Textos de Paciência
A Paciência e Seus Limites
Dá a entender que me ama,
mas não se declara.
Fica mastigando grama,
rodando no dedo sua penca de chaves,
como qualquer bobo.
Não me engana a desculpa amarela:
‘Quero discutir minha lírica com você.’
Que enfado! Desembucha, homem,
tenho outro pretendente
e mais vale para mim vê-lo cuspir no rio
que esse seu verso doente.
Poetisa dos astros
Com seu nome de musa,
paciência de santa
e os cantos valentes,
poetisa dos astros
e da gentileza com os povos.
Uma flor muito maior
que este mundo,
que com pluma perfumada
cheia de esperança,
latino-americana sempre nos encanta.
Traz sua alegria e sua atenção,
que mantêm animada
e com muita inspiração
a vida para viver com emoção.
“STATUS: Sem paciência pra chatear
hoje to de saco cheio pra ter que aturar certas conversas sem nexo...mais aos que são meramente pessoinhas importantes em nossas vidas, nos preenche com a presença de alguma forma e alegra nossa alma, só do simples fato de estar ai; sem precisar dizer nada com a boca, mais com os (olhos) declarando tudo.”
—By Coelhinha
Não sei amar
Não sei me relacionar
Não tenho paciência com nada
Não sou bom com gente nem com animais...
Nem comigo mesmo eu sei lidar!
Eu só sou bom com plantas
de preferência as que tem muitos espinhos
(Óbvio, assim como eu!) muita cor e muito perfume!
Eu acho que o nome disso é cansaço...
Burnout!
William Marques de Oliveira
O Fruto da Paciência. ּ ֶָ֢.ּ ֶָ֢.ꕤ
(ၴႅၴ
Na pressa do mundo, esqueci de regar a semente miúda que custa a brotar.
Mas a voz do silêncio me veio lembrar: O que Deus cultiva, ninguém pode arrancar.
Espero no tempo, descanso na luz, pois sei onde cada caminho conduz.
E meu protetor se chama Jesus!
𑁍ࠬܓ
Só os honestamente Cheios de Dúvidas encontram força e paciência para habitar um mundo tão abarrotado de Cheios de Certezas.
Porque duvidar, ao contrário do que muitos pensam, não é fraqueza — é coragem em estado bruto.
É admitir que o mundo é vasto demais para caber inteiro dentro de uma única convicção.
É reconhecer que a realidade não se dobra à pressa das nossas conclusões, nem à vaidade das nossas certezas fabricadas.
Os Cheios de Certezas caminham rápido…
Pisam firme, opinam sobre tudo e quase sempre acham que precisam subir o tom.
Mas, quase sempre, também carregam um peso invisível: o medo de estarem errados.
Por isso não param, não escutam, não revisitam.
A certeza, quando não examinada, vira abrigo confortável — e também prisão silenciosa.
Já os Cheios de Dúvidas seguem de outro jeito.
Observam mais do que afirmam.
Perguntam mais do que respondem.
E, ainda que pareçam morosos, avançam com mais profundidade.
Porque cada passo deles é sustentado por reflexão, não por impulso.
Habitar um mundo dominado por certezas exige, desses muito poucos, uma paciência quase teimosa.
É preciso suportar o ruído das opiniões apressadas, a arrogância dos veredictos fáceis e a solidão de quem não aceita simplificações.
Mas é justamente essa inquietação que os mantém vivos — intelectualmente e, quiçá, moralmente.
No fundo, são eles que ainda sustentam a possibilidade de diálogo, de evolução e de verdade.
Porque onde não há dúvida, não há espaço para aprender — apenas para repetir.
E talvez seja esse o paradoxo mais incômodo: em um mundo cheio de respostas fáceis, são justamente aqueles que ainda se atrevem a perguntar que o mantêm em verdadeiro movimento.
Os que não deixam o outro concluir uma frase são os mesmos que transbordam Paciência ouvindo Vozes Artificiais.
