Textos de Perda
…………. “Seletivo”, o poema…………………
Recebo com gratidão tudo que eu me daria…
Conselho, ajuda, perdão, amor…
Tudo que eu amaria.
Só não recebo insultos, xingamentos, desdém…
Porque disso me envergonharia
Portanto se o que tens pra me dar, é grosseria
Guarda contigo, é simples,
o que é meu, é meu…
E o que é teu, é teu… Isso traz calmaria.
Ney P. Batista
Jul/28/2021
Perdão
Perdão por falar
Perdão por calar
Perdão por pensar
Perdão por fugir
Perdão por tentar
Perdão por insistir
Perdão por existir
Perdão por corrigir
Perdão perseguir
Perdão por teimar
Perdão por sufocar
Perdão por desistir
Perdão por fracassar
Perdão por chorar
Perdão por trair
Perdão por desistir
Perdão por errar
Perdão por não ouvir
Perdão por deferir
Perdão por atacar
Perdão por ferir
Perdão por sorrir
Perdão por duvidar
Perdão por postergar
Perdão por entregar
Perdão por odiar
Perdão por lutar
Perdão por atentar
Perdão por viver intensamente cada erro, cada falha, perdão por errar e errar e errar.
Perdão por pedir perdão, perdão por não merecer perdão, perdão por não saber perdoar.
Perdoa eu, sou intenso de mais para ser perfeito, ou imperfeito de mais para muitos acertos.
Perdão para um coração perdido no peito, ferido, aguerrido, incauto.
Perdão é pra perfeitos, perfeito nunca soube ser, perdão é amor, acalento, perdoar é amar, por isso não sei perdoar, talvez nem amar.
Perdoar é divino, sublime, honesto e supremo, não sei o que é isso, minha vida foi lutar e matar, guerrear.
Só o que faço é prozar, me entregar e gozar, pecar e errar, dou motivos para os puros e perfeitos, talvez não tenha jeito, nunca tive, nunca quis, nunca pude, nunca soube.
Que Deus me ajude a medida que eu pude.
O mal de ALZHEIMER provoca a perda de memorias sobre os fatos e atos recentes, lembrando os mais antigos.
Já o mal da ingratidão que esta contaminando a humanidade, te faz lembrar só os benefícios recentes, esquecendo as pessoas que o ajudaram no passado. Este é o pior mal, porque leva o individuo para o inferno.
Caí... mais uma queda
me perdi... mais uma perda
te perdi....
Mas, não te preocupe
das quedas, sou capaz de me reerguer
das perdas, sou capaz de sobreviver
de queda em queda... vou me reerguendo
de perda em perda... vou sobrevivendo.
E isso acontece com todo o mundo
desde que o mundo é mundo.
Ganho ou perda!!
Depende da forma como vc enxerga cada situação.
Depende da forma como vc encara as coisas dentro de vc.
Quem tem fé, esperança, aprende com o cotidiano , vence tds os segundos, desafia o inesperado.
Quem silencia, cresce tdo instante.
Quem acredita que a vida não joga para perder, exerce a consciência diária, porque reflete.
Quem reconhece suas vitórias e fracassos, com certeza aprende com mais facilidade. Caminha com leveza e paz
Vence, quem anda com dignidade, lealdade com ele, e com a vida
Vence, quem abre as mãos com leveza, e entrega a Deus com verdade, com despreendimento e amor.
Vence , quem luta, quem tem determinação.
Vence , quem reconhece que tdos os caminhos , são feitos pelos nossos próprios pés, que essa responsabilidade é nossa.
Vence quem tem coragem de se assumir, se aceitar.
Quem se olha com amor e respeito
Quem se olha no espelho de verdade , com força, e se reconhece em cada gesto.
Quem tem coragem de expor seus sentimentos e pensamentos, sem preocupação de ser ou não aceito
Vence quem não se acovarda diante da vida.
Vence , quem carrega nas mãos o bem, o perdão, o amor
Vence, quem sabe verdadeiramente estender a mão, olhar para o lado.
Vence, aquele que mesmo na dificuldade sabe se entregar com amor
Aquele que tem comprometimento, valores.
Vence, quem não precisa provar nada a ninguem, porque sabe o que carrega, e o que quer.
Este vence.
Este é um vencedor. !!
Simone Vercosa.
A angústia de uma grande perda,
O desespero irrompe em todo ser,
Mas ainda encontra consolo na certeza,
De que a esperança há de renascer.
O medo te rodeia como um segredo, Guardado o sagrado em teu peito,
A confiança abalada, num degredo,
A ilusão desfeita, num grito sem jeito.
Poeta dos tormentos da alma,
Com maestria sabes os sentimentos, Transbordando em meio à calma.
Mas em cada palavra, uma luz se acende,
E o coração vê, em meio às sombras
Que a esperança persiste, e não se rende
A morte não é o fim!
Nem o descanso eterno.
Nem a maior perda de nossas vidas,. Pois a maior perda que podemos carregar!
É deixar todos sentimentos guardado dentro de nós, e nunca encontra brechas, ou oportunidade, de dizer tudo que sentimos em vida para as pessoas amada.
Nunca guarde rancor!
Não se deixe levar pelas mágoas, e nem pela tristeza.
Não durma todas as noites com o peito cheio de veneno, carregado por ódio ou remorso.
Saiba perdoar!
Perdão não é uma palavra para os fracos, e sim para as pessoas fortes de coração.
Ainda não é chegado o fim!
Por que essa despedida! Nos faz lembrar da promessa, que um dia novamente se reencontraremos.
E quando isso acontecer! renasceremos para a vida eterna.
Quando Deus te afasta de um lugar,
não julgues apressadamente como perda.
Muitas retiradas são proteção,
e muitos cortes, são cuidado oculto.
Há vínculos que sustentam o apego,
mas enfraquecem a alma.
Deus remove não para ferir,
mas para preservar
o que ainda pode continuar vivo
Quando vivemos prisioneiros do passado, numa prisão com as grades invisíveis das frustrações e perdas,
deixamos de viver livres, o presente, com suas expectativas e sonhos a serem realizados.
E não colocamos em prática o amor e as oportunidades de sermos felizes.
O passado com suas lembranças aprisionam..
o presente liberta o amor que esta adormecido dentro de nós.
O que é uma perda? Posso chegar a diversas definições,
mas se eu pergunto: qual o sentido de se perder alguém que amamos?
Posso tentar obter uma explicação pela ciências ou
pelas mais diversas formas de crenças, mas
o que possam me explicar não vai me convencer,
porque a dor que fica não permite eu entender.
Não entendo a inevitabilidade do que é natural
e essa certeza me põe em um poço de porquês,
aos quais nunca consigo entender.
Por isso busco responder: Na verdade eu preciso mesmo procurar entender ou apenas aceitar o que não se pode deter?
PASSAR E VIVER:
A perda da presença na contemporaneidade.
Vivemos uma época de velocidade e multiplicidade de estímulos; é cada vez mais difícil distinguir entre simplesmente “passar pela vida” e verdadeiramente “viver”. A diferença não é meramente semântica: trata-se de modalidades profundas de existência que modelam sentido, memória e identidade.
Passar pela vida equivale a ser arrastado pelos acontecimentos: rotinas, reações automáticas, acumulação de experiências sem reflexão. A sensação de que “o tempo passou e eu não” nasce daí não por falta de eventos, mas por ausência de integração. Viver, ao contrário, pressupõe presença reflexiva: observar o que ocorre, extrair significado, transformar percepção em mudança interna. Filósofos existencialistas já chamaram atenção para a urgência dessa presença; a modernidade acrescenta a distração em massa, que pulveriza a atenção e empobrece a memória afetiva.
Essa distinção mobiliza três eixos: atenção (capacidade de permanecer no instante), narrativa (a construção de uma história que dá sentido às experiências) e ética do aprendizado (usar o contato com o mundo para reformular escolhas). Quando a atenção falha, a narrativa racha: memórias perdem detalhes, afetos empobrecem e o sujeito se torna mero espectador de sua própria vida. A consequência mais grave não é apenas tristeza, mas uma erosão progressiva do caráter: escolhas repetidas sem compreensão não educam o interior.
