Textos de Mãe para Filho

Cerca de 6429 textos de Mãe para Filho

Não sei se viro menina, se viro senhora, se viro todas.
Se viro mãe, se viro filha ou só esposa.
Se viro santa, se viro neutra ou pecadora
Se terapeuta, se paciente, se viro doida
Quem sabe só vire a mesa, a vida do avesso... vire outras
Uma coisa é certa...cedo ou tarde, eu sempre me viro...toda!

Mãe, hoje não é nenhuma data comemorativa, porém, hoje quero apenas dizer que TE AMO mais que ontem, e com toda a certeza amanha te amarei muito mais que hoje...
Você pra mim é muito mais que Mãe, é minha AMIGA, minha CÚMPLICE, COMPANHEIRA, é meu espelho e acima de TUDO é meu PORTO SEGURO.
Você luta por nós e esquece de si mesma, você deseja nosso sucesso e abandona seus anseios, você não se curva diante das dificuldades da vida, mas ás vence. Sua força realmente me orgulha. Te admiro e me inspiro em você... Te vejo como meu maior exemplo e como meu maior Presente.
Quando eu sou ferida, você é quem sente a minha dor... mais também é você quem a cura...
Mãe, talvez eu possa não retribuir e valorizar tudo que faz por mim, mais posso te garantir que por ti, eu faço TUDO.

"Sou Mulher, Sou Bicho, Sou Leoa.
Sou Donzela, Mãe e Anciã
Sou Mil Faces em uma.
Sou minha essência, nutridora, geradora, criadora
Sou breu e luz, quente e frio.
Perfeita e imperfeita
Sou tantas que posso ser Uma
Uma essência,
Só não me peça para ser a dona de meios termos;
Sou aquela que baila com o vento, celebra as tempestades e da Boas Vindas ao Arco Iris
Sei sorrir de tristeza e chorar de felicidade.
Você sempre sera que escolhe o que tera de mim. Posso ser sua melhor amiga, sua irmã, sua mãe, mas aconselho que escolha aquela que SOU EU, e assim vc me verá por inteira.
Sou aquela que borra a maquiagem ao chorar mas permite conhecer o que faz o barco não afundar . Mergulho nas minhas emoções e coloco a minha saia pra rodar na dança da vida
Sou aquela desajeitada que quebra, risca e rabisca. Gosto do que me encanta e do que me faz ser inteira; Sei pedir Perdão, mas não aprendi disfarçar o que me entristece.
Me permito, me descabelo e não sei Amar pela metade. Vivo de Amores quentes e o café morno não faz parte da listagem das minhas coisas prediletas; aliás o morno não interessa. Eu gosto do que me enloquece e faz a minha alma uivar de prazer.
Não tente me compreender, apenas decifre o que meu coração diz.
Me fiz assim com minhas historias, carrego um pouco de mim e um pouco de ti.
Na dança da vida a melodia que ecoa em meus ouvidos é aquela que diz:
Liberte-se!" -

Promete que mesmo que o tempo passe e a gente passe com ele, você vai ligar pra mim e pra minha mãe nos feriados pra fazer piada com ela. Pra ela continuar dizendo que você é o amor da minha vida agora.

Minha mãe me jura que existe alguma coisa ali. Mas bate tanto medo. E se, e se, e se, e se. E se você me olhar de verdade como ela conta que olha, como ela diz que ele te olha com tanto carinho que o afeto já virou teu cobertor invisível, te admira e sabe que tem a mulher mais incrível do mundo com ele porque ele te enxerga assim, te olha e não te atravessa, estaca os olhos nos teus e tenho certeza das coisas que ele diz porque o corpo todo dele diz. Já percebeu que ele treme e alarga os lábios involuntariamente quando te vê, minha filha? E eu reparo que dessa vez eu vou por mim e a gente vai amar por dois.

{Depois de você}

Minha mãe sempre dizia: "Mas menina, você é oito ou é oitenta." É mãe, depois que eu cresci eu entendi e aceitei, sou mesmo assim!
Sorrindo ou chorando, certa ou errada, gritando ou calada. Eu vou ou fico. Eu nunca fui meio termo. Ou é tudo, ou é nada.
Você já viu um copo quebrado, meio colado ter cem por cento de utilidade? É ... acho que eu também não.

Homenagem Mãe 50 anos.

Meio Século.

Eu sei o quanto caminhaste para chegar até aqui, nem sempre entre jardins, mas nem por isso desistiu das borboletas. Nesta caminhada foste perdendo os hormônios e ganhando a experiência. Nem tudo se consegue mudar, porém seus cabelos só ficam brancos quando queres. Mudaste várias vezes no caminho, mas sempre sabendo onde deverias chegar. Fez planos, mudou os planos.

Lógico que se decepcionou com os erros, mas aprendeu com os eles. Foi aprendendo com os anos que tudo pode, mas nem tudo convém. Neste meio século de vida o universo conspirou a seu favor, não que ele tenha te dado o que querias, mas exatamente aquilo que precisavas.
Chorou, sorriu, sofreu, morreu várias vezes. Porém o que conta são as vezes que levantou e continuou caminhando! Quanta coisa aprendeu. E quantas coisas ainda para aprender.
Em se tratando de família, não poderia ser outra de jeito nenhum. De geração a geração amou a cada um na total plenitude do teu ser. Maravilha já teve, e espere sempre ter em tua vida. Praticando diariamente a paciência, prudência e sabedoria, com certeza você chegará a um século de vida. Um século de vida maravilhosa.

Eu senti as mãos calejadas de minha mãe a me dar carinho... Vi seu sorriso ao ver todos os seus ao seu redor, com aquela expressão facial de satisfação e alegria.
Vi mulheres com olhares doces e penetrantes, esbanjarem amor da forma mais intensa que pode existir, com força suficiente para encarar leões sem medo, equilíbrio de sobra pra distribuir a toda humanidade, humanidade imensa para doar a um mundo que machuca os seus...
Meus olhos puderam ver a sensibilidade e delicadeza vencendo sentimentos ruins, um caldeirão de possibilidades e individualidades únicas, ímpares e encantadoras.
Vi a força das rochas, a pureza das águas, o fogo dos vulcões, os ventos a distribuir lições...
Vi mães, mulheres, irmãs, amantes, guerreiras.
Como que num lindo jardim multicor, cada uma com sua beleza impar, a encher de vida tudo que há ao seu redor!
Por que todo dia é dia Internacional da Mulher!

A fantasia é a mãe da satisfação, do humor, da arte de viver. Apenas floresce alicerçada num íntimo entendimento entre o ser humano e aquilo que objetivamente o rodeia. Esse ambiente envolvente não tem de ser belo, singular ou sequer encantador. Basta que tenhamos tempo para a ele nos habituarmos, e é sobretudo isso que hoje em dia nos falta.
(A respeito do devaneio)

Parabéns pelo trabalho feito, querida Mãe

Naquele dia de intenso frio;
Quando uma célula já se nascia;
Estavas tu a proteger-me, mãe;
Um pequeno ser sem malícia;

Com o meu crescer;
Acompanhaste-me da melhor forma possível;
Quando chegar o momento da minha morte;
Estará presente um amor eterno bem visível;

Tu mereces tudo de bom;
Não chega apenas um maravilhoso som;

As discussões que se sucedem;
Fazem parte da nossa relação;
Aquilo que referimos um ao outro;
Mostra apenas a nossa opinião;
Mas o amor presente;
É aquilo que me deixa mais contente;

Querida mãe;
Espero que o teu dia seja repleto de felicidade;
Pois o dia quatro de maio;
Não terá nenhuma calamidade;
Não deixarei;

Porque és maravilhosa;
Uma mãe gloriosa;
Uma mulher vitoriosa.

