Textos de Lembranças
PERDOE-ME...
Por ter te amado tanto
Invadido a tua vida...
Nada sou mais que uma lembrança
Nos teus sonhos mais remotos
E as lágrimas de meus olhos se transformam no oceano
Que afogam a minha alma...
Tu eras meu. E fui feliz!
Aquela ilusão me induz a te amar... Novamente...
Amor...
A vida é tão breve
Perdoe-me por insistir tanto...pelos meus versos
E pela paixão que não passa...!
RETRATO
Na brincadeira era trato,
No direito um contrato,
Mas na lembrança,
O teu retrato.
De fato,
Num único ato,
Perdi teu contato,
Lástima.
Por minha falta de tato.
Ainda tenho o retrato,
Formado no coração,
E na janela de minha alma,
Permanece a ilusão.
Quando se trata de amor,
Ah! Amor... Não sou sensato,
Não correspondido é dissabor,
Correspondido é substrato.
“Lembranças”
Cantando os males espanta
Rindo energia renova a vida
Olhos brilhando e cantando
Amando o seu olhar é viver
Beijando sua boca é reviver
Te abraçar é sentir o ar aqui
Você longe e eu sem respirar
Espero a volta da minha flor
Que tem o melhor perfume
Que uma pessoa já imaginou
Tempo
O que ou o quem é tão importante para você, que possa te vir a lembrança assim?
Tem gasto seu tempo pensando em algo que edifique sua vida ou em algo que te machuca só de lembrar ?
Que você possa em um desses momentos pensar também em como vai você , e no curso que sua vida está tomando e nas decisões que tem tomado ...
Seja o que for que te venha a lembrança quando você fecha os seus olhos, tenha pensamentos de paz e não de mal e lance fora os pensamentos negativos .
Que a bondade e a verdade de Deus ocupe os teus pensamentos , que você se veja como o Senhor te vê .
Ocupe o seu tempo em oração , buscando a Face daquele que te ama incondicionalmente - Deus
Ana Chahin
Lembranças
Será que me esqueceu?
onde estão todas as lembranças!
aquela segurança,
o sabor do beijo, calor do abraço.
Aquele amor declarado,
lado a lado,
aquecido em meu peito.
Será que me esqueceu?
Não me responde,
não me houve mais,
Não me vê...
Como aguenta?!
É realmente, não tem jeito,
estou só!
tanto tempo longe,
escondendo-se entre tempos e carinhos.
E eu! desfrutando desse sabor amargo
que se chama solidão...
Meu coração, desacelera, desfalece
se debate com esse tal sofrer.
Como para com esse desatino?
essa dor, que não para de doer.
essas memorias que se desfazem
ao longo do tempo.
essas entre linhas do destino
que se cruzam entre realidade e delírios...
Será que me esqueceu
ou eu que lembro demais...
A meia noite começa...esse turbilhão de lembranças gerando milhares de sensações
Um peito cheio de algodão doce dolorido, em um mundo totalmente cinza. O inverno traz essa saudade e uma vontade de ter você um pouco mais
Como se eu ainda fosse parte de você dessa forma, onde te esquecer não tem espaço ou escolha.
Estou presa nessas 24 horas e tento fugir dos meus pensamentos
Pensamentos esses tão cheios de você... já já passa...meia noite do dia 4 de julho e finjo te esquecer, por mais um ano pensarei em você do silêncio de meus sorrisos, nesse espaço entre universo e corpo
Tendo um corpo tão cheio de universo, quanto o universo tem ao meu corpo por inteiro.
Somos parte desse plano, que eu chamo enlouquecer vagarosamente enquanto o mundo inteiro é tão são.
Dormir com um pensamento cheio de amor, e despertar com sua voz sussurrando "Bom dia", meu sonho! São sonhos onde ainda posso te encontrar
Um vida inteira de falsas lembranças suas em algumas frações de segundos de verdade em cada uma delas.
Você vive em mim também, e isso é inevitável
Mas se eu vivo em você já não sei quem seria eu
Perdida no seu mundo eu fiquei desde a primeira vez
E por fim, te busco em uma sintonia que só a gente tem, ou tinha, ou terá. Teríamos?
Mas já não importa absolutamente nada...depois da meia noite do dia 4.
Então será só mais um dia em que não precisarei lembrar
Adormeço assim esperando o próximo inverno
Cai a chuva. Que espanto! De novo!
Em meu rosto, a chuva e seus traços.
Lembranças, em mim, pra sempre gravadas. Gotas projetadas, rios de sombra, assombros e luz.
Som de chuva. Torrencial, potente e constante. Terra lavada, orgulho levado. Poesia líquida, sem regras. Letra e música. Melodia esquisita. Ritmo sem graça tem essa sinfonia de pingos!
