Textos de Saudades
Dos nossos maiores planos que sinto mais saudades, dos nossos medos e inseguranças de nos entregarmos ai agir certo sem querer;
E quando vejo o horizonte tudo se torna uma bobagem quando não lhe tenho do meu lado;
Eu quero ser feliz para lembrar que poderíamos ser feliz, mas percebo o que achei as fotos de quando nos amávamos e dizíamos que seria para sempre;
Muita das vezes eu tento esquecer para que eu continue a prosseguir e não mais sentir dor em vão;
Vou recomeçar com emoção para que o meu pensamento tenha opção de não mais sentir saudades de quem não me tem no coração;
Minhas aflições e angústias ficarão em meu passado que aos poucos esquecerei que um dia tive;
Darei lugar ao que me interessa realmente e estarei aceitando a perfeição da felicidade para mim agora;
Que o teu coração lhe responda no tempo das tuas dúvidas e te faça lembrar-se do que te faz saudades;
Não rejeitaste o pedido de seus lábios para que receberes todo amor a ti oferecido, restituir o amor quer, duradouramente à vida se vier;
Puseste as mãos sobre as minhas e cobriste o meu coração de esperanças, grande ou até imenso é o meu coração que suporta qual quer falta de importância;
Envolvo-me em tuas asas quando sinto frio e saudades do teu calor, eu recolho-me em teu casulo para que em meu silêncio eu possa descrever a imensidão dos meus sentimentos a ti;
O meu verbo é a sua conjugação da inocência que me desatina em um desassossega frenético que tanto me deixa pelo avesso;
A essência de você me causa indecência infrequentemente no qual me arranca saudades de você... Tenho absoluta certeza de quê a culpa não é minha em recitar os meus versos errados...
Preciso de você para que a minha vida tenha uma direção que te faças sentir com exatidão;
Não ouça os julgamentos alheios... Dane-se a nossa loucura e sim aprofunde em meu coração por que me afundarei em você;
Rebeldes? Sim eu sou, mas dane-se se reparas tamanhos modos de mim, no entanto não me desfaça e não adianta disfarçar um moribundo feliz...
Não sinta falta do que nunca fora insubstituível
Nem saudades das palavras que não lhe pertencia...
Das minhas frases e versos tão eróticos
Que escrita em papel marche
Fez-se lindos;
Entenda os meus trejeitos de certa
Forma são afetos verdadeiros
Admirando os seus detalhes
Sem o tempo perdido que lhe fora
Permitido encontrar;
Deixe-me te amar ou pensar
Em te ter, pois quero só você;
Sinta que alguém zela
Pelo seu coração
Pois dele... Guardar-me-á com paixão;
Contudo eu te quero
Para te realizar e te valorizar;
Na minha vida, amores que foram embora
São ausências injustificáveis
Não geraram saudades ou esquecimentos
Mas geraram sentimentos imperdoáveis...
Não tenho motivos para desejar o mal
Desejo felicidade e tudo que for normal
E que possamos seguir caminhos distintos e que possa ser diferentes
Porque quem sabe do nosso destino é Deus
Que é o único que cuida da gente!
Quando digo que sinto saudades de mim, eu me refiro aos sentimentos, às pessoas, aos lugares e a todas as pessoas que já se foram. Aprendi que nem todo luto vem depois da morte de alguém; vem toda vez que você deixa algo para trás, quando deixamos uma parte de nós. A gente quer manter as memórias vivas, mas o tempo nos distância e nos desconecta.
26 /03/2025
Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você
Saudades daqueles momento em que podíamos nos reunir para celebrar a vida e os bons momentos.
Os dias de festas, de experiências e de novas descobertas.
Tudo ficou para trás.
Tínhamos direito ao melhor da vida, mas não aproveitamos enquanto podíamos.
Senhor, perdão pela ingratidão.
Por ter me preocupado tanto com o futuro a ponto de não ter aproveitado meu presente.
Pelos momentos em que tive a chance de viver de verdade, mas escolhi adiar a minha própria felicidade.
Que saudades daquele mundo em que poderíamos ter amado e vivido mais. Mas infelizmente, não aproveitamos o suficiente.
Só queria ter as mesmas oportunidades que desperdicei. Mas sei que é impossível, pois aquele passado, no qual eu era jovem e podia ter celebrado mais, ficou para trás.
Saudades dos dias de festas, riso fácil e dos momentos da juventude.
Lembro daquela jovem de alguns anos atrás, cheia de vontade de viver e ansiosa para conhecer o mundo...
Nem tudo era simples. Claro, eu tinha problemas naquela época, mas havia algo que não faltava em mim: motivação.
Eu ainda sonhava...
fico pensando em como sou agora, depois que o desânimo e a depressão tomaram conta de mim.
Das pessoas que tanto fiz sorrir, mas quanto mais precisei, me deixaram e me substituíram do dia para a noite.
A depressão tirou muita coisa de mim. Meus sonhos, minha motivação e até mesmo algumas amizades.
Mas talvez algum dia eu possa me livrar de tudo isso e voltar a sonhar e quem sabe, até realizar.
Até lá, vou sobrevivendo.
