Textos de Natal emocionantes que aquecem o coração e a alma
É Natal
A festa começou
Na Vila de Natal
Encontrei o meu presente
Na Vila de Natal
Meu maior presente
É ter você ao meu lado
Nessa noite especial
Na Vila de Natal
É Natal, é Natal
Na Vila de Natal
Vem Natal, Vem Natal
Na Vila de Natal
Só sei que quero estar com você
Meu maior presente é ter você
Nessa noite especial
Na Vila de Natal
É Natal, é Natal
Na Vila de Natal
Vem Natal, Vem Natal
Na Vila de Natal
O que é o Natal?
Natal representa pra mim, o divino amor de Jesus, nosso único salvador!
Cordeiro de Deus que se entregou, e nada interrogou toda aquela peregrinação;
Foi humilhado, torturado e crucificado para que cada um de nós fosse louvado!
Ele é o puro amor, a vida, a sublime energia, a luz! por cada filho seu, ele conduz, com seu ensinamento, benção e proteção; a quem por ele chama, ora, espera, confia e clama.
Natal é essa grande magia, gratidão, devoção, oração, união e alegria!
Essa data é a principal do nosso calendário! que Jesus nunca seja portado como lendário; mas como, esmero e grande exemplar de um real sentimento solidário.
Nosso verdadeiro herói ungido por Deus, veio a terra para que filhos seus, fossem perdoados e libertos de tantos pecados;
Que continuemos a pregar o que ele nos ensinou, e possamos ser a fonte límpida e rica de amor da nossa consagração e de toda a nação.
FELIZ NATAL A TODOS!
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
MADRUGADA DE NATAL
Ouve -se ao longe gemidos
O silêncio no corredor impera
A vida, a morte em atritos
Mas é o bem que se espera.
Noto pessoas, famílias, fatos
Cada um com seu problema
Somos complexos mas fracos
A soberba: nosso maior dilema.
Do maior ao dito desprezível
Desejamos a mesma sorte
Aqui não existe status nem nível
Toda máscara cai diante da morte.
Levy Cosmo Silva
Depois de todos esses anos, decidi, finalmente, retornar à minha cidade natal e fazer uma visita. Eu era muito jovem quando decidi ir embora e explorar novos caminhos. Não me arrependo jamais dessa decisão. Só que naquela época, jamais poderia imaginar o quão desafiador seria estar aqui novamente.
A sua partida doeu por muito tempo, e esta cidade é repleta de lembranças suas — lembranças lindas, mas dolorosas para alguém que sente tanto a sua falta. Ainda assim, eu sabia que estava na hora de voltar.
Após duas noites seguidas sonhando com você, senti como se fosse um sinal para voltar e revisitar esse lugar que marcou tão profundamente minha infância e juventude. Então, deixei a tristeza de lado e fui. Eu sei que você entenderia as razões pelas quais eu demorei tanto para voltar para cá.
É doloroso lidar com histórias do passado que nunca foram resolvidas, e a sua partida foi uma delas. Eu sabia que, em algum momento, precisaria confrontar todas essas emoções. Definitivamente, não foi fácil. Porém, quando cheguei aqui, senti uma paz imensa. Senti a sua presença — era como se você estivesse orgulhosa por eu estar aqui.
Visitei novamente vários lugares que marcaram minha vida. Essas ruas, parques e casas nos trouxeram tantos momentos bons, não é mesmo? Enquanto eu viver, vou lembrar de você. E eu juro que, desta vez, não vou demorar tanto para voltar.
Lá fora está um dia frio e nublado, enquanto dentro de mim, permanece um sol forte, daqueles que ilumina a alma.
Não posso dizer que fiz as pazes com o passado, mas, de certa forma, estou lidando melhor com essas emoções. Você era força, resiliência e otimismo. Guardo cada memória no meu coração. Saudade é para sempre.
