.
Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.
Mas a dor da alma… essa só sussurra.
E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.
Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.
Não por descuido, mas por desconhecimento.
Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.
Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.
Almas carentes não são fracas — são famintas.
E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.
O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.
Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.
Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.
Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.
Curar o corpo é necessário.
Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.
Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.
*Nossa Música*
A música que me traz sofrimento
Não é a mesma que te alegra
A sua toca lembrança
A minha toca ferida aberta
Mas hoje a gente escolhe
Outra melodia pra tocar
Sem passado nos acordes
Só presente pra dançar
Vamos ouvir a nossa música
Juntos, no mesmo tom
Esquecer tudo que magoou
E fazer do peito um som
Que seja violão ou silêncio
Que seja grito ou oração
Desde que a letra seja nós
E o refrão seja perdão
Esquecer outrora não é apagar. É só parar de dar replay.
(Saul Beleza)
Tem gente que ainda acredita que o sofrimento tem CEP e conta bancária. Como se a dor fosse uma funcionária pública que só atende bairro pobre, senha limitada, horário comercial. Mas a vida não respeita esse tipo de organização. A vida entra em qualquer casa, seja ela de tijolo cru ou com portão eletrônico que abre sozinha, e senta no sofá como visita inconveniente que não vai embora nunca.
Eu já pensei que dinheiro fosse uma espécie de vacina emocional. Tipo assim, tomou a dose, pronto, imunizada contra angústia, insegurança, insônia e aqueles pensamentos que aparecem às três da manhã sem pedir licença. Só que não. O dinheiro compra silêncio, mas não compra paz. Compra espaço, mas não compra leveza. E, às vezes, compra até mais barulho, porque quanto mais você tem, mais gente opina, mais gente quer, mais gente observa. É uma vitrine que nunca apaga a luz.
Tem gente sofrendo dentro de casa grande, com quarto sobrando e abraço faltando. Família que parece propaganda de comercial, mas por dentro é um campo minado de mágoas antigas, palavras engolidas, expectativas que viraram cobrança. E aí não adianta o tamanho da mesa se ninguém se olha de verdade enquanto janta. Não adianta o carro importado se o coração vive andando a pé, cansado, sem destino.
E tem também o peso de ser visto demais. A pessoa vira alvo, vira assunto, vira comparação. É como se cada passo fosse monitorado por uma plateia invisível, pronta pra aplaudir ou apedrejar dependendo do humor do dia. A falta de segurança não é só física, é emocional. É não saber em quem confiar, é duvidar até do elogio, é se perguntar se gostam de mim ou do que eu tenho. Isso cansa num nível que nenhum spa resolve.
No fim, a dor não pede extrato bancário. Ela chega do mesmo jeito, senta do mesmo jeito, aperta do mesmo jeito. Só muda o cenário, mas o roteiro é parecido. Porque sofrimento não é sobre o que falta fora, é sobre o que transborda dentro. E tem coisa que dinheiro nenhum consegue organizar.
Eu olho pra tudo isso e penso que talvez a maior riqueza seja conseguir deitar a cabeça no travesseiro e não travar uma guerra interna antes de dormir. Conseguir confiar, rir sem desconfiança, existir sem sentir que está sempre devendo algo pra alguém. Isso sim é luxo. O resto é acessório.
TODAS AS COISAS TÊM UM PROPÓSITO. O SOFRIMENTO FAZ PARTE, E A RESILIÊNCIA É UM TESTE. NÃO, NÃO É DEUS QUE NOS TESTA, SÃO AS AFLIÇÕES DO SISTEMA DO MUNDO, E TAMBÉM A FRAGILIDADE DO NOSSO CORPO, QUE POR VEZES NÃO AGUENTA TANTAS DORES. É, ENTÃO QUE ENTRA A FÉ, TAMBÉM CHAMADA DE RESILIÊNCIA. TEMOS QUE LUTAR ATÉ O ÚLTIMO HOMEM, UM BOM GUERREIRO LUTA ATÉ A ÚLTIMA BATALHA! TODOS NÓS, GUERREAMOS TODOS OS DIAS, CONTRA AQUILO QUE NOS DÓI. É UMA BATALHA INVISÍVEL, ONDE NUNCA CESSARÁ, ATÉ QUE A MORTE CHEGUE. E TERMINA O NOSSO SOFRIMENTO. TENDO DINHEIRO OU NÃO, TODOS TEMOS AFLIÇÕES. HÁ DIAS BONS E DIAS MAUS! PORÉM, DESISTIR NÃO É O FOCO, APESAR DE ÀS VEZES QUERERMOS ACABAR COM A DOR. NINGUÉM VENCE NO FINAL, TODOS MORREM! PORÉM, VENCER OS DIAS DIFÍCEIS, É O QUE IMPORTA AGORA, ENQUANTO ESTAMOS AQUI. VIVER É BOM, E TAMBÉM É RUIM, DEPENDENDO DAS CIRCUNSTÂNCIAS. ENTÃO, VAMOS EQUILIBRAR ISSO, ATÉ CHEGARMOS NA RETA FINAL DA LINHA DA EXISTÊNCIA. DEUS É A VIDA, E VIVER JÁ FAZ PARTE DE UM MILAGRE, ELE NÃO TÊM CULPA DO QUE PASSAMOS POR AQUI, ELE NOS PROMETEU VIDA, E VIDA COM ABUNDÂNCIA. ENTÃO, VAMOS VIVER!! A MORTE, JÁ É OUTRA HISTÓRIA, NINGUÉM SABE SOBRE O QUE ACONTECE DEPOIS DAQUI. VAMOS JOGAR ESSE JOGO INVISÍVEL, ATÉ O UNIVERSO DECIDIR NOS ELIMINAR UM, A UM. LEMBRANDO, NÃO HÁ VENCEDORES, SOMENTE COMPETIDORES!! COMPETIMOS TODOS OS DIAS, PARA VIVER UM POUCO MAIS, DEVE SER ISSO O PROPÓSITO. E, QUANDO A DOR SE TORNA GRANDE, O CRIADOR NOS ELIMINA PARA ACABAR COM O SOFRIMENTO, PORQUE COMO ELE DISSE, A VIDA PRECISA SER VIVIDA E VIVIDA COM ABUNDÂNCIA. ENTÃO, SE HÁ DOR, NÃO TÊM GRAÇA. ENTÃO, OLHANDO POR ESSE LADO, ELE SEMPRE NOS SALVA, EM VIDA OU NÃO. PORQUE ELE NÃO SUPORTA NOS VER SOFRENDO! LEMBRANDO QUE O SISTEMA DO MUNDO, É O ÚNICO CAUSADOR DA NOSSA DOR, E PÕE TODA A CULPA NO NOSSO CRIADOR! AME Á DEUS, PORQUE ELE É O AMOR PURO E INCANSÁVEL! OLHE PARA DENTRO DE SI MESMO, E ENCONTRE A PAZ, ENCONTRE O AMOR, ENCONTRE DEUS. SOMOS TODOS UM FRAGMENTO DELE, POR ISSO, SOMOS FORTES E IMPARÁVEIS. SUCESSO, E VIDA ABUNDANTEMENTE Á TODOS!! DEUS ESTÁ EM NÓS, E SOMENTE DENTRO DE NÓS, E O UNIVERSO INTEIRO, É DEUS.
09:10 01/10/2026 Quinta - feira
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
Sensível ao sofrimento alheio...
Inato poder de Cura...
Dedicado ao seu próximo...
Não mede esforços para aliviar suas dores...
Encontra a tecnica apropriada..
Young Therapist.
Proporciona cuidados atentos e respeitosos...
Envolvendo o paciente com perícia...
Instiga o desejo interior de auto-cura...
Xeque-mate do tratamento bem sucedido.
Olha a sua volta e percebe...
Tudo faz parte de um Plano Maior..
O seu trabalho, a sua Missão de Vida!
E
A única coisa que conseguirás escondendo um amor será dor e sofrimento. Não permita que o medo, a vergonha e a falta de coragem impeçam-te de poder desfrutar de momentos que ficarão guardados em sua memória por toda vida. Por mais inferior que possa vir a se sentir, não permita que a tristeza te domine, não ame sozinho, não deixe que a ausência de atitude e de algumas palavras te façam sofrer. Não há nada de errado em declarar um sentimento tão puro, seja maduro e diga tudo o que realmente sente pela pessoa amada. Isso te deixará mais leve e aliviará a sua consciência. Se o sentimento for recíproco da outra parte aproveite o máximo que puder cada instante e se não for descarte a possibilidade de ficar junto a quem se deseja, o sofrimento será bem menor do que se manter calado diante desta situação.
Amar sozinho pode trazer-te inúmeras sensações e sentimentos exceto a felicidade.
Dia estranho!
As pessoas estão estranhas!
Parece que hoje é dia do sofrimento, das lagrimas ao vento.. das palavras ditas e não ditas que causam o arrependimento...das loucuras feitas que levam a vergonha alheia... do perdão não perdoado jogado na cara, como se o passado fosse voltar para tampar o buraco deixado lá...do presente e futuro incerto, como se não houvesse o amanhã, como se não houvesse o hoje.
Apenas a certeza que acordei sem ouvir, sem falar, sem exergar, sem o sorriso nos rosto que para muitas pessoas encanta... como se eu não existisse, sem alma, sem coração, apenas um corpo em movimento!
A certeza que ainda encontrarei o sentido em tudo isso, ou a incerteza de que esta certeza é apenas uma confusão interior! Loucuras de uma mente sã!
O sofrimento que brota
Da ponta da minha pena
Traz versos a rota
Que faço na esperança amena
O turbilhão incomoda
E o procurar por uma vida sem a
Paixão. A ilusão transforma
A dor em beleza
É como se quisesse à toa
Vestir de esplendor a gama
Das coisas sem nexo, que vem à tona
E transforma em beleza além de mundana!
POTENCIALMENTE DESTRUTIVO
É da dor e do sofrimento que nascem as melhores palavras.
As vezes nem tão boas assim para descrever realmente o que se está sentindo..
Porque existem algumas coisas que nao conseguimos descrever em palavras.
Elas tem que serem sentidas e quase sempre são as piores..
Se pudessem ser escritas se tornariam faceis de mais..
E tudo que é facil nao dura muito e se tratando de sofrimento esse sim deve durar bastante..
Para que sempre que lembrarmos dele não desejarmos que se torne realidade novamente..