Saudades do meu primeiro amor, de todas as experiências que vivi ao seu lado, de tudo que aprendi com você...
As coisas não derem certo para a gente. Aliás, deram muito errado. Mesmo assim, é impossível perder o carinho que tenho por você.
Há tantas lembranças inesquecíveis, muitas histórias que eu não poderia viver com outro alguém.
Depois de todos esses anos, eu ainda lembro de você com frequência. Não com o mesmo amor, com a mesma afeição, mas ainda assim, com saudade e gratidão.
Saudades da Infância
Hoje eu vi uma criança, ela pulava, brincava, cantava pela grama,
Mostrava-se livre, escorregava pela relva, não fazia drama,
Chutava a bola, escondia-se entre as arvores, jogava dama.
Contemplava este momento, que rápido passa, assim como o vento.
Lambuzava-se com um delicioso sorvete de chocolate,
Fazia suas brincadeiras, com tamanha graça que parecia arte.
Com seus amigos brincava de boneca e pulavam corda,
Com suas simples vestes, não se preocupavam com a moda,
Dentre toda esta diversão ainda tinha tempo para brincar de roda.
Vejo-me correndo no cotidiano, a infância já se foi faz muitos anos,
Estudar, trabalhar, casar, ser feliz era alguns dos meus planos.
Guardo belas lembranças, que me dá uma grande saudade da infância
Eu decidi me tornar uma árvore. Deste dia em diante não sentirei saudades, mas aceitarei minha água e meu sol conforme me forem dados. Viverei em comunhão ininterrupta com meu solo sagrado, agarrando-me firmemente às minhas raízes. Permanecerei alto e constante de acordo com minha natureza, independentemente da consideração mundana por mim. Vou me curvar ao vento e ser um coração aberto para o que vier descansar ou aninhar-se em mim.
Não lutarei contra as estações, mas deixarei cair minhas folhas no devido tempo e ficarei em silêncio quando o inverno me pedir descanso. Adquirirei idade em anéis anuais que mostram minha textura crescente e não terei vergonha. Darei sombra aos cansados e ampararei os fracos. Vou receber uma audiência de cigarras e deixá-los falar. Não vacilarei diante da opinião das massas nem questionarei meu florescimento peculiar. A autoconsciência não me conhecerá, pois estarei mergulhado nas correntes imaculadas do ser e não terei dúvidas dentro de mim.
Eu não vou temer. Serei refém do Amor verdadeiro. Darei frutos fiéis do ventre brilhante do santuário. Minhas feridas se transformarão em nós retorcidos de transformação e revelação. O céu abençoará minha nudez com os elementos que escolher, e não procurarei abrigo. Não esquecerei meus antepassados, não atacarei meus vizinhos nem usarei uma língua ofensiva. Vou assobiar nas rajadas, rir das crianças e vagar ricamente na tempestade. Chorarei minha seiva livremente e usarei minha casca com ternura. Quando o jovem Amor esculpir seus sonhos em meu lado indefeso, eu permanecerei.
Crescerei onde quer que minha semente brote e deixarei minha história me embelezar. Vou desembainhar minha fragrância e liberar minhas mudas para sua própria representação, meus galhos nunca atrapalhando. Não vou invejar as serras e os machados, nem me atormentar quando os rancorosos vierem me irritar. Eu desaparecerei no Amor e não serei tocado.
Carregarei modestamente minha folhagem e suportarei o orgulho das criaturas. Em meio a todo o barulho e rangidos nocivos, permanecerei em silêncio e sorrindo, minha cadência firme e ainda assim sem sela, nenhum arreio desamarrado, não ficarei confuso. Eu serei a Paz. Eu serei amor. Estarei no caos, ainda, e no momento, enquanto outros trocam suas almas por atrações de carnaval, ainda estarei, uma árvore.
Paulo Salah Din 🌳🇸🇦🇵🇸
És linda,
E a cada dia mais linda és…
Tenho sentido saudades,
saudades de ti…
O teu sorriso é como lírios…
E teu perfume, bela flor…
…bela,
És mais linda do que posso dizer…
Mais do que meus olhos podem perceber…
Fica comigo,
Deixa-me dizer que eu te amo,
Deixa-me estar em ti e em teu encanto…
Eu te amo,
E te amo muito…
Minha amada…
Preciso dizer que és amada,
Que és bela e formosa como o amor…
Bom é observar os teus olhos…
Sentir o teu perfume…
Eu te amo,
Eu te amo.
Eu te amo.
Volta logo…
Volta para mim.
Lembras de que me disseste que gostas do smilinguido?
Sim, a resposta é esta: escrevi para ti cada nota de amor,
Todo dizer de poesia.
~~ANJO ARREBATADOR~~
Na verdade tudo é poesia.
Poesia de vida,
poesia de amizade, aquelas que deixam saudades...
Poesia é vida!
é carnaval !
é manga com sal !
é água pura e salutar...
Balsamo.
Na verdade tudo é e se tona poético.
Poético...!
Poetizo!!!
Psicodélias de um dia que todavia não se terminou.
Nem o dia que começou, nem o meio dia que chegou e te levou pra seu rumo original.
