Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
A minha morte anunciada
Viajo muito atônico por uma linha
Sem qualquer razão ou intenção
Perdi o que mais almejava, vida minha...
Perdi a chance de lhe ver morta no chão
Suspiros demasiados são a tua melodia
que embalam o meu longo e sinuoso funeral
enquanto eles choravam ela me acudia
O que você acha meu amor... não é celestial?
Arranjos, sinfonias, orquestras e risadas
tudo embala minha fria e gélida alma
Vocês nunca me pareceram abaladas....
Sempre me transmitiram uma falsa calma
A palavra que procuro é inconveniente...
Nada além de um mero copo descartável
Que de tão exótico lhe pareceu atraente
Mas o meu orgulho não me tornou maleável
Fiquei cada vez mais sem minha perseverança
Mas aprendi a confiar mais em mim
Por que nos outros perdi a confiança
Então Chaplin, será melhor assim?
Síndrome De Brega - Lobão
"Não tem mais condição nem sim nem não, é guerra
A minha posição é uma só, num ferra
O nosso habitat é um só, a Terra
Eu tenho os pés no chão e você na estratosfera
Estou na minha e tenho os meus compromissos
E eu sou Mangueira e quem tem a ver com isso?
Tô sem vintém mas não devo nada a ninguém
Não devo nada e quero ver quem vai peitar, ah ah ah!
Quem vai? Ah! Ah!
Existe sim a sídrome de brega
Essa chantagem emocional que você prega
Você só dá valor e amor ao que te cega
A tua moda roda, roda, mas não pega
Existe sim a síndrome de brega
Não tem mais condição nem sim nem não, num ferra
A minha posiçào é uma só, é guerra
A tua moda roda, roda, mas não pega"
""No que diz respeito a filhos! A mãe os espera por nove meses, dentro de nosso ventre.. Amamos antes mesmo deles existirem... Queremos tanto o seu bem que ultrapassamos os limites do amor e da compreensão, queremos entende-los mais que eles mesmos. Nos entregamos a esse amor tão profundo e incondicional... que está em nossos corações gravados como um selo.
Isso nos faz tão super protectores e blindados, que achamos que nada deve atingir nossa prole, é que por isso nos achamos que; devemos impedir que eles sofram, que passem por todo processo de conhecimento e aprendizado desta vida sozinhos.... Pois muito bem não podemos exagerar nisso, dê-lhes o anzol e ensinar pescar...
Sim, nos sabemos que a vida é uma Grande Escola, que as vezes ela é suave e doce, as vezes mais severa e cobra demais, as vezes nos exige muito mais que podemos fazer, por muitas vezes complicada, porque nos coloca a prova a todo instante, exigindo a paciência, o entendimento de coisas que acontecem a todo instante sem que possamos entender nada... A vida exige carácter, inteligencia, astúcia, serenidade e acima de tudo Coragem!
Coragem para tomar decisões, para ter atitudes, para decidir-mos a hora de começar e quando continuar, e o mais importante a hora de parar, e saber diferir o certo do errado. Isso não pode ser imposto a eles, mas pode ser falado com carinho sobre o que eles devem fazer... Enfim a decisão final é deles!
Não podemos ensina-los como vencer tudo e todos sempre. A gente cai e se levanta de novo. Essa é a regra... Perder e ganhar, cair e levantar-se... faz parte do jogo da Vida.
Enfim não queremos ver os nossos filhos sofrerem, a dor deles é a nossa, a alegria também!
Existe uma coisa mais certa e forte que uma super mãe tem.
Nos não somos super poderosas, nosso conselho pode não ser o mais correto do mundo, mas uma coisa que é certa e quase sempre infalível..... As mães tem sempre razão no que diz respeito a intuição.
A intuição de uma mãe é a mais poderosa e forte arma que ela tem para protecção de seus filhos, intuição sempre funciona! Converse sempre com seu filho fale sempre de sua intuição e seus temores sem exigir, ele pode até não te ouvir, mas pelo menos eles não poderão dizer que você não se importou com eles, serve como aprendizado, eles vão se lembrar, e saber que você o ama muito""
Tudo tem limite, até mesmo o perdão
e a simplicidade.