MENSAGEM DE NATAL
Dezembro, a maior festa cristã aproxima-se e o espírito cristão aflora,
ou pelo menos deveria aflorar em nossos corações.
A paupérrima, em relação a valores materiais,
lembrança do Cristo criança ali naquele estábulo,
entre eqüinos, caprinos, bovinos, deveria servir-nos de exemplo,
que fosse uma pequena dose de humildade,
um pouquinho do gosto do desprendimento
às nossas almas tão atadas aos faustos prazeres e valores fajutos.
Que a luz do santo espírito que Luzia nas pupilas daquele recém nascido,
luzisse ao menos por um átimo
nos lustres luxuosos dos palácios dos nossos líderes
para iluminá-los para leis mais justas e medidas amplas
que varressem toda a espécie de injustiça do nosso tão carente quadro social.
Que entre um aperitivo e outro da nossa burguesia,
ficasse um pouquinho do intragável amargor da miséria do nosso semelhante
para ter-se um mínimo de noção do quão deprimente
é a angústia da criminalidade, da prostituição infantil e da fome.
E assim, mesmo que laconicamente, tivéssemos pelo menos por instantes no natal
a vaga ilusão de que um dia aquela criança
não fora sacrificada pela nossa mesquinhez...
Quantidade enorme de pessoas aguardando o Natal para receber algo útil ou comestível.
Quantidade expressiva de pessoas aguardando o Natal para doar algo útil ou matar a fome de alguém.
NATAl: dia de religiosidade, caridade bondade, respeito a todos e amor ao próximo.
Quanto aos outros dias é só aguardar novamente o NATAL.
FELIZ NATAL!
Noite feliz
Entre a luz dos fogos de natal e as estrelas, um cometa passou e nada disso ficou despercebido pelos teus olhares molhados, a lua emocionada vendo o teu sofrer não aguentou e chorou,
Curiosa e fofoqueira veio até mim e contou o que se passava, tenso e apreensivo, corri apressado para levar até você o que mais precisava naquele momento,
_ Oi, te trouxe um cobertor do amor, um olhar de admiração, um pacote de abraços e uma chuva de sorrisos para passarmos essa noite juntos conversando e olhando para a lua,
Você topa?
Natal difícil
É noite de Natal. Por onde eu passo o clima no ar é de felicidades, as pessoas estão sorrindo, as famílias estão reunidas; a ceia ta na mesa é hora de confraternizar; agora faltam poucos minutos para abrir o champanhe.
Comprei o perfume que você gosta que eu use, só para te agradar;
Estou usando aquele tênis que você me deu no meu aniversário;
A camisa pólo, comprei na cor que você pediu á duas semanas atrás;
O boné que estou usando é o que deixa o meu rosto perfeito, segundo palavras ditas por ti!
Pena que você não está aqui para vê o quanto eu me produzi pra você;
Tomei um gole de champanhe com o gosto mais amargo da minha vida, estou sendo abraçado e bem acolhido por todos os meus queridos familiares, mas é no seu abraço que eu queria está!
Espero que no dia de ano novo, a saudade, a solidão e a tristeza sejam superados pela esperança, a alegria e o amor!
Para esse Natal, eu não vou pedir.
Vou agradecer os livramentos. 🤚
Principalmente agradecer as bênçãos 🙏
Os novos integrantes que chegaram à família 🚼
Fazer muita oração pelos nossos doentes.
Comprar um panetone de frutas ao invés de roupa nova, ir ver a árvore em Botafogo com minhas visitas e se possível fazer um luau num dia de noite perfeita, Se a lua brilhar, eu irei vibrar
Esse será o momento incrível desse Natal.
Que o Espírito Santo me invada e eu consiga transformar essa data não num momento de comercialização, e sim de união e amor.
Amor, a minha áurea e que ela irradie luz a todos à minha volta.
E que tudo tenha sentido, em forma de sentimentos verdadeiros que só a presença traz.
