Textos de Liberdade
Oração pelo Brasil
Que Deus nos entregue a chave da liberdade para o nosso Brasil, que hoje se encontra preso pelas consequências da corrupção e da injustiça.
As obras da maldade, dos principados e das potestades, escravizam a mente de muitos, conduzindo pessoas à pobreza material e espiritual.
Precisamos gastar mais tempo reencontrando o amor pela nossa nação do que alimentando a guerra de ódio que tantos interesses políticos promovem.
Vivemos, muitas vezes, em um profundo devaneio, confundindo ilusões com esperança e farsas com verdade.
«De nada vale a capacidade sem oportunidade.»
Alguns pedem uma oportunidade para governar com a caneta na mão; porém, somos nós que devemos ser capacitados a fazer uma escolha sábia de quem exercerá o poder.
Na minha opinião, não existe uma boa democracia sem paz, e não existe verdadeira paz sem Deus.
Assim como Deus libertou o povo da mão do Egito por meio de um homem que Ele levantou, oro para que também levante líderes íntegros e tementes a Deus para conduzir o Brasil pelo caminho da justiça e da paz.
— Ronan Helio de Souza
Pobreza = Dependência e Prosperidade = Liberdade"
Um governo que é grande o suficiente para te dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para te tirar tudo o que você tem.
A dependência do governo cria uma população dependente. Estado grande cria dependência e tira autonomia. O Estado é a grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas de todos.
Quando a pilhagem se torna um meio de vida para um grupo de homens, eles criam para si mesmos um sistema legal que o autoriza e um código moral que a glorifica. O assistencialismo cria dependência.
O problema do socialismo é que um dia você fica sem o dinheiro dos outros. Ninguém ficaria pobre se não houvesse ricos. Mas ninguém ficaria rico se não houvesse liberdade.
Liberdade não significa apenas a oportunidade de escolher. Significa também as consequências da escolha. Quando você depende do governo para o seu pão de cada dia, você perde a liberdade. Dependência econômica = perda de liberdade política.
O homem que tenta viver para os outros é um escravo. Riqueza é o produto da capacidade do homem de pensar e decidir. Produção e mérito geram independência.
Resumindo para os analfabetos funcionais endividados: Pobreza gera dependência. Prosperidade gera liberdade e independência. Por isso os comunistas adoram os pobres e famélicos. Viva o Bolda-Esmola! É impossível levar os pobres à prosperidade através de legislações que punem os prósperos e eficientes
Nasci em uma época em que o feminismo ampliava a liberdade e transformava os costumes, inclusive na forma de se relacionar. Na adolescência, conheci o “ficar” e passei a enxergá-lo como uma etapa natural da conquista, acreditando que fazia parte da experiência de qualquer indivíduo.
Somente na vida adulta compreendi que aquilo que eu considerava normal era apenas uma construção social do meu tempo. Existem pessoas que valorizam relações mais livres e outras que preservam princípios conservadores.
Talvez amadurecer seja justamente compreender que o que aprendemos como normal para nós não necessariamente é normal para todos — e que diferentes escolhas podem coexistir, desde que haja respeito pelos limites e valores de cada indivíduo.
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Sem pedir a arte
das tuas mãos
tu haverá de me dar
com a liberdade
Sem ócio e sem
quartel quero amar
cada território seu,
Do jeito que Deus
te fez e me deu.
Amar-te bem mais
do que do que
demais ainda não
será o suficiente:
Só quero loucuras
de amor entre a gente.
A minha liberdade
como mulher não deve
oferecer risco para mim,
para outra mulher,
a quem quer que seja,
e tampouco oferecer
risco ao meu país,
A minha liberdade
como mulher não deve
ser encarada nunca
como ameaça ou ofensa;
E da mesma maneira
que a sua deve existir
reconhecendo o seu lugar,
e o dever inalienável
de usar a cabeça para pensar.
Ribeirão Liberdade
Na minh'alma cabe todo
o Médio Vale do Itajaí,
Moro numa bela cidade,
onde reina a tranquilidade,
em mim cultivo a paz
existencial de verdade.
Aqui no Centro de Rodeio
com a poesia que elegi
com tudo o que imaginei,
vivi -- e ainda não vivi;
E com certeza viverei
intensamente e escreverei.
Porque em mim há tudo
de Canário-da-telha
por todo este lindo lugar,
Até quando se junta
ao Ribeirão Liberdade
para alegre com ele cantar
a esperança na imensidade.
