Textos de Paciência
Sou o silêncio dos inocentes, o barulho dos corruptos e a paciência dos honestos.
Sou um país que inveja o governo do outro, sou a vitoria de uma guerra sem sentido, sou o choro de uma criança amedrontada.
Sou a tempestade de um dia intenso e desespero de perder tudo.
Sou um dia quente de chuva e a intensidade da covardia de um estado sem nação.
Sou o amor, o ódio, o carinho e a frustração procurando a chave da minha liberdade.
Posso ser tudo mais só quero ser apenas um o seu sincero amigo...
Autor: Julio Aukay
Guardo os meus melhores sentimentos para o final, conseguindo a redenção e exercendo a paciência do próprio coração;
Pois quando me perco é quando realmente te encontro, sentindo o que mais me importa e realizando as minhas ansiedades;
Quando te tenho você me conforta em seus braços para que eu possa ficar a vontade, sorrindo e dizendo com os olhos! Que é só você que me faz tão bem;
Ah... O amor não tem medo da carência... O amor é tão intenso
O amor tem muita paciência
O amor é continuamente imortal, o amor tem graça é incondicional
O amor é soberano, tem esperança, é inerente e tem perseverança...
Ah... O amor têm garantias se não for dos sentimentos com certeza é divina
o gabrieu e o parice II
Existe alguém dentro de mim que não tem paciência.
Eu descobri isso tarde, depois de passar tempo demais tentando ser uma pessoa fácil de carregar. Ele apareceu quando eu já estava acostumado a me abandonar em pequenas doses, quando dizer não para mim mesmo tinha virado uma forma de educação e desistir dos meus sonhos parecia apenas uma consequência natural de crescer.
Ele odiou isso.
Odiou a minha prudência.
Odiou o jeito como eu transformava medo em maturidade e acomodação em paz.
Odiou principalmente quando eu dizia “um dia”.
Porque ele sabia.
Ele sabia de todas as coisas que eu já imaginei fazer, de todas as versões de mim que já existiram na minha cabeça antes que eu tivesse coragem de colocá-las no mundo. Sabia dos lugares onde eu queria chegar, das coisas que queria construir, da pessoa que eu dizia que seria quando tivesse tempo, dinheiro, coragem, oportunidade, certeza.
Ele escutou todas essas promessas.
E um dia perdeu a paciência.
Não veio me consolar.
Veio me buscar.
Disse que eu estava correndo na direção errada e que, se precisasse, me arrancaria dela à força. Não porque me odiasse, mas porque talvez fosse a única coisa dentro de mim que ainda me amasse o suficiente para não aceitar a minha própria desistência.
Eu tentei explicar.
Falei de responsabilidade.
De pessoas.
De consequências.
De tudo aquilo que existe do lado de fora de nós e que aprendemos a carregar como se fosse nossa obrigação.
Ele riu.
Não porque aquilo fosse engraçado.
Porque estava cansado.
“E você?”
Foi só isso.
E você?
Eu não tinha resposta.
Porque passei tanto tempo perguntando o que os outros precisavam que esqueci de perguntar o que eu queria.
Ele não esqueceu.
Ele queria tudo.
Queria as viagens que eu adiei.
Os projetos que eu deixei morrer antes de nascer.
As noites em que eu deveria ter saído.
As conversas que eu deveria ter tido.
As portas que eu não bati.
As cidades que eu só conheci pela tela.
Queria que eu fosse até o fim de cada coisa que um dia fez meus olhos brilharem.
Não importava se eu fracassasse.
Fracasso, para ele, ainda era movimento.
O que ele não aceitava era a covardia sofisticada de chamar desistência de escolha.
Então começou a destruir.
Não minha vida.
A vida antiga.
Aquela que tinha sido construída para me manter pequeno.
Quebrou os móveis imaginários daquele apartamento mental onde tudo estava sempre no lugar, mas nada realmente acontecia. Pegou as fotografias das versões antigas de mim e rasgou uma por uma. Incendiou as desculpas. Jogou no asfalto os planos que nunca saíam do papel.
Eu fiquei desesperado.
“Você está acabando com tudo.”
Ele respondeu:
“Não. Estou acabando com aquilo que acabou com você.”
E eu odiei ouvir aquilo porque alguma parte de mim sabia que era verdade.
