Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O canto
Mil passarinhos cantam,
Mas nem todos me encantam,
É o seu canto que me emociona.
O canto sincero,
O canto que eu espero,
O canto sem dor,
O canto que expressa profundo amor.
O canto mais puro,
O canto dos seus lábios
Mostra tamanho sentimento
Quando toca os meus
E me leva desse sofrimento.
Já não é como antes quando eu pensava em desistir
a cada instante em que os ventos davam contra mim.
Agora eu sei que vai passar.
As forças se renovam, os pensamentos me impulsionam a seguir em frente.
Eu tinha medo e a alma doente.
Tudo distorcido, é assim que enxergava; a lente estava suja, meio embaçada.
Não cabe dentro de mim esse sentimento profundo que nos uniu
A totalidade, o infinito, o começo e o fim, dentro de mim
Em vão tento explicar, com meras palavras o sentimento de amar, ser amado
Alegria profunda, paz, serenidade, em palavras, em atos de bondade
Tudo flui como um rio avassalador
Transborda de mim, não se contém, espalha calor
É de Deus esse amor
Direto do trono escorre virtude
Nada promete, com palavras não ilude
Aceitação incondicional, amo, sou amada
Dar sem receber
Receber, agradecer
Desfrutar cada ocasião, cada minuto perfeito, fluxo contínuo, batida do meu coração
Ninguém pode furtar, então o medo se dissipa
O amor está selado, é infinito e em mim abriga.
Chovia lá fora, mas por dentro era calor.
Chama viva, vontade de viver,
ser feliz, aprender com a dor.
Um novo tempo começou;
que por tanto tempo esperei;
desesperadamente busquei,
e em parte alguma encontrei.
O tempo chega quando tem que chegar.
As flores nascem quando a terra brota.
O que me resta senão regar?
Regar e espalhar boas sementes,
arrancar os brotos doentes,
esperar, ficar contente com o futuro que virá.
Hoje na mente, nos sonhos; só planos.
Amanhã na terra, os gomos:
que com amor cultivei;
que com paciência esperei.
Família
É muita alegria,amor e paz.
É a nossa felicidade que sempre contagia.
E o nosso amor é como o sol, que irradia.
E torna-se maior a cada dia.
Família
É muita alegria e paz.
Que sempre nos entendemos.
Que a nossa união fortalece.
É o amor que cresce e acredita.
Familia
É alegria na felicidade.
E um amor muito verdadeiro.
Quem parte deixa sempre muita saudade.
De uma grande amizade.
Familia
É alegria que não espera acontecer.
Caminha sempre para vencer.
Com os pés bem assentes no chão.
E tem muito amor no coração.
Familia
É alegria e amor,tenho muito orgulho de ser,
E a esta família pertencer.
Hoje só quero agradecer a Deus.
Por neste berço e nesta familia nascer.
Obrigado família.
Quando diz: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido” (v. 7), Deus pretende que entendamos esta qualificação não proferida: “A morte não o atingirá, sem a minha permissão e desígnio. Meu desígnio para aqueles sob o meu cuidado é sempre bom, ainda que eu permita a morte tirar-lhes a vida”. Por
isso, Derek Kidner afirma: “Esta é uma afirmação de providência abrangente e exata; não é um amuleto contra a adversidade... A promessa nos garante que nada pode tocar o servo de Deus sem a permissão dEle”
Nenhum relacionamento se sustenta sem companheirismo.
O companheirismo é a lealdade entre as pessoas que se dispõem a caminhar juntas com cumplicidade, lutando pelo mesmo propósito, com confiança, respeito e admiração. Porém, nos dias atuais, isso é cada vez mais raro. Numa época onde o individualismo predomina ser companheiro é uma qualidade que está cada vez mais incomum.
O companheirismo é conquistado por meio da maturidade. É isso que permite que se esteja junto sem querer dominar ou ter um poder sobre o outro, o que também possibilita um a ser diferente do outro e, apesar disso, aceitar e respeitar estas diferenças.
Quando as pessoas se conhecem e se respeitam, valorizam os pequenos gestos que demonstram que companheirismo é fazer parte do dia a dia.
A ausência de companheirismo desgasta a relação devido ao individualismo e ao egoísmo, que deixam pouco ou nada para ser resgatado, em caso de término. O amor sozinho não sustenta qualquer relação e não consegue resistir ao egoísmo, ao descaso diário e à frieza. A falta de companheirismo mata qualquer relação, principalmente a conjugal. Desde as pequenas coisas até as mais significativas vão se perdendo a partir do momento que alguém deixa de participar da vida do outro.
Não há fórmula para haver mais companheirismo entre as pessoas. Seria como dar uma receita de bolo, e quando falamos de relações isso não funciona. A verdade é que nos tornamos companheiros a partir do amor, e esse amor reforça o companheirismo.
“- Que bagunça!” Disse isso então olhando sua própria existência, a realidade a sua volta, nada lhe parecia estar em seu devido lugar. A desordem lhe aparentava tanta que não sabia sequer por onde começar, ou se deveria começar. Fazer faxina no SER não é tarefa fácil, as próprias dores e problemas machucam e perturbam muito mais.
Deparou-se com um amontoado de casos inacabados, mal resolvidos, e com finais forçados. Pequenas coisas deixadas para trás, como pecados a gerar peso na consciência, acumulados culminaram ao parar da carruagem. O que fazer então? Ao se deparar com tal ponto da história. Como resolver de uma vez só todas as pequenas coisas que não se resolveu em momentos distintos do passado?
Algumas coisas existem para dar errado, graças a elas você chegou até aqui, até determinados questionamentos. Aquilo que te serviu de experiência ao longo de tua vida nenhuma outra utilidade terá, aquilo que te serviu de lembrança, foi única e exclusivamente para te mostrar que já vivenciou coisas boas e que pode vivenciar mais, tudo o que está somente do ontem para trás deve ser arquivado, o que ainda pode ser o amanhã é que merece ser seguido, descomplicado ou resolvido.
“ “Ele diz: Oi.”
A minha vontade é esmurrar a tua cara. Tu acha que é assim? Depois de tudo que aconteceu, depois de tudo que foi dito, depois de tudo que você fez, tu acha mesmo que pode chegar e dizer um “oi”? Só um “oi”? Eu mereço mais que isso. Mais do que um mísero “oi”. Podia dizer que estava morrendo de saudades, que quer me ver ou podia me ligar e dizer que só queria ouvir a minha voz. Podia fazer como nos filmes e aparecer aqui no portão de casa, segurando algum cartaz ou fizesse algo que demonstrasse que você ainda lembra de mim. Mas agora tu aparece do nada e a única coisa que presta pra dizer é um “oi”? Não entendo. Sinceramente, eu não entendo por que tu faz isso. Lembra? Eu mandei tu ir embora e agora você volta fingindo que nada aconteceu. Me explica o por que disso? Me explica por que mexer na minha ferida? Me explica por que acordar o sentimento que eu sinto por você? Me diz cara, o que tu ganha com isso? Ver que eu ainda te amo e que sou completamente apaixonada por ti? Ou tu só faz isso pra ter a certeza de que se tu estralar os dedos eu apareço na porta da tua casa, implorando por um abraço, um beijo e dizendo “ eu ainda te amo, volta pramim?”. Tu não acha que já deu? Não acha que já passou da hora de colocar um ponto final em tudo isso? Porque sinceramente eu desisto de tentar entender o que tu quer, eu não sei se quer ficar ou se quer ir embora. Eu só sei que tô cansada desse vai e vem, desse “chove e não molha”. Meu coração, meus sentimentos, minha cabeça, estão todos surrados, machucados e cansados dessa sua indecisão. Se tu sente minha falta, vem e fica. Para de ir! Para de me deixar confusa! Eu preciso seguir e a minha vida e se tu jura que vai desaparecer, mas de uma hora pra outra aparece de novo… Eu não vou conseguir. Você não pode fazer isso! Você não tem o direito! Não pode sumir e voltar quando te dá vontade. Não pode fingir que nada aconteceu. Não pode chegar do nada com esse teu sorriso lindo, com essa sua cara depau, com esse jeito atrapalhado - que pra mim é a coisa mais fofa. Com essassuas piadinhas que não tem a menor graça, mas que me fazem rir só por ver que você é um idiota. Você não presta e também não merece a minhaamizade, minha resposta, minha atenção. Não merece nem que eu falecom você, muito menos tudo isso queeu estou escrevendo agora. Eu sei que era pra eu ter te respondido fazem alguns minutos… Ora, era só responder ”oi”, mas eu sei que eu ia acabar sedendo, então volta vai. Mas promete que dessa vez vai ser diferente, que dessa vez tu não vai desistir e que quando eu quiser ir embora, tu vai me pedir pra ficar. Diz que dessa vez tu vai lutar pela gente e não vai me perder nunca mais. Diz que dessa vez é sério e que nada do que tu fala não da boca e que você vaifazer valer a pena. Eu só não quero meenganar outra vez, não quero te perder e me ver sendo obrigada a te mandar embora de novo. Eu não quero mais chorar. Eu não quero mais sentir saudades. Eu não quero mais sofrer. E eu sei que vai ser assim: quando eu estiver quase superando você, tu vai voltar e bagunçar tudo. Talvez seja melhor, então, evitarmos tudo isso. Não vou te responder e se for preciso te excluo, bloqueio, esqueço teu endereço, coloco teu número como “não atender”. Tudo pra tu deixar de uma vez a minha vida.
“A idiota aqui responde: Oi.”
Senhor, nesta noite fria de Inverno.
Queremos-te apresentar..as nossas dores,
as nossas preocupações,
trazendo-te as nossas ânsias.....as nossas angústias.
Pedir-te pelos que são vitimas da guerra,
da chantagem.
Tem compaixão daqueles que,
têm alguma deficiência ou anomarlidade,
pelo os instáveis, os mutilados,
os doentes incuráveis,
Os que são obrigados a viver na injustiça.
Os que não querem acreditar em ti.....ou no bem.
Porque estão desiludidos nesta sociedade,
que é tantas vezes desumana e cruel.
Ajuda-os a eles e a nós,
a descobrir que são úteis,
que também têm a desempenhar um papel no mundo.
Faz com que a nossa casa seja aconchegada...
Onde somos todos irmãos...sobre a tua proteção.
Mateus 13.20-21: “O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza”. A alegria que se evapora no calor da aflição não é a alegria em Deus, e sim
alegria no conforto. Paulo disse saber que Deus havia escolhido os tessalonicenses porque eles tinham “recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo” (1 Ts 1.6). Alegria na tribulação é a evidência da alegria em Deus, e não
alegria na tranqüilidade.
Mateus 22.2, 10-14: “O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho... E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados. Entrando, porém, o rei para
ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger
de dentes”. Esta situação é semelhante à dos peixes ruins apanhados na rede do reino. A falta da veste nupcial provavelmente representa a falta de justiça que excede à dos escribas e fariseus. O homem mal vestido foi atraído pelo poder do reino, atraído do mundo para a sala
do banquete, tal como o peixe apanhado pela rede, mas esse homem não estava preparado para o reino e, por isso, foi lançado fora.
Somos todos inconstantes. Sempre mudando de planos, de desejos e ideais. Até nossos sonhos são vítimas da nossa inquietude. Vivemos na base do “hoje eu quero isso, amanhã não sei”. E de forma muito confortável, invertemos nossa busca e inventamos outros propósitos. Amanhã coisas novas vão nos chamar a atenção, amanhã outros pensamentos vão dominar a nossa mente. Amanhã, nosso coração vai amar outro e depois de amanhã também. Nenhum amor dura tempo suficiente para florescer, nós amamos apenas a descoberta, o novo, a paixão chegando ao mundo e mal abrindo os olhinhos. Nós o abandonamos no instante em que ele tenta dar os primeiros passos, arriscar as primeiras palavras ou um olhar mais atento. Matamos sentimentos com a nossa pressa. Estamos sempre correndo sem nunca saber exatamente para onde. Em um ritmo frenético que busca sempre algo mais, impedimos que algo maravilhoso nos aconteça. Não ficamos até que o outro pegue no sono, não abandonamos uma única vez a mania de olhar o relógio e dizer que já está tarde, que é preciso ir embora. Não assistimos mais o pôr do sol. Sabemos apenas que já é noite, mas perdemos a beleza do anoitecer.
Nossas inconstâncias nos dão a sensação de que estamos dominando os próprios sentimentos, assim: amando, odiando, viajando sem paradas. Morrendo de sede, de fome, sem buscar recursos verdadeiros para que a gente se sinta menos vazio. Forjamos uma felicidade que nunca passará de fotos e sorrisos amarelos. Não passa da primeira porta, não atinge as outras camadas da pele. Não abraça verdadeiramente o nosso íntimo. Não dá frutos.
Os sentimentos virando apenas espasmos de madrugada. Enlouquecemos quatorze vezes por semana a procura de algo diferente. Deitados no gelo do lençol, a única coisa que a gente sabe e entende é que queremos sempre mais. Uma pimenta mais forte, um gole a mais na bebida, uma hora a mais mergulhados num beijo que parece nos revelar quem somos, mas ainda não supre aquilo que nos falta. Carregamos esta ideia fixa e inútil de que algo sempre nos falta.
Mas o beijo poderia sim suprir e nos revelar quem de fato somos, se a gente soubesse aproveitar a beleza daquele instante. Mas a nossa pressa vem carregada de um descaso insuperável.
Doamos tão pouco de nós para o outro, mostramos apenas o que vai a nossa superfície. Interrompemos as tentativas de quem quer se aproximar ou desistimos de uma aproximação fiel, por medo de nunca mais voltar. Medo de o amor prender. Medo de não saber vestir a felicidade. Medo de se dar conta de que a busca acabou e que sem isso a vida possa arruinar seu sentido.
Eu busco amor. Eu busco a mesma coisa que você. E é um absurdo sentir que buscamos as mesmas coisas, mas ambos sairemos perdendo. Estamos tão acostumados a procurar sempre que não sentimos quando um verdadeiro encontro acontece.
A verdade está na força que não fazemos para que as coisas criem raízes. O amor está nos detalhes da gente que não entregamos. A permanência está escondida atrás do medo de sermos nós mesmos. Não mostrar nossos defeitos com medo de ver o outro partir, apenas adia alguns segundos a nossa própria partida, pois não teremos mais nada a revelar se a maior metade de nós é feita de falhas. Pudera que fôssemos menos inconstantes, que a gente mergulhasse no fundo do outro e também permitisse que ele mergulhasse em nós. Estreitando assim as distâncias e estendendo os momentos mais felizes.
Pequeninas semeletras
Pequenas semeletras
Lavradas de palaras
Que não se cansa de contar
As palavras de seu amigo lápiletras
Que não se cansa de escrever
Com seu amigo borraletras
Que não se cansa de apagar
Com seu amigo caderletras
Que não se esquece de esquecer.
Pequeninas semeletras,sendo lavradas ,voando no ar,e deixando as crianças brincar com as palavras.
Nunca ouvi alguém dizer: “As lições mais profundas da minha
vida vieram por meio de tempos de conforto e tranqüilidade”.
Mas já ouvi santos fortes dizerem: “Todo avanço significativo que fiz em assimilar as profundezas do amor de Deus e em crescer na comunhão com Ele veio por meio do sofrimento.”
Se há algum tempo, Deus tivesse me dito que me
tornaria tão feliz quanto eu poderia ser neste mundo
e também tivesse dito que começaria por mutilar to-
dos os membros de meu corpo e privar-me de todas
as minhas fontes habituais de prazer, provavelmente
eu teria considerado esta uma maneira estranha de
Ele realizar o seu propósito. Mas, como a sua sabe-
doria se manifesta até nisso! Pois, se você visse um
homem fechado em um quarto, idolatrando um con-
junto de lampiões e se regozijando na luz deles, e
desejasse fazê-lo verdadeiramente feliz, você come-
çaria por apagar todas as suas luzes; e depois abriria
as janelas, para que entrasse a luz do céu.
____________________
Um verso doce
para agradecer a Deus
pois conheci você
Um verso lançado a frente
de um coração ardente
para uma estrela reluzente
Um verso simples
para dizer que agradeço
o tempo e acalento
Um verso puro
de doces sentimentos
de gratidão e amor
____________________
As pessoas costumam ligar o cérebro aos mesmos assuntos, às mesmas lembranças, crenças e opiniões, e assim o viciam. O ser humano se auto-sabota, cria limites para ele próprio seguir e acreditar desprendendo-se das possibilidades para que assim possa seguir uma única direção, tornando-o um ser de capacidades limitadas capaz de exercer somente as mesmas pequenas coisas.
Não se prenda a uma única realidade, não estabeleça limites somente para as informações que deseja absorver, não é correto censurar o conhecimento. Seu cérebro é capaz de mais que isso, estamos fazendo uso de apenas uma pequena parte de nossos recursos mentais e, quanto mais nos limitarmos às possibilidades, menos usaremos.
Eu preciso te ver
Eu preciso te ver, fala tudo o que eu sinto, demostra o que eu não demostrei te dizer o quanto você é importante e a falta que você faz. Por muito tempo eu não acreditei nesse sentimento, neguei pra mim mesmo que te amava, e agora sofro por isso. Eu preciso te ver, ouvi a sua voz, e te pedi pra você fica do meu lado e não sair nunca mais.
"Tem dúvida se foi amor?
Amor não mente, omite ou engana.
Amor acalenta, apoia, fica ao lado.
Amor não poupa, amor fala a verdade, por mais dura que ela seja.
Amor não ilude, amor faz sonhar acordado.
Amor não cega, amor faz enxergar além.
Amor não deixa dúvida.
Amor não deixa inseguro, amor traz força.
Amor não prende, amor deixa livre.
Amor não sufoca, amor traz paz.
Amor traz pra sua vida coisas boas, certeza, segurança, confiança, sorrisos e mesmo quando é tomado por momentos tristes (ninguém vive feliz 24 horas por dia 365 dias por ano), ele fica ali do seu lado e você sabe que pode contar com ele! É.R.P"
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