Textos de Ilusao
Muitas vezes o outro não quer encontrar alguém de verdade, ele quer encontrar uma ilusão, uma idealização para suprir as suas necessidades e não alguém real. E realidade não é algo que muitos não estão preparados mesmo. Em uma era onde tudo é digital, cheio de filtros, edições e distorções, quem é que quer ser real? E ser real exige de nós uma fragilidade, exige um olhar mais consciente, exige que nós possamos também ver as nossas limitações e nossos defeitos. Antes de se relacionar com qualquer pessoa, precisamos aprender a nos relacionar com nós mesmos.
Eu não sei como eu vou suportar tudo que estou vivendo, uma ilusão que a cada dia, se torna mais latente e você cada mais mias indiferente, nunca importou meu amor, ou a minha doação, o que sempre importou foram as suas escolhas, e eu nunca tive a oportunidade de mostrar o amor e os sonhos que eu tinha para nós.
Uma jovem marujo está em alto mar. Ele se depara com a ilusão de estar estagnado ao avistar todos os lados do infinito azul. Ele sabe que incontáveis temporais irão surgir com intuito de afundar e danificar a sua embarcação, mas compreende que não há outra opção, senão resistir, abrir as velas, aprumar o manche e logo em seguida deixar o vento levar em direção ao porto. No porto, descobre que as pessoas não perguntam quantos vendavais ele teve que enfrentar, mas sim, se trouxe o navio. Ao seguir caminho, depara na reflexão de que os navios estão mais seguros nos portos, mas ascende um candeeiro: - não são pra isso que se constroem navios. Na sua última excursão, conclui: os portos são os nossos objetivos, os temporais são as dificuldades, o mar é a vida, a caravela somos nós e o vento são as mãos de Deus
Tendo a me associar demasiadamente à minha mente, a ponto de cair na ilusão de dela ser parte, e não o total oposto disto. Mas nisto percebo uma prova da relatividade do tempo: meu corpo está aqui, às 22 horas, de 01/04/2022, mas minha mente salta como um macaco entre passado e presente, realidade e fantasia. E meu espirito? Meu verdadeiro eu? É um mistério. Perdido em algum etér antigo donde recebo apenas intuições de minha própria essência, desconhecida de mim mesmo.
Nessa paranóia narcisista temos a ilusão de que somos capazes de resolver tudo sozinhos, e que apenas nós mesmos sabemos o que é melhor. Não estamos sozinhos. Assim como a felicidade só é real quando compartilhada, um pedido de ajuda pra carregar o fardo não é humilhação, é humildade. Não somos fortes o suficiente em determinadas situações. Precisamos um do outro não só em momentos alegres. Se não ajudar o próximo a lhe conceder ajuda ou achar que pode sozinho, tudo será como você quer ver ou interpretar, e mais solidão e peso terá pra carregar. Somos poucos, mas somos muitos.
"CUIDADO COM O SOFISMA -- Argumento ou raciocínio com objetivo de produzir ilusão da verdade, apresenta na realidade uma estrutura inconsistente, incorreta e enganosa -- muito cuidado em toda área de atividade humana (comércio, indústria, prestação de serviços etc.), há um campo fértil para aplicação do SOFISMA, MUITO CUIDADO"
A vida conectada é uma grande ilusão, nunca nos sentimos tão sós e tão vazios no meio da multidão. O próximo ficou muito mais distante que o longe tradicional e o que era palpável se tornou frio e mórbido. A beleza nunca foi tão artificial e sem deslumbre. Evoluímos e nos tornamos escravos da tecnologia, fomos robotizados e nos desumanizamos.
O grande problema é que a meta não é onde você deve estar preocupado, preso no futuro, é uma ilusão isso. A meta é um norte, um direcionamento, onde você irá depositar sua energia e foco no AGORA, e sair das expectativas ilusórias de metas, onde só gera escassez, ansiedade e angústias.
A confiança no poder para garantir segurança é uma ilusão que corrói a fé verdadeira na vida e leve inevitavelmente à destruição. Além do fato que não se pode ter poder suficiente, há também a possibilidade de sua perda. Ao contrário da fé, o poder é uma força impessoal e não parte do ser de uma pessoa. Está sujeito à apropriação por outra pessoa ou outro país. Uma vez que as pessoas cobiçam o poder, o homem que o possui é invejado. Entre outras coisas ele não pode descansar em paz, porque sabe que os outros estarão eternamente fazendo esquemas e manipulações para roubar seu poder. Então o poder cria uma estranha contradição: enquanto parece propiciar um grau de segurança externa, também cria um estado de insegurança interna tanto dentro do indivíduo como no seu relacionamento com os outros.
Na maior parte do tempo, você não sabe o que está fazendo. Assuma! O controle é uma ilusão que compramos caro e vendemos barato. A gente faz pose, se empolga, explica-se, mas na verdade seguimos a esmo. Tentando. Testando. Tateando. Na maior parte do tempo, a gente não sabe o que está fazendo. A gente vai apenas vivendo!
A verdadeira sabedoria vem da maturidade adquirida com o transcorrer do tempo; a ilusão ficou para trás; a hipocrisia cede lugar para a realidade; a vaidade pelo poder logo se torna algo vazio e ridículo; ninguém consegue esconder mais a maquiagem do narcisismo pela imundície do poder; o tempo passa e com ele as novas descobertas de um mundo imaginário e surreal
O seu suposto LIVRE ARBÍTRIO é uma ilusão que perpetua o autoengano, uma mentira que ele conta para si mesmo. E essa é a mais dolorosa das mentiras, pois ninguém é verdadeiramente livre quando vive conforme as vontades e imposições dos outros, muitas vezes sob a ameaça sutil de represálias.
Nós, nosso eu intolerante, temos nos prendido à ilusão de que todos precisam ser de acordo com os nossos padrões, formas, crenças, modos. Agimos, inconsequentemente, como se fôssemos superiores, com posturas defensivas, morais, demasiadas críticas... O resultado de tudo isso? Ajudamos a colocar comida na mesa dos jornalistas sensacionalistas. Não pense que sou antidemocrático e estou criticando o trabalho jornalístico. Pelo contrário, quão importante é para a nossa sociedade o trabalho periodista. Todavia, me refiro ao sensacionalismo que explora o lado deplorável da raça humana. O trágico pelo trágico; o caos pelo caos; o intolerante pelo intolerante.
Muitas pessoas ainda vivem presas à ilusão do primeiro amor que não deu certo ou de outro que não foi correspondido. No entanto, o mais importante é encontrar um amor verdadeiro que realmente valorize você. Ele pode não ser o primeiro, mas o que importa é que seja o último e o mais significativo.
Isso repousa na crença no poder normativo da inteligência, e esse poder é uma ilusão. Decorre, aliás, da tradição aristocrática da cultura, que supõe deverem os não-cultos submeter-se, naturalmente, ao governo tutelar dos cultos, para que a sociedade seja harmônica - A OFENSIVA REACIONÁRIA
Em primeiro lugar, doe-se a si mesmo todos os dias. Você é a maior prioridade. Sem ilusão, sem teatro e encenação. Esteja bem, lute por sua alegria, por sua conquista o tempo todo. Você é extraordinário, único, superou tantos problemas, encontrou tantas soluções, venceu tantos dias ruins e segue vencendo. Orgulhe-se da pessoa forte que se tornou. Ame-se sempre.
Em certos momentos, a aparente interação verbal pode ser uma ilusão, pois, na verdade, ela está apenas reagindo às palavras proferidas, revelando a solidão intrínseca da comunicação humana, onde a verdadeira conexão muitas vezes escapa por entre as lacunas silenciosas da compreensão mútua.
Joaninha, ensine o percorrer da jornada para além da ilusão; como seu pousar escorrendo pela vida a sua maneira. Quem sabe um imaginário é despertado e de corpo inteiro possamos compreender sua intervenção divina ao iluminar o dia que continua muito escuro em tantos lugares onde o sol ainda não foi embora.
A vida é uma ilusão, que dela ficamos apenas com as consequências do modo como a entendemos. Sendo assim, cada um vive um modelo de vida que acredita ser correta, mas dentro de uma realidade divesificada de interpretações do ato de viver, há uma diversidade de vidas que se correlacionam criando os inúmeros sentimentos aos quais somos acometidos, logo, é preciso saber viver, para que tenhamos uma vida menos ilusória possível, mas esse é o maior desafio da mente racional diante da falsa ideia de que somos os únicos responsáveis por nossas decisões.
A grande ilusão que nos atravessa não está apenas na política ou na religião, mas na esperança cega de que exista, em algum lugar, um refúgio onde a verdade repouse intacta. Somos todos enganados, sim — mas o engano não é o oposto da verdade; é seu disfarce mais íntimo, moldado pelo grau de consciência que conseguimos suportar. Cada mentira que abraçamos com devoção, cada crença que nos tranquiliza ou revolta, revela menos sobre o mundo e mais sobre a anatomia oculta de nossa alma. No fim, não cremos no que é verdadeiro, mas no que ecoa silenciosamente aquilo que somos.