Fui encontrada pelo teu olhar
nas estepes do acaso.
Nutrindo com naturalidade
a liberdade
de ave peregrina que me cerca
com potente pensamento.
Com teu jeito de caçador,
ao meu lado pousaste com amor.
Como tulipa selvagem,
espalhei-me imparável,
sem pedir permissão.
Criei raízes no teu coração.
Não vou, nem preciso ir,
porque tenho direção,
o tempo como aliado
e a irresistível devoção
que me tens tocado.
Por isso, sem nenhuma pressa,
porque já estou dentro
como a ilustre habitante
da glória do teu sentimento.
Sempre que for necessário,
para que em mim encontres
o genuíno abrigo paradisíaco.
De corpo e alma em fruição diária,
apaixonado, te orgulhes
de ter me encontrado
e digas, orgulhoso, para ti mesmo:
— Pertenço à que soube, como ninguém,
o valor de ter capturado meu coração.
Conquistei a merecedora de veneração.
As estrelas, o sol e a verdade
lida William Shakespeare,
A dúvida e a liberdade
de vestir a cada instante,
Só não vale desistir da certeza
que ainda vamos viver
além do poema o romance,
Ainda que a gente não se veja,
e o amor nos pareça distante.
Não vamos deixar de crer,
aconteça o que aconteça,
que o nosso amor irá florescer.
Sempre que as certezas se atreverem a flertar com a nossa Liberdade de Pensar, que a dúvida nos abrace! Amém!
Porque é no abraço da dúvida que o pensamento, livre, leve e solto, respira — livre do jugo das respostas prontas, longe do conforto das verdades fabricadas.
A dúvida não é inimiga da fé nem do saber; é o ventilador da consciência, o sopro que impede que o pensamento apodreça no mofo das convicções.
As certezas constroem muros, a dúvida, pontes.
A certeza se alimenta da repetição, a dúvida, da curiosidade.
A convicção grita, a dúvida escuta.
E se o mundo parece girar ao som das certezas, é apenas porque poucos ainda têm coragem de dançar ao ritmo incerto da dúvida.
Que nós nunca nos acostumemos com o conforto das respostas — e que a nossa liberdade de pensar por conta própria seja sempre maior do que a vontade de estar certo!
Amém — mas com o coração movimentado e aquecido pela dúvida.
Não bastasse o desrespeito à opinião e à Liberdade de Expressão, comumente confundida — por descuido ou capricho, com Discurso de Ódio — os tais “juízes virtuais” ainda insistem em cometer outro pecado: o de esvaziar a língua pátria que fingem defender.
É muito curioso…
Julgam com voracidade, apontam erros com fúria, mas tropeçam no português com a elegância de quem pisa no próprio eco.
Têm certezas demais, dúvida de menos, e nenhuma disposição para pensar antes de responder.
E assim seguimos, assistindo aos espetáculos nos quais a intolerância se veste de virtude, a arrogância posa de sabedoria e a medonha preguiça de ler,
tenta se passar por autoridade moral.
O que se perde, no fim, não é apenas o diálogo, tão desvalorizado, especialmente no meio polarizado.
É a delicada arte de discordar sem ferir, sem desumanizar.
Infelizmente, é o português que sangra nas mãos de quem nunca o acariciou.
E é a liberdade — a verdadeira — que sofre nas trincheiras onde as convicções são afiadas, mas o pensamento próprio é rejeitado ou esquecido.
Em tempos dominados pelas certezas fabricadas, talvez a provocação mais urgente e necessária seja:
não basta defender o direito de falar;
é preciso aprender, também, a ouvir, a duvidar e a escrever — com respeito, com cuidado e com a humildade de quem sabe que nenhuma vírgula bem colocada salva uma mente mal-intencionada.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.
A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume
Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.
Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.
Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.
O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.
E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.
É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.
O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.
Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.
Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.
Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.
Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.
No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…
É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.
E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.
Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.
A peça
mais ignorada da
era moderna:
a Liberdade de Pensar Por Conta Própria.
Na vitrine da era moderna, a peça mais ignorada não é rara nem cara: é a liberdade de pensar por conta própria.
Ela não falta — é caprichosamente deixada de lado.
Troca-se o esforço do pensamento pelo conforto da opinião pronta, o risco da reflexão pelo abrigo das certezas emprestadas.
Pensar dói, cansa e nos expõe.
Concordar, não.
Vivemos tempos em que repetir é mais seguro do que questionar, e discordar já até virou afronta.
A liberdade de pensar exige silêncio, tempo e coragem — três luxos considerados improdutivos numa época que recompensa barulho, velocidade e alinhamento.
Quem pensa por conta própria, normalmente desagrada.
Não serve bem a rótulos, não marcha em fila, não ecoa slogans.
Por isso, essa liberdade é tão evitada: ela nos cobra muita responsabilidade.
Obriga-nos a sustentar ideias sem muletas, a errar sem terceirizar culpas e a rever posições sem chamar isso de fraqueza.
Talvez o maior sinal de maturidade não seja ter opinião sobre tudo, mas saber quando ela realmente nasceu de dentro — e não do medo de não pertencermos à manada.
Na era dos excessos de informações e das verdades fabricadas, pensar por conta própria virou um ato de resistência extremamente silenciosa.
E, ironicamente, um dos poucos espaços onde ainda é possível ser realmente livre.
A Liberdade de Pensar por Conta Própria começa ao desconfiarmos das certezas que nunca deram trabalho para questioná-las.
Porque tudo aquilo que chega pronto, embalado em convicção absoluta, raramente nos convida ao esforço do pensamento — apenas à aceitação.
E aceitar sem resistência pode ser confortável, mas dificilmente é libertador.
Pensar por conta própria exige atrito: com ideias, com crenças herdadas, com narrativas que parecem sólidas demais para serem tocadas.
Há uma sedução muito silenciosa nas certezas fáceis.
Elas nos poupam tempo, nos dão senso de pertencimento e nos protegem da dúvida — essa companheira incômoda, porém essencial.
No entanto, é justamente na dúvida que o pensamento crítico ganha fôlego.
É ali, no espaço entre o que vimos e ouvimos e o que conseguimos compreender por nós mesmos, que nasce a autonomia.
Desconfiar não é negar tudo, mas recusar o papel passivo diante do que nos é apresentado.
É fazer perguntas onde só existem respostas prontas.
É suportar o desconforto de não saber, em vez de se apegar a uma segurança artificial.
Afinal, ideias que nunca foram questionadas não são necessariamente verdadeiras — apenas bem empacotadas e acomodadas.
Pensar por conta própria não nos torna imunes ao erro, mas nos torna responsáveis por ele.
E talvez seja esse o preço — e ao mesmo tempo o privilégio — da liberdade de pensar: não apenas ter opiniões, mas construí-las com consciência, revisá-las com humildade e, quando necessário, ter coragem de abandoná-las.
Porque, no fim, a verdadeira liberdade não está em ter certezas inabaláveis, mas em não ser prisioneiro delas.
Quem diz defender a Liberdade, mas relativiza Direitos, só consegue dizer que a Liberdade não é um Direito de Todos.
A palavra “liberdade” tem sido repetida à exaustão em discursos inflamados, slogans sedutores e promessas simplificadas.
Mas, quanto mais ela é invocada, mais parece perder densidade.
Afinal, de que liberdade estamos falando tanto?
Da liberdade concreta, que se materializa na vida das pessoas, ou de uma abstração conveniente que ignora as condições reais de existência?
Não há liberdade onde direitos são tratados como obstáculos.
Quando direitos trabalhistas são vistos como entraves ao progresso, o que se revela não é uma defesa genuína da liberdade, mas uma escolha: a de privilegiar a liberdade de alguns em detrimento da segurança e dignidade de muitos.
A liberdade, quando desvinculada de direitos, torna-se um privilégio — e privilégio, por definição, não é universal.
A história mostra que direitos não surgem espontaneamente.
Eles são fruto de lutas, de enfrentamentos e de consensos construídos com dificuldade.
Reduzi-los a “excessos” ou “amarras” é desconsiderar o custo humano que permitiu que existissem.
É também ignorar que, sem esses marcos, a liberdade tende a se concentrar nas mãos de quem já detém poder.
Há uma contradição muito evidente em quem clama por liberdade enquanto relativiza direitos fundamentais.
Porque direitos não limitam a liberdade — eles a tornam possível.
São o chão mínimo que impede que a liberdade de uns se transforme na opressão de outros.
Sem esse equilíbrio, a liberdade deixa de ser um valor coletivo e passa a ser uma ferramenta de exclusão.
Defender a liberdade, portanto, exige mais do que palavras de efeito.
Exige compromisso com a igualdade de condições, com a proteção dos mais vulneráveis e com a garantia de que ninguém ficará à margem.
Liberdade que não alcança a todos não é liberdade: é apenas um discurso conveniente.
E talvez a pergunta que reste seja bastante incômoda, mas necessária: quem realmente se beneficia quando direitos são relativizados a pretexto da liberdade?
O Tinhoso é um Gênio: sequestrou mentes a pretexto de liberdade, agora finge libertá-las para se safar do cativeiro.
Há ironias tão perfeitas que quase parecem obra do acaso.
O problema é que, quando se trata de poder, raramente o acaso é o único autor.
Talvez o mais sofisticado dos cativeiros seja aquele em que o prisioneiro acredita estar livre.
Não há grades, não há correntes, não há carcereiro à vista.
Há apenas ideias cuidadosamente plantadas, medos convenientemente alimentados e uma liberdade apresentada como escolha — desde que se escolha aquilo que já foi previamente permitido.
O Tinhoso entendeu isso muito bem.
Primeiro, sequestra as mentes em nome da liberdade.
Convence-as de que obedecer é emancipar-se, de que desconfiar é pensar, de que romper com tudo é necessariamente libertar-se.
Depois, quando percebe que o cativeiro se tornou evidente demais, muda o discurso: agora promete devolver aquilo que nunca deveria ter sido tomado.
Eis a esperteza: transformar a própria retirada em gesto de generosidade.
Mas liberdade não é aquilo que alguém concede após limitar nossas escolhas.
Liberdade também não é simplesmente trocar uma prisão por outra, nem aceitar como libertação qualquer porta que se abra.
Ser livre exige algo mais incômodo: recuperar a capacidade de pensar sem tutela, inclusive contra aqueles que dizem estar pensando por nós em nome da nossa própria liberdade.
Porque o verdadeiro perigo talvez não seja o Tinhoso possuir as chaves da cela.
É convencer o prisioneiro de que as chaves são dele.
Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...
"Em nome da liberdade de expressão, do bom senso e da justiça autorizo qualquer pessoa (qualquer mesmo) a escrever - por conta própria - a minha biografia, não importando se o objetivo é histórico-informativo ou apenas admiração incontrolável ou apenas fofoca ou apenas obtenção fácil de pecúnia."
Frase Minha 0616, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Até onde tua liberdade te conduzirá? Ainda distingues o ciúme da traição, ou ambos já se confundem na penumbra da tua alma?
Disseste que tua liberdade valia mais do que o amor. Mas conheceste, de fato, o amor? Ou apenas vestiste a luxúria com o nome que ele nunca mereceu?
A cada desejo saciado, tornaste-te mais faminta; a cada noite, mais distante de ti mesma. A carne prometeu infinitos, mas entregou apenas o eco do vazio.
E assim, governada pelos próprios impulsos, caminharás até que teus dias se tornem insuportáveis. Então compreenderás, tarde demais, que nem toda corrente é forjada de ferro: algumas são tecidas pelos próprios desejos.
Foi nesse instante que se lançaram às chamas, não como vítimas, mas como quem confunde o incêndio com a luz. E a luxúria, faminta e silenciosa, perseguiu tua alma como um leão que fareja uma gazela perdida na noite, enquanto as sombras sorriam, pois sabiam que o verdadeiro abismo sempre nasce dentro do coração.
Vamos repensar?
Albert Camus:
“A liberdade nada mais é do que uma chance para sermos melhores.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“A liberdade sem consciência é apenas a possibilidade de escolher a própria prisão. Ser livre não é fazer tudo o que se deseja; é ter domínio suficiente sobre si mesmo para não ser escravo dos próprios desejos.”
*Cavalo de Aço*
Eu sou um cavalo de aço
chamado liberdade.
Relincho contra o vento
e galopo na imensidade.
Minhas crinas são fumaça,
meus cascos batem no céu.
Voou acima das ondas
sem medo de cair no véu.
Lá de cima eu vejo o mar
morrer mansinho na areia,
deixar espuma na praia
como quem despede a cheia.
E eu sigo, livre e selvagem,
sem rédea, sem arreio, sem jaula...
Porque ser livre é isso:
ser aço que não se amarra.
(Saul Beleza)
