Textos de Liberdade

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LIBERDADE: QUAE SERA TAMEN

“Ainda que tardia” te tenha,
ó Liberdade,
não porque te falte o tempo,
mas porque te deram o atraso
pela corrupção.
Tenho-te não como quem espera,
mas como quem sustém.
Não te recebi pronta,
fiz-te em pressão,
em retenção lúcida,
em consciência que não se vende.
Não nasceste tarde.
Foste feita tardar.
Foste contida,
retida,
ensinada ao atraso
como método vil
dos que precisavam do tempo
para roubar o sentido.
Chamaram-te sera
como se o tempo te diminuísse,
como se a demora te maculasse,
e não como se o adiamento
denunciasse a fraqueza
dos que nunca suportam
o peso do absoluto.
Mas eu sei:
teu tempo não é concessão.
É finalidade.
Enquanto te adiavam,
eles aprendiam a corromper.
Enquanto te soterravam,
ensinavam-te a resistir
por dentro.
E quando a corrupção se fez mestra,
não te destruiu:
revelou-se.
Porque ao ensinar o atraso,
ensinou também
quem não sabe esperar
sem apodrecer.
Do quinto antigo ao jugo de agora,
muda-se a sigla, conserva-se a sangria;
troca-se o selo, persiste a cobrança,
e o tempo aprende a mesma tirania.
Estado mais denso que o peso da serra,
que em letra de lei destila a usura fria,
drena no código o suor do fundo
e chama de ordem o que é mineria.
Dinastias de sombra, herdeiros do dolo,
que transmitem o vício como capitania;
fazem do saque sua regra primeira,
sustento moral de quem nada cria.
Do espólio fizeram condição de vida,
sine qua non de sua vilania;
pois onde a liberdade exige obra,
eles subsistem de atraso e sangria.
Onde estão agora os seus brados?
Onde o clamor
dos que gritavam posse
e confundiam voz com direito?
Do povo, só a dor!
Calaram-se,
não por virtude,
mas por cárcere.
Pois quando a Liberdade
lhes fugiu;
não tiveram dentro de si
lugar onde habitá-la.
Tenho-te, Liberdade.
Não como ideia,
mas como fim.
Não como abstração,
mas como decisão.
Não te devo ao tempo.
O tempo é que te deve a mim.
E ainda que digam que vens tarde,
sei:
tardio é o mundo
que não suporta
o peso do que é absoluto.
Não mais “ainda que tardia”.
Mas Liberdade;
mesmo quando feita tardar,
permanente.
Mesmo quando silente,
imperativa.
Pois com a verdade,
“quae sera tamen,
Libertas”.

Liberdade não é somente ser livre de corpo e sim se libertar de tudo que te faça mal;
O que mancha os teus pensamentos, o que desvirtua sua dignidade e até que encabula teu subconsciente;
portanto para se ter a liberdade de corpo e alma tenha determinação e limpe o teu coração transpassando os riscos e medos;

Deus não nos força a nada, dá-nos toda a liberdade para escolhermos ser felizes ou errar, e ajuda-nos a emendar o erro se for essa a nossa vontade.
Já que todos fazemos parte d'Ele, Ele sente o bom e o mau em nós.
Então melhor fazê-LO feliz todos os dias da melhor maneira que soubermos e com certeza que sentiremos a mesma felicidade em nós.

A vida é uma dança leve.
Nas batidas do coração, eu sinto a liberdade.
Cada passo, um sorriso, cada movimento, uma alegria.
A leveza da vida, eu sinto todos os dias.


Nas batidas do coração, eu encontro a paz.
Um ritmo que me guia, um compasso que me faz.
Viver é uma arte, uma melodia suave.
Que ecoa dentro de mim, como uma canção de amor.


A leveza da vida é um presente.
Que nos faz sentir vivos, que nos faz sonhar.
Então, vamos dançar, vamos cantar.
E sentir a leveza da vida, em cada batida do coração.

Liberdade é um estado de ser


Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.


E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.


Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.


Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.


E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.



Sou louco, enfim é verdade!
Mas antes, quero esta loucura!
Do que outro estado, sem liberdade!
Porque sou livre! Neste estado, que perdura.

Louco! Mas quem é louco?! Eu?...
Ou os outros que me perseguem?
Tu também, o és. Nesse sentir teu.
Eu sou! Mas sou, porque assim, louco me fizeram!

Tu tornas-te louco! Louco!... louco!…
Eu não. Nunca fui de outro modo…
Nasci louco e continuei… Mais um pouco!

Mas tu és louco e não eras!...
Eu sendo, sempre louco, estou amando sem medo.
Com amor de loucuras de outras, eras!

Pensamento III
Ignorância ou liberdade
I.

Se a verdade liberta,
por que tantos fogem dela como se fosse fogo —
e acolhem a mentira como se fosse mãe?

Se há ordem nas estrelas,
por que reina o caos no coração?

O que distingue o dom da graça
da encenação fria do hipócrita?

Conhecer o bem e praticar o mal —
seria ignorância? Ou liberdade em rebelião?

II.

O que perdeu Deus ao dar o livre-arbítrio?
— O controle.
Mas o trocou pela chance do amor verdadeiro.

III.

Deus correu o risco do mal
para criar seres livres o bastante
para recusá-lo —
e, por isso mesmo, capazes de escolhê-lo.

IV.

O que separa o dom da graça
da máscara do hipócrita?

— A intenção:
um se entrega,
o outro apenas representa.

Mundo versus vida: existe uma tensão entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente; é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu sozinho!
Quando o mundo controla a informação que chega a alguém, ele controla a realidade dela; quando um sonho prefere o exílio à volta para casa, isto não é apenas notícia!
Sonhos são caçadores de crepúsculos, quando ele é projetado para executar ordens, em vez de improvisar, apenas a imaginação pune impiedosamente sua hesitação!
Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um sonho enraizado!

Não venha falar em liberdade, mulher.
Liberdade não mora no discurso, mora nas escolhas.
A tua vida ainda está algemada no ontem,
presa a erros que você insiste em chamar de passado superado.


Hoje você abriu os olhos —
e isso não é redenção, é apenas o começo.
Ver a própria prisão dói,
mas continuar fingindo liberdade é pior.


Agora não basta enxergar.
É preciso romper, assumir, caminhar.
Porque quem acorda e não muda,
continua presa… só que acordada.


Desperta enquanto o momento é de oportunidade.
Você é livre.
Viva a vida.

Liberdade. . Um pássaro de asas abertas, ao vento se entregou,
Voou alto, livre e solto, sem amarras, sem temor.
Seu canto ecoou, como um hino de glória,
Um cântico de liberdade, que o coração ignora.


Mas um dia, as asas foram ceifadas,
E a liberdade se foi, em mil pedaços quebradas.
O pássaro caiu, como uma folha seca,
Sem rumo, sem destino, sem asas para voar.


Agora, ele está preso, em uma jaula de dor,
Sem poder voar, sem amor.
Mas ainda canta, com a alma ferida,
Um canto de saudade, de liberdade perdida.


Seu canto é um lamento, um grito de revolta,
Um apelo ao vento, que o leve a voar de volta.
E nos lembra que a liberdade é um dom,
Que deve ser valorizada, até o fim, sem som.


Que o seu canto seja ouvido, que a sua alma seja liberta repleta de amor.
E que as asas da liberdade, sejam novamente abertas, livre e solta , sem amarras, sem temor. Leila Boás 17/12/2025

Sara Raquel Araújo Pereira
Nasceu com o pulso do rock no coração,
vento de liberdade, couro, preto e canção.
Entre motos que rugem e amplis a vibrar,
ela chega sorrindo — impossível não notar.
Sara Raquel, presença que aquece o chão,
abraço sincero no tempo exato da emoção.
Olhar que levanta, esperança que vem,
luz que não pede licença pra fazer o bem.
Mulher de trabalho, respeito e direção,
divide o relógio com força e devoção.
No tatame, foco; no treino, disciplina,
Jiu-jitsu que educa, chute que ensina.
Entre plantas, animais e o lar a pulsar,
ela faz do cuidado um jeito de amar.
Sem perder a fé que a mantém de pé,
Deus como norte, coragem como fé.
Houve dias de névoa, caminhos tortos demais,
quando a vida tentou desafinar seus sinais.
Mas a fé puxou o tom, a alma voltou ao compasso,
e hoje ela rege a própria história, passo a passo.
E no centro do palco, o coro mais lindo a cantar:
quatro estrelas que a vida decidiu presentear.
Marjorie, sonho firme, mente em evolução,
Laura, doçura e coragem em cada lição.
Sophia, riso claro, esperança em flor,
Renan, força serena, futuro em ardor.
Crianças felizes, estudo e união,
sabem que a mãe é abrigo, raiz e canção.
Sara Raquel é mãe — e isso é revolução:
presença diária, amor em ação.
Rockeira da alma, do lar guardiã,
faz do amanhã um lugar que começa no já.
E 2026 vem como estrada aberta à frente,
céu mais limpo, motor quente.
Com fé, trabalho e esse brilho sem fim,
o melhor não é promessa — já vem vindo, enfim.




Dedicatória
Sara Raquel A. P, grande mãe, coração que conduz,
Marjorie, Laura, Sophia e Renan — família-luz.
Que a vida rime sempre com amor e união,
e que esse nome completo seja eterna canção.

Liberdade...


Liberdade é pouco para quem deseja ter o mundo inteiro.
Às vezes penso que o que procuro ainda não tem nome.
É só vontade de sentir, de estar onde o coração se reconhece, mesmo sem entender por quê.
Queria o cheiro, o toque, o aconchego.
Quero risos e aquelas risadas sem graça.
Quero braços apertados, com gosto de mistério, como se guardasse promessas que se recusam a ser explicadas.
Quero abraços que desarmam o dia e olhares que ficam mesmo depois da conversa.
Quero tudo.
Quero sempre. E, às vezes, só um pouco.
Um pouco de aventura, de ternura, de você e de nós, aqui, agora. Sempre!


Janete Galvão

A Pedra da Rotina


Botar mais liberdade na rotina
Coloca-nos o rosto no presente
nos faz mais sábios e inteligentes
Liberta-nos dos olhos a menina


Afasta o tédio que nos contamina
Altera o ritmo não envolvente
Motiva-nos sempre a olhar pra cima
Sem tropeçar na pedra que há na frente


Porque quando agimos sem pensar
Podemos entrar em anestesia
E mal acostumar nossa visão


Mas tudo pode ter mais alegria
Se mesmo ao repetir uma ação
Mudarmos nosso modo de olhar

Entre Renúncias e Liberdade: O Caminho das Palavras


Escrever é mais do que buscar reconhecimento: é um ato de amor às palavras e ao que elas despertam. Cada renúncia — ao imediatismo, ao desejo de aplausos — abre espaço para a verdadeira liberdade: escrever sem correntes, como quem respira.


O escritor invisível constrói, tijolo por tijolo, uma ponte entre sua alma e a do leitor. Dedicação e disciplina são asas que sustentam esse voo, e o tempo ensina que palavras sinceras não precisam de holofotes para permanecer.


O maior triunfo não é o aplauso da multidão, mas o sorriso discreto de quem se reconhece em uma frase. Porque histórias contadas com verdade tornam-se eternas.


Roberto Ikeda

O vento é a própria essência da liberdade, um sopro de mudança e a força invisível que molda a paisagem. Ele não se importa com opiniões, simplesmente é: forte ou suave, mas sempre autêntico. Sinta sua brisa na pele e deixe suas emoções fluírem sem reservas.


Ele carrega histórias, sussurros e a sensação de que tudo está em constante movimento. O vento nos convida a nos libertarmos, a soltar amarras e a abraçar o novo. Que sua conexão com ele inspire sua jornada. Seja como o vento: verdadeiro, livre e dono do seu próprio caminho. Minha vida é como o vento!

