Textos de Pessoas Espirituais
▶O TEU DEUS, ONDE ESTÁ?◀
Muitas pessoas nos colocam contra a parede e nos confrontam, perguntando: "Você não é crente?
Por que que está doente? Por que está desempregado? Por que está passando por revezes na vida?
Por que está com problemas na família? Onde está o teu Deus?".
Essas pessoas esquecem-se de que Deus nunca nos prometeu ausência de luta, mas vitória no meio delas.
Nunca nos prometeu ausência de aflição, mas companhia no meio do vale.
Nunca nos prometeu caminhada fácil, mas chegada segura. Nunca nos prometeu ausência de cruz, mas nos deu a garantia da coroa!
Ps:Eu tenho a minha vitória garantida e você?
—By Coelhinha
Estamos em uma geração TRIUNFALISTA. Onde importa mais templos luxuosos, cheios de pessoas vazias. Como se estas almas que pra serem ricas dos tesouros dos céus pouco importasse por não ser visíveis por todos. Isso não dá fama à homens, verdade? "É TEMPO DE EDIFICAR VIDAS, NÃO MUROS."
—By Coelhinha
"Estou de quarentena. Não suporto pessoas invejosas, falsas que só sabem te procurar para beneficio próprio e hipócritas. Posso até aparentemente ter tendência a comportamentos bipolares, devido a minha inrritabilidade extrema ao fingimento, mas jamais colocarei máscaras, pra ter duas caras de quem não sou."
—By Coelhinha
"Misericórdia ter que ver pessoas tão EGOÍSTAS E MESQUINHAS...que se lembram de Deus em suas orações egocêntricas e não pensam em seres humanos necessitados de coisas muito mais importante que a ela mesma. Que vivem pedindo a Deus empresa, riquezas, viagens, carro novo. Deixemos de pensar em nós mesmos um pouco e começemos a pensar no próximo(Exemplo de Cristo). Não com críticas porque isso não melhora e resolve nada. Menos falar e mais agir.
Você já orou por alguém hoje?
#OREMOS #PAZ_NO_MUNDO
—By Coelhinha
"Vejo pessoas dando amor e mais importância aos que já partiram do que os que ainda estão vivos. LÁSTIMA. A palavra de Deus diz em Mateus 8:22
"JESUS, PORÉM, DISSE-LHE: SEGUE-ME, E DEIXA OS MORTOS SEPULTAR OS SEUS MORTOS". Enquanto sepultamos dia após dia os mortos, deixamos de dar amor aos vivos para quando morrerem." #forte
—By Coelhinha
A intolerância chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão impedidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis.
Vejo no rosto das pessoas o desejo de julgar-me sem conhecer minhas lutas, qualquer pergunta sensata sobre meu estado gera desconforto, pois confronta uma realidade que preferem ignorar. Nesse cenário, minha busca por entendimento e diálogo se tornam silenciadas, o medo de “ofender” alimenta intolerância ainda maior.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Aprendi da forma mais dura: deixar o coração de lado e usar o cérebro como escudo. As pessoas são guerras silenciosas, pensam em si antes de estender a mão. Minha compaixão virou alvo, minha fragilidade, exploração. Hoje, sou um general cauteloso, planejando cada passo
em terreno hostil, pois a confiança cega só trouxe dor.
Alguma pessoa
(Inspiração adolescente)
Andando num lugar muito movimentado
Notei pessoas de vários tipos.
Eu não pensava normalmente,
Sonhava com algo...
E foi com esse pensamento
Que deparei com dois olhos,
Olhos grandes, crianças...
Estes eram puros,
Pareciam castanhos!
Traziam, bem no fundo,
Tristezas não reveladas,
E alegrias que nos enganam.
Eras uma quase criança; então um apelido se fez!
Olhamo-nos...
Meus olhos não são sonhadores
Como os das crianças...
Mas sim de querer paz!
Tu, apesar da idade,
Apesar do tamanho,
Tinhas um rosto tão jovem, infantil...
Será que nunca mais verei,
Aqueles olhos castanhos,
De tristezas não reveladas
E alegrias que nos enganam?
Sim, foi só um relance!
Mas só os olhos falam da alma? Do caráter?
E os sentimentos?
Talvez sejam verdes!
Diferentes dos meus...
Talvez teus olhos, enormes,
Sejam a revelação do mais puro amor!
Ou me enganei?
Será que nunca mais verei,
Aqueles olhos castanhos,
De tristezas não reveladas
E alegrias que nos enganam?
Outros passos eu dei.
E me fui...
Pensando sempre nos olhos tão sonhadores
Que põem qualquer um a sonhar
E a pensar em amar!
Tudo desapareceu.
Morreu!
Seguistes um caminho, para mim indiferente...
E eu segui o meu, que para ti é desconhecido.
Na verdade, nunca mais te vi!
Agosto/ 1967
Ondas e pessoas
Uma a uma as ondas chegam,
quebram na praia.
Uma a uma as pessoas chegam ao mar
E eu a contemplá-lo como se não existisse.
Mas é real.
Pode-se tocá-lo, mergulhar
Em profundas ondas...
O pescador com a família sonda as águas.
Choveu e tudo toma cor de cinza.
Céu e mar, um corpo só.
Céu no mar.
As águas sondam o pescador com a família.
Ao longe, mãos, braços, corpos que trabalham
Já não sondam mais.
Sol ou chuva?Não importa...
Gente e rede, um corpo só!
Gente na rede!
Os frutos pulando, murmurando sons de morte.
Um a um, fruto e gente, deixam a rede.
Sol – chuva – mar.
Novamente frutos na rede...
Vida que não se quebra.
Outra vez gente na rede.
Mar.
Gente.
Rede.
Frutos.
Assim, sucessivamente, até que
os braços deslizem pelo corpo e encontrem
a terra para repousarem eternamente.
Out/1978
Figura de farol
(inspiração pós adolescente)
Chovia.
As pessoas pegavam capas,
escondiam-se da chuva.
Enquanto todos fugiam,
um ser objeto continuava impassível.
Era o semáforo que acenava
suas cores gentilmente.
Não se abalaram as estruturas.
Só gotas d'água lhe escorriam
como lágrimas que fossem suas.
(São Paulo é um santo pesado que uma procissão carrega. Carlos R. S. Araújo)
1971
Era surreal estar na Grécia com o mar egeu ao meu redor, as pessoas falando “kalimera” nas ruas, as praias paradisíacas, as colunas do partenon, a mitologia e a história se espalhando no ar com o giro do vento. Se eu estivesse na França, na certa me sentiria parte de um quadro de Renoir, mas eu estava na Grécia e me sentia parte de um cartão postal, um daqueles com uma linda moça sorridente de vestido, e ao fundo, as construções brancas e azuis de Oiá. Eu sou a moça do cartão postal e ela é feliz, extremamente mais feliz a cada dia que passa, e ela ri, ela quebra pratos no chão enquanto dança
“ Sirtaki” , ela vira um copo de raki e admira a glória do Partenon. Ela sobe as escadas de Santorini, nada no mar Mediterrâneo, se ajoelha perante o templo de Zeus, ela tem a persistência de uma espartana , ela é abençoada por Apólo.
Já se deram conta de quanto as pessoas envelhecem.
Já se deram conta de quanto as pessoas ficam feias.
Já se deram conta de quanto as rugas invadem os rostos.
Já se deram conta de que não são as mesmas de outrora.
Já se deram conta de quanto as pessoas ficam chatas.
Se ainda não se deram conta, pare de frente ao espelho e de uma olhadinha...(Patife)
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte V.
José Partata
Flauzino Luiz de Freitas
Francisco Luiz de Freitas
Salmo de Freitas (Gambá)
Teodomiro Rego
Armando Felix
Armezinda Ferreira
José Arroz
Chico Surdo
Osmar Davi de Oliveira
Vital de Oliveira
Odilon Alves Martins (Tuta Alves)
José Basilio de Freitas (José Basil)
Marieta Madeira do Rosario
José Segundo de Melo
Orozimbo Carlos
Prostetato Joaquim Bueno (Tati)
Geraldo Martins Rosa
Leonel Ferreira de Azara
Paulo Seroni
Wilson Gouveia do Carmo
Agnel Bueno da Silva
José Pratinha
Doreste Ribeiro Nunes
Jales Ribeiro
Clarindo Olimpio de Freitas
Zeca Tobias
José Pereira da Silva (Zé Teia)
José Procopio
José Pereira (Caicó)
Levi de Freitas
Tito de Freitas
Paulo de Freitas
Gê de Freitas (Gê da Chave)
Domingas Neves
Alberto de Deus Guerra
Silvio Meireles Vasconcelos
Djalma de Freitas...Façam as Correções quem for de direito
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte IV.
Serafim José de Azevedo
Azarias Camargo Neto (Camargo)
Naudoque Rego
Antonio Garcia
Manoel Honorato
Ciro Mendes
Overlaque Belo
Gilson Belo
Antonio Pereira de Moura (Copeira)
Juliano Azevedo
Joaquim Vencio Primo
Aneria da Costa Freitas
Antero Martins Faria
Emerenciano Martins Borges (Batanha)
José Soares Galvão (Zé Mineiro)
Valeriano Martins Soares
José Vicente Soares
Valeriano da Silveira Leão (Valé)
Narcisa Costa Leão
Geraldo Leão de Brito (Bigode)
João da Costa Leão (Tito)
Mizael Rodrigues de Castro
Alice Bueno
Gesse Aguiar e Silva (Prefeito)
Rogerio Engelber (Rogerio do Ganso)
Higino João de Souza (Gino Baiano)
Adiventino Vieira Cabral
Francisco Martins (Chico Anú)
Brasilino José Caetano (Juca Italiano)
Alcides Rodrigues da Silva (Alcides Modesto)
Ronan Martins de Assunção
Belani Martins de Assunção (Belo)
Deoclides Martins de Assunção (Zico)
Hermes Martins
Abadio Vieira (Funileiro)
Moises Bueno de Freitas
Francisca Bueno de Freitas (Chança)
Demerval Vilela Horbilon...Façam as Correções quem for de direito...(Patife)
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte III
Antonio Vicente Gomes (Antonio Mineiro)
Duplanil Faria de Souza (Meu Avô)
Vitoria Pereira (Minha Avó)
Miguel Zeferino Martins (Cumpadre MIguelinho)
Avelino Faria
Ali Abdul El Ali
Noé Madeira
Veronica Lourenço (Mãe do Branquinho)
Versulino Arantes
Antonio Martins de Assunção
Quirino Martins de Assunção
Abel Martins de Assunção
Gumercino José de Freitas (Negrada)
Lazaro Bueno de Freitas (Saru - Poeta)
Benigna Bueno de Freitas
Benjamim Bueno de Freitas (Tio Beijo Bueno)
Davi Bueno de Freitas (Grande Amigo)
Sebastião Bueno de Freitas (Tonem pai do Meiron)
Duplanil Bueno de Freitas (Pani)
Joaquim José de Freitas (Joaquim da Jaira)
Noemia Martins de Freitas
Onofra Martins de Freitas (Tia Santa)
José Tiel
José Tiel Filho (Tielinho)
Sinhorinha Martins de Assunção
Arlindo Martins de Assunção
Carlinda Martins de Assunção
Olivia Martins de Assunção
Odilio Martins de Assunção
Alzira Martins de Assunção
Lazinho Tome
José Tomé
Joaquim Tomé
Euripedes Ferreira (Do Correios)
Jose de Brito (Abrigo)
Davi Paranaguá
Epaminondas Valim Franco (Chete)
Jarbas Alves de Gouveia
Augusta Barbosa
Paulo Sato
Cesar de Freitas Silva...Façam as correções quem for de direito...(Patife)
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...Parte II
Valdivino José Rosa
Coleta Maria Bueno
João Bueno Filho
Jeronimo Bessa
Tia Purcina
Maria Luiza de Freitas
José Azevedo Sobrinho (Bébe Salviano)
José Honorio de Oliveira
Francisco de Souza Lima
Durval Ribeiro da Cunha
Tulio Ribeiro da Cunha
Dona Dorva
Periano Arantes
Lilone Tiago de Freitas
Idalina Francisca das Neves
Eduardo Ventura
José Pires de Oliveira
Otaviano de Oliveira
Antonio Silva Neto
Anizio Marques
José Prateado
Nicolina Faria Gomes
Joaquim Gomes (Ti Quinca)
Antonio Tropeiro
Antonio Camilo
Tarsila Bueno
Jonas de Freitas Silva
Pedro Romualdo Cabral
Oclécio de Souza Lima...Façam as correções que for de direito
Alguns nomes de pessoas de Santa Helena, que meu pai lembrou, e me fez escrever...
Turmim Azevedo
Jose Salviano de Azevedo
Joaquim Rosa Bueno
Bento Martins Barros
Sebastião da Silva Barros
Lindomar Castilho
Osmar Cabral
Herminio de Paiva Cabral
Jose Luiz de Freitas (Pai dele)
Ana Martins de Assunção (Mãe)
João Martins de Assunção
Deuclides Venceslau da Silva
Jose Francisco da Silva (Zé Modesto)
Antonio Martins da Silva (Antonio Cavu)
Manoel Venus (Mané Galinha)
João Pereira de Moura (Tirinha)
Joaquim Martins de Assunção
Pedro Brolo (Perin)
João Lourenço da Silva (Pai do Branquinho)
Alvina Pereira do Prado
João Queixada
Jose Queixada...Essa é a primeira parte - façam as correções quem for de direito...(Patife)
A arte incomoda. Principalmente quando vem de pessoas cheias de personalidade, errantes e imperfeitas. Ter a arte na sua alma, quer dizer ter a fome que provoca a paciência, ter arma que desarma e pesa sobre guerras internas e externas.
Ter arte é calar sem sequer ouvir a si próprio. É gemer calado, é exprimir o inesperado.
A Arte incomoda a mim e a tantos.
As plumas mesmo sendo macias, quando caem sobre as feridas, fazem doer.
E as pessoas perversas ou mal intencionadas que sabem disso... é que direcionam o vento que as carregam.
E pode ser um gesto tão leve, delicado, que se torna adoravel aos olhos. Mas no final, um abismo se abre e o pesadelo vislumbra toda a beleza das plumas.
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