Ele não tinha delicadeza.
Delicadeza demais tinha sido justamente o problema.
Ele era egoísta.
Completamente.
Se alguém precisasse ficar para trás para que eu pudesse avançar, ele não passaria a noite inteira se culpando.
Se uma porta exigisse que eu deixasse uma versão antiga de mim do lado de fora, ele fecharia.
Se uma vida inteira tivesse sido construída em cima da ideia de agradar todo mundo, ele preferiria colocar fogo na casa a continuar morando nela.
Ele não queria ser uma pessoa melhor.
Queria que eu fosse inteiro.
Essa era a diferença.
E talvez fosse por isso que eu tivesse tanto medo dele.
Porque ele não negociava com a parte de mim que queria continuar pequena.
Quando eu dizia “não consigo”, ele perguntava “ainda não ou nunca?”
Quando eu dizia “não é a hora”, ele perguntava “quando foi que você decidiu que teria outra?”
Quando eu dizia “e se der errado?”, ele respondia que pelo menos o erro teria o meu nome.
Ele tinha raiva.
Uma raiva quase sagrada.
Raiva de tudo que transforma pessoas em versões aceitáveis delas mesmas.
Raiva da cadeira confortável onde sonhos morrem lentamente.
Raiva das frases que começam com “se eu pudesse”.
Raiva de olhar para uma vida inteira pela frente e escolher viver como se já estivesse no fim.
Ele ardia.
Eu conseguia sentir.
Era como carregar uma pequena tempestade atrás das costelas.
E quanto mais eu tentava apagá-lo, mais fogo ele colocava nas coisas.
Só que, estranhamente, quanto mais ele queimava, mais frio ficava o mundo ao redor.
Eu corria dele.
Ele corria atrás de mim.
Eu procurava abrigo.
Ele derrubava o teto.
Eu queria voltar.
Ele apontava para frente.
E essa talvez seja a parte mais cruel:
eu quero ficar.
Quero ficar exatamente onde estou.
Quero preservar as pessoas, os lugares, os hábitos, as versões que conheço.
Quero acreditar que ainda posso ter tudo sem precisar perder nada.
Mas ele sabe que não.
Ele sabe que algumas versões de nós não cabem na próxima.
E quando chega a hora, ele não pede permissão.
Ele pega minha mão.
Eu puxo de volta.
Ele segura mais forte.
Eu digo que tenho medo.
Ele diz que também.
E continua andando.
Porque talvez coragem nunca tenha sido ausência de medo.
Talvez coragem seja ter alguém dentro de você que tenha medo também e, mesmo assim, continue arrastando você para frente.
Hoje eu ainda reluto.
Ainda tento negociar.
Ainda olho para trás.
Ainda sinto falta daquilo que ele destruiu.
Mas existe uma coisa que não consigo mais negar.
Aquele monstro nunca quis me machucar.
Ele queria me impedir de passar o resto da vida me machucando devagar.
Ele não apareceu para tomar minha vida.
Apareceu porque eu tinha deixado de tomá-la para mim.
E agora, quando sinto o fogo dele subindo, quando aquela voz começa a dizer que já chega, que não existe mais espaço para adiar, eu sei o que está acontecendo.
Ele está acordando.
E eu sei que vou correr.
Vou relutar.
Vou tentar convencê-lo a me deixar em paz.
Mas, no fundo, existe uma parte de mim que já sabe exatamente para onde estamos indo.
Para tudo aquilo que um dia eu imaginei.
Para tudo aquilo que ainda não existe.
Para a vida que eu continuei prometendo que começaria algum dia.
Ele não quer esperar.
Ele quer agora.
E talvez seja por isso que eu tenha tanto medo de olhar para ele.
Porque quando olho, não vejo um monstro.
Vejo a única versão de mim que nunca desistiu de nós dois.
Assuma o controle Parice, eu lhe permito, não existe mais nada pra mim aqui.
Fiz uma aliança
com a paciência e o silêncio,
eles são imbatíveis
no decorrer do tempo.
Fiz uma aliança solene
com a paciência e o silêncio.
Eles não se apressam,
não se ferem
e não se desgastam
apenas atravessam o tempo
com a força indestrutível das coisas
que sabem esperar.
Eu, que já fui tempestade,
aprendi com eles
que nada vence aquilo
que permanece firme
no seu próprio ritmo de eternidade.