Exemplos concretos
Considere o trabalhador que passa horas em tarefas mecânicas sem refletir sobre finalidade; ou a relação amorosa em que os parceiros acumulam convivência sem escuta deliberada. Ambos acumulam “tempo vivido” sem que o tempo se torne aprendizado. Em contrapartida, pessoas que praticam a reflexão regular mesmo breves momentos diários de atenção plena e análise convertem acontecimentos em pontos de virada pessoal.
A vida plena exige investimento: presença, reflexão e a disciplina de transformar experiência em sabedoria. Não se trata de romantizar cada instante, mas de recuperar a capacidade de aprender com aquilo que nos atravessa. Só assim deixamos de ser presenças fugazes e nos tornamos agentes do próprio destino.
II — Aprender com a vida: um mapa psicológico para o autoconhecimento
Introdução
Aprender com a vida é, antes de tudo, uma operação psicológica. Implica reconhecer padrões, aceitar falhas e transformar sofrimento em possibilidade de crescimento. A psicologia contemporânea oferece ferramentas para que a passagem dos anos se traduza em amadurecimento e resiliência.
Desenvolvimento
O processo de aprendizagem vital envolve três momentos: reconhecimento, processamento e integração. O reconhecimento é aceitar que uma experiência teve impacto (alegria, perda, frustração). O processamento exige que se nomeie a emoção, se analise o contexto e se busque compreensão evitando defesa automática ou repressão. A integração é a etapa transformadora: a experiência altera crenças, comportamentos e estratégias de enfrentamento.
Dois mecanismos clínicos são cruciais: a metacognição (capacidade de pensar sobre os próprios pensamentos) e a reatribuição de sentido (recontar um evento com foco em aprendizado). Pessoas que percorrem esse caminho reduzem sintomas de ansiedade e arrependimento. Psicoterapias baseadas em narrativa e em atenção plena oferecem protocolos práticos: diários reflexivos, reavaliação de episódios-chave e exercícios de exposição emocional assistida.
Ilustração prática
Imagine alguém que repetidamente falha em relacionamentos por medo de intimidade. O primeiro passo é reconhecer o padrão (reconhecimento). Em seguida, mapear crenças (ex.: “se me aproximo serei rejeitado”) e testar hipóteses através de pequenas ações (processamento). Por fim, incorporar novos relatos pessoais "aprendi que posso confiar progressivamente" e ajustar comportamentos (integração).
O resultado é que a história pessoal muda, e com ela a qualidade da vida.
Aprender com a vida é uma prática psicológica: avaliamos, trabalhamos e integramos. Trata-se de uma técnica de humanidade que todos podem cultivar. A transformação não exige heroísmo: exige metodologia diária, coragem para revisitar o passado e disciplina para reescrever o futuro.
III — Transformar passagem em sentido: práticas éticas e exercícios cotidianos.
Introdução
A diferença entre ter a vida como passagem ou como sala de aprendizagem é, muitas vezes, prática mais do que teórica. Este artigo propõe exercícios concretos e um pequeno código ético para transformar rotina em terreno de crescimento.
Desenvolvimento — Princípios éticos.
1. Presença deliberada: priorizar momentos onde a atenção é inteira (conversas, refeições, trabalho criativo).
2. Responsabilidade interpretativa: assumir que a interpretação dos fatos está sujeita a revisão; não culpar o externo sempre.
3. Curiosidade compassiva: investigar erros sem autocondenação, mas com compromisso de mudança.
4. Reciprocidade transformadora: fazer com os outros o que se espera de si mesmo aprender em comunidade.
Jesus morreu na cruz por amor a você. Ele levou o peso dos teus pecados para que você tivesse perdão, liberdade e uma nova vida.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
A passagem sempre foi uma grande perda para nós, mas sabemos que em algum dia teremos de descansar.
O legado e história de vida, colecionando amigos, conquistando o carinho e corações de todos, plantar sementes boas não quer dizer que estaremos aqui para colher todos os frutos, pois talvez estaremos em outra morada e em uma outra estação.
Até breve.
A Despedida
O pior sentimento sem dúvidas é o da perda, pois, com ela você e capaz de sentir todos os sentimentos possíveis ao mesmo tempo, sem poder "controlar" nada. Infelizmente sentimos isso e se você ainda não sentiu saiba que irá, ela vem com a certeza igual a da morte. Morre, o que dizer quando eu tiver a certeza? Vocês sentirão falta de verdade ou será como a metade das pessoas que estarão ao meu velório?! (Se é que alguém irá.) Irão dizer o quanto eu era alegre, sorridente, brincalhona, uma boa menina e muito alegre. Irão dizer das coisas que gosto e as que eu amo, mas será que é o que eu realmente gostei e amo? Não sou eu que tenho que dizer? (Certamente tirarão palavras de minha boca.) Mas como posso dizer? Vou porque tenho que ir. Fui intensa, medrosa, amiga e covarde. Pude sentir raiva e me sentir segura. Sorri, sorri bastante e fui muito feliz com minha família, amores e amigos! Sou amor e Deus está em mim, pois, ele é amor! Enquanto existir amor, existirá união, compaixão e Deus!
K.B
... e sem maisperda de tempo
devemos nos dedicaraos hálitose frescores
da mais idônea das culturas,ocasionando
mais vigorosos questionamentose ideias
capazes de oferecer ao nosso espírito doses
robustas de desembaraço e atrevimento,
estimulados pelo resguardo e limpidezpróprios
do autoconhecimento ora adquirido: esse
digamos 'arquético supremo' sempre
dispostoà confrontartão barulhentas
petulâncias e mandamentos
umbilicalmente humanos...
Nunca divinos!
Magoar é fácil
Magoar pessoas é fácil!
Difícil é lidar com a perda das pessoas que a gente amou e que em algum momento da vida a gente magoou e se magoou.
Gente que nos fez mais bem do que mal.
Gente que a vida ou a morte carregou da gente, antes que a gente pudesse se desculpar; pedir perdão.
Então, vamos nos perdoar...
É o que nos resta fazer pra vivermos em paz!
Haredita Angel
29.12.2011
Alguém só
lamenta
uma perda
ou ausência
quando
conhece
ou mantém
vinculação
afetiva com
pessoas
e lugares,
ou por poesia,
porque sente
até aquilo
que não viveu,
e sobrevive
a sentença
e o quê
é profundo.
Perdoe-me
Jerusalém,
amada,
é preciso
noticiar
o crepitar
do incêndio
na mesquita,
embora não
exija de quem
a conheceu,
e esse choro
me compete
para que
a indiferença
não se repita.
Todos únicos
e de joelhos
diante
dos púlpitos
do mundo,
clamando
as liberdades
do General,
da tropa
e comuneros
em ritmos
do tempo
próprio
e llaneros;
cremos
na solução
contente
porque fé
temos que
Deus vai
libertar toda
essa gente.
Tenho medo de errar
Tenho medo de te perder
Tenho medo de um dia você não aparecer
Nunca mais voltar
Sou insegura
E vivo nesse caminho de medos
Sinto que não sou capaz
Já perdi muitas pessoas
Não quero te perder também
Achava que era forte, que já estava acostumada
Mas eu sempre estive errada...
choro
o choro que derramo hoje
tem nome
tem sentimento
mas não tem vida
o choro que derramo hoje
ninguém nunca verá o motivo
ninguém nunca, se quer, adivinhará o motivo
nem com magia, nem com raciocinio
mas todo ano, uma data eles lembrarão
o choro que derramo hoje
a burocracia não irá ajudar
a igreja não poderá ajudar
mas, quem sabe, minha família conseguirá me levantar
o choro que derramo hoje
ninguém escutou,
pois não teve barulho
mas acho que Deus viu minhas lagrimas
e resolveu me ajudar...
me permitiu ter criatividade para escrever esse poema
Quando nos perdemos?
Quando foi que nos perdemos? Por que uma risada parou? Por que todos nós mudamos? Acho que não saberemos essas respostas... ainda nos encontramos perdidos em meio de tanta coisa.
Uma lágrima que caia de tanto gargalhar se tornou uma lágrima de tristeza que cai quando se lembra do passado, dos tempos que vivemos e daquela amizade que tanto amávamos... parece que também se perdeu o decorrer do percusso.
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