Poesia de uma vida em conjunto...
em segundos....
Em olhares, olhares que falam e deixam saudades, de uma noite infinitamente longa.
Na verdade tudo é POESIA.
Uma partida, um vôo
Onde ficam pegadas firmes
Fincadas ao coração dorido
De saudades.
A semente Arfante, e sólida.
Poderá se transportar livre
No silêncio cálido da noite
Embalada na canção dos ventos.
Faço-te minha presa e amado.
Em ti, deito-me,
Faço-te meu
Fecho-te os olhos
Em tua boca,
Durmo.
🪄✨🪄
Nome: Que pena
Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá
É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar
Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.
Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...
Em outra circunstância eu diria que sinto saudades; outrora a casa vivia repleta de crianças; filhos, netos, sobrinhos... éramos uma família unida e feliz. Foi um tempo de abundância quando o algodão era um sinal de luz, as árvores frutíferas atraiam os pássaros, as flores ornamentavam a casa grande, como promessa de muita felicidade e tudo isso começou na igrejinha de santa Rita de Cássia pequena e acanhada de piso morto. Frei Jerônimo celebrou nosso casamento depois de seis anos de namoro, discussões ríspidas entre nossas famílias que tinham suas rixas e eram contra a nossa união; mas o amor se sobrepôs ao ódio e derrubou a cerca de arame farpado que ia da estrada até as proximidades do rio, o que compreendia nossas propriedades e não deixava de ser um bom pedaço de terra, algumas cabeças de gado, porcos e outras criações, além do algodão e do milho. A partir de então houve entre nossas famílias uma total harmonia, eu diria que nos tornamos uma, porque os problemas que surgiam eram nossos e resolvíamos em conjunto e nossas alegrias eram compartilhadas; então veio, em homenagem a avó paterna Ana Luzia, nossa primeira filha: Analu. Juaquim meu marido queria que ela se chamasse Elenice o meu nome mas eu tinha uma grande admiração por dona Ana, minha sogra, que mesmo nas nossas rixas durante o nosso namoro nos apoiou. foram anos de uma felicidade completa; vieram outros filhos e isso só consolidou o nosso amor. ninguém teve tanto a certeza de ser amada como eu; mas mesmo nos melhores momentos, as vicissitudes da vida acontecem e ninguém está imune às paixões.
Analu corre ainda entre a varanda, o pomar e as roseiras que adornam a frente branca e azul de nossa casa, nas brincadeiras ingênuas de sua adolescência com os irmãos, primos e vizinhos, Juaquim cuida dos bichos ou das plantações e provavelmente cantarola uma canção romântica; assim as coisas ficaram na minha lembrança. Numa parte ou outra, dunas ameaçavam bairros e as chuvas tornavam-se mais escassas. ouvia-se histórias de famílias que migravam por essas dificuldades; resistimos a todas as adversidades.
Era uma tarde nublada de agosto, Juaquim tinha ido pescar no rio quando o carro entrou pelo nosso portão e chegou bem próximo aos degraus que conduziam a nossa porta; era Eriberto, o advogado, que trazia uma pasta; ele cuidava do inventário do sr Benedito, meu sogro, falecido há poucos meses, vitimado por falência múltipla dos orgãos. Ninguém diagnostica o tempo como causa mortis; meu sogro já contava 99 anos. "Quem é esse anjo?" Questionou Analu, que já contava 18 anos. Heriberto era assim, dava sempre essa impressão, e se sorrisse e nos olhasse nos olhos passava-nos a sensação de uma fragilidade que também nos contagiava. Eu já conhecera aquele sentimento e vivia numa dúvida cruel, convivendo com aquele remorso, imaginando se Samuel, meu filho mais novo, não seria filho de Eriberto. desde então Analu parecia mais calada, vez ou outra estava sempre no telefone sussurrando; Samuel certa vez ao chegar da escola mencionou ter visto Analu na pracinha conversando animadamente com Heriberto parecia uma tragédia anunciada, meses depois notava-se a barriga de Analu crescida; Juaquim chegou a ir atrás de Heriberto, mas ficou sabendo que ele era casado e havia se transferido pra outra capital; meses depois nascera Cecília, mas Analu perdera todo o brilho do olhar, juaquim também ficara meio rançoso; certa noite me questionou por que eu não lhe falara sobre a origem de Samuel. Juaquim era um anjo, de um amor puro e imaculado. Quantas vezes olhamos o por do sol sobre as dunas que guardavam a nossa história; e dali vimos o brilho de um nascente renascer nos olhos de Analu, que na igrejinha de santa Rita de Cássia, agora com piso de mármore e torres iluminadas, casara-se com um dos filhos de um primo distante de Juaquim.
De vez em quando penso que todo esse tempo não passou, quando contemplo Gustavo, marido de Analu, tirando leite das vacas, colhendo o milho, obsevando a plantação de algodão; ele também cantarola algumas canções que mencionam amor e paixão, de vez em quando caminhamos à beira do rio; de vez em quando são subdivisões de uma eternidade que se divide em partículas para serem bem guardadas ou esquecidas pelo tempo e o perdão.
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