O tempo é severo o bastante para varrer as lembranças mais felizes, mas também é um poderoso aliado para suavizar nossa dor. Que bom que esse mesmo tempo não é forte o suficiente para apagar memórias de amores tão verdadeiros. Presentes dos anjinhos que passeiam pelas nossas vidas.
É sobre animais.
"Este amor"
Vivo sempre recordando!
As lembranças boas do passado.
Onde se houve
Um amor incomparável...
A história se fez,
Entre eu e vc
Rico de momentos lindos
Nos quais, q eu n consigo esquecer!
Ressoa em meus ouvidos
A linda voz q és tu me dizia
Amarei vc...
Pela eternidade da minha vida!
Gratidão por está aqui
Esclarecendo o q fazia
O amor q ainda sinto,
Sendo a minha alegria...
A situação é de q,
Podemos ainda se amar
Pois em afeto um pelo outro,
Novamente nos beijar.
Em mim as lembranças sempre batem com mais força do que qualquer outro tipo de sentimento, e quase que diariamente nos flagramos a sentir aquele gosto na ponta da língua, o gosto doce daquela boca e de cada parte do seu corpo onde ela passou, passou deixando um rastro de saudade, prazer e saliva, levando a vontade de te ver outra vez nos meus braços, totalmente entregue, sem forças, com a lua a testemunhar tudo ao longe, a beira de uma piscina, ouvindo o barulho do mar. 🌷
@lucashhi
minha parte enterrada
no chão da lembrança
enraizada às memórias
buscando a fundo
o que na verdade está
nas folhas da esperança
na purificação do ar
na entrada da luz
no coracao aberto da emoção
buscando no céu
o que os pássaros já encontraram
liberdade e clareza
dos pensamentos à presteza
do crescimento à certeza
do amor à natureza
e entre as folhas e as raízes
se encontram os pilares da sustentação
não fico lá e nem cá
e no meio do caminho está a terra
os momentos de aprendizado
da ignorância à evolução
do ódio ao amor
do nascimento ao falecimento
e assim caminho
ou melhor alço voos
tenho asas
tenho vontade
tenho necessidade
vou de encontro ao Alto
vou encontrar meu anjo!!!
Dentro das lembranças moram as melodias
Umas de tons tristes outras no tom da vida.
Moram nas lembranças jardineiras
Moram nos morros das trepadeiras.
Dentro do tempo moram versos
Uns de conhecidos poetas, outras de indigentes cinzas.
Moram nas sombras iluminadas
Moram nos amores não próprios.
Dentro da dor mora um César
Uns de tons toscanos, outros de tom italiano.
Moram Romas e gladios
Moram colinas de desencarnados soldados.
Dentro da morte nasce uma flor
Umas em belas cidades, outras em sutilezas e densidades
Moram aromas sem cheiro de orvalho
Moram corações no cheiro desfeitos.
Dentro de mim se apagam os segredos
Uns bons e de espelhos, outros em rios sem margens e tempero.
Moram histórias esquecidas e esquinas vazias,
Moram rimas de solidão, sem barcos e marinas sem som.
Dentro de mim moram saudades
Umas do criador, outras de anjos e dor.
Moram legiões esquecidas
Moram pincéis, telas sem tintas.
Dentro de mim mora um início, um meio e um fim.
Mora um começo no meio, um fim sem começo e voltando pra casa um dia: um início sem fim.
Sentimentos morrem
Lembranças se apagam
Momentos esquecidos
Olhares perdidos
O término é um começo
De algo inesperado
De algo quem simplesmente aconteceu
O amor morreu
Mas causa dor
Não dor física
Mas sentimental
Em algo essencial
Nos leva a loucura
Mesmo sem perceber
Você já está à procura
De algo para esquecer
Esquecer oque passou
Oque viveu
Para esquecer
Oque já morreu
...poesia anônima
é muito triste ver
uma árvore cortada
um coração partido
uma lembrança esquecida
um amor despedaçado
um olhar descaído
uma alma machucada
uma mão não estendida
um ombro sem amparo
uma boca sem sorriso
um pensamento insensato
um animal sem abrigo
uma luz apagada
uma noite sem estrelas
uma flor despetalada
uma lágrima escorrendo
uma garganta entalada
uma paixão engasgada
uma dor sem razão
um caso perdido
uma vida entregada!!!
Só deixa saudades quem leva lembranças.
Queria sentir seu cheiro, ver teu sorriso, me confortar em teus braços.
Queria descobrir novamente a cor dos seus olhos, te fazer cafuné no fim da noite enquanto dorme.
Não me lembro mais da sua voz, não sei mais o ritmo do seu coração, muito menos como é o calor do seu peito. Me arrisco a dizer que esqueci de teu nome. Agora eu apenas sinto saudade.
Saudade tua.
O imenso vazio preenchido com vontade. É sede que não passa, é fome que não acaba... É apenas um labirinto sem saída, onde estou sozinha e perdida, mas ao mesmo tempo, rodeada de acontecimentos passados, e, em todos eles estou com você.
Infelizmente saudade não é motivo suficiente para te trazer de volta.
Eu ainda espero que no fim de tarde você volte, e faça essas reminiscências voarem para longe, trazendo novamente o sentido de amar.
relógio que conta
a maravilhosidade
a esperança
a continuidade
a lembrança
a espontaneidade
a perseverança
a susceptibilidade
a temperança
a passividade
a cobrança
a posterioridade
a bem-aventurança
a receptividade
a confiança
a notoriedade
a segurança
a sensibilidade
a bonança
a realidade
a mudança
a conformidade
a sentença
e cada cabeça sua sentença
cada um com sua
vingança
insegurança
desconfiança
lambança
infelizmente somos assim
um dia na alegria da festança
e o outro na matança
dos sentimentos bons
deixando permanecer
somente os ruins!!!
Lembranças
Será que vida teria outro sentido se não tivesse as lembranças?
Lembranças de dias que foram e não voltam mais
Lembranças de pessoas que estavam ao nosso lado
Momentos antes, e agora só as lembranças restaram
Sorrisos, alegrias, momentos vividos com intensidade
Ficarão para sempre guardados nas lembranças
Lembranças de dias felizes, frases, beijos e abraços
Lembranças cheias de saudades, saudade do cheiro, do toque
Carinhos feitos com amor, com afeto e ternura
Lembranças guardadas num lugarzinho muito seguro
Protegidas de qualquer intruso, qualquer maldade
Lembranças de mãos dadas, ou mesmo um simples olhar
Momentos que não voltam mais, momentos que se foram
Para sempre e além das palavras, das explicações
Lembranças eternas, de quem já partiu
Até mesmo aqueles que a vida se encarregou de levar para longe
Lembranças ficam guardadas em nosso coração
Nos mantendo cheio de saudades e dor pela ausência
Lembranças que nos trazem esperanças
Lembranças que nos trazem vidas, vontade de viver
Lembranças que nos mostram como tudo é passageiro
Dias que nos foram dados como presentes
Enchendo nossa vida de lembranças
Lembranças que deixaram marcas profundas em nossa alma
E a saudade é a prova disso.
Brisa
Ah! se não fosse a saudade...
Eu então saberia
Que você está ao meu lado.
A lembrança é chama viva
Que incendeia o coração,
Dura o tempo de um abraço
Transformado em solidão.
Mas o vento do amor
É brisa mansa
Que chegou para ficar...
Do outono ao frio inverno,
Primavera ou verão.
Suave brisa do teu cheiro
Feito flores no jardim...
São encantos que a saudade
Nunca vai tirar de mim.
Edney Valentim Araújo
1994 / 1996
POESIA
TÍTULO: ÚLTIMA CARTA
Quando tudo isso acabar
Ficarão boas lembranças
Do passado que deixei
Onde cada um participou
Todas as coisas têm um fim,
Vou terminar com um belo final.
Vivi grandes momentos
Com pessoas especiais
Deveríamos ter aproveitado mais,
Cada momento que passou
Mas aproveitamos bastante
Essa história que terminou
Agora se inicia uma nova,
Nem sei por onde começar.
Mas de algo tenho certeza:
Perto de vocês sempre vão ficar.
Humilde delícia
Cavalgando com meus pensamentos,
Com a viola me penho chorar..
Lembranças da infância,
La na roça começo a poetizar.
O fogão de lenha suspira ilusão,
Me trás inspiração com a chaminé
O bule de água fervendo,
Esperando passar o café.
No grotão canta a saracura
La no galho o galo carijó
Abre as asas e dá o seu grito
Pedindo pra sair do paió
O moço matuto é de coragem
Vai pro mangueiro tirar o leite,
Nove vacas leiteiras,
O sabiá canta vantagens.
Viola cabocla retalha
O cavalo na grande cerqueira.
Acordou o João de barro
Arquiteto da grande paineira.
O ronco barulhento no chiqueiro
Poucos com fome chorando
O cachorro late na gruta
A galinhada desce do poleiro.
Lavoura sedenta apurada
A semente se joga do pote
Crava no solo que brota
Cobertas por tantos pinote
Ah! Se eu pudesse voltar
Colheria o milho regado
Ralava no ralo improvisado
Pamonha pra todos no taxo
A vida na roça não é leve
É um paraíso tranquilo
Calo nas mãos da mamãe
Espuma branca de neve
Tudo é sintonia
A radiola se esfola
Tudo que se faz é euforia
Ecoando moda caipira
Safra do arroz e do feijão
Safra do trigo e do algodão
As plumas de fibra enganam
Até o caboclo no ardoso verão
No rango caipira é assim
Chapa de ferro forjado
Bacon ,ovo e linguiça
Não tem quem resista
Essa vida humilde delícia
Autor: Ricardo Melo
O Poeta Que Voa
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