Textos de Saudade
Todas as vezes que a saudade me jogar na cara a tua lembrança, eu irei pensar nos momentos bons, prometo não levar em consideração os ruins. Apesar de tudo eu quero você como uma lembrança boa, de alguém que você poderia ter sido, mas ao contrário disso, você decidiu ser pra mim só mais uma decepção.
Existem pessoas que passam pela nossa vida e ficam tão pouco, no entanto sentimos, saudades e muito carinho por esse alguém, talvez você nunca mais volte a vê-la, mais só de saber que ela está bem e feliz, você também vai se sentir bem, esse é o verdadeiro sentido do afeto, da vida e da liberdade, no entanto, a maioria não entende esse ciclo, espera "trocas", não espere.....ninguém pode trocar aquilo que sente, tudo que você doa, você doou, o outro não é obrigado a doar na mesma proporção que você, isso se chama AMOR, se por acaso você espera troca, isso se chama CONTROLE, e quem ama não controla....
Eu sei que já faz muito tempo, que ainda não to inteira, que ainda sinto saudades...eu sei,eu sei...eu sei que eu devia ser mais severa comigo, que deveria deixar pra lá, não me importar...eu até tento...sempre, todos os dias, juro...mas o amor, ah, o amor...o amor ainda tá aqui, o amor ainda não foi embora, e eu não sei como mandá-lo de volta pra casa!
Você já sentiu saudades de alguém minutos depois de ter estado com ela? Ou já teve vontade de não soltar uma pessoa durante um abraço? Já se sentiu em paz apenas pela presença da pessoa? Já ficou horas falando com alguém e não viu o tempo passando? Já teve vontade de ir a algum lugar só porque a pessoa estaria lá ? Já chorou de saudade? Já quis que o tempo congelasse quando estivessem juntos? Já sentiu uma alegria inexplicável quando viu que a pessoa também estava feliz? Já sentiu um frio na barriga ao esperar por uma ligação ou por um encontro? Já ficou relendo as mensagens de alguém, e ficou repassando os vossos momentos antes de dormir? Já sorriu do nada ao lembrar do bem que aquela pessoa lhe fazia?Já teve vontade de ser a melhor mulher do mundo pra alguém? Teve vontade de por no colo , de cuidar, aninhar, fazer cafuné? Já teve vontade que fosse pra sempre ? Foi amor, não foi? É amor.
Valorize sempre as coisas enquanto você as possui. Pois, sentir saudades não e motivo suficiente para traze-las de volta pense apenas nas coisas boas esqueça as críticas pense no agora! só quero que você saiba que sinto sua falta que não guardo nenhum rancor de você .Se cuida sucesso na vida felicidade no relacionamento e não fique triste bola pra frente o futuro está ai isso só é mais uma fase da vida mais não esqueça que acima de tudo e de todos existe um grande Deus .
omo é inexplicável a saudade. Que sentimento inabalavelmente presente em nós, mas que por alguma razão, é extremado na volta de qualquer feriado que tanto dependemos e esperamos. Chega ser engraçado o quanto esse sentimento nos consome, o quão complexo é o seu paradoxo entre conforto e nostalgia... Está a flor da pele. Chega dar nó na garganta. Assim, só pra demonstrar, percebe-se que nem mesmo o nosso querido Aurélio foi capaz de decifrá-la: saudade (latim solitas, -atis, solidão) - s. f.: 1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que alguém se vê privado; 2. Pesar, mágoa que essa privação causa. Convenhamos, PODE SER MUITO MAIS QUE ISSO. Potencialmente e injustificavelmente maior, mais intenso, mais dolorido, mais marcante, mais que solidão, mais que simples lembrança. Não. Acredito ser aquilo que temos de melhor, de mais bonito, simples, puro e singelo. O que o coração manifesta sem exceção, com ou sem motivo, não importando a hora, mas que brota, desabrocha, manifesta-se; a reunião da história particular de cada um, a carga nostálgica mais importante e maravilhosa que é possível se ter. É de certa forma algo tão grande que não pode ser descrito por palavras, e nem mesmo se manifesta do mesmo jeito pra cada um... Enfim, é a reunião de tudo que somos, que não somos, que não fomos capazes, que almejamos e que insistentemente, de maneiras as vezes até incovenientes, vem nos visitar e que hoje em especial, veio sem avisar e nem bateu à porta!
Saudade de escrever o que penso, saudade de viver as minhas loucuras bobas, saudade de impressionar pessoas, fazer sorrir as crianças, para e viajar no canto dos pássaros, saudade de entrar no meio do mato e descobrir algo novo, me distrair com o desconhecido, me esbarrar com algum perigo, sonhar com as possibilidades, correr e acreditar no impossível, conhecer o que muitos nem sonham em se questionar, saudade de ser apenas eu..
Desculpa, rapaz. Desculpa por fazer, quase sempre, a coisa errada. Desculpa por tua ausência me causar esses pensamentos sem sentidos, essas minhas bobagens que te falo sem nem antes pensar. Há muita coisa que não te conto, pelo simples motivo de ter medo de me arrepender depois. Somos dois corpos com um vazio implorando para ser preenchido, e eu não sei qual parte do teu corpo quer que eu o preencha, João. Não sei se teus lábios anseiam pelos meus, assim como os mesmos pronunciam teu nome num tom quase inaudível. Eu não sei da sua alma, não sei se cheguei a atingi-la ou se ela já tentou sair daí pra vir pra cá. Não tenho nem ideia de que tipo de sorriso você faz, me diz, mostras os dentes quando sorri por mim? Fica com a cara de bobo, e esconde o rosto pra nem você acreditar estar fazendo isso pela garota nova que soube te fissurar? Qual o teu problema, me conta. Já te fiz escutar muito, e deixo você soltar o verbo também. Meu corpo é teu, tens o direito de me abraçar e pode até não me soltar nunca mais, se quiser. Apenas recomendo não falar nada ao sussurros, se não tem a intenção de me posicionar aí no teu coração. É que eu me entrego fácil, e você é ao contrário, isso é algo que me preocupa. Mas arrisco me perder nos teus olhos escuros, se prometer me achar logo em seguida. Me guarda pra ti, eu nem ligo. Já esqueci de mim faz um tempo, saiba disso. Meu objetivo é continuar nossa história sem nenhum estrago no coração, sem traumas. Eu não desejo tirar o brilho dos teu olhos, John. Acho que todos merecem boas memórias. E, bem, minha memória não é das melhores, mas de você eu vou lembrar sempre. Você sabe.
Não curto sentir saudades, acho massacrante e muito chato. Essa coisa de não poder sentir alguém, me tira o bom humor. Eu posso ligar e ouvir a voz, posso mandar sms, que é muito gostoso também, mas nada melhor que sentir a temperatura do corpo, sentir os braços se entrelaçando em você. É, não curto mesmo!
O início de tudo não foi um momento, mas uma ausência: a ausência absoluta, onde nem mesmo a ausência podia ser concebida. Antes de qualquer tempo, qualquer espaço, qualquer lei, havia apenas o impensável — aquilo que nem o nada consegue nomear. E então, sem porquê, sem finalidade, sem testemunha, o ser se insinuou: não como um estouro, mas como uma inevitabilidade silenciosa, um gesto que não pôde ser contido. O que chamamos ‘início’ não é o princípio de algo, mas a fratura do impossível — o ponto em que a inexistência já não pôde mais se sustentar e, ao ceder, deu lugar à possibilidade. O tempo nasceu junto com o espaço, como dois gêmeos siameses, costurados pela necessidade de que algo se transformasse. A matéria não veio depois: ela sempre foi o desdobramento desse impulso primordial, o eco daquela primeira vibração sem origem. O início não aconteceu, ele ainda está acontecendo, a cada respiração, a cada pensamento: o universo segue começando, incessante, em nós, através de nós, apesar de nós. E talvez seja esse o maior segredo: que o início nunca terminou.
Em que extensão se revela a presença na ausência de seus amigos? Os companheiros que constantemente o acompanham! Os amigos que sempre oferecem um apoio sincero! Companheiros dotados de ouvidos atentos para ouvir incansavelmente e palavras eloquentes para compartilhar perpetuamente! Há algo a ser ponderado a respeito disso, a existência desprovida de verdadeiros amigos seria inalcançável! Um amigo é aquele que reputamos como confiável, alguém em quem podemos sempre depositar nossa confiança, alguém que nos arranca sorrisos incessantemente, é aquele que nos auxilia na escolha de nossos rumos e nos impede de desistir prematuramente, antes que a peleja se conclua; afinal, de forma sucinta, é possível inferir que o amigo é aquele que nos ampara na jornada da existência!
No silêncio profundo da noite escura, tudo é densidade e ausência. Cai a noite cortante, como uma faca a cortar amenidades. Eu no meu quarto sou apenas um instrumento da noite que pode ser música ou ruído. Quando olho sua imagem em um retrato, penso quão longe estamos um do outro. É inútil insistir. O tempo nos distanciou como a noite e o dia, que se encontram fuzgamente na aurora e no crepúsculo. Já não cabe questionar quem errou. Não há erros. A natureza cumpre seu ciclo. E o nosso destino é estar separados. Isso me dói, mas me impele a aceitar os fatos como os fatos são. Com tantas pessoas no mundo, porque o universo ia querer nossas mãos entrelaçadas? Recolho-me a minha condição humana. Eu posso querer o que quero, mas não posso ter o que quero. Isso me impele a uma aceitação dolorosa dos limites do eu. Fico com a lembrança terna do teu ser tão grave. Na sua gravidade encontro respostas para o meu silêncio. Agrada-me mais a sua seriedade do que o seu sorriso, porque em seu rosto sério encontro contrastes e inquietações. Mas você para mim é lembrança em palavras. E ainda assim me alimento do ser que um dia amei. Falar de amor é sempre um solo delicado, dividido entre a prosa e a poesia. A prosa fria, desmistificada. E a poesia buscando o cadenciar de palavras que exprimem verdade. Eu não ia falar de amor. Falaria sobre o universo e suas complexidades. Mas me vi mortalmente terrena, e o peito é a ausência do seu. A eterna incompletude. O amor idealizado encontra sempre as melhores palavras. Tem uma potência maior que o amor concretizado. Ao concretizar, somos humanos demais para manter a chama. Mas digo isso ao meu coração, e ele se nega a aceitar a verdade. Ele quer você aqui presente, seus pelos e sua pele. Seu jeito sério que me faz querer decifrar o que tanto te cala. É um poema de amor. E o amor flerta sempre com o ridículo. E é ridículo amar uma imagem que nunca mais verei. Mas o amor tem esse talento inato de desconhecer fronteiras. É noite e pesa em meu ser essa ausência. E te amo, sem nada esperar.
Estava aqui morrendo de saudades e pensando né, havia te dito que eu não tinha mais coração, lembra? Então acho que nunca o senti e nem precisei dele até te conhecer, só soube que tinha um assim que ele me perguntou teu nome, engraçado a primeira vez que fala e me vem perguntando o que eu também queria saber, quando respondi ele suspirou e disse "é ela!".
Sinto saudades dos momentos q pasei com ela mas a distancia n colabora onde sinto esa briza ese vento batendo no meu rosto lembro dos dias q senti esa briza e ese vento com ela. onde sinto ese cheiro parecido do dela me llembro a ela onde andava pelas ruas de madrugada foi com ela onde pasava madrugadas acordada até o otro dia foi com ela todos momentos q pasei foi com ela onde desabafei com ela a minha alma gemea o destino ou vida tentou nos separar mas ele n consguiu minha vida está com as marcas dela ela é uma parte da minha vida pq em todos os momentos estava ela n consigo esquecer ela nem poso pq ela é minha vida MILENA
Há momento que nem sei o que dizer, então eu digo, sinto saudades, não sei o que você entende com essa breve descrição, o que me interessa é expôr o sentimento que sinto, falamos cavalice, criamos o impossível, mas o mais possível além da saudade, é que nós encontramos e estamos juntos.
A noite traz o olhar que o escuro escondeu, o abraço que o calor guiou e a esperança que a saudade mantém... traz a calma de um pensamento fugaz, transformando o sabor do amanhecer num brilhante raio de luz que o pensamento afasta, para que o amanha se mantenha tão distante do aconchegante como tão perto de um sorriso inesperado... e tudo se repete enquanto o escuro esconder o olhar...
Senti saudades de você, em todas as definições da palavra e na mais profunda representação de sentimento que essa palavra carrega, eu senti saudades de você. Saudade de tudo que você representa, de tudo que você é e como é. A saudade não tem explicação, o que se explica é a razão do fator de origem. A saudade pode ser causada por diversos motivos, mas se sentimos saudade de alguém é porque de fato esse alguém é importante, tocou nós, com toque ou até mesmo sem, o toque mais profundo e significativo não é de fato um toque palpável, é um toque no coração e quando isso acontece, a ausência causa saudade, sinto saudades de você.
Escrevo com ausência das regras e normas cultas, porém com a alma e coração em enorme conexão, quero transformar em palavras o que sinto por uma pessoa, a mesma me motiva, me atrai, me leva onde jamais estive, no meio das crises ela foi a luz. Quero te ver, olhar nos seus olhos, visitar sua constelação, entre o tempo e espaço parar pra te ver passar pela eleternidade. Moça te espero, esse encontro acontecerá aqui ou noutra paralela, por favor sei que sua paciência é pouca mas me espera.
Quando pensamos muito em qualidade de vida é que na real temos uma ausência dessa questão em si, procurar e entregar se nas quantidades de sensações da vida é enganar se na busca legítima da felicidade, ao aprendermos diferenciar que para termos qualidade de vida dependemos da espiritualidade, à clareza da paz interior não impõe limites ao equilíbrio saudável da consciência verdadeira, que desperta na intuição à paz de espírito e direciona à tranquilidade de saber o que realmente importa no íntimo do coração, sem deixar essas questões da vida nos dominar diante as ilusões prazerosas mundanas, que promovem alegrias momentâneas e destroem à verdade da busca paz interior, enquanto à mente contaminada com pensamentos bombardeados com propagandas ilustradas de felicidade de sensações se foca somente as quantidades de alegria deixando de lado à qualidade e nos tornando alvos vulneráveis das falsas emoções que depravam o ser e nos fazem acreditar estarmos felizes, mas final das contas o que fica é o sofrimento maquiado de ansiedade feliz.
Saudade é bom. É o que mais se aproxima de estar próximo de quem não está. Dizemos que não queremos sentir saudade, mas o que não queremos é estar longe. Saudade é o que nos resta. E é o que nos lembra de que estamos juntos, de algum modo, mesmo quando não parece. Ela tem nos ensinado que o ego e o imediato são água salgada para matar a sede. E quantas vezes, por puro desleixo, estamos juntos mas não estamos? Foi um ano de escolhermos a dor da saudade, a dor da distância, em vez de uma dor maior. E quando a escolha não foi nossa, quando o pior não pôde ser evitado, só a saudade nos acolheu. Desejo a todos nós que continuemos escolhendo assim, como adultos, como crianças, como humanos, capazes que somos de ficarmos em pé diante da dor, sem desmanchar por dentro, ainda que as lágrimas venham a correr por fora. E para todas as nossas queridas companhias que se foram deste humilde plano de matéria, usemos a saudade com toda a convicção, para que vivam para sempre.
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