Fiz uma aliança mansa
com a paciência e o silêncio.
São meus companheiros antigos,
guardiões do instante.
No decorrer do tempo,
descubro que eles vencem tudo...
o ruído das urgências,
o peso das inquietações
e das horas que tentam me arrancar
de mim mesma.
Com eles, aprendi a respirar o mundo
no sopro suave do que não pressiona,
mas floresce...
✍©️@MiriamDaCosta
A quem diga que a paciência
seja apenas um ato passivo
decorrente do medo.
Eu digo
que a paciência é uma atitude
de caráter ativo
na sua sábia coragem.
A paciência exige prerrogativas
que os impacientes,
em suas limitações,
não podem compreender.
E esse fato
é o maior combustível
das chamas
da impaciência
que possuem.
✍©️@MiriamDaCosta
As vezes vc não aguenta
Reclama
Paciencia irmão
Com o não ou o sim
Vc faz parte de mim
Somos passageiros
A vida é um conto ligeiro
Quando se vê
De nós não resta mais nem o cheiro
De Jesus somos irmãos
Filhos do Deus do trovão
Acalma seu coração
Menos reclama
Ama
Depois vamos embora
Seremos as lágrimas de quem chora
E nessa hora
Sem a despedida
Afora
Nada acontece do dia para a noite. Compreendi que o tempo exige paciência, e hoje o dia amanheceu com rosto de conquista e vitória. Sinto apenas fé, coragem e determinação. Obrigada, meu Deus.
A regra é pegar o que você tem hoje nas mãos e fazer acontecer; o melhor momento sempre será o agora. Sigo evoluindo a cada dia para melhor. Como eu me amo e como amo ser a minha melhor versão!
— Amanda Tamiris da Maia
Poeta de Literatura
O Fruto da Paciência. ּ ֶָ֢.ּ ֶָ֢.ꕤ
(ၴႅၴ
Na pressa do mundo, esqueci de regar a semente miúda que custa a brotar.
Mas a voz do silêncio me veio lembrar: O que Deus cultiva, ninguém pode arrancar.
Espero no tempo, descanso na luz, pois sei onde cada caminho conduz.
E meu protetor se chama Jesus!
𑁍ࠬܓ
“Eu descobri 2 coisas. Minha paz não tem preço e minha paciência não está mais em promoção. Agente só aprende que a paz é artigo de luxo e eu não empresto a minha para ninguém. E discutir para provar que eu estou certa?!
-Meu amor você pode ficar com a sua razão. Eu fico com o meu café, a minha paz e minhas 8 horas de sono."
—By Coelhinha
Os que não deixam o outro concluir uma frase são os mesmos que transbordam Paciência ouvindo Vozes Artificiais.
Há alguma coisa de profundamente reveladora nisso.
Não apenas sobre a pressa do nosso tempo, mas sobre o tipo de escuta que estamos desaprendendo a oferecer uns aos outros.
Entre humanos, a interrupção virou reflexo.
A fala do outro mal começa e já recebe por cima a ansiedade, a opinião, a réplica pronta, a necessidade quase física de tomar a palavra de volta.
Como se ouvir fosse perder terreno.
Como se esperar o fim de uma frase fosse um sacrifício excessivo para egos treinados no imediatismo.
No entanto, as mesmas pessoas que não suportam os tropeços, as pausas, os desvios e as respirações de uma conversa real se mostram surpreendentemente dóceis diante de uma voz sintética.
Esperam a instrução inteira.
Escutam até o fim.
Repetem o comando.
Ajustam o tom.
Têm paciência com a máquina.
Aceitam sua lentidão, sua didática, suas falhas de interpretação.
Oferecem à voz artificial uma delicadeza que negam muitas vezes ao semelhante sentado à sua frente.
Talvez porque a máquina não confronte.
Não fira.
Não traga o peso de uma subjetividade viva.
A voz artificial pode até errar, mas erra sem abalar ninguém.
Não exige reciprocidade emocional.
Não devolve ao ouvinte o espelho incômodo de sua própria pressa.
Com ela, não há disputa por espaço afetivo, nem o risco de descobrir algo que desorganize certezas.
Escutar uma máquina é, em certo sentido, mais confortável do que escutar uma pessoa.
A máquina informa; o humano implica.
Eis a ironia do nosso tempo: desenvolvemos tecnologias cada vez mais sofisticadas para simular presença, enquanto enfraquecemos a musculatura íntima necessária para sustentar a presença real.
Perdemos a paciência com a hesitação humana, mas admiramos a cadência programada.
Rejeitamos a fala atravessada por emoção, mas acolhemos a fala atravessada por algoritmo.
Talvez não seja apenas fascínio tecnológico.
Talvez seja cansaço moral.
Talvez ouvir gente tenha se dificultado porque gente exige de nós mais do que atenção: exige disponibilidade.
Concluir uma frase, afinal, é mais do que terminar um raciocínio.
É receber do outro a autorização silenciosa de existir por inteiro naquele instante.
Quem interrompe o tempo todo não corta apenas palavras; corta presenças.
Comunica, ainda que sem perceber, que já entendeu o bastante, que o resto é excesso, que a interioridade alheia pode ser resumida antes mesmo de se revelar.
E isso produz uma solidão muito específica: a de falar sem realmente chegar ao outro.
Talvez por isso tanta gente esteja se habituando a falar com sistemas, assistentes, interfaces e vozes sem rosto.
Não porque ali encontre profundidade, mas porque ao menos encontra um tipo de estabilidade.
A máquina espera o comando; o humano, cada vez mais, parece não esperar nada.
E nesse deslocamento silencioso há um empobrecimento afetivo grave: estamos terceirizando para a tecnologia uma paciência que antes sustentava vínculos.
No fundo, a questão não é sobre inteligência artificial, mas sobre miséria relacional.
Sobre o quanto nos tornamos incapazes de habitar o tempo do outro.
Sobre o quanto confundimos comunicação com emissão, diálogo com desempenho e resposta com escuta.
A máquina nos escuta porque foi programada para isso.
O humano escuta por escolha — e justamente por isso sua escuta tem valor ético, amoroso e civilizatório.
Talvez a verdadeira modernidade não esteja em conversar com vozes artificiais, mas em reaprender a não atropelar vozes humanas.
Porque uma sociedade pode até se orgulhar de suas tecnologias conversacionais, mas fracassa intimamente quando já não consegue oferecer a alguém o gesto elementar de deixá-lo terminar uma frase.
Só os honestamente Cheios de Dúvidas encontram força e paciência para habitar um mundo tão abarrotado de Cheios de Certezas.
Porque duvidar, ao contrário do que muitos pensam, não é fraqueza — é coragem em estado bruto.
É admitir que o mundo é vasto demais para caber inteiro dentro de uma única convicção.
É reconhecer que a realidade não se dobra à pressa das nossas conclusões, nem à vaidade das nossas certezas fabricadas.
Os Cheios de Certezas caminham rápido…
Pisam firme, opinam sobre tudo e quase sempre acham que precisam subir o tom.
Mas, quase sempre, também carregam um peso invisível: o medo de estarem errados.
Por isso não param, não escutam, não revisitam.
A certeza, quando não examinada, vira abrigo confortável — e também prisão silenciosa.
Já os Cheios de Dúvidas seguem de outro jeito.
Observam mais do que afirmam.
Perguntam mais do que respondem.
E, ainda que pareçam morosos, avançam com mais profundidade.
Porque cada passo deles é sustentado por reflexão, não por impulso.
Habitar um mundo dominado por certezas exige, desses muito poucos, uma paciência quase teimosa.
É preciso suportar o ruído das opiniões apressadas, a arrogância dos veredictos fáceis e a solidão de quem não aceita simplificações.
Mas é justamente essa inquietação que os mantém vivos — intelectualmente e, quiçá, moralmente.
No fundo, são eles que ainda sustentam a possibilidade de diálogo, de evolução e de verdade.
Porque onde não há dúvida, não há espaço para aprender — apenas para repetir.
E talvez seja esse o paradoxo mais incômodo: em um mundo cheio de respostas fáceis, são justamente aqueles que ainda se atrevem a perguntar que o mantêm em verdadeiro movimento.
A vitória, para quem aspira a algo maior, é questão de tempo. É preciso ter paciência, persistir e acreditar que, no momento certo, o resultado chega.