LCF

Nota: (Dedicado a Laiz Camargo)

CONFISSÕES
Casei, fui mãe, presente não sei,
mas como eu os amo, e sempre amei.
Eu os criei para a vida e nela eles se formar
para uma nova família formar.
Assim descobri que em meu coração
cabe sempre mais um para amar.
Hoje sou viúva, palavra estranha que dói.
Antes chegava em casa e encontrava bagunça,
casa suja, tapetes enrolados, pia com louça.
televisão alta, ele dormindo no sofá,
mas ele sempre estava lá.
Hoje volta encontro tudo em ordem,
mas ele não mais esta lá.
Agora me veem como uma mulher vazia,
sem vontade própria, sugerem
reuniões de idosas, leitura de Bíblias e Evangelhos.
Fiquei mais sensível igual minha pele,
as vezes uma palavra dita sem pensar,
me deixa quase a chorar.
Não fiquei incapaz, nem quero que segurem minha mão,
sei andar com meus pés, mas agora sem muita ilusão.
A sensibilidade aflorou, choro mais fácil,
não mandem em mim, assim minha tristeza aumenta e
meu abatimento todo mundo comenta.
A tristeza no meu peito uma bolha formou,
ela sempre preparada para estourar,
seguro minhas lágrimas, contra elas sei que que tenho que lutar.

VALDELICE BACIC

"VENTRE"

Ser mãe é doação.
Ser mãe é dedicação.
Ser mãe é perdão.
Ser mãe é aceitação.
Ser mãe é ter o amor mais puro.
Ser mãe é sentir o amor mais verdadeiro.
É o amor que nasce no nosso ventre.
São nove meses a fio, de espera, de felicidade.
É o desaguar o rio, no mar de emoções!

Mamãe pode tudo

Mais do que mulher, tento ser mãe, pai, advogada,
profissional em qualquer coisa...
Com filhos a precisar da gente o dia todo,
não é fácil conciliar as coisas,
e ainda ser perfeita, acabamos falhando em certos pontos.
Comigo não é diferente, o dia parece às vezes não acabar nunca,
e já em outros, quando se tem muitas questões a serem resolvidas,
o dia parece ter apenas 6 horas, e a noite chega e vejo
que nada consegui resolver.
Assim, fica para o dia seguinte:
O médico que eu devia ter marcado,
o carro com aquele barulho estranho que esqueci de passar no mecânico,
a porta da sala, que faz um rangido horrível, também ficará para amanhã.
Tudo tem sido assim, tudo amanhã, e amanhã o dia vai novamente ser curto.
A noite cai como um bálsamo, todos os filhos já na cama,
o cachorro já com a comida na vasilha, sento para ler os e-mails...
Meu Deus! Já passa da meia-noite,
preciso dormir, pois amanhã serei acordada bem cedo com telefone tocando,
filhos me beijando (ou chorando), e aquele monte de coisas que deixei de fazer hoje,
vai ter que ser feito amanhã.
Tento ser tudo ao mesmo tempo, e sinto que estou falhando, mas fazer o quê?
Nunca dá para ser tudo, então tento apenas ser mulher,
ir deixando para amanhã, e quem sabe Deus ajuda que um dia eu consiga resolver tudo.

MÃE!

Hoje eu te agradeço!
Pois o que fez não tem preço,
Quando me amamentou.
Serei grato para sempre
Pelos nove meses em que vivi no teu ventre,
Por isso é que hoje vivo eu estou.
Obrigado por ter me dado um ninho.
Por ter me dado um nome.
Por ter me dado carinho
E ter me transformado num homem.

Meu coração não aguenta mais a distância.
Lembro da minha infância
No tempo em que eu era tão feliz,
Quando eu tinha teu colo.
E hoje distante eu choro,
Porque um dia eu quis
Conhecer o mundo
E aprender coisas diferentes.
E esqueci que o amor de mãe é profundo
E dura eternamente!

Perdoa-me a ausência,
Pois permiti a influência
Deste mundo tão sombrio.
E hoje vivo distante
Pensando em ti a todo instante
E percebo o quanto fui frio,
O quanto fui tolo
Quando deixei meu lar
E perdi o teu colo
Pra vir tão longe morar.

Seu filho ainda vive!
Ainda hoje estive
Pensando em ti a chorar!
Cumpre missão tão linda
Sabendo que ser mãe é sua sina!
Pelo filho vive a rezar!
Pede para ele proteção
De todos os Santos,
Nesta hora fala alto o coração
E ela se banha de prantos!

É sempre mãe na alegria e na dor!
Mesmo se não lhe é dado o devido valor
Ela não se aborrece.
E quando fala no filho
Seus olhos se enchem de brilho
E coração se amolece!
E tudo faz para ajudar o filho ingrato,
Mas esse não reconhece
Todo o amor que lhe é dado,
Mostrando que nem sempre o merece!

Continua sendo mãe mesmo diante da ingratidão,
Perdoa se o filho lhe esqueceu na solidão,
E continua firme por ele a rezar.
E se o filho se encontra doente
A mãe sofre intensamente
Pedindo a Deus para que ela morra em seu lugar!
E morrendo parte para os Céus
Para junto do Pai ficar!
Onde será coroada por Deus.
Se torna Rainha, mas do Alto, ao filho continua amar!

Santa Maria....
Nossa Mãe!
O teu olhar tão belo...dos altos céus....
Sentada no trono sagrado....
Amor singelo....
Ouve esta prece.....
Louvor eternamente .... Maria!
Ó Mãe de Deus....na dor ou na alegria!
Guiaste minha alma a ti.....
Para debaixo do teu manto....
Na mais doce esperança.....
Salve doce Mãe...Virgem Maria.!!

CHAMAMENTO (soneto)

Mãe Senhora, das boas obras benfeitora
Mãe Senhora, do manto de esperanças
De ti a ternura da graça as almas mansas
De ti o perdão nascido na manjedoura

Doce olhar, e no auxílio não descansas
Em toda a parte, és a virgem protetora
Em teu seio o meio à urgência vindoura
És frugal vereda das bem-aventuranças

A mim, pois, filho de escareado desatino
Que aflige o coração em ingrato engano
Olhai com sua piedade o meu vil destino

Assim, neste chamamento de filho insano
Advogue por este pecador, ao Pai Divino
Soberano, nas aperturas deste mundano

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Julho de 2016
Cerrado goiano

Casa de mãe depois que os filhos se vão

Casa de mãe depois que os filhos se vão é um oratório. Amanhece e anoitece prece. Já não temos acesso àquelas coisinhas básicas do dia a dia, as recomendações e perguntas que tanto a eles desagradavam e enfureciam: com quem vai, onde é, a que horas começa, a que horas termina, a que horas você chega, vem cá menina, pega a blusa de frio, cadê os documentos, filho.
Impossibilitados os avisos e recomendações, só nos resta a oração, daí tropeçamos todos os dias em nossos santos e santas de preferência, e nossa devoção levanta as mãos já no café da manhã e se deita conosco.
Casa de mãe depois que os filhos se vão é lugar de silêncio, falta nela a conversa, a risada, a implicância, a displicência, a desorganização. Falta panela suja, copos nos quartos, luzes acesas sem necessidade...aliás, casa de mãe depois que os filhos se vão vive acesa. É um iluminado protesto a tanta ausência.
Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre o mesmo cheiro. Falta-lhe o perfume que eles passam e deixam antes da balada, falta cheiro de shampoo derramado no banheiro, falta a embriaguez de alho fritando para refogar arroz, falta aroma da cebola que a gente pica escondido porque um deles não gosta ( mas como fazer aquele prato sem colocá-la?), falta a cara boa raspando o prato, o "isso tá bão, mãe". O melhor agradecimento é um prato vazio, quando os filhos ainda estão. Agora falta cozinha cheia de desejos atendidos.
Casa de mãe depois que os filhos se vão é um recorte no tempo, é um rasgo na alma. É quarto demais, e gente de menos.
É retrato de um tempo em que a gente vivia distraída da alegria abundante deles. Um tempo de maturar frutos, para dá-los a colher ao mundo. Até que esse dia chega, e lá se vai seu fruto ganhar estrada, descobrir seus rumos, navegar por conta própria com as mãos no leme que você , um dia, lhe mostrou como manejar.
Aí fica a casa, e nela, as coisas que eles não levam de jeito nenhum para a nova vida, mas também não as dispensam: o caminhão da infância, a boneca na porta do quarto, os livros, discos, papéis e desenhos e fotografias – todas te olhando em estranha provocação.
Casa de mãe depois que os filhos se vão não é mais casa de mãe. É a casa da mãe. Para onde eles voltam num feriado, em um final de semana, num pedaço de férias.
Casa de mãe depois que os filhos se vão é um grande portão esperando ser aberto. É corredor solitário aguardando que eles o atravessem rumo aos quartos. É área de serviço sem serviço.
Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre alguém rezando, um cachorrinho esperando, e muitos dias, todos enfileirados, obedientes e esperançosos da certeza de qualquer dia eles chegam e você vai agradecer por todas as suas preces terem sido atendidas.
Porque, vamos combinar, não é que você fez direitinho seu trabalho, e estava certo quem disse que quem sai aos seus não degenera e aqueles frutos não caíram longe do pé?
E saudade, afinal, não é mesmo uma casa que se chama mãe?

para a mãe que já não está entre nós

hoje é o dia de visitar a recordação,
onde a celebração da vida é saudade.
do vazio o meu, parabéns, em oração,
e neste abraço que se faz pela metade,
minha saudação.
nesta data querida, de descontinuidade...
a gratidão, o amor, em contas dum rosário,
de lembrança, de afeto, onde a dor brade.
onde estiver, mãe, feliz aniversário!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
julho
Cerrado goiano

Sabia que no fundo a mãe tinha apenas as melhores intenções, que a amava. E o amor era recíproco. Na verdade, até Daphne chegar à idade de ser desposada, Violet com certeza havia sido a melhor das mães. Ainda era, quando não estava desesperada pelo fato de que, depois de Daphne, tinha mais três filhas para casar.


O duque e eu

Mãe

Noite,
Os anos já pintaram de luar os teus cabelos,
No entanto, tudo parece estar acontecendo agora,
Neste instante.

Noite,
Após tantos anos,
Neste momento,
Vejo tudo diante de mim,
Como se estivesse assistindo a um filme
Da infância:

Nós, teus filhos, todos pequenos,
O relógio parado na hora de privações,
Tantos sonhos de asas quebradas pelos cantos
De nossa casa pobre, sem conforto;

Tu, mulher ainda jovem, tão boa, tão calma,
Constelação de esperança e ternura,
Inspirando segurança,
Inspirando fé, amor,
Em meio a tantos vendavais.

Noite,
Tua luta foi para nós teu maior ensinamento
Sofrias (hoje o sei), entretanto,
Em nossa presença, nunca uma lágrima
Rolou pelo teu rosto.

Noite,
Desde criança aprendi a amar-te,
Mas só hoje, adulto, é que vejo, comovido,
As incontáveis estrelas que brilham em teu ser
E que tantos vendavais não conseguiram apagar.

⁠Mãe,

O que há de melhor que acordar e te ver?

Fechar os olhos e dormir na certeza que tenho você...

O que há de melhor que o teu colo, teus beijos, teu riso e a alegria de estar com você?

O que há de melhor mãe, que o amor residente em você?
Tal qual o amor de Deus o teu é paciente, bondoso e eterno
Tudo perdoa, tudo suporta, tudo supera

O teu amor reina e em palavras não se descreve.

Tu me amas, instrui e leva a tudo vencer!

Feliz dia das Mães!