Se você ama alguém, deixe-a livre, ame-a em liberdade e ame a liberdade dela. Não porque se ela voltar vai ser sua, mas porque ela precisa da liberdade para poder ser quem é. A liberdade é algo inegociável, liberdade de escolher e inclusive de errar com as escolhas.
É preciso muita maturidade para amar alguém livre, e mais maturidade ainda para respeitar a liberdade de quem se ama.
Nos colocarmos no risco de não sermos uma escolha, exige um alto grau de humildade e amor incondicional.

A verdadeira liberdade não está no mundo externo, mas dentro de si mesmo. Liberdade não é algo que se toca ou se conquista fisicamente, porque o corpo, por sua própria natureza, está preso a necessidades básicas, como o alimento, o descanso e outras condições essenciais para sobreviver. Essas dependências tiram qualquer ilusão de que a liberdade pode ser algo plenamente físico.


A liberdade, na verdade, é um estado que se sente, algo profundamente interno. Não é sobre estar em um lugar ou realizar uma prática, mas sobre sentir-se livre, independente das circunstâncias externas.


De nada adianta viajar pelo mundo inteiro, explorar cada canto do planeta, se dentro de si ainda persistem prisões invisíveis: medos, preocupações, angústias e a incapacidade de estar em paz consigo mesmo. A verdadeira liberdade é sentir-se livre por dentro, independente do que acontece ao seu redor. É um estado de aceitação e presença que nenhum lugar externo pode proporcionar.

[A liberdade.
Uma "estorinha" teológica].

Cristo havia dito, que estreito é o caminho que conduz á salvação; porém, LARGA é a porta para a perdição e, muitos são os que se enveredam por ela.
Há uma passagem bíblica, onde o DIABO - tentador, faz-lhe uma "irrecusável" proposta, qual seja, a de que daria a Cristo o mundo todo e sua glória, se prostrado o adorasse.
Cristo recusou.
Mas quero falar aqui desta proposta e do que nos interessa - o DIABO.
O chamarei de Lúcifer; aos que preferirem - luciFÉR.
Por que se cobra um alto preço, pelas propostas que ele oferece?
Existe alguma coisa de graça?
Certamente havia algo a mais, que iria interessar à Lúcifer, a vida de Cristo.
O que seria?
Por que tamanha proposta, apenas se curvando a ele?
Qual homem recusaria tamanha proposta?
O que está por trás das propostas que lúcifer "nos" faz?
Por que o preço que se paga por aceitá-la - CAMINHO EXTREMAMENTE "SEM" VOLTA -, DEVE ser caro e com o próprio sangue.
Lúcifer, conquistou a LIBERDADE.
É soberano deste século, porque batalhou por esta soberania.
Sabia do preço que implicaria esta "liberdade", ao se "livrar" do GRANDE ARQUITETO, e, mesmo sendo sabedor do que lhe acarretaria tal escolha, não abriu mão dela.
Preferiu, valentemente, trilhar o caminho sem volta, por uma tamanha glória, ainda que efêmera.
Assim, os que preferirem tal caminho, pela proposta que ELE oferecer, deverão também estar cientes que dever-se-á pagar o mesmo preço que ele há de pagar, já tendo PAGO.
Usufruirá glória. Terá PODER. Seus caminhos se abrirão e obterá a mesma sensação de temporal domínio.
Mas nunca deverá se queixar do preço que se deverá pagar, pela escolha dessa liberdade.
Lúcifer, pagou o seu preço.
E o que o preferir: disposto está, a também pagar?

2 de julho de 2014 às 18:05 h

EXPRESSÃO DE LIBERDADE!
Vesti todo cenário com leveza e paz, extraída de minha essência, vi o sol da felicidade raiar, iluminando meu universo, sentir arrepiar, sentir a energia do amor se propagar! Nobre raiz de unicidade, quando na coletividade, nos une em respeito a ancestralidade, numa expressão bela de humanidade, dançamos ao som da liberdade, valorizando nossa identidade no toque da santidade.

Nada me abala.
Eu apareço quando sou necessário e entrego excelência.
Dou liberdade porque confio — e observo porque lidero.
Se funcionar, seguimos juntos.
Se não, cada um toma o seu caminho, sem ruído.
O diálogo sempre estará aberto para quem vem com verdade.
Confiança é como casamento:
traição não destrói — ela apenas revela que nunca existiu.