Que não se enganem ou rasos de
raciocínio.
As pessoas adeptas da simplicidade
( sentimento dos mais nobres), para
chegarem a este estágio vivenciaram
longa estrada.
Se preciso sabem no silêncio ( que muitas
vezes diz tudo),colocar no lugar quem as
desmerecem - em paz, com sabedoria e pena.
Acreditei na sua mudança.
Acreditei no seu mudar.
Acreditei que aquele jeito se foi, pra nunca mais voltar.
Mas você só sabe vacilar, e deixar aquele jeito renascer.
Será que vale a pena te escultar,
ou será que é melhor perder você?
Te amo até quando tenho raiva.
Te quero até quando estou triste.
Tanto faço pra não te ver chorar,
mas você parece nem notar.
Estive sempre ao seu lado, e evitei coisas pra você não sofrer,
mas você me deixou e agora? o que vou fazer?
O Frio....
Tipos de frio.
Existe o frio de gelado, aquele referente à temperatura. O qual bem trabalhado gera aquecimento e coisas boas: sopa, edredom, cobertor de orelha, meia, chocolate quente. Um carinhoso conforto. Já, esse frio latente, sem reposição do calor dói nos ossos e pode causar doenças e resfriamentos.
Frio que surge na barriga. Sabe qual? Aquele mesmo... Acontece em situações peculiares e extremas. Trabalhado de forma positiva proporciona felicidade, alegria, borboletas no estômago, sininhos em volta da cabeça e muita motivação. Caso contrário pode gerar um bloqueio, pânico ou ataque indefinido. Mais ou menos um socorro. Fuja loucoooo!!!
Já o frio interno, fincado no coração, é complexo e a única opção de aquecimento é a reflexão em como transformá-lo em um delicioso calor. Sem deixar oscilar facilmente pelas ações externas. É importante descobrir as causas desse resfriamento e agir de forma positiva visando aquecer essa locomotiva interna: Você!
Cuidado com o frio social, pois aqui pode imperar o individualismo ocasionado por uma postura social, proteção, preconceito ou fuga de responsabilidade ao próximo. Impedindo qualquer suposta exposição ao ridículo ou ações que tragam empatia e laços. Ausência de coragem em auxiliar ao próximo sem almejar algo em troca. Agir e ousar em dar o primeiro passo e acolher semelhante com características diferentes.
Use e aproveite do frio e transforme em ações calorosas e atípicas. Transformar é uma atitude de coragem. Principalmente quando busca enfrentar um desafio extremista onde objetiva alterar o frio gelado em conforto quente. No qual apenas coberta ou blusa não irá sanar. Perceba as ótimas escolhas que pode fazer e oferecer em sua vida. Um olhar, um aperto de mão, um longo abraço e enviar bons pensamentos positivos aquecem a alma tanto de quem recebe bem como de quem doa. Sucesso repleto de muito frio caloroso:)
Analogia: Aumento das variações climáticas X Repostas psicológicas de polaridade.
Essa variação climática antigamente caracterizava algumas localidades. Como em Curitiba. Clássico comentar com os forasteiros “aqui você vive às quatro estações em um dia só”. E era real. Geralmente na ordem Inverno, outono, primavera e verão. Hoje ainda esse conceito é intensificado e variações percorrem mais de uma vez entre dia e noite. Hoje Curitiba já é bem mais quente. Como todo planeta. Essa “Frase clássica” perdeu seu poder de diferencial de localidade. Visto que é uma reação em massa de várias localidades.
Característica individual de cada estação é minimizada e percebida em ciclos menores do que apresenta o calendário. Consequência de diversas variáveis. Sem entrar no mérito motivador dessa instabilidade natural de forma leiga e superficial o aumento dessas multiplicações climáticas é efeito do descaso por uso indevido dos limites sustentáveis e suportáveis com nossa natureza assim como nossa polaridade e suas respostas aos atos.
Ação desbravadora conduz o avanço e com isso altera o eixo de singularidade. Esse efeito gera uma falência e mutação das partes. As defesas naturais desprotegidas e agredidas reinventam reações adaptativas. Natureza e humanidade sugam e lutam em prol de sua defesa. Criando armas de defesas como multiplicar as fases das estações e reações de polaridade.
“Hoje a psicologia traduz a polaridade com o principal objetivo de equilibrar as energias mais sutis do organismo para que possam fluir livremente sem obstruções e bloqueios, gerando equilíbrio e saúde. O equilíbrio das energias se dá através do equilíbrio entre as forças energéticas positiva, negativa e neutra que permeiam o Ser. Uma corrente contínua. Sendo exposta a cargas opostas, sendo uma negativa e outra positiva. *1
Criando uma analogia entre as citações houve uma ruptura. Natureza e sociedade ampliaram sua forma de interagir formando cada vez mais instabilidade. Formando uma miscigenação ampliada nas estações do ano e quantidade de variedades de polaridades. A conciliação é imperceptível. Sem preparação ou aprendizado de como agir, ultrapassar e adaptar as imposições. Uma corrente contínua. Como um instinto.
Frear ou impedir essa evolução insana de variações é inevitável. A cumplicidade e aceitação dessa vinculação dos eixos podem simplesmente possibilitar um futuro equilibrado.
Sustentabilidade na natureza e na humanidade. Equilíbrio nessa nova condição. Sanar essa necessidade de forma instintiva e defensiva é vista como normal. Ou seja, as belezas de cada estação como as polaridades positivas, negativas e neutras que compõem nossa serenidade humana. Estão fora do eixo tornando-se mais do que conhecemos. Exigindo cada vez uma maior adaptação consciente, inconsciente ou subliminar sobre os fatos. Gerando incondicionalmente discernimento, conduta e posicionamento ao novo.
Encaixar o eixo. Aceitar o habitar com simplicidade e reconhecimento. Esse pode ser o ponto-chave. Simplesmente buscar manter sustentabilidade ao perceber a evolução. Buscar alternativas pensadas, centradas e planejadas. Pensando no todo com doação, abnegação e empatia. Com isso nossa espécie superará física e mentalmente os abscessos evolutivos. Ou não?
(Uma lembrança que pode exemplificar melhor o fato descrito no colegial quando chegava o tão esperado “verão”. Nos comerciais televisivos assistiam se as propagandas das famosas “Sandálias”. Sim! Era um sonho de consumo. Praia, sol e muita diversão. Porém, só as poderia usar em Curitiba com meia. Devido à baixa temperatura. Mas usadas com muito charme)
É sábado, lembro-me dos encontros em dias de lindos luares, dos olhares...
E os passeios de mãos dadas pelas calçadas dos desejos, dos seus beijos...
Que saudade... Do abraço amigo, de ficar contigo solidão a dois...
E do aconchego deste teu nego ao beijar-te os pés, e nessas lembranças cheio de esperanças quero te encontrar...
"Existem pessoas que nos decepcionam,
faz parte do breve existir para o
crescimento espiritual.
Pessoas que se aproximam somente
em busca de benefícios - intelectual,
financeiro, emocional.
Mas, não raras vezes a distração toma
conta dos dissimulados de plantão, de
tal forma que estes, esquecendo-se
das flores pisadas, voltam rapidamente
em busca do perfume.
Tarde demais.
Desabafo?
Tristeza?
De forma alguma!
O tempo nos mostra o suficiente para
descartá-las com sabedoria, afinal
a vida é maravilhosa, porém curta
demais para compartilhar com quem
não sabe valorizar nem a própria.
Gratidão, Respeito e Caráter
não se ensinam."
Minha Primeira Sinfonia - Parecia que era assim
Como assim?
Parecia que o tal sentimento despertado iria dançar.
Parecia que os anos passados iriam complementar. Já que não eram mais metades.
Parecia que o instintivo era os inteiros mesclar.
Parecia que um novo sentido nunca descrito iria jorrar no encontro do olhar.
Parecia que os olhares iriam inovar a forma de saborear.
Parecia que tudo aquilo tantas vezes escrito iria encurtar. Como dividir o mesmo “ventre”.