Tive várias vitórias ao longo da minha vida, mas esta está, sem dúvida, entre as maiores. Uma conquista que torna toda a espera, a persistência e a caminhada ainda mais valiosas.
A Paciência e Seus Limites
Dá a entender que me ama,
mas não se declara.
Fica mastigando grama,
rodando no dedo sua penca de chaves,
como qualquer bobo.
Não me engana a desculpa amarela:
‘Quero discutir minha lírica com você.’
Que enfado! Desembucha, homem,
tenho outro pretendente
e mais vale para mim vê-lo cuspir no rio
que esse seu verso doente.
Poetisa dos astros
Com seu nome de musa,
paciência de santa
e os cantos valentes,
poetisa dos astros
e da gentileza com os povos.
Uma flor muito maior
que este mundo,
que com pluma perfumada
cheia de esperança,
latino-americana sempre nos encanta.
Traz sua alegria e sua atenção,
que mantêm animada
e com muita inspiração
a vida para viver com emoção.
A convivência humana é tecida com fios de paciência e muito atrito. Nós não vivemos juntos porque somos iguais; sobrevivemos juntos precisamente porque não somos.
A sociedade é um vasto ecossistema de silêncios compartilhados, interesses cruzados e barulhos conflitantes. O grande desafio da nossa era não é encontrar grupos de pessoas que pensem exatamente como nós — isso é apenas a busca confortável por um eco.
O verdadeiro triunfo da convivência é sentar-se à mesa com a diferença e descobrir que, por trás das trincheiras da discordância cega, todos nós partilhamos a mesma fragilidade básica.
Conviver é o ato diário, e muitas vezes exaustivo, de perdoar a humanidade do outro enquanto esperamos que perdoem a nossa.
A paciência
A paciência
Não tem pressa
Mas sempre alcança
Não tem vaidade
Nem conformismo
Não disputa o heroísmo
Está sempre na frente
Porque não para julgar
Mas investiga
Não diz adeus
Mas acena
Ajuda
Mas não tem pena
É a maior habilidade
Sem falsa modéstia
Domina a razão
Controla a emoção
Faz tudo com muito amor
Degusta prá ter sabor
Não tem raiva porque mina o ódio
É a conquista da sabedoria
E com ela chega no pódio
Eu sei que as coisas vão caminhar pelo caminho certo
Eu sei que a paciencia é uma dadiva
Eu tambem sei que tudo tem seu tempo
Tem coisas que tem que ser naturalmente
As pessoas anceiam momentos de felicidade
Mas não imaginam que a felicidade esta o tempo todo ao nosso redor
E nos detalhes mais simples
Temos mania de complicar o que pode ser simples, deixe viver, deixe estar, deixe sentir e deixe ser feliz...
Não exijo muito..
Exijo paciencia.. ee dedicação a mim..
Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim.
Eu quero mais amor, mais carinho.. mais beijos.. mais saudades..
eu quero mais abraços, mais poesias.. mais contato dos corpos.
Euu quero...
Eu quero querer, te querer.. meio que sem querer.
Eu quero, conhecer o amor..amando você !!
E eu quero..
Ser que vai te fazer feliz..
querendo que seja assim, do jeito que Você Quiz.
Eu quero, e quero muito..
correr de encontro a você, quero ligar toda noite quando não puder te ver..
quero respeitas todas as regras, que se não o fizesse poderiam destruir tudo entre eu e você.
Eu quero o melhor que você possa querer..
Eu quero.. Um futuro, uma família..
assim..
Eu e você!
BENS DO AMOR
Sabes do amor a paciência
Ungido por ele, conta, restaria
De tudo, a salvação, que mandaria
Em tê-lo como fiança, a profecia.
Do que te embebedas, na falta da penitência.
Quanto calculas o amor de quem querias
Nem tudo arrumas tê-lo desde a inocência
Quando nem tu nem ele não correrias.
A essência no meio vem de afluência
E o meio era o fim que amanhecia
O gesto que fazia por sua ausência
Ou por ver os sinais de calmaria.
Mesmo guardava por outros lugares
Por lembranças de amores também deixados
Que ele encarnou, por ti andares
Ainda só, completa muda a desejares.
O amor do seu altar de onde se sabe
Ele ocultou-se para ainda cintinuar
E ficar posto no lado da emboscada
E aliançou em teu por te adoçar.
