Textos de Flores

Cerca de 3426 textos de Flores

Flor Inteira
O amor é essa flor inteira
Com todas as pétalas intactas
Numa imensidão devastada
De um campo de batalha

O amor é essa flor inteira
Força de um furacão
Na sutileza da brisa
De uma bela manhã

O amor é essa flor inteira
Não é a outra metade
Num só sobrevive
Acresce e se reparte

Inserida por EdinaldoSoares

PRIMAVERA, LINDA ESTAÇÃO!

ACHO QUE A PRIMAVERA É A ESTAÇÃO PREFERIDA DE DEUS,
POIS QUANDO CONTEMPLO SUAS FLORES,
DESABROCHAREM NUM FESTIVAL DE CORES,
LEMBRO DA NATUREZA, DISTRIBUINDO SUA BELEZA,
NUM ARCO-ÍRIS DE AMORES.

PRIMAVERA, LINDA ESTAÇÃO! SÓ MESMO DEUS PARA INVENTAR ALGO ASSIM:
ALEGRE;
COLORIDO;
CRIATIVO;
INSPIRADOR!
POR ISSO A ESTE DEUS, DONO DA CRIAÇÃO,
OFEREÇO O MEU AMOR E A MINHA ADORAÇÃO,
PARA TODO O SEMPRE E DE TODO O MEU CORAÇÃO.

Inserida por SilviasB

´´Mas que coisa mais maluca,esse beijo teu na minha nuca, vivo saindo de mim, e acabo chegando em nós, ah! como queria agora, na tua chuva me molhar,em águas limpas do teu rio mergulhar, viver a vida ao quadrado,sentar, deitar ao teu lado, curtindo o barulho do mar, sentir meu corpo apertar, nas ondas que nos cobriam, sentir tuas mãos macias, no meu corpo me tocar, juntos com a dança do mar, fazendo em nós o desejo, desejo de nunca parar, levando em nós a loucura, queria sentir tua jura, que nunca, vai me deixar.´´

Colares Filho.

Inserida por ColaresFilho

Pétala Petulante

A última pétala petulante
Que teve a atitude errante
De desprender-se no mal-me-quer
Como ousa, essa que já foi rosa
Que se foi antes de dois dedos de prosa
Não dando tempo de a convencer
Que sem o amor dele
Eu não poderia viver.

Bem-me-quer, mal-me-quer
Por que raios o "bem" nunca finda?
Matei as flores
Arranquei-lhes as pétalas
Agora a vida
Têm arrancado as minhas
Talvez essa seja minha sina
Morrer nessa tal chacina
Onde o amor é o assassino
E eu, a tal da vítima.

Inserida por Descanonimo

Outono
Deus criaste o outono para aumentar minha melancolia.
As sombrias paisagens bucólicas, nos remete à pensamentos conflitantes.
Árvores despidas, tremulando entre a neblina fria, até que o incessante vento despoja a veste branca e os dias curtos com ares secos amargam até o céu da minha boca.
Preciso de cores, cheiros e o brilho das mágicas flores.
Quero revigorar a vida, dias longos e ensolarados para reabastecer-me de vibrações e energias positivas.
Que o equinócio da tristeza tenha um lindo e breve fim.
Quero a vida!

Inserida por Acropolle

Música, simples assim...
(Nilo Ribeiro)

Música, que bela invenção
que ideia salutar,
imagina que emoção,
ouvir Ave Maria aos pés-do-altar...!!!

ela é como ar que respiramos,
é necessária em todo momento,
quando nos silenciamos,
até no nosso casamento

no recolhimento de um funeral,
ou em uma alegre comemoração,
podemos ouvir uma instrumental,
ou ao contrário um batidão

a música é uma poesia
escrita em notas musicais,
nossa dor ela alivia
nos tornando seres divinais

sem música existiria vida,
o que você ofereceria para a pessoa querida,
seriam flores...???
mas elas são músicas com fragrância e cores

música é um remédio,
uma grande terapia,
hoje tenho o privilégio
de homenageá-la em poesia

você já se viu sem música,
como seria sua reação...???
é como rua de mão única,
e você andasse na contra-mão

a música está na alma,
na montanha, na praia, na calma,
ela está em todo lugar,
é o ar que temos que respirar

a música contém doçura,
que ofereço com carinho,
escrevi esta partitura
com Deus guiando meu caminho...

Inserida por NILOCRIBEIRO

O que seria do ano se só existisse uma estação, se o ano inteiro fosse ao calor, ou só frio?
Deus tem um plano escrito para cada um de nós, saiba que isso que está passando é só um inverno as vezes rigoroso outra calmo sereno e tranquilo, porém está chegando a primavera onde tudo será florido e colorido. ,Ele é grande então agradeça por tua honra em nossas vidas, pois só Ele é o Deus eterno sobre toda terra e céu.

Inserida por leanndroallves

Agostos

________Quem vive a vida com gosto - nas intempéries dos Agostos, pulando cordas e quebrando gelos, ou, acendendo fogos e transpondo invernos - sabe que uma Primavera está para chegar...
Recordo-me bem do frio de Junhos na cidade e Julhos no campo, quando levantávamos bem cedo para a missa das cinco e para ver as vacas no curral - exatamente nesta ordem...Víamos as tardes se acabarem nas montanhas cinzas e ofuscadas pelo por-do-sol, um vento sem sal e sem gosto... Então, sonhávamos com a chegada dos ventos de Agosto - aquilo é que era vento temperado!
Pelo menos a gente podia dar corda no tempo: soltar pipas - ainda que em combate com as ventanias, redemoinhos de folhas secas e esterco de gado.
Recordo-me feliz de sentar-me no balanço da varanda e ver o curral fechado de tábuas e porteiras de braúna as manhãs geladas de inverno - resto de outono revirado de folhas secas e úmidas pelo orvalho da noite.
À tarde, a névoa se dissipava e o sol forte de inverno esquentava a terra vermelha e a plantação murcha e pálida - um cheiro de poeira passada, passando longe e deixando seu rastro sobre as folhas mortas, que nem tapete velho.
O anoitecer era um frio de gelar a pele e a memória. Dava uma saudade das tardes de abril e das manhãs de maio!
De repente, tudo vai ficando pra trás, mas o registro fica na mente e nas recordações - eram como beijos roubados às pressas... Por isso, soltar pipas em Agosto era muito bom... Enquanto elas se empinavam e se perdiam pelo espaço, as lembranças flutuavam na mente!
Naquele tempo, a gente não tinha fotografias e nem precisava de gavetas... Somente para guardar roupas, talvez...
Os olhos eram os nossos melhores armários... Tudo viam e tudo trancavam, arrumadinho - cada coisa em sua prateleira - e lá também se penduravam os raios de sol, as nuvens avermelhadas desfiadas e as cachoeiras que batiam nas pedras soltando faíscas de luzes... Filetes prateados e alucinantes que cegavam as nossas vistas, que nunca mais saíram da memória.
As coisas novas nunca ficam nos mesmos lugares... Os redemoinhos da vida as espalham pelos ambientes por onde andamos... Mas no armário dos olhos, nada sai da sequência e as imagens, em cores efusiantes, desfilam uma a uma, bagunçando nossas cabeças, estremecendo nossos lábios e levitando nossos corpos - viajamos, literalmente!
Às vezes, nos sentimos meio árvores - fixas no chão, embora seus galhos balancem e alcancem os céus, continuam ali - um exemplo de aceitação. Idosas e crescidas, não sairão vivas do lugar e se saírem, estarão mortas.
Assim, um pouco de nós se sente como árvores e outro tanto como o vento. É quando paramos estáticos, ou corremos o mundo só com a imaginação e o registro de nossas vivências. Mas não somos como elas que vivem as estações e não se descabelam com as mesmices . Quando florescem e frutificam, se superam em beleza com a nova safra. E se não dão flores ou frutos, renovam sua roupagem em folhas verdes e viçosas.
Na essência, nunca seremos como elas - envelheceremos aos poucos, mas para sempre e o viço da juventude se esvai, lentamente... Aí nossos brilhos serão outros - o conhecimento, a sabedoria e a renovação de valores.
Árvores e pessoas precisam ser adubadas com insumos potencialmente necessários à renovação e fortalecimento interior - elas perdem a flexibilidade dos seus galhos e as pessoas se emperram - corpo e mente.
Dizem que em Agosto os cães ficam raivosos e atravessam as cercas de suas casas, em busca de outros seres, para descarregarem suas raivas.
Talvez seja também a época de o homem soltar seus gritos e suas lamúrias - libertar o peito e deixar o ar sair em disparate, como pipas ao vento - as cores são as nossas marcas... o branco a nossa paz.
Quem sabe os Agostos de nossas vidas sejam oportunos desejos de repaginação de nossos layouts - tempos sagrados de reconstrução dos nossos projetos e recondução das ideias - renovação de tons, símbolos, sabores e percepções - o espelho de um outro EU.
O outono deixa sementes, que domem aconchegadas pelo inverno - berço temporário. Mais tarde, precisarão ser lançadas ao solo para germinarem. Como as pipas, as sementes devem ser lançadas ao vento, harmoniosamente!
Afagadas pelas mãos serão, respeitosamente, depositadas ao solo.
Foi em Agosto que, sem nenhum gosto, descobri que as férias eram passageiras - o mês de soltar nosso tempo era sequestrado pelos devotos do ensino que jamais entenderam que 'o aprender' é viver solto e livre de regras ou razões e que as pipas só se soltam sem amarras...
Agostos são guardadores de conhecimentos que brotam nas Primaveras . "Agosto é quando Deus deixa a natureza traduzir visivelmente o tempo das mutações". Transformações virão, aceitações, quem sabe? As sementes são novos gens prontos para diferentes combinações - mentes em evolução.
Deixemos as flores colorir os campos, os jardins e nossas vidas - olhos precisam de cores!
Então, sacudam os seus ventos, renovem suas poeiras - não deixem a sombra encobrir o sol - não deixem as lágrimas ofuscar os horizontes, não deixem a tristeza destruir as alegrias e não deixem o choro ofuscar os sorrisos. Vivam felizes os seus Agostos, enquanto aguardam, ansiosos, pelas suas Primaveras.
texto- Delza Marques - 8/08/2017- (Lendo Miryan Lucy Rezende).

Inserida por DelzaMarques

AS ROSAS

As rosas que me deste estão a morrer
Estão a morrer de amor, de saudade
Sentem falta de carinho, de água
Amam em silêncio por medo de sentir
A falta de umas carinhosas mãos
Amam com a força da natureza
Num total silêncio
As rosas que me deste estão a morrer
Elas sentem tanto a tua falta
Mas tu já te esqueceste delas
Com te esqueceste de mim meu amor
As rosas amam-te, como eu te amo
Em silêncio, só tu ainda não descobriste
Mas sei que o amor existe, as rosas também.

Inserida por Sentimentos-Poeticos

Algumas pessoas uma para com as outras são como as Rosas.
No começo amor, cuidado, atenção...
Ai é só aparecer um lindo regador com água, que ela começa a mudar, os espinhos aparecem, mas você ali mantendo os cuidados, até que ela te espeta não como uma forma de defesa que é a função dos espinhos, mas porque ela encontrou um novo regador e você deixou de ser útil. Pra você ela distribui espinhos, dor, pro regador com água, a essência. Você decide tomar outro destino, percorrer novos jardins, o novo aparece e você segue com as flores. E a Rosa? Não sabe ela que a água do regador pode acabar. Assim são as pessoas, as amizades, os amores, devemos cuidar quando temos, cativar quando o outro quer ser presença na nossa vida, porque vai chegar um momento em que você vai precisar ser regada, mas o outro vai estar ocupado demais regando novos jardins.

Inserida por LianaEloiza

"Cadê toda aquela magia...
Onde foi parar o carinho?
Cadê os sonhos, os desejos...
E a vontade de estar pertinho?

Em algum ponto do caminho,
Acabamos nos perdendo...
E o que era tão bom...
Aos poucos foi se dissolvendo...

Queria poder acreditar
Que era só um sonho...
E logo vou acordar..."

Inserida por IriaHilaria

Infinda

Se eu cantar
Me escute
Calada

Pois quando
Eu cantar
Eu quero te sentir
Cativa

Se eu chorar
Me abrace
Outrora

Pois quando
Eu chorar
Eu quero ouvi-la dizer
Não fiques assim

Se eu cair
Me afunde
Impiedosa

Pois se contigo
Eu cair
Eu já estarei fraco
Me poupe a dor
Me mate

Se eu morrer
Que chova
Sangue
Dos teus olhos

Pois quando
Eu morrer
Eu quero te ver
Aos prantos

Sigam até ti
Tempestades
E dores de parto
No coração

E se o amar
Fora só poesia

E se for só poesia
Te amar
Será infinda amada

Será para sempre
Poesia.

Inserida por GGoldman

"" Perder inclui aceite
o mundo não naufraga em seus mares
mas chora para manter-se vivo
corre feito rio
pelas madrugadas
cantando veias recheadas de lágrimas
ao mar
nada se perde por acaso
todas as embalagens de refrigerantes deveriam ser recicladas
pois bem
podemos nos rebelar
nada de aceite
perder não pode fazer parte do nosso vocabulário

Inserida por Nedya

ETÉREA BORBOLETA
Eu exalava poesias
Ela nem aprendera a ler
Fui insistindo em prosas
Floreava poemas,
Declamava flores e mares.
E ela, nada.
Naveguei pensamentos e frases
Mergulhei romances e sobrevoei contos.
Ela disse não gostar de histórias e partiu,
Batendo suas lindas asas.
Foi a mais bela e colorida
Borboleta que eu jamais vira.

(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

Inserida por Superjujar

" Ouvia-se um ruido, antes da luz chegar,
era a fumaça do candelabro já desgastado pelo tempo
erguendo-se feito nuvem disparando o olhar
tantos apocalipses prenunciaram essa estrada
amanheceu e não consigo partir
preso a uma imagem que a mente não decifra
no que pensar se não em saudade
o que viver caso não necessidade
te olhar mais uma vez
quando ainda és melodia
antes da luz acabar
passo sorrindo
é só o que me resta fazer...

Inserida por Nedya

- Existem pessoas que entram em relacionamentos apenas para ocultar alguma frustração, sufocam sentimentos, mutilando a felicidade, deixando acontecer coisas que no futuro se perguntarão por quê? E a resposta é simples...COVARDIA.
covardia em não assumir e correr atrás do que querem, usam outras pessoas para suprimir a falta que só o coração sabe dizer o que e de quem é...

Inserida por Nedya

" Onde estão os ventos que acariciavam meu rosto?
onde está o horizonte que tanto procurei?
onde está o amor da minha vida?
talvez eu não soube segura-los quando passavam
deixei-os ir sem tentar ao menos convencê-los a ficar
agora eu sei que sorrir é preciso
que levantar a cabeça é vital
agora eu sei, preciso viver
correr pelos campos imaginários de minha alma
hoje é tempo, ainda tenho muito, mesmo em meio às perdas
sobreviverei
Acho que é hora de recomeçar...

Inserida por Nedya

Quero o banco da praça, para sentar e ver a moça passar.
Quero esperar ela passar mais uma vez, outra e mais outra; até eu criar coragem de perguntar o seu nome.
Quero vê-la passar e lançar os cabelos para o lado, jogando o charme que só uma moça bonita sabe fazer.
Não preciso enviar um oi no celular, quero que ela veja tudo no meu olhar; começando pelo ingênuo e velho piscar de olhos.
Quero trocas de olhares discretas e encabulados de uma atração sem malícia.
Quero pedir, depois de horas de conversas, um encontro no mesmo lugar, não em um motel vulgar.
Quero pedir a mão dela, para ela ser a noiva do meu álbum de casamento, não apenas um nudez em meu aparelho de celular.
Quero voltar a ser um "quadrado" amante a moda antiga, com flores, chocolates e cartas de poesias.

Inserida por Jerclay

Pensei em tudo que os poetas escreveram em cartas, livros e até mesmo em pedras.
Vi que muitas dessas poesias escritas foram ditadas ao longo de muitos anos e serviram de pontes para muitos apaixonados se declararem. Eu mesmo já escrevi várias mensagens, e não tenho certeza se elas serão lidas por muitos amantes, mas uma coisa desvendei, que os poetas não se importavam com quanto tempo as suas poesias iriam permanecer.
O que importava para um poeta eram os sorrisos de amor que a sua amada expressava ao a apreciar, as lindas declarações escritas com amor e emoção. Eu concluo que a importância de uma bela poesia não é o seu registro em cartas. Mas sim, o pequeno momento que ela é lida e recebida no coração. Pois não adianta as palavras escrita serem eternas, mas o que vale levar para eternidade e o amor que foi expresso através delas.

Inserida por Jerclay

Venta lá fora. As janelas batem com ímpeto
tapando a vista de um céu misterioso.
o crepitar das arvores fazem notas musicais
São notas Graves. Sinistras.

Meu peito palpita agudo
Quiçá viestes com o vento que bate na minha porta.
Eras tu.

Oi, te trago flores silvestres . Sinta.
São rosas mosquetas colhidas dos vales
Cuidado com o espinhos.

Uma nota almíscar paira pela sala. Meu peito late grave
São notas do vento. Das arvores que crepitam. Das flores de rosa mosqueta
Você não veio. Veio a lembrança trazido pelo vento
A nota almíscar pairando pela sala.

Inserida por onne