Parecia que senti intensamente um tremer delicado ao abraçar. Como o primeiro toque.
Parecia que embaralhou os desejos e só fazia travar. Ou não parar de falar.
Parecia que percebia o suor multiplicando em cada olhar que despertava.
Como uma delicada mensagem subliminar.
Parecia que estava pronta para enfrentar e desfrutar. Ousar e voltar a brincar.
Parecia que toda força guerreira acumulada por tantos anos já vividos iria aflorar.
Parecia que a leoa iria rugir confrontar com movimentos ágeis e músculos fortes até encantar.
Parecia que o cheiro ali encontrado era a essência de algo que nunca havia conseguido achar.
Parecia que o único desejo era só vontade de encostar. Nada mais. Sem cobrar.
Parecia que a vedete não sabia mais dançar. Parecia que o espectador não queria gostar.
Parecia que passos largos chegaram para dispersar.
Parecia que queria o infinito e não consegui demonstrar.
Parecia ouvir uma bela melodia que por ausência de letra não consegui cantar.
Parecia pura emoção ou somente bem-estar. Como um vento que acaba como um suspiro.
Inexperiência era mais divertida. Com o tempo viciamos em testar, analisar, cuidar, pensar e escapar.
Multiplicar a conquista individual e não achar metades.
E o como assim ficou assim. Sem para cá nem para lá... Outra hora voltará.
Crítica - Como trabalhar e conviver hoje com essa proposta de forma imparcial.
A globalização e todos seus artefatos acoplados acarretam uma gama incontrolável de informações. Essa nova realidade em tempo real apresenta uma nova fase de exposição de idéias. Para tal velocidade as reações iminentes são um fato. Uma vasta oferta de todo tipo de produto digital disponibilizado de forma pública. Plágio torna-se um hábito. Uma forma de recriar?
Segundo Aristóteles "O ser humano é fundamentalmente Político, agrupa-se em comunidades e, dessa forma, além da discutível crítica artística ou cultural que é relativa e quase pessoal, de menor ênfase, mais próprio de esferas de vivência do cidadão do lançar uma moda e/ou costume”.
Não há um limiar ao que é expelido bem como ao retorno crítico devolvido. Em intensidade e proporções ilimitadas. Ação e reação geradas sem percepção dos sentidos. Efêmeras como as atividades virtuais.
Nossa sociedade, em muitos aspectos, caminha em passos reprimidos e isolados. Aonde uma minoria é engajada em solucionar, lutar, criar ou envolver-se por uma causa. A individualidade vivida apaga a união transformadora do todo.
Essa realidade social/virtual é belíssima e pode ser imensamente útil e aplicada em prol de todos. Porém, está vinculada como um descarte da opressão vivida. Na exposição de idéias e desejos ou críticas e revelias. Cria uma necessidade de ruptura emergente. Onde desloca o cuidado e similaridade ao próximo.
Criticar vem perdendo o sentido de acrescentar opinião evolutiva sobre algo conhecido e sugere uma forma de expulsar as opressões incrustadas no hábito ou fatos. Interna ou externa. Com sentido ou não. Independente de imparcialidade ou conhecimento de causa apenas pelo prazer de liberar. E para essa explosão cabe a tão usada “virtualidade”. O meio mais rápido e seguro. Aonde não cria laços reais. Onde o poder de concretizar esse contato pessoal invariavelmente depende do usuário.
Entre tantas violências expostas a virtualidade, aparentemente, apresenta certo conforto e distanciamento. Fictícia e bem melhor tolerada. "Segurança e Liberdade". Valores básicos para estruturar os passos. Construir valores e aprendizado de vida resultando no “Pensamento Crítico”.
A crítica construtiva é maravilhosa caso seja aplicada com intuito de melhoria. No âmbito familiar, empresarial e pessoal. Ofertada verdadeiramente para construção de algo melhor. Um impulso ao próximo... Mesmo distante.
Um texto escrito há tantos anos apresenta um formato claro de interpretar a essência da “Crítica” hoje trabalhada como Construtiva ou Positiva.
O IDEAL DO CRÍTICO
“Exercer a crítica afigura-se a alguns que é uma fácil tarefa, como a outros parece igualmente fácil a tarefa do legislador; mas, para a representação literária, como para a representação política, é preciso ter alguma coisa mais que um simples desejo de falar à multidão. Infelizmente é a opinião contrária que domina, e a crítica, desamparada pelos esclarecidos, é exercida pelos incompetentes. São óbvias as conseqüências de tal situação. Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, — será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, — essas três chagas da crítica de hoje, — ponde em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, — é só assim que teremos uma grande literatura. O julgamento de uma obra, cumpre-lhe meditar profundamente sobre ela, procurar-lhe o sentido íntimo, aplicar-lhe as leis poéticas, ver enfim até que ponto a imaginação e a verdade conferenciaram para aquela produção. Deste modo as conclusões do crítico servem tanto à obra concluída, como à obra em embrião”. (Machado de Assis, Publicado originalmente no Diário do Rio de Janeiro, 8/10/1865).
Qual sua opinião a respeito do texto apresentado? A empatia é aplicada nessa nova realidade havendo cuidado de compreensão ao outro lado?
LEMBRA DO PRIMEIRO PORTÃO? SUA PRIMEIRA TRAVESSIA?Qual o primeiro presente ou fato fez com que seu delicado e restrito conforto fosse ampliado? Quando seu olhar percebeu o mundo?
Uma bicicleta, um patins, um skate ou um belo livro. Um conselho. Uma comida. Um exemplo de vida. Um cheiro ou sabor. Momentos lindos e fascinantes. Pronto!!! Emergiu. Como algo fermentando. Está ali instalada sua vontade pelo novo. Curiosidade, impaciência e ânsia para ver o que não sabe.
Nossos primeiros passos. Os quais, sem saber, definem as primeiras percepções de liberdade. Sentir o prazer do novo misturado com o medo. Hum... Descrevo como a essência percebida em um novo perfume. Marcante. Um novo sentir que armazena uma lembrança sensorial impactante.
Desejo. Aprender, correr, trilhar e buscar esse novo mundo tão diferente.
AQUELE MUNDO DEPOIS DO PORTÃO.
Tudo o que havia dentro do portão era conhecido, confortável e estranhamente suportável. Esquisito, confuso, com pessoas que nos amam e protegem. Essas mesmas que liberam suas frustrações, sem perceber. Educando, criando e formando nossas defesas e traumas.
Geralmente há uma lado dessa evolução que é ofertada com certa proteção e mimos em geral. Já o outro lado posiciona os efeitos das responsabilidades das ações. Mais rígidas. Um pouco menos amável. A qual apresenta postura do não.
Exemplificando, se soubesse que eu iria fazer errado, gerando pequenos machucados ou sustos, alertava. Porém, deixava acontecer e depois sempre havia aquelas frases. Clássicas. Eu avisei. Engole o choro. Chora de verdade porque escolheu errado mesmo. O outro lado evitaria, por dó, e deixaria passar sem certos aprendizados. Materno ou paterno variando de acordo com cada história. Você lembrou-se da sua?
Essa mistura de valores educa, cria e indica nosso referencial e opção de escolhas. Criamos consciência da existência de um outro lado. O básico para novos passos e reações.
Nessa fase existe muita magia! Acabamos por ter uma força imaginária abrupta. Lúdica, que impulsiona nossas emoções e criatividades. Abrem-se então o leque de variedades dos estímulos....
É chegada à tão esperada hora. ATRAVESSAR AO PORTÃO. Não há mais como evitar.
Observando, estudando, analisando, como será essa travessia. Como travessar? Porque atravessar? Não é melhor ficar aqui? Estou preparada para aproveitar essa nova fase? Já aproveitei tudo do lado de cá? Eu vou poder voltar? Existe essa opção do livre arbítrio após uma posição tomada?
Inevitavelmente abrimos o portão e trilhamos. Vencendo ou não. Percorremos!!!
Em muitas histórias esses portões são pulados, quebrados ou encalhados. Cada qual sabe sua travessia ou peso do portão.
Observando hoje com tantas primaveras já vividas. Quantos e quantos portões já passaram. E como foi essa posição adotada perante novas buscas. Todo aprendizado foi aplicado ou aprimorado para o bem? Quais ferramentas e estratégias adquiridas utiliza hoje em dia?
O limiar fixado em nossa zona de conforto e acomodação nos bloqueia nos novos portões ou padrões?
Aprender e viver o que cada fase nos reserva respeitando seu tempo. Ou fugimos correndo em busca de outros portões.
Não há como saber. Mas é necessário pensar! Avaliar. Trazer memórias sensitivas, sem bloqueios, e analisar como foi forte e infalível as primeiras travessias.
Certamente isso trará um momento diferente em nosso dia a dia. Com sorte um belo sorriso ou um choro involuntário. Até mesmo repulsa ou nada. Resgate os conhecimentos que bloqueamos pela correria do dia a dia. Abuse de sua bagagem e primaveras. Explore suas lembranças.
Somos uma fonte imensurável de oportunidades e magias. É só procurar. Explorar, inovar e ter coragem em atravessar.
Felicidades nas descobertas sempre !!!
PENSAMENTO: RESILIÊNCIA. IMPOSIÇÕES OU DEFESASA RESILIÊNCIA emergiu hoje no âmbito dos negócios. Buscada como uma característica necessária. Altamente vista como um pré-requisito. Líderes e liderados devem obter o diferencial de suportar tensões sem caracterizar deformidades permanentes. Não existe separação de ambientes e esse texto propõe mais um pensamento.
O conceito físico explora que alguns materiais são dotados em acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Ultimamente usado como cunho psicológico. A física traz novamente, saídas relativas para velhos enigmas. Vamos acreditar essa nova realidade e aceitar a física.
Uma nova estratégia em suportar. Essa estratégia é composta pela capacidade em lidar com problemas, superar obstáculos, resistir às pressões e situações adversas. Para tal “proeza” acontecer é necessário administrar emoções, controlar os impulsos, analisar o ambiente, olhar com empatia, trabalhar auto-eficácia e alcançar as pessoas. Em um espaço ridiculamente pequeno. Resumindo uma frenética busca em suportar visando o menor impacto. Satisfazendo necessidades e gerando a menor dor possível para todo ambiente.Como que se o nosso instinto animal busque um sensorial racional. Um limiar. Aplicando nas ações sobressalentes que emergem as reações expostas. Por dom, imposição ou defesa criamos um espaço entre a resposta imediata (animal) e a existência racional (junção de conceitos já descritos aqui).
Uma nova arte. RESILIÊNCIA é a agilidade de resposta criada em tempo recorde. Assimilar instintos. Aplicar conceitos e aprendizados instantaneamente. Nada mais que ações assertivas. Correto? O fato positivo, na aplicabilidade, conceitual é que minimizamos o sofrer e educamos o reflexo. Tanto para nós bem como aos que estão próximos. Porém, qual ponto essa submissão de sentidos ou manipulação de sensores é positiva? Qual nosso poder e dever em aplicar essa racionalização? Há sim uma necessidade de delimitar.
Buscamos nos libertar e trilhar o caminho do bem comum. E como fazer isso sem cativar nosso instinto animal ou nossas reações efêmeras?
RESILIÊNCIA é uma conseqüência globalizada? Eficiente sim. Necessária como um escudo.
O texto proposto sugere, gentilmente, uma avaliação sincera sobre esse tópico. Com o cuidado merecido.
Buscar mais do que uma mera conseqüência. Não simplesmente uma conclusão automática. Transformar esse conceito físico em essência.
Esse processo irá refletir, inevitavelmente, nas ações naturais (profissional, pessoal, passional e etc.).Um fato involuntário proporcionado pela união dos instintos e conhecimento. Miscigenação de idéia e sem comodismo.
Um complemento distinto e essencial ao crescimento e não uma resposta automática. Preservação da naturalidade em meio aos pensamentos manipulados, fugas e conformismos. Essa é a proposta.
DÚVIDAS E QUESTIONAMENTOS. MUDANÇAS SEMPRE!!!
O Tempo, Senhor da Verdade
"Não lamente jamais pelas lágrimas
derramadas diante da injustiça
deslavada.
Ao invés de se revoltar, reserve um
tempo para orar a favor do opressor,
pois este vai precisar emuito, quando
chegar a hora inadiável de colher em
abundância o que plantou."
Significado da Vida
Às vezes temos que aprender amar outras pessoas em nossas vidas, pois amar é uma dádiva de Deus para nossos corações. Então entregue seu coração para alguém hoje e assim seremos melhores em nossas próprias vidas.
Seja dedicado com suas amizades e seus amores, pois afinal quando chegar o fim, você pode sentir orgulhoso por ter feito aquela pessoa feliz. Não tema a nem um mal que possa vir a você, pois a mal que vem para o bem...
Cante um hino novo, se refrigere nas assas do Senhor, se encoraja diante dos seus obstáculos, siga a frente de seus objetivos, nunca olhe para trás, levanta os olhos e vê as promessas que Deus tem para você...
Não deixe que as muralhas possam te impedir de caminhar, não se esconda atrás de seus medos, encare-os com naturalidade e aprenda com os erros.
Siga em frente não parem, batalhas existem sim, e nelas que crescemos e aprendemos a viver a vida, se entregue para Jesus, pois ele deu sua própria vida para que tenhamos a paz e a vida eterna.
Postura
"O sábio entende que não veio a este
mundo a passeio, que tem a sagrada
missão de fazer algo pelo semelhante,
segundo os preceitos do Criador, posto
que o talento não foi emprestado em
benefício próprio.
O tolo, ao contrário, além de ficar
estático nos quesitos simplicidade,
solidariedade, amor ao próximo e
compromisso social, tem o displante
de tentar (inutilmente) impedir
que a sabedoria prevaleça."
Sábio travesseiro...
Sou aficionada pelas obras de Rubem Alves - psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis – cada texto dele, traz alento a minha alma em determinado momento. De todos, hoje um em especial fez-me dulcificar: O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: "Se eu fosse você". A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção. Porque a vida é feita de percalços. E nessas horas o que mais nos falta é alguém que saiba “ouvir”.
Dispostos a te ouvir não faltam, até sobram, mas de todos poucos sabem ouvir. E muitos ouvem no intuído de bisbilhotar, por curiosidade, pelo burburinho. Quem não adora um fuxico? E a cada palavra ouvida, dez são ditas: “não é sim”, “você agiu errado”, “assim não dá certo” “não é desse jeito que faz”, “faça assim”, “escute o que estou te falando” etc. Outros subestimam sua capacidade de resolução e despejam-se em conselhos; “se eu fosse você faria assim”. Esses carecem aprender um ditado antigo pregado nas escolas: “quando um burro fala o outro abaixa a orelha”, á aprenderem a ouvir.
E não sei o que é pior, não saber ouvir - porque quando estão falando te tolhe o direito de falar – ou a tentativa de aconselhar. Mania que todo mundo tem de querer dar palpite na vida dos outros. Voltando aos ditados: “se conselho fosse bom ninguém dava, vendia”. Querem que tomemos atitudes de acordo com aquilo que acham certo, mas nem se dispuseram a nos ouvir, a conhecer nossa aflição, nossa dor. Simplesmente não ouviu como pode ousar a aconselhar?
Se não há ninguém apto a ouvir o meu desabafo, opto pelo silêncio. É no silêncio que me ouço, é nele que busco minhas entranhas, meus medos, minha coragem, minhas tristezas e minhas alegrias. O silêncio torna-se o meu conselheiro, pois “o silêncio é um amigo que nunca trai” (Confúcio). Qual o lugar ideal para nos encontrar com o silêncio? Sábio ditado popular: “travesseiro é o seu o melhor conselheiro”. É recostado nele, onde silenciamos a voz e deixamos no íntimo falar, são os pensamentos. O travesseiro por sua vez ouve em silêncio e quando nos cansamos, é a vez dele de falar de aconselhar. É nesse exato momento que encontramos a solução para o que há poucos instantes não tinha saída. Sendo assim, a sensação de angústia, aflição, desespero dá lugar a serenidade, a paz e a tranquilidade, e aos poucos entorpecemos profundamente. Ao despertarmos tudo parece mais fácil, simples e ameno! Sábio travesseiro!
De cristal a pedra...
A vida é cheia de trancos e solavancos. Os percalços são inevitáveis. E ela tem me dado trancos, quantos trancos... Reconheço ás vezes, não tenho a solidez necessária para suportar sem me elanguescer. Sinto-me como uma taça de cristal, que ao menor choque, trinca, se faz em pedaços. Não é fácil me manter inteira. Nessas horas o equilíbrio emocional se faz tão necessário. É o equilíbrio emocional que nos proporciona o discernimento, a sabedoria de como lidar com os problemas, pessoas, pressões, para que tenhamos total controle sobre nossas ações e reações, nos faz enxergar a “luz no fundo do túnel”.
Mas diante as adversidades como manter-se inteira? Torna-se pedra... As pedras são fortes, resistentes e duras, algumas quase inquebráveis, não são absorventes. As pedras, no impacto, podem até sofre arranhões, mas dificilmente se espedaçarão.
Estou resoluta: vou ser pedra daqui para frente. Forte, resistente e lisa. Não vou deixar me abalar emocionalmente. Que venham os trancos, os solavancos e as pancadas. Estas me arranham, doem, machucam, mas também me lapidam. Ao contrário das pedras, minhas feridas cicatrizam e são justamente as cicatrizes que faz de mim uma pessoa melhor, mais equilibrada. Ao final, aos trancos e solavancos, de tanta levar pancadas, o cristal transformara-se em pedra, uma pedra lapidada.
O AMOR É PARA OS FORTES
No hábito da leitura, dos mais diversos gêneros, me deparei um livro cujo título me deixou instigada: “O amor é para os fortes”, de Marcelo César, excelente obra, por sinal. Se o amor é para fortes, presume-se que não é fácil amar. Afinal o que é o amor? Há várias formas de amor: paternal, fraternal, carnal, interpessoal, etc. E para mim a melhor e aplicada á todas as formas é o amor incondicional, aquele que não impõe condições para se amar. É amar sem pré-requisitos, pelo simples fato do amor existir, sem exigir nada em troca.
Amar o “belo” é fácil, em todos seus adjetivos. É fácil amar o que tem forma ou aparência agradável, perfeita, harmoniosa. Que desperta sentimentos de admiração, de grandeza, de nobreza, de prazer, de perfeição. Não há quem não ame um jovem de aparência privilegiada, saudável, inteligente, estudioso e bem sucedido profissionalmente, não é? É o orgulho de toda a família, o marido cobiçado, o profissional promissor, o amigo para todas as “paradas”, etc. Á esse é fácil amar, em todas as suas formas.
Difícil é amar o “feio”. Os que têm aparência desagradável, desproporcionado, disforme. Rapazes têm uma leve tendência a desprezar as meninas que não foram contempladas com uma beleza física considerada “ideal” ou de acordo com padrões sociais e vice-versa. Os que têm desvios de comportamento, imoral, indecoroso, torpe. Quem em são consciência quer amizade ou namorar com um delinquente, viciado em drogas, alcoolista? Quantos casamentos não são desfeitos pelo fato das esposas não suportarem maridos alcoolistas, jogadores compulsivos, etc. Os que são desprovidos de boa saúde, portadores de deficiências físicas e mentais, etc. Já viu um cadeirante, um portador de Síndrome de Down rodeado de colegas? E os com dificuldades de aprendizado, considerado “burros”, são os últimos a se integrarem aos grupos nos trabalhos escolares. Que tipo de amor é dedicado aos “feios”? Quem seria forte suficiente para amá-los? Aos “feios” é consagrado o melhor dos amores: o incondicional. E poucos são os que o dedicam.
Exemplos de amor verdadeiro e incondicional são o dos pais de portadores de deficiências físicas e mentais, aceitam a condição dos filhos e cuidam com total carinho e dedicação. Pais de delinquentes, viciados, que apesar de todo o desgosto causado pelo filho não os rejeita, cuida, orienta, muