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Textos de Paciência

Cerca de 853 textos de Paciência

Eu não tenho tempo nem paciência para agradar quem quer que seja.
Não vivo de aplausos, nem me movo por aprovação alheia.
Eu cuido do que é meu, aplico atenção onde existe verdade, respeito e reciprocidade.
Quem espera conveniência encontra distância.
Quem busca manipulação encontra silêncio.
Não negocio meus princípios para caber na expectativa de ninguém.
A vida é curta demais para desperdício emocional.
Eu escolho ser direto, honesto e consciente.
Quem entende, permanece.
Quem não entende, segue o caminho — sem drama, sem desculpa, sem mi mi mi.

Tenha paciência com as pessoas quando diz suas verdades. Nem sempre a sua maneira de ver, perceber e entender as coisas, são do mesmo modo que elas.
Cada um se acha na razão e quer que o outro aceite o seu modo de pensar diferente. Todos tem o seu tempo, e a verdade só existe uma. Se é para ser descoberta, a hora de cada um chega no tempo certo.

⁠Bilhete do Dia!
Tenha paciência com o você, com o tempo.
Na vida nem tudo é exatamente no momento que ser quer, no momento que se espera.
Muitas coisas precisam de tempo, paciência e muita sabedoria para que aconteçam. Tanto com você, como em tudo ao seu redor.
Confie e espere. Mas não espere parado, espere fazendo acontecer!

MANSIDÃO


Mansidão é manter a calma, a paciência, o respeito mesmo em situações de conflitos e desafiadoras. Ser manso é cultivar a paciência, a gentileza, e a capacidade de controlar as emoções, especialmente a ira. Ser manso não é ser fraco, mas envolve uma força interior de domínio próprio e paciência diante da raiva e do ódio. Ser manso é saber reagir mantendo a paz respondendo com sabedoria, e respeito, é agir com sensatez, não se deixando irar, é impedir a violência e o desrespeito. Jesus era manso e a mansidão é um dos frutos do Espírito Santo, ela vem da submissão e da confiança em Deus.

PROPOSTA

Demétrio Sena, Magé – RJ.

Também sei não ter tempo, às vezes paciência;
ser distante, presente, a depender do surto,
ter meu curto circuito conforme o capricho,
dar os olhos, ouvidos, e depois tirar...
Tenho todo poder que se tem de ser vago,
de sumir e voltar como quer o meu ego,
mas querer que algum prego pendure as esperas
pela boa vontade que nem sempre tenho...
Só não sei fazer uso dessa pretensão;
modelar a meu modo as expectativas
do que tenho, não tenho, quando e não pra dar...
Sempre vejo pessoas como gente, mesmo;
não imponho; proponho minha identidade
como toda verdade redistribuída...

Sou o silêncio dos inocentes, o barulho dos corruptos e a paciência dos honestos.
Sou um país que inveja o governo do outro, sou a vitoria de uma guerra sem sentido, sou o choro de uma criança amedrontada.
Sou a tempestade de um dia intenso e desespero de perder tudo.
Sou um dia quente de chuva e a intensidade da covardia de um estado sem nação.
Sou o amor, o ódio, o carinho e a frustração procurando a chave da minha liberdade.
Posso ser tudo mais só quero ser apenas um o seu sincero amigo...

Autor: Julio Aukay

Guardo os meus melhores sentimentos para o final, conseguindo a redenção e exercendo a paciência do próprio coração;
Pois quando me perco é quando realmente te encontro, sentindo o que mais me importa e realizando as minhas ansiedades;
Quando te tenho você me conforta em seus braços para que eu possa ficar a vontade, sorrindo e dizendo com os olhos! Que é só você que me faz tão bem;

⁠⁠Ah... O amor não tem medo da carência... O amor é tão intenso
O amor tem muita paciência
O amor é continuamente imortal, o amor tem graça é incondicional
O amor é soberano, tem esperança, é inerente e tem perseverança...
Ah... O amor têm garantias se não for dos sentimentos com certeza é divina

Eu não perdi a fé.
Eu perdi a paciência com sistemas que exigem que eu me diminua para existir.
Durante muito tempo achei que meu conflito era espiritual. Depois entendi que era ético. E, mais tarde, estrutural. Meu problema nunca foi Jesus — foi o que fizeram dele.
Eu não consigo aceitar um cristianismo que transforma sofrimento em virtude, culpa em pedagogia e obediência em salvação. Não consigo entrar numa igreja e ver um corpo torturado pendurado na cruz como se aquilo fosse a imagem máxima do amor. Já sofri o suficiente. Não preciso venerar dor para aprender nada sobre a vida.
Vejo Jesus como um homem ético, valoroso, radical na sua forma de existir. Mas não sei — e talvez nunca saibamos — quem ele foi de fato. O que temos são textos escritos décadas depois, atravessados por interesses, disputas e necessidades teológicas. A Bíblia não é mentira; é parcial. E toda leitura honesta começa reconhecendo isso.
Questiono os milagres, a ressurreição, a ideia de “filho único de Deus”. Se todos não somos filhos, então a ética já nasce hierárquica. E eu desconfio profundamente de hierarquias — sobretudo das que se dizem sagradas.
A lógica do sacrifício me repugna. A ideia de que alguém precisava morrer para redimir outros normaliza a violência e santifica o sofrimento. Quando sofrer vira caminho espiritual, alguém sempre lucra com a dor alheia. Historicamente, isso custou vidas demais: santos, hereges, mulheres, povos inteiros queimados em nome de uma verdade absoluta.
Se o cristianismo não tivesse virado instituição, talvez menos gente tivesse morrido. O problema não foi a fé — foi a certeza organizada, a moral transformada em poder, a ética convertida em doutrina obrigatória. Quando Paulo transforma um modo de vida em sistema universal, nasce também a infraestrutura do controle.
Eu vivi isso de perto. Participei de um grupo espiritual hierárquico, cheio de regras morais e títulos vazios. Vi pessoas competentes serem diminuídas enquanto figuras no topo eram blindadas. Vi pequenos comportamentos virarem pecado enquanto desvios financeiros eram espiritualizados. Vi exploração financeira travestida de ritual. E quando eu consegui nomear isso — exploração — acabou. Não dá para desver.
Aprendi que, em sistemas assim, o valor não vem do que você é, mas do quanto você se submete. Não se mede ética; mede-se adesão. E quando o sagrado começa a exigir dinheiro, silêncio e obediência como prova de elevação, ele já virou negócio.
Também não suporto o cristianismo do grito, do espetáculo emocional, do testemunho que transforma Deus em corretor imobiliário. “Rezei e ganhei um carro”, “orei e recebi uma casa”. Esse Deus é milionário — e seletivo. Para uns, bens. Para outros, silêncio. Para muitos, culpa.
Minha ética não suporta isso. Não acredito num Deus que recompensa privilégio e chama exclusão de mistério. Não acredito em perdão obrigatório que protege canalhas e regula quem já foi ferido demais. Perdão sem responsabilização não é virtude; é licença.
Hoje eu sei: pensar assim tem custo. Perdi pertencimentos. Fiquei fora. Virei a pessoa que observa em vez de ajoelhar. Mas não perdi a mim mesma. Aprendi a impor limites, a dizer “isso não diz nada para mim”, a não desaparecer para manter harmonia.
Se isso me coloca fora do cristianismo tradicional, que seja. Prefiro uma ética sem joelho no chão a uma fé que exige autoapagamento. Prefiro não saber certezas confortáveis a aceitar mentiras que me adoecem.
Não escrevo para convencer.
Escrevo para não me trair.
Se existe alguma espiritualidade possível para mim, ela não passa pela sacralização da dor, nem pela hierarquia, nem pelo medo. Passa pela dignidade. E isso, eu não negocio.

Não sei amar
Não sei me relacionar
Não tenho paciência com nada
Não sou bom com gente nem com animais...
Nem comigo mesmo eu sei lidar!
Eu só sou bom com plantas
de preferência as que tem muitos espinhos
(Óbvio, assim como eu!) muita cor e muito perfume!
Eu acho que o nome disso é cansaço...
Burnout!


William Marques de Oliveira

A mente se consome quando a paciência se esgota.
A consciência é a voz lúcida que permanece nas circunstâncias.

Gasta tua energia no que vale a pena.
Concentra-te no que de fato te sustenta.

Investe no conhecimento.
Aprende, sobretudo, sobre ti mesmo.
Pois quem se perde por dentro dificilmente encontra um bom destino.

CAPÍTULO 4 – A PACIÊNCIA DAS SEMENTES E A SABEDORIA DO TEMPO

A vida não cresce no ritmo da nossa pressa.
Cresce no ritmo da verdade.

Cada sonho que você planta é como uma semente: invisível, pequena, discreta.
Ela não chama atenção.
Ela não faz barulho.
Ela não se mostra no primeiro dia.
Mas ali dentro, onde ninguém vê, já existe um movimento silencioso — um movimento de vida.

O tempo não atrasa.
O tempo prepara.

O problema é que a gente vive cercado de urgências e expectativas.
A gente quer colher antes de plantar.
Quer florescer antes de criar raiz.
Quer vitória antes de aprender a caminhar.

Mas nada que nasce rápido dura muito.
E tudo que nasce profundo cresce pra sempre.

A semente não luta contra a terra.
Ela confia.
Fica ali, escura, quieta, escondida…
mas cheia de fé.

Ela sabe que o sol virá.
Ela sabe que a chuva virá.
Ela sabe que a própria força a levantará quando chegar o momento.

Assim também é a alma humana.

Tem momentos da vida em que parece que nada está acontecendo.
Parece que os esforços não fazem diferença.
Parece que a mudança não chega.
Mas é justamente ali, nesse silêncio, nesse escuro, nesse espaço escondido…
que você está criando raiz.

Raiz que sustenta.
Raiz que protege.
Raiz que impede que qualquer vento te derrube.

O tempo não te rejeita.
O tempo te fortalece.

A vitória não gosta de quem tem pressa.
A vitória gosta de quem é persistente.

E persistir não é nunca falhar.
Persistir é falhar cem vezes… e levantar cento e uma.

Todo sonho é uma árvore esperando para nascer.
Depende de você regar.
Depende de você não arrancar do chão antes da hora.
Depende de você acreditar mesmo sem ver.

A fé é esse fio invisível que liga a semente ao céu.

E quando a colheita finalmente vem…
o mundo olha e chama de “milagre”.
Mas você sabe que não foi milagre.
Foi o tempo trabalhando junto com a sua coragem.


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Fiz uma aliança
com a paciência e o silêncio,
eles são imbatíveis
no decorrer do tempo.


Fiz uma aliança solene
com a paciência e o silêncio.
Eles não se apressam,
não se ferem
e não se desgastam
apenas atravessam o tempo
com a força indestrutível das coisas
que sabem esperar.


Eu, que já fui tempestade,
aprendi com eles
que nada vence aquilo
que permanece firme
no seu próprio ritmo de eternidade.


Fiz uma aliança mansa
com a paciência e o silêncio.
São meus companheiros antigos,
guardiões do instante.
No decorrer do tempo,
descubro que eles vencem tudo...
o ruído das urgências,
o peso das inquietações
e das horas que tentam me arrancar
de mim mesma.
Com eles, aprendi a respirar o mundo
no sopro suave do que não pressiona,
mas floresce...
✍©️@MiriamDaCosta

NEOLOGISMOS MODERNOS
Ah Tenha “santa” paciência
Com falsas roupas do moderno
O toque da resiliência
Não é espera do eterno

A solitude não é luto
Nem sozinha é perfeição
Quais são as coisas que computo
Pra partilhar na comunhão

Na carona de um propósito
Com a mirada no existencial
Embarca um pouco do que é óbvio
Também é alvo o material

Irmã mais velha é a compaixão
Da sua caçula empatia
Refutar o mesmo perdão
Não é nenhuma covardia

Podem até julgarem tóxico
E me acusarem de matuto
É um verdadeiro paradoxo
Achar progresso no vetusto!

A quem diga que a paciência
seja apenas um ato passivo
decorrente do medo.


Eu digo
que a paciência é uma atitude
de caráter ativo
na sua sábia coragem.


A paciência exige prerrogativas
que os impacientes,
em suas limitações,
não podem compreender.


E esse fato
é o maior combustível
das chamas
da impaciência
que possuem.
✍©️@MiriamDaCosta

Muita gente quer cobrar dos outros atitudes, paciência, perfeição… mas quando chega a vez delas, fogem da mesma medida. Querem compreensão, mas não dão; querem respeito, mas falam sem pensar; querem apoio, mas somem quando é o outro que precisa.
É injusto, eu sei. Mas o teu valor não depende dessas cobranças , ele está em continuar sendo quem você é, mesmo quando o mundo tenta inverter os papéis.

“STATUS: Sem paciência pra chatear
hoje to de saco cheio pra ter que aturar certas conversas sem nexo...mais aos que são meramente pessoinhas importantes em nossas vidas, nos preenche com a presença de alguma forma e alegra nossa alma, só do simples fato de estar ai; sem precisar dizer nada com a boca, mais com os (olhos) declarando tudo.”

—By Coelhinha

VIDAS UNIFICADAS
(Quando a paciência se torna a única luz no escuro de uma crise)

Um estouro. Lâminas de silêncio pelo chão. Suspiro fadigado pelo tempo em mais uma crise de um mundo que quero entrar e desconheço. As lágrimas não caem mais. Secaram e deram um nó no peito. Olhar confuso. Coração disparado. Autismo? Vidas unificadas em cores desbotadas em mais uma fase de vida, que já nem sei se é dia ou se é noite, resiliente em só paciência e amor.

Lu Lena / 2026

ESTRADA ATÉ AQUI


Ontem pedi a mim um pouco mais de calma. Pedi também paciência e pulso firme, pedi força,sabedoria e pedi também sorrisos e felicidade. Pedi que pra cada estrela que eu pudesse contar no céu fosse visto como oportunidades. E pedi mais ainda que eu pudesse aproveitá-las. Pra que em momentos que eu me visse sem saída eu pudesse vê as inúmeras opções que eu tenho e que muitas dessas decisões vão me levar por caminhos árduos, difíceis... Mas o que é a provação da vida se não um conjunto de desafios a serem desbravados. Parte de nós é o caminho por onde passamos ou a estrada que nós trouxe até aqui. É irônico pensar que nosso "eu" interior venha do conjunto de desafios que passamos e as vezes reclamarmos dos momentos difíceis sem agradecermos pelo quão mais fortes saímos deles cada vez nós aperfeiçoando e conhecendo melhor a nós mesmos, são momentos difíceis que nós mostram o quão bom são os memoentos fáceis, então eu apenas agradeci.


Obrigado a vida aos amigos a família as oportunidades e a estrada até aqui.

Poetisa dos astros


Com seu nome de musa,
paciência de santa
e os cantos valentes,
poetisa dos astros
e da gentileza com os povos.


Uma flor muito maior
que este mundo,
que com pluma perfumada
cheia de esperança,
latino-americana sempre nos encanta.


Traz sua alegria e sua atenção,
que mantêm animada
e com muita inspiração
a vida para viver com emoção.