Textos de Liberdade

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ESSA É PRA VOCÊ


Eu te odeio tanto
que a sua morte
é a minha liberdade
minha salvação
e minha felicidade.


Quando você morrer
vou rir diante do seu sangue derramado
não porque eu sou psicopata
mas porque sou um ser traumatizado.


Quero te ver no caixão
Levar flores e esfregá-las na sua cara
quero te ver sofrer
até depois da morte.
Só assim eu vou curar cada corte
que eu mesma provoquei
na esperança de morrer primeiro que você.


Vou te levar na funerária Santa Maria
onde cada morte provoca um sorriso e uma alegria
mas quem vai estar mais feliz com tudo isso,sou eu.


Se um dia você realmente morrer antes de mim, me desculpe
eu tentei me matar na esperança de te deixar em paz.
Mas se você morrer primeiro, eu vou ficar muito agradecida
por me deixar ser feliz.

Brasil e Amazonas: vozes da liberdade


De um povo heroico o brado retumbante
Ecoou no tempo a voz independente
Com o coração livre e triunfante
Ergue-se o Brasil, sublime e ardente
Gigante pela própria natureza.
Ó Pátria Amada, cheia de luz e de grandeza.


Nos teus bosques têm mais vida e fulgores
Nossa vida no teu seio mais amores;
Verás que um filho teu não foge à luta
Pois tu és nossa esperança absoluta
Mostra-te ao mundo em luz resplandecente,
Com fé no futuro e força no presente.


E o meu Amazonas de bravos que doam,
Teus cantos de lendas para sempre ecoam,
Nas paragens da história, o passado
É de lutas e de glórias o teu legado
És tronco viril de um povo bravio,
As tuas paisagens são orgulho do Brasil.


Que os tambores da glória despertem a nação,
Pois viver é destino dos fortes
Ó Amazonas, tu és vida, tu és força e canção,
Rompeu com o Grão-Pará, se tornou o rei do norte
E entre as riquezas que o Brasil encerra,
Tu és tesouro, és jardim sobre a Terra.




Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.
"Um diálogo entre o hino Nacional e o hino do Amazonas."

"A liberdade é como o ar: só se percebe quando começa a faltar!"

Meus amigos, ouçam bem estas palavras!
A LIBERDADE — esse bem supremo, esse sopro divino que alimenta a alma humana — é, muitas vezes, tratada com descuido, como se fosse eterna, indestrutível, garantida!
Mas saibam: nada é mais frágil do que a liberdade quando o povo se torna indiferente!

Assim como o ar que respiramos, ela é invisível, silenciosa, vital!
Enquanto o oxigênio entra em nossos pulmões sem esforço, esquecemos o privilégio de respirar.
Da mesma forma, enquanto andamos, falamos e pensamos livremente, ignoramos o sacrifício de tantos que deram a vida para que hoje pudéssemos fazê-lo!

Não esperem o sufocamento moral, o cerceamento das ideias, a mordaça disfarçada de ordem — para lembrar do valor do ar que respiramos!
A verdadeira vigilância é o exercício diário da gratidão e da coragem!
É a ação consciente de quem entende que a liberdade não se herda: defende-se!

Portanto, reflita!
O que você tem feito com a liberdade que possui?
Tem usado sua voz com responsabilidade, com honra, com propósito?
Ou apenas respira, alheio, enquanto outros decidem o ar que você vai respirar amanhã?

A liberdade, meus amigos, é o oxigênio da dignidade humana!
E quando faltar — ah, quando faltar! — será tarde demais para reclamar.
Por isso, defenda-a HOJE, com coragem, com verdade, com o coração ardendo de amor pelo que é justo e pelo que é seu!

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".

Entre a esperança de recomeços e a liberdade de deixar ir, encontramos o equilíbrio.
É aprender a persistir quando vale a pena e soltar quando é necessário. É confiar em Deus, honrar o nosso valor e deixar que Ele conduza cada passo do coração, seja na espera, seja na partida, seja na reconciliação.


No fim, descobrir que amar também é respeitar a si mesmo e ao tempo de Deus é o verdadeiro ato de coragem.

Meus pensamentos foram longe agora.
Que vontade de sair em busca de
liberdade, abrir os braços e correr
contra o vento, quero sentir a brisa sobre
minha pele, que vontade de sair sem rumo
e andar abeira mar, não sei como explicar o
que estou sentindo, mais é algo forte, e intenso.
Dentro de mim esta se formando uma tempestade.
Um furacão de sentimentos esta a ponto de explodir.
Hoje estou a Flor da pele.

❝ ...Minha liberdade tem cheiro e a beleza do amor,
só ele tem poder sobre mim. Só o amor pode me controlar,
vivo por que amo, e sou grata a Deus pelo imenso amor
que derrama sobre mim todos os dias. E que este amor
seja derramado a todos os corações sedentos de amor...❞
---------------------------------------------Eliana Angel Wolf

Que a minha voz seja um uivo de liberdade e amor,
E que o meu rastro seja de luz, inspirando outras a também serem fortes.
Abençoa a minha jornada, para que eu possa lutar com dignidade
E descansar com a certeza de quem cumpre o seu propósito.⁠


------------------------- Eliana Angel Wolf

A liberdade não pede Permissão


Houve um tempo de ferro e de frio,
Correntes que apertavam o pulsar do meu braço,
Marcas de um ontem, um longo fio,
Que tentavam prender meu próprio passo.
Mas a coragem, que no peito floresce,
Não aceita a sombra de um fim que não é meu.
Num rompante de alma, a vontade cresce,
E o metal, enfim, a minha força venceu.
O estalo foi alto, o grilhão se partiu,
Caiu no chão o que me impedia de ser.
Não fugi da luta; o medo não me viu,
Cresci guerreira, aprendendo a renascer.
Em cada porta que abri com minhas mãos,
Em cada cicatriz que se tornou estandarte,
Vi que a liberdade não pede permissão,
É uma conquista que nasce da minha própria arte.
Agora, o braço é livre, o punho é estrada,
A voz é o eco do que jamais se calou.
Nenhuma corrente segura quem, na alma curada,
Decidiu que a sua própria história começou.


----------- Eliana Angel Wolf

A Realidade Sem Opostos

A vida é uma ilusão.
A liberdade é um presídio.
O castigo não é o sofrimento.
Morrer é viver.

E Kratos ainda vive.

A ficha cai, revelando um mundo cruel.
No susto e nos medos, o confronto se impõe.
Subimos durante o dia; à noite, morremos.

Bem-vindo à realidade insana.
A realidade é assim: sem opostos.

A salvação pode vir daqueles cujas máscaras são usadas
e cujos rostos não podem ser mostrados.

Já diziam — e eu repito:
sou fogo, sou ar.
Sou terra, sou mar.

Eu não sei, não entendo nada.
São linhas em minhas memórias escondidas,
que não foram apagadas.

Eu não sei, não entendo nada —
mas percebo: são apenas memórias remotas
que se recusam a desaparecer.

Tempo gostoso…
Deveríamos ter aproveitado muito mais,
se soubéssemos que o tempo voa
e não volta.

A Liberdade do Seu Mar

A sua alma é profunda e a sua superfície é bela, desfruta de uma certa espontaneidade; a sua liberdade é muito notória, faz parte de todo o seu ser; busca proteger a sua valiosa integridade, cuja essencialidade é bastante intensa — certamente, atributos peculiares de uma natureza grandiosa, singular, que a cada raiar do sol se renova.

A maneira com a qual a sua personalidade vai se expressar muitas vezes é imprevisível, chamativa, aprazível; tem seus admiradores e nem sempre agrada, mas não se importa, depende do momento, do clima, do tempo, pode estar tranquila ou agitada, solitária ou receptiva — uma expressão verdadeira que, de qualquer forma, se destaca.

Sendo assim, liberta, cheia de intensidade e imponência, ela se conecta facilmente com o mar e a sua farta expressividade, que vai muito além da linda aparência das suas ondas — o vaivém de águas e belas curvas —, levando em conta também a profundidade da sua transparência; não que tudo dela esteja revelado, pois isso é apenas uma limitada interpretação poética.

O Voo da Coerência: Do Casulo à Liberdade Eletromagnética do coração Crístico:
Aquele que estremece diante do limiar do tempo, temendo a travessia, ainda não desvendou o segredo alquímico: como transmutar a dor em poesia rítmica e potente.
Em nossa essência, tudo é fluxo constante. Caminhamos em um perpétuo estado de vir-a-ser, onde tudo anda, se transforma, se transmuta, se metamorfoseia em busca de uma oitava acima.
É preciso ter a sabedoria das borboletas e, com fé inabalável, honrar o tempo sagrado da travessia. Nem lagarta, rastejando sobre o velho, nem borboleta, alçando voo sobre o novo... ainda.
Neste instante liminar, precisamos aceitar, com gratidão e paciência, o mistério do Casulo. O casulo não é uma prisão; é lar, é abrigo, é o ventre da gestação da alma. É o tempo que brinca de ninar os nossos sonhos mais audaciosos.
Mas não se engane: o casulo também esconde asas invisíveis.
É neste silêncio profundo que a mágica acontece. A borboleta só atravessa o Jardim e poliniza a vida depois que se transformou por inteiro internamente. Ela permite que cada parte de si doa e se desintegre, para que o novo possa renascer, mais leve e mais forte.
E o ápice desta metamorfose humana ocorre quando, no coração deste casulo interior, algo extraordinário se alinha. É a sincronia perfeita, a pulsação única onde o cérebro e o coração cantam a mesma frequência. É o instante da coerência.
Neste alinhamento cósmico dentro de si, as amarras do antigo eu se rompem. O ser humano liberta-se de vez do casulo não apenas para voar com asas físicas, mas para revelar suas asas mais autênticas: asas eletromagnéticas.
São asas tecidas em luz e vibração, irradiando a coerência Crística do ser para todo o Universo.
Asas de cristal líquido que nascem do coração...Elas são a nossa assinatura energética no jardim da criação, o nosso voo de pura liberdade.

O AVESSO DO RASCUNHO
(Entre marcas de expressão, a liberdade de ser essência lapidada)

Ontem, eu era um rascunho mal traçado. Hoje, quando olho no espelho, vejo marcas de expressão, rugas e fios brancos que sinalizam: sou uma sobrevivente de um passado que marcou e machucou, mas que também me fez feliz. Tive minha evolução!
Na tela do celular, distraio-me brincando com as letras até formar minha poesia e os escritos que quero deixar como legado — para que se lembrem de que minha essência, agora lapidada, permanece. Entre uma rolagem e outra, observo o sol que parece ser de plástico, enquanto rego, com lágrimas secas, o meu próprio caos.
Vivo num mundo caótico onde a esperança se renova a cada adormecer; pois é no sono que, desprendida da matéria, sou totalmente liberta.

Lu Lena / 2026

​A ARTE DE SOLTAR AS ÂNCORAS
(​Entre o conforto da companhia e a liberdade do ser)

​Observei, olhando para o horizonte, o sol ao longe e pensei na lua. Mesmo distantes, nunca se encontram. Foi então que veio esta reflexão: como a presença do outro, aos poucos, pode nos fazer desaprender a caminhar lado a lado, sem perder o próprio eixo?
​Ser independente é garantir que, caso todos os outros partam — seja vínculo familiar ou não —, teremos a nós mesmos. Isso quer dizer que devemos ser livres e não depender de ninguém. Às vezes, essa dependência surge porque o outro facilita nossa vida e nós nos acomodamos. Passamos a nos aproximar, ou nos deixar aproximar, por essa escolha — ou melhor, por esse comodismo de estar sem agir.
​Essa conexão inconscientemente passa a ser: "por favor, me preencha, mas saiba que sou completo; caminhar ao seu lado me dá segurança, mas sei que um dia terei que me libertar". Porque, no fim das contas, nascer e morrer só nos lembra que somos essências únicas e responsáveis pela nossa caminhada. Afinal, a liberdade reside em saber soltar o que prende e permitir que flua, com leveza, tudo o que a vida nos entrega.

​Lu Lena / 2026

​POUSO EM GALHOS SECOS
(​A liberdade insólita de quem aprendeu a voar enquanto dorme)

​Quando adormeço, saio de mim e estendo a matéria no varal do tempo; a alma voa para lugares que minha realidade não habita. Sinto-me um pássaro livre, fazendo pouso em galhos secos que não quebram.
​Minhas asas se abrem libertas e meus olhos se fecham como cortinas de um teatro cujo espetáculo se chama vida. Ao voltar dessa jornada etérea, percebo: despertar é recolher do varal os sonhos que ficaram ao vento.

​Lu Lena / 2026

​O VOO DO SUSPIRO
(​A metamorfose silenciosa entre o destino e a liberdade)

​Renascemos todos os dias, mesmo que os ciclos não terminem. Muitas vezes é por força do destino. Pois, enquanto o mundo gira lá fora, por dentro precisamos arrancar as penas nessa metamorfose e inevitavelmente buscamos o alto da montanha e aguardamos, em resiliência, o morrer e o viver dentro de nós. Precisamos ser águias e num suspiro o voo acontece...

​Lu Lena / 2026

​PÁSSAROS ATÔNITOS

​O paradoxo da liberdade diante do caos interno de tua mente é quando os pensamentos ficam prolixos e se perdem em direções difusas, como pássaros atônitos e dispersos querendo voar dentro de ti. Mesmo com a gaiola aberta, não o fazem; não conseguem sair do lugar. Às vezes, a liberdade também é uma forma de prisão lá fora... por isso, o voo se paralisa no ar que acabas de ganhar.

​Lu Lena / 2026

Liberdade é um estado de ser


Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.


E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.


Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.


Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.


E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.

LIBERDADE

A liberdade não existe com medo
Como sonhos sem imaginação !
Cada momento único faz história
Mudanças rolam no campo da vida
Bem e mal travam grandes batalhas
Amor e ódio giram pensamentos
E assim acontecem todo instante
As mutações do próprio sentimento
Gerando emoções através do tempo
Caminhos entrelaçam pessoas
Laços que tornam-se rotineiros
Mas nas asas do vento passageiro
Consolidam ou se desfazem
Deixando marcas negativas ou positivas
Liberdade é deixar fluir o amor
Sem constrangimento nem amarras
Simplesmente o natural viver
Livre somos quando percebemos
Que podemos voar muito além
E que nos braços de quem amamos
Nos tornamos ainda mais felizes!

JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS

A verdadeira liberdade financeira não é fruto do acaso, mas da aplicação de um propósito. Para construir a sua riqueza, aplique o Método R.E.N.D.A.: ative o poder dos juros compostos com o Reinvestimento constante, plante em terrenos Essenciais à sociedade, associe-se a Negócios Sólidos e resilientes, blinde a sua colheita através da Diversificação e guie cada semente com uma Alocação estratégica.


Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos