Textos de Saudades
Percebo que o teu perfume foi que desapareceu me deixando com imensas saudades pelas lembranças que ficaram em mim;
Espero te encontrar algum dia que fora tão importante em minha história solidificando com presença e carinhos;
Tudo me faz pensar em você, me faz chorar a tua falta e lamentar a sua partida com dores no coração;
Minhas lembranças se transformam em recordações com as ameaças das saudades que me rouba o tempo deixando-me o desânimo para que a angústia tome conta de meu coração;
Mas o meu ser tem as devidas coragens para que eu não caia em desespero e desalento em minha vida;
Portanto com minha fé e ousadia movo o que mais obstrui o meu caminho e minhas esperanças que me fazem duvidoso pelo que há importância;
Dos nossos maiores planos que sinto mais saudades, dos nossos medos e inseguranças de nos entregarmos ai agir certo sem querer;
E quando vejo o horizonte tudo se torna uma bobagem quando não lhe tenho do meu lado;
Eu quero ser feliz para lembrar que poderíamos ser feliz, mas percebo o que achei as fotos de quando nos amávamos e dizíamos que seria para sempre;
Muita das vezes eu tento esquecer para que eu continue a prosseguir e não mais sentir dor em vão;
Vou recomeçar com emoção para que o meu pensamento tenha opção de não mais sentir saudades de quem não me tem no coração;
Minhas aflições e angústias ficarão em meu passado que aos poucos esquecerei que um dia tive;
Darei lugar ao que me interessa realmente e estarei aceitando a perfeição da felicidade para mim agora;
Que o teu coração lhe responda no tempo das tuas dúvidas e te faça lembrar-se do que te faz saudades;
Não rejeitaste o pedido de seus lábios para que receberes todo amor a ti oferecido, restituir o amor quer, duradouramente à vida se vier;
Puseste as mãos sobre as minhas e cobriste o meu coração de esperanças, grande ou até imenso é o meu coração que suporta qual quer falta de importância;
Envolvo-me em tuas asas quando sinto frio e saudades do teu calor, eu recolho-me em teu casulo para que em meu silêncio eu possa descrever a imensidão dos meus sentimentos a ti;
O meu verbo é a sua conjugação da inocência que me desatina em um desassossega frenético que tanto me deixa pelo avesso;
A essência de você me causa indecência infrequentemente no qual me arranca saudades de você... Tenho absoluta certeza de quê a culpa não é minha em recitar os meus versos errados...
Preciso de você para que a minha vida tenha uma direção que te faças sentir com exatidão;
Não ouça os julgamentos alheios... Dane-se a nossa loucura e sim aprofunde em meu coração por que me afundarei em você;
Rebeldes? Sim eu sou, mas dane-se se reparas tamanhos modos de mim, no entanto não me desfaça e não adianta disfarçar um moribundo feliz...
Não sinta falta do que nunca fora insubstituível
Nem saudades das palavras que não lhe pertencia...
Das minhas frases e versos tão eróticos
Que escrita em papel marche
Fez-se lindos;
Entenda os meus trejeitos de certa
Forma são afetos verdadeiros
Admirando os seus detalhes
Sem o tempo perdido que lhe fora
Permitido encontrar;
Deixe-me te amar ou pensar
Em te ter, pois quero só você;
Sinta que alguém zela
Pelo seu coração
Pois dele... Guardar-me-á com paixão;
Contudo eu te quero
Para te realizar e te valorizar;
Na minha vida, amores que foram embora
São ausências injustificáveis
Não geraram saudades ou esquecimentos
Mas geraram sentimentos imperdoáveis...
Não tenho motivos para desejar o mal
Desejo felicidade e tudo que for normal
E que possamos seguir caminhos distintos e que possa ser diferentes
Porque quem sabe do nosso destino é Deus
Que é o único que cuida da gente!
Quando digo que sinto saudades de mim, eu me refiro aos sentimentos, às pessoas, aos lugares e a todas as pessoas que já se foram. Aprendi que nem todo luto vem depois da morte de alguém; vem toda vez que você deixa algo para trás, quando deixamos uma parte de nós. A gente quer manter as memórias vivas, mas o tempo nos distância e nos desconecta.
26 /03/2025
Quantos medos e quantos segredos
poderá abrigar um coração?
Quantos sentidos e quantas saudades
caberão em uma só vida?
Quantos erros e atropelos
serão permitidos em uma existência?
Me diga, meu Deus
por quê e aonde
haverei ainda de abrigar
tanta dúvida e tanta carência
Eu sei que derramas sobre nós
diariamente suas bênçãos e promessas
mas sabes melhor que nós
que somos todos,apenas crianças
apesar de exibirmos idades variadas
nos perdendo invariavelmente
a tropeçar nas pedras
desta interminável caminhada
onde vamos sem saber pra onde
caminhando, quase sempre com pressa
rumo à vida que haverá de existir
uma estrada melhor que esta
acreditar em sua promessa, então
é tudo que nos resta.
estarei partindo amanhã
em busca da solução
para novos e velhos problemas
deixo ao mundo esta questão a decifrar
no enigma dos meus poemas.
Se sinto saudades na vida?
Claro que eu sinto
Sinto saudades da minha infância
das casas onde morei
das ruas onde brincava
dos amigos que não vi mais
tenho saudade até
de algumas pretensas namoradas
Mesmo que por elas
eu não sinta mais nada
além do desejo de que sejam felizes
nos caminhos escolhidos
Assim como estou feliz
Com que eu escolhi e me escolheu
Tenho saudade
daquele que um dia eu fui
Saudade da ingenuidade
Saudade da confiança que sentia
em gente que não merecia
Saudade das pessoas
Que eu havia idealizado
E que com o tempo
descobri que eram outras
Sim
Eu sinto saudade das coisas
Nas quais eu acreditava
Sinto saudades até
dos fantasmas que me assombravam
e que hoje eu reconheço
Que não me fizeram mal
Não sinto saudades apenas
das coisas das quais me esqueci
Mas eu não vivi à tôa
ou minha memória é muito boa
ou é amor demais no coração
sinto saudades dos meus irmãos
de todos eles, sem exceção
Sinto saudades dos professores
das escolas e até
das passagens pela Diretoria
saudades dos inspetores:
A Dalva e o Seu Osvaldo
que corrigiam o menino que eu era
Queria abraçá-los hoje em dia
Sinto saudades dos primos
das tias, dos amigos, dos avós
Que amaram todos nós
talvez de maneira igual
Quem vai saber?
Se não foi, também não faz mal
Eu sinto saudade da vida
E de tudo que eu vivi
Mas não gostaria de viver
novamente a mesma vida
Passou
Foi muito bom e sou grato
Faria tudo de novo
mas desta vez faria melhor
se tivesse que fazer
Mas o passado Deus não muda
Só não sinto saudade de Deus
Pois Ele estava lá, naquele tempo
E ainda está aqui agora
Guiando meus pensamentos
E fazendo carinho com o vento
que entra pela janela
Enquanto eu escrevo estes versos
Meu "muito obrigado" a todos
Que passaram
Agradeço a Deus por ter ficado
Eu tive uma vida bela
da qual vou sentir saudades
Saudades daqueles momento em que podíamos nos reunir para celebrar a vida e os bons momentos.
Os dias de festas, de experiências e de novas descobertas.
Tudo ficou para trás.
Tínhamos direito ao melhor da vida, mas não aproveitamos enquanto podíamos.
Senhor, perdão pela ingratidão.
Por ter me preocupado tanto com o futuro a ponto de não ter aproveitado meu presente.
Pelos momentos em que tive a chance de viver de verdade, mas escolhi adiar a minha própria felicidade.
Que saudades daquele mundo em que poderíamos ter amado e vivido mais. Mas infelizmente, não aproveitamos o suficiente.
Só queria ter as mesmas oportunidades que desperdicei. Mas sei que é impossível, pois aquele passado, no qual eu era jovem e podia ter celebrado mais, ficou para trás.
Saudades dos dias de festas, riso fácil e dos momentos da juventude.
Lembro daquela jovem de alguns anos atrás, cheia de vontade de viver e ansiosa para conhecer o mundo...
Nem tudo era simples. Claro, eu tinha problemas naquela época, mas havia algo que não faltava em mim: motivação.
Eu ainda sonhava...
fico pensando em como sou agora, depois que o desânimo e a depressão tomaram conta de mim.
Das pessoas que tanto fiz sorrir, mas quanto mais precisei, me deixaram e me substituíram do dia para a noite.
A depressão tirou muita coisa de mim. Meus sonhos, minha motivação e até mesmo algumas amizades.
Mas talvez algum dia eu possa me livrar de tudo isso e voltar a sonhar e quem sabe, até realizar.
Até lá, vou sobrevivendo.
Saudades do meu primeiro amor, de todas as experiências que vivi ao seu lado, de tudo que aprendi com você...
As coisas não derem certo para a gente. Aliás, deram muito errado. Mesmo assim, é impossível perder o carinho que tenho por você.
Há tantas lembranças inesquecíveis, muitas histórias que eu não poderia viver com outro alguém.
Depois de todos esses anos, eu ainda lembro de você com frequência. Não com o mesmo amor, com a mesma afeição, mas ainda assim, com saudade e gratidão.
Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você
Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...
Em outra circunstância eu diria que sinto saudades; outrora a casa vivia repleta de crianças; filhos, netos, sobrinhos... éramos uma família unida e feliz. Foi um tempo de abundância quando o algodão era um sinal de luz, as árvores frutíferas atraiam os pássaros, as flores ornamentavam a casa grande, como promessa de muita felicidade e tudo isso começou na igrejinha de santa Rita de Cássia pequena e acanhada de piso morto. Frei Jerônimo celebrou nosso casamento depois de seis anos de namoro, discussões ríspidas entre nossas famílias que tinham suas rixas e eram contra a nossa união; mas o amor se sobrepôs ao ódio e derrubou a cerca de arame farpado que ia da estrada até as proximidades do rio, o que compreendia nossas propriedades e não deixava de ser um bom pedaço de terra, algumas cabeças de gado, porcos e outras criações, além do algodão e do milho. A partir de então houve entre nossas famílias uma total harmonia, eu diria que nos tornamos uma, porque os problemas que surgiam eram nossos e resolvíamos em conjunto e nossas alegrias eram compartilhadas; então veio, em homenagem a avó paterna Ana Luzia, nossa primeira filha: Analu. Juaquim meu marido queria que ela se chamasse Elenice o meu nome mas eu tinha uma grande admiração por dona Ana, minha sogra, que mesmo nas nossas rixas durante o nosso namoro nos apoiou. foram anos de uma felicidade completa; vieram outros filhos e isso só consolidou o nosso amor. ninguém teve tanto a certeza de ser amada como eu; mas mesmo nos melhores momentos, as vicissitudes da vida acontecem e ninguém está imune às paixões.
Analu corre ainda entre a varanda, o pomar e as roseiras que adornam a frente branca e azul de nossa casa, nas brincadeiras ingênuas de sua adolescência com os irmãos, primos e vizinhos, Juaquim cuida dos bichos ou das plantações e provavelmente cantarola uma canção romântica; assim as coisas ficaram na minha lembrança. Numa parte ou outra, dunas ameaçavam bairros e as chuvas tornavam-se mais escassas. ouvia-se histórias de famílias que migravam por essas dificuldades; resistimos a todas as adversidades.
Era uma tarde nublada de agosto, Juaquim tinha ido pescar no rio quando o carro entrou pelo nosso portão e chegou bem próximo aos degraus que conduziam a nossa porta; era Eriberto, o advogado, que trazia uma pasta; ele cuidava do inventário do sr Benedito, meu sogro, falecido há poucos meses, vitimado por falência múltipla dos orgãos. Ninguém diagnostica o tempo como causa mortis; meu sogro já contava 99 anos. "Quem é esse anjo?" Questionou Analu, que já contava 18 anos. Heriberto era assim, dava sempre essa impressão, e se sorrisse e nos olhasse nos olhos passava-nos a sensação de uma fragilidade que também nos contagiava. Eu já conhecera aquele sentimento e vivia numa dúvida cruel, convivendo com aquele remorso, imaginando se Samuel, meu filho mais novo, não seria filho de Eriberto. desde então Analu parecia mais calada, vez ou outra estava sempre no telefone sussurrando; Samuel certa vez ao chegar da escola mencionou ter visto Analu na pracinha conversando animadamente com Heriberto parecia uma tragédia anunciada, meses depois notava-se a barriga de Analu crescida; Juaquim chegou a ir atrás de Heriberto, mas ficou sabendo que ele era casado e havia se transferido pra outra capital; meses depois nascera Cecília, mas Analu perdera todo o brilho do olhar, juaquim também ficara meio rançoso; certa noite me questionou por que eu não lhe falara sobre a origem de Samuel. Juaquim era um anjo, de um amor puro e imaculado. Quantas vezes olhamos o por do sol sobre as dunas que guardavam a nossa história; e dali vimos o brilho de um nascente renascer nos olhos de Analu, que na igrejinha de santa Rita de Cássia, agora com piso de mármore e torres iluminadas, casara-se com um dos filhos de um primo distante de Juaquim.
De vez em quando penso que todo esse tempo não passou, quando contemplo Gustavo, marido de Analu, tirando leite das vacas, colhendo o milho, obsevando a plantação de algodão; ele também cantarola algumas canções que mencionam amor e paixão, de vez em quando caminhamos à beira do rio; de vez em quando são subdivisões de uma eternidade que se divide em partículas para serem bem guardadas ou esquecidas pelo tempo e o perdão.
O que é solidão?
Eu não sei... está tudo tão escuro, tão silencioso.
Saudades?
eu tenho da saudade que eu tinha...
e agora eu não tenho mais.
o que eu sinto agora não tem nome,
não tem referência... é longe do longe,
vazio no vazio, frio no frio e indiferente
Sua referência é referência nenhuma;
solidão? eu não sei...
está tudo tão escuro, tão silencioso
pelo menos até que júpiter cante anunciando a matina...
Um dia me separei!
Sinto saudades das conversas fiadas, das traquinices que fiz, dos sonhos que tive, das risadas bobas e dos momentos lindos e loucos.
Sinto saudades até dos momentos tristes, das angústias, dos bailaricos de finais de semana, enfim... dos companheiros adolescentes.
Sempre pensei que aquelas amizades continuassem para sempre. Mas hoje parece que tudo acabou!
Hoje, cada um foi para seu lado, seja pelo destino ou por alguma desilusão. A vida segue..., talvez um dia possamos nos reencontrar, quem sabe!
Enquanto isso, a saudade vai apertando bem dentro do peito.
Quem me dera que a vontade de ligar, de repetir todas as bobagens e de juntar todos daquele grupo fosse possível, nem que fosse para um último adeus de um amigo.
Assim, entre lágrimas e cabisbaixo, não desistirei de sonhar que um dia voltarei pelos mesmos motivos que a vida me separou.