Há alguma coisa de profundamente reveladora nisso.
Não apenas sobre a pressa do nosso tempo, mas sobre o tipo de escuta que estamos desaprendendo a oferecer uns aos outros.
Entre humanos, a interrupção virou reflexo.
A fala do outro mal começa e já recebe por cima a ansiedade, a opinião, a réplica pronta, a necessidade quase física de tomar a palavra de volta.
Como se ouvir fosse perder terreno.
Como se esperar o fim de uma frase fosse um sacrifício excessivo para egos treinados no imediatismo.
No entanto, as mesmas pessoas que não suportam os tropeços, as pausas, os desvios e as respirações de uma conversa real se mostram surpreendentemente dóceis diante de uma voz sintética.
Esperam a instrução inteira.
Escutam até o fim.
Repetem o comando.
Ajustam o tom.
Têm paciência com a máquina.
Aceitam sua lentidão, sua didática, suas falhas de interpretação.
Oferecem à voz artificial uma delicadeza que negam muitas vezes ao semelhante sentado à sua frente.
Talvez porque a máquina não confronte.
Não fira.
Não traga o peso de uma subjetividade viva.
A voz artificial pode até errar, mas erra sem abalar ninguém.
Não exige reciprocidade emocional.
Não devolve ao ouvinte o espelho incômodo de sua própria pressa.
Com ela, não há disputa por espaço afetivo, nem o risco de descobrir algo que desorganize certezas.
Escutar uma máquina é, em certo sentido, mais confortável do que escutar uma pessoa.
A máquina informa; o humano implica.
Eis a ironia do nosso tempo: desenvolvemos tecnologias cada vez mais sofisticadas para simular presença, enquanto enfraquecemos a musculatura íntima necessária para sustentar a presença real.
Perdemos a paciência com a hesitação humana, mas admiramos a cadência programada.
Rejeitamos a fala atravessada por emoção, mas acolhemos a fala atravessada por algoritmo.
Talvez não seja apenas fascínio tecnológico.
Talvez seja cansaço moral.
Talvez ouvir gente tenha se dificultado porque gente exige de nós mais do que atenção: exige disponibilidade.
Concluir uma frase, afinal, é mais do que terminar um raciocínio.
É receber do outro a autorização silenciosa de existir por inteiro naquele instante.
Quem interrompe o tempo todo não corta apenas palavras; corta presenças.
Comunica, ainda que sem perceber, que já entendeu o bastante, que o resto é excesso, que a interioridade alheia pode ser resumida antes mesmo de se revelar.
E isso produz uma solidão muito específica: a de falar sem realmente chegar ao outro.
Talvez por isso tanta gente esteja se habituando a falar com sistemas, assistentes, interfaces e vozes sem rosto.
Não porque ali encontre profundidade, mas porque ao menos encontra um tipo de estabilidade.
A máquina espera o comando; o humano, cada vez mais, parece não esperar nada.
E nesse deslocamento silencioso há um empobrecimento afetivo grave: estamos terceirizando para a tecnologia uma paciência que antes sustentava vínculos.
No fundo, a questão não é sobre inteligência artificial, mas sobre miséria relacional.
Sobre o quanto nos tornamos incapazes de habitar o tempo do outro.
Sobre o quanto confundimos comunicação com emissão, diálogo com desempenho e resposta com escuta.
A máquina nos escuta porque foi programada para isso.
O humano escuta por escolha — e justamente por isso sua escuta tem valor ético, amoroso e civilizatório.
Talvez a verdadeira modernidade não esteja em conversar com vozes artificiais, mas em reaprender a não atropelar vozes humanas.
Porque uma sociedade pode até se orgulhar de suas tecnologias conversacionais, mas fracassa intimamente quando já não consegue oferecer a alguém o gesto elementar de deixá-lo terminar uma frase.
Sou o silêncio dos inocentes, o barulho dos corruptos e a paciência dos honestos.
Sou um país que inveja o governo do outro, sou a vitoria de uma guerra sem sentido, sou o choro de uma criança amedrontada.
Sou a tempestade de um dia intenso e desespero de perder tudo.
Sou um dia quente de chuva e a intensidade da covardia de um estado sem nação.
Sou o amor, o ódio, o carinho e a frustração procurando a chave da minha liberdade.
Posso ser tudo mais só quero ser apenas um o seu sincero amigo...
Autor: Julio Aukay
Guardo os meus melhores sentimentos para o final, conseguindo a redenção e exercendo a paciência do próprio coração;
Pois quando me perco é quando realmente te encontro, sentindo o que mais me importa e realizando as minhas ansiedades;
Quando te tenho você me conforta em seus braços para que eu possa ficar a vontade, sorrindo e dizendo com os olhos! Que é só você que me faz tão bem;
Ah... O amor não tem medo da carência... O amor é tão intenso
O amor tem muita paciência
O amor é continuamente imortal, o amor tem graça é incondicional
O amor é soberano, tem esperança, é inerente e tem perseverança...
Ah... O amor têm garantias se não for dos sentimentos com certeza é divina
A paciência
A paciência
Não tem pressa
Mas sempre alcança
Não tem vaidade
Nem conformismo
Não disputa o heroísmo
Está sempre na frente
Porque não para julgar
Mas investiga
Não diz adeus
Mas acena
Ajuda
Mas não tem pena
É a maior habilidade
Sem falsa modéstia
Domina a razão
Controla a emoção
Faz tudo com muito amor
Degusta prá ter sabor
Não tem raiva porque mina o ódio
É a conquista da sabedoria
E com ela chega no pódio
Eu sei que as coisas vão caminhar pelo caminho certo
Eu sei que a paciencia é uma dadiva
Eu tambem sei que tudo tem seu tempo
Tem coisas que tem que ser naturalmente
As pessoas anceiam momentos de felicidade
Mas não imaginam que a felicidade esta o tempo todo ao nosso redor
E nos detalhes mais simples
Temos mania de complicar o que pode ser simples, deixe viver, deixe estar, deixe sentir e deixe ser feliz...
Não exijo muito..
Exijo paciencia.. ee dedicação a mim..
Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim.
Eu quero mais amor, mais carinho.. mais beijos.. mais saudades..
eu quero mais abraços, mais poesias.. mais contato dos corpos.
Euu quero...
Eu quero querer, te querer.. meio que sem querer.
Eu quero, conhecer o amor..amando você !!
E eu quero..
Ser que vai te fazer feliz..
querendo que seja assim, do jeito que Você Quiz.
Eu quero, e quero muito..
correr de encontro a você, quero ligar toda noite quando não puder te ver..
quero respeitas todas as regras, que se não o fizesse poderiam destruir tudo entre eu e você.
Eu quero o melhor que você possa querer..
Eu quero.. Um futuro, uma família..
assim..
Eu e você!
BENS DO AMOR
Sabes do amor a paciência
Ungido por ele, conta, restaria
De tudo, a salvação, que mandaria
Em tê-lo como fiança, a profecia.
Do que te embebedas, na falta da penitência.
Quanto calculas o amor de quem querias
Nem tudo arrumas tê-lo desde a inocência
Quando nem tu nem ele não correrias.
A essência no meio vem de afluência
E o meio era o fim que amanhecia
O gesto que fazia por sua ausência
Ou por ver os sinais de calmaria.
Mesmo guardava por outros lugares
Por lembranças de amores também deixados
Que ele encarnou, por ti andares
Ainda só, completa muda a desejares.
O amor do seu altar de onde se sabe
Ele ocultou-se para ainda cintinuar
E ficar posto no lado da emboscada
E aliançou em teu por te adoçar.
DEVANEIOS DE UMA MÃE...
"Tenham paciência comigo,
Meus gestos são lentos...
Não tenho mais destreza.
Meus passos são incertos
E temerosos...
Tenho medo de cair.
Escutem os meus lamentos,
Ou apenas minhas histórias...
Fico tão só...sem ter com quem falar.
Me deixem participar
Da vida de vocês...
Ainda sou a mãe
Que os criou e acalentou...
Sei que estou rabugenta,
Mas minhas limitações também me aborrecem.
Não quero muito,
Apenas uma porção de atenção.
Isso faria tão bem ao meu velho coração...
Mas entendo vocês,
A vida é tão corrida...
Precisam correr contra o tempo, não é?
Meus filhos estão crescidos...
Não precisam mais de mim
E não percebem que eu preciso
Apenas de cada um só um pouquinho."
Li hoje isso nos olhos entristecidos
Da mulher que sentada no sofá da sala
Devaneia sem cessar...
Muito bom encontrar a calma em você, quando eu estou nervoso.
Muito bom encontrar a paciência em você quando estou ansioso.
Muito bom encontrar o conforto em você quando estou incomodado.
Muito bom encontrar a paz em você quando eu estou em guerra.
Muito bom encontrar a segurança em você quando estou com medo.
Muito bom encontrar a alegria em você quando estou triste.
Muito bom encontrar sinceridade em você quando estou decepcionado.
Muito bom encontrar o orgulho em você quando estou frustrado.
Muito bom encontrar você... em mim.
Sempre acreditar
Alguém que tenha paciência
Que não invente coincidência
E tente pelo menos ser real
Que traga o bem e não faça o mal
Uma vontade despercebida
Como uma letra esquecida
Ficando na cabeça só a melodia
Buscando sua letra dia após dia
Assim será a última canção
Tocará até que pare o coração
E até lá, quero viver bem
Com essa pessoa, essa alma e esse alguém
nove características: Amor, Alegria, Paz, Paciência, Amabilidade, Bondade, Fidelidade, Mansidão e Domínio Próprio.
Deus quer formar esses frutos em sua vida,Colocando você em situação em que esses frutos são necessários.
Alguma vez Jesus se sentiu abandonado? Por algum momento Jesus esteve só? Foi tentado? Foi insultado? Houve em sua vida momentos desencorajadores?A Bíblia diz que Jesus aprendeu a obediência através do sofrimento. Deus não poupou Jesus, por que pouparia você!
O meu eu,
Sim, eu sofro por antecedência,
muitas coisas simples, não tenho paciência,
palavras saem sem pensar, atitudes erradas,
mal humor matinal, tristezas passadas.
Ansiedade é uma rocha no caminho,
tenho mais medo de morrer sozinho,
solidão, carência, problemas destacados,
e não ter as pessoas que gosto do meu lado.
Deito na cama e surgem os pensamentos,
um filme todo dia, milhares de tormentos,
insônia é o protagonista das madrugadas,
acordo e lembro, eu não tenho nada,
Conquistei poucas amizades e muitas perdi,
tristezas eu sempre vou sentir,
alegrias são momentos inusitados,
vivo a vida com coração machucado.
Hoje fiquei sem paciência ao chegar em casa e constatar que tinha trocentas ligações no meu telefone convencional. Nossa, me deu um piripaque no coração, um pressentimento de que algo ruim tinha acontecido, como se o insistir das ligações me avisassem da urgência em contar algo péssimo, mortal.
Não era nada, apenas a insistência de alguém que quer tudo na hora, pra ontem e que não sabe esperar.
Por falar em telefone, vou citar um exemplo típico do meu trabalho e de como as pessoas precisam de orientação quanto ao uso adequado do telefone. Cada estação de trabalho tem um ramal e um telefone, então cada colega meu tem seu telefone. Se alguém quer falar com um colega específico e esse colega não está, essa pessoa liga e bota o telefone para tocar 20 vezes, não satisfeito liga mais 3x20. O que isso significa? Atrapalhar os demais colegas, algum colega puxa a ligação pra simplesmente dizer, fulano não está. Será que realmente precisa alguém atender ao telefone depois de 20 toques para que o outro serzinho entenda que a sala está vazia, que o colega não está.