Não os presentes 💝
2026 vem com calma que eu tô bem tranquila...
Amanheceu
Mas a noite ainda é visível.
São quatro horas e tal
Mal nos despedimos do Natal.
Um novo ano adentrou.
A vida se renovou.
O dia está nascendo tão belo.
Como amo esse céu azul com o sol amarelo.
O cheiro do café desperta os meus sentimentos.
E faz eu agradecer por esses breves momentos....
Bom dia, novo dia ☕ 🌺
Cesta de Natal Amaral
Houve uma época em que o grande charme de Santa Mariana, no final do ano, era comemorar o Natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas Cestas de Natal Amaral.
Naquele tempo, eu tinha nove anos e ela era o meu grande sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha.
Havia propaganda nas emissoras de rádio, no alto-falante do Bacarim e nos carros de som que percorriam as ruas da cidade anunciando a bendita cesta. Você podia comprá-la no início do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o Natal.
Perto da nossa casa morava uma família de classe alta que havia comprado uma daquelas cestas. E não era qualquer uma: era a maior, a número cinco. Quanto maior o número, maior o tamanho da cesta.
Passei o ano inteiro esperando a chegada do caminhão que faria a entrega.
Meu grande desejo era descobrir se era verdade tudo aquilo que aparecia nas propagandas. Será que dentro daquela cesta havia mesmo todas aquelas maravilhas? Claro, eu precisava primeiro contar com a boa vontade do meu vizinho.
Até que, num belo dia, já no final do ano, eis que chegou o tão esperado caminhão.
Foi uma festa na nossa rua. Moleque para todo lado.
Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio daquele acontecimento. Afinal, tinha acompanhado a espera durante o ano inteiro e, por isso, achava que tinha até o direito de descrever alguns detalhes da famosa cesta.
Naquela noite, depois de uma espera angustiante, finalmente me permitiram olhar dentro daquela coisa linda.
Mas só olhar.
Sem tocar em nada.
Depois de aberta, pude ver enfeites de papel celofane vermelho. Por entre eles apareciam as pontas das garrafas: vinho, espumante, suco de uva...
Havia também castanhas.
Mais para o fundo, os donos começaram a remexer as coisas e, de repente, apareceu, debaixo daquele papel vermelho, uma maravilha. Uma verdadeira obra-prima.
Era uma lata redonda.
Na tampa havia desenhos daquilo que vinha dentro. Eram quatro figuras, em formato de triângulos com as bordas arredondadas.
Não teve jeito.
Pedi para segurá-la.
Relutaram um pouco, mas acabaram deixando. Por alguns segundos, aquela maravilha esteve nas minhas mãos.
E foi o suficiente.
Olhando para aquela lata mágica, deixei minha imaginação viajar. Naquele instante, pude saborear, um pedaço de cada vez, a goiabada, a marmelada, o figo e o marron-glacé — nome que descobri naquela noite e que, para mim, até então, era simplesmente batata-doce.
Alguns dias depois, fuçando pelo entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela.
Ela mesma.
A lata.
Aquela obra-prima estava ali, jogada, vazia, como se fosse uma coisa qualquer.
Fiquei alguns segundos olhando para ela, meio consternado com o fim que tivera.
Para mim, aquela lata ainda carregava todo o encanto do Natal. Para os outros, era apenas uma lata vazia.
Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela.
Finalmente pude conhecer o sabor daqueles doces.
Mas não era Natal.
E também não era da Cesta de Natal Amaral.
E talvez por isso nunca tenha tido o mesmo gosto.
O Presente de Natal
Num Natal, eu botei na cabeça que ia dar um presente para minha mãe.
Nessa época, eu era engraxate. Lembrei-me disso hoje porque aquele Natal também caiu num domingo.
Na rodoviária de Santa Mariana havia um bazar. Certa vez, eu tinha visto ali uma xícara com uma paisagem de neve. Era aquela xícara que eu queria dar para minha mãe.
Só havia uma.
E eu corria o risco de ela ser vendida.
Pedi ao dono do bazar que a reservasse para mim. Ele sorriu e respondeu:
— Quem chegar primeiro, leva.
Isso foi de manhã, por volta das nove horas. E eu não tinha um único centavo no bolso do calção. Meu calção tinha um bolso, mas naquele momento ele estava vazio.
O dia foi passando e nada de conseguir o dinheiro.
De repente, começaram a aparecer alguns dos meus fregueses tradicionais. Um aqui, outro ali, e algum dinheirinho começou a entrar. Mas ainda era pouco para comprar o presente.
Eu engraxava um par de sapatos e, assim que terminava, ia até o bazar para ver se a xícara ainda estava lá.
Nem fui almoçar naquele dia.
À tarde, eu já tinha conseguido boa parte do dinheiro, mas ainda não era suficiente. Continuava trabalhando e, de vez em quando, passava pelo bazar para pedir ao dono que, por favor, não vendesse a xícara.
No fim do dia, quase na hora de fechar o bazar, eu ainda não tinha conseguido juntar o valor necessário.
Então tomei coragem e pedi:
— O senhor não poderia deixar eu pagar o que falta na próxima semana? Eu engraxaria seus sapatos sem cobrar até completar o dinheiro.
Ele nem pensou.
— Nem pensar — respondeu. — E tem mais: já vendi a xícara.
Fiquei olhando para o chão, com os olhos cheios de lágrimas.
Naquele momento, pensei:
Como é difícil a vida de engraxate.
Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dias...
Mas aquele dinheiro dos outros dias também fazia parte da receita da família. Vez ou outra, eu comprava carne ou alguma outra coisa para comer e levava para casa.
O que fazer?
Eu tinha chegado tão perto de conseguir comprar aquele presente.
Era para ser uma surpresa para minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz naquele dia de Natal.
Peguei minha caixa de engraxar, que havia deixado do lado de fora do bazar, e levantei-a para colocá-la no ombro.
Foi então que alguma coisa me chamou a atenção.
Havia dentro da caixa um embrulho de papel de presente.
E, pelo formato, parecia uma xícara.
Fiquei sem entender.
Hoje, penso que, enquanto eu estava ali, tentando negociar a compra da xícara, em algum momento aquele homem, Vitor, colocou o pacote dentro da minha caixa de engraxar.
Olhei para ele.
Ele me olhou de volta, com os olhos cheios de lágrimas.
Sorriu.
E me desejou:
— Feliz Natal.
Naquele dia, eu não consegui comprar a xícara.
Mas ganhei algo muito maior.
Ganhei a certeza de que, mesmo quando a vida parece dura demais, ainda existem pessoas capazes de enxergar o coração de um menino.
E aquele menino, que só queria fazer sua mãe feliz, voltou para casa carregando, no ombro, sua velha caixa de engraxate.
Dentro dela, além das escovas e da graxa, levava o mais bonito presente daquele Natal:
um gesto de amor.
R E C O N S T R U I N D O
A cidade estava toda pronta para uma noite de Natal iluminada.
O clima era de festa completa. O comércio cheio, as ruas lotadas, o povo indo e vindo com sacolas nas mãos, com aquela pressa boa de quem quer celebrar. Ninguém sabia o que estava por vir após o anoitecer.
Anoiteceu. Jiquiriçá acendeu suas luzes. Em cada casa, a mesa quase posta, a ceia quase pronta.
Já era quase à meia-noite quando a chuva começou. Ela veio sem pedir licença, sem dar tempo para pensar.
A água rompeu as ruas com fúria, engolindo tudo pela frente. O que até então era chão firme e seguro, de repente virou mar.
A alegria virou pranto num instante. Lares foram largados para trás no escuro e inundados. Gente em disparada, com o que coube nas mãos, buscando um ponto mais alto para se abrigar naquela madrugada.
Do alto, abrigados como deu, vimos nossas casas tombarem. E não era só parede caindo. Era uma vida inteira boiando. O retrato da formatura, a geladeira a prazo, o suor de anos, tudo se perdeu rapidamente.
Naquela virada, o brilho do Natal se apagou no lamaçal.
A perda foi sem medida. Aquilo abalou profundamente nosso povo e fez Jiquiriçá chorar.
Os dias que se sucederam foram duros, de muita luta e labuta, mas nada nos abalou. A vida sempre teima em não parar, e nós estamos firmes nessa luta que é de todos.
E é com fé, suor, garra e com a força de quem vive aqui que estamos reconstruindo, tijolo por tijolo.
Não está longe o dia em que a veremos renascida, mais iluminada, mais bonita do que nunca, a nossa querida Jiquiriçá.
Eraldo Cunha
Eles mudam de mascara apenas, não se iluda. Natal é todo dia, não é só pra sair na foto. Punição equivalente é justo para quem sem pena invalida a existencia do seu irmão para sublimar o ódio. Chega de absurdo, não tem como deixar coisas assim sair impunes, covardias disfarçadas de vitimismo.
Ele pode destruir todas funções cognitivas das vítimas, destroem as escolhas do futuro de um individuo que tem sua dignidade cognitiva. Traumas promovem eventos irreparáveis na perspectiva do outro.
Não basta divulgar e a vaidade promover, tem que criar força para advogar. Todos juntos deixamos o exemplo que os jovens irão seguir. apertar a mão do vazio em silêncio não isenta da culpa. Os números já entregam o colapso da moral. Em nome de todos que amam mulheres, crianças e animais, chega de passar pano pra coisa errada.
NATAL
Vou escrever:
-A minha mensagem de Natal generalizada.
Com intuito de documentar este percurso de vida feito até aqui.
Após análise no caminho percorrido entre as agruras, aventuras, e realizações de muita tensões vivificadas com propósito de ir até onde a minhas capacidades permitem ir, olho para traz e deixo um homem morto, e nesta Natalidade nasce um homem para mais uma vez voltar a começar, andar pelo trilho, e redirecionar o foco, é sempre um início um nascer um rebentar naquilo que se semeou, um culminar de chegar ao Céu romper o véu e ver mais além, ir a busca na investigação,na pesquisa, na prática e na conquista é ser um de todos e para todos, no sentido de amar tudo e zelar por tudo.
O Natal é da família é meu, é seu, é nosso, é em lembrança do nascimento de Jesus Cristo.
Nesse exemplo me deito e acordo esperançoso numa melhoria e de mais virtudes boas ,atributos esses que são dádivas divinas Celestes.
Um bom Natal e próspero ano novo repleto de alegrias amor, saúde e paz de interior.
Bem haja ao nascer
Ao viver
Ao semear
E ao crescer
Pense em como o nascimento e a missão do Salvador pode trazer um espírito de paz e santidade na época do Natal.
Por que o nascimento de um bebê proporciona tanta alegria? Talvez porque um novo bebê represente um símbolo de esperança. Existe algo de belo quando uma vida acaba de surgir, repleta de possibilidades, que nos leva a refletir sobre o que a existência pode oferecer para aquela criança e que coisas maravilhosas ela poderá realizar. Isso nunca foi mais verdadeiro do que no nascimento do Filho de Deus, Jesus Cristo. Jamais tanta esperança foi depositada sobre uma criança, e nunca um nascimento foi tão cheio de amor.
É Natal!
Evito falar sobre essa data e o seu real significado (ou seja, a comemoração do nascimento de Jesus Cristo).
E, mais ainda, evito ficar repetindo para todos: "Feliz Natal!".
Vejo tanta hipocrisia e falsidade nesse ritual linguístico de fim de ano.
Sim… é Natal.
E o que eu penso e escrevo a respeito
traz uma lucidez que dói em mim e pode ferir os outros, como quase tudo o que é cruamente honesto, e que costuma golpear algumas pessoas.
O “Feliz Natal” virou um mantra automático,
esvaziado de real presença e de sentimento,
repetido por bocas que não se dispõem
ao mínimo gesto natalino de verdade:
sentimento, empatia, escuta, coerência e humanidade.
Celebra-se uma data que deveria simbolizar
a ruptura com a lógica da violência,
do acúmulo e da exclusão, mas…pratica-se exatamente o oposto, embrulhado em luzes, comilanças, consumo e frases prontas.
E há algo muito coerente no meu evitar esse ritual, quando ele se torna falso.
O meu silêncio, nesse caso, é mais ético que a saudação mecânica.
Jesus, se tomado verdadeiramente a sério,
seria profundamente incômodo hoje.
Ele não caberia nos shoppings lotados,
nos discursos moralistas, nem nas felicitações ( na maioria das vezes) vazias enviadas por obrigação familiar e social
Meu incômodo com essa data não é rejeição ao sagrado. É, ao contrário, respeito.
Respeito por não banalizar o que deveria ser vivido com sentimento e reflexão, e não repetido automaticamente.
Talvez o meu Natal seja esse:
não o da frase dita, mas o da consciência
que se recusa a fingir.
E esse fato, mesmo sem “Feliz Natal”,
é profundamente verdadeiro.
Quantas “Marias” (mulheres solteiras, grávidas
e destinadas à fuga) ainda existem?
Quantos “Jesus” ainda nascem em situações precárias por causa do preconceito e da desumanidade?
Quantos “Josés”, no mundo de hoje,
acolhem uma “Maria” (solteira e grávida) e reconhecem o bebê como um pai?
São tantas as perguntas…
mas prefiro terminar por aqui.
Saúde e serenidade a todos.
Fiquem em paz 🕊
Sejam paz 🕊
✍©️@MiriamDaCosta
Quando chega o Natal e a passagem do ano novo, fico recordando da minha infância, tudo era tão poético, tanta inocência!
Hoje é só consumismo, tanta competição, tem que mostrar o carro novo, o celular top, etc...!!!!
Na passagem do ano é aquela loucura, parece que o mundo vai acabar, no dia seguinte nada mudou, tudo continua igual!!!
Querido Deus,
Então é Natal, mas onde foi parar o verdadeiro espírito natalino? Infelizmente o que se vê nos dias atuais é um consumismo desenfreado, onde as lojas e os shoppings estão lotados, mas o coração vazio, ninguém tem mais tempo de parar e ouvir o outro, usar de empatia para com seu próximo, muitas vezes um pequeno gesto de carinho ou uma palavra amiga aquece o coração e tira um sorriso onde só existe dor. Muitos só lembram de ser solidários e bondosos nessa data, esquecem que Natal é o ano todo, onde se deve amar, ajudar e fazer sempre o bem, sem olhar a quem.
As luzes, os presentes, a mesa farta não tem nenhum significado se o aniversariante Jesus não for o centro da festa. Enfeitamos a casa, a árvore, mas e o coração?
Que neste Natal a família reunida e o amor que nos une seja nosso melhor presente.
A maior homenagem
que pode ser feita neste Natal
é lembrar de que em cada
pequenino palestino desprotegido
existe um Jesus Menino
que não está sendo protegido,
Erga a sua voz para que nenhum
pequenino nunca mais seja agredido,
Seja corajosamente sempre a luz
do mundo em prol de cada
pequenino.
O NATAL DENTRO DE NÓS.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé.
Momento abençoado e bendito,que visita as criaturas em seus corações empalidecidos e calejados pelas dores atrozes,numa desesperança alimentada dia-a-dia...
Na divisão do calendário de outrora,para aniquilar os deuses ignóbeis e desajustados que já não serviam mais como consolo para a humanidade,eis que surge na mente gregoriana deste mesmo, apontar a brilhante estrela de belém no nascediço de Nosso Senhor Jesus Cristo,num solstício quando o mesmo mais se destacava das estrelas mais fulgurantes à cantar as maravilhas porvindouras do Rei dos reis.E para calar a voz das idolatradas pedras mortas e voltar os corações humanos à personalidade real do pequenino de Belém,marcou-se uma data para ele evarmo-nos em alto e em uníssono fraternal a capacidade de amar no perdão.Neste dia,tão imantado já de luz por mais de dois mil anos,Jesus tem refeito muitos,operando verdadeiros modos, voltados ao bem,retornar à casa Paterna celestial!
Ainda não se tem uma confirmação exata sem se correr o risco do anacronismo para o dia do seu nascimento,tanto quanto para o de sua aparente morte,mas o que se salienta é que ele aqui veio,misturou-se por entre os mais pobres,pecadores e adoentados e aos sorrisos admoestou que:
- Meu Pai trabalha até hoje e eu também!
O seu nascimento dividiu a história,sem precisão numérica,mas sim numa imposição meiga de amor tão peculiar de si.Recorria à simplicidade da terra levando-nos à singeleza do universo.
Nasceu o pequenino numa humilde posição ignorado por muitos numa estrebaria ou numa gruta que seja,mas em meio ao vínculo de carinhosos pais terrestres,aquecido pelos bafejos de animais e das palhas,recebeu como impulso para a data presente,ouro,mirra e incenso,que a Providência Divina o presenteou na figura afável dos três reis magos,que saíram de longe para antes dos presentes dizerem: - Nós viemos adorar o menino!
Baseado nesta prisca passagem,reflitamos nos dias de agora!
O valor natalício preponderante no comércio se antepõem às adorações pelo reconhecimento infinito para com este que tem que ser nascediço diário em nossas vidas.Não nos é pedido ou imposto que paremos de nos unir à mesa,até mesmo porque nos reportamos em família à imagem sagrada da Santa ceia,mas nos é pedido mormente,que o aniversariante seja honrado primeiro e concluímos,para depois,a pecaminosa glutonaria enfim!Tal visão é tão real,que depois surgem dietas para se livrar dos toxinas alimentares!
Jesus veio ao mundo,ainda está nele,estará sempre,porque bem poucos do mundo vão em sua direção.O simbólico natal vem trazendo ele de volta para fazer morada nesta gruta tão escurecida e funda do nosso coração!
O menino jesus,não se mantém assim,mas se o amarmos assim,todos cearemos com ele neste dia porque ele cresce no cerne daqueles que o amam.
A palavra da cruz é a mesma da manjedoura,pois nos dois acontecimentos lágrimas e sangue foram vertidos.Só não nos detenhamos nas profundas tristezas pois que o messianismo nos é dado de presente mergulhado em plenitude de vida imorredoura!
Que o natal nos seja leve e suave,mas que façamos por sentir esta energia transcendental que viaja o cosmos a atingir os corações estalajadeiros que vibram na mesma faixa de dentro de si para receber tamanha visita magnânima!
Contudo que esta mesma característica perdure aos confins dos séculos,porque também não se tarde o ano novo que tantos se mostram afetados pelas desilusões e não obstante fazem planos pelo que vem,mas não desanimemos com os primeiros solavancos,estes são as dores do parto que logo se amenizará na meiguice do anjo que Deus nos presenteia.
Irmãos,não nos debatamos por datas que só existem porque a matéria existe,mas nos unamos mutuamente pois a angelitude da supremacia da Belém de outrora,antes já amava o mundo.Agora este "menino" nos trás o valor que devemos dar à matéria neste dia e que possamos também dizer:
- Nós viemos adorar o menino!
Um feliz natal,votos propensos de paz para o ano novo
que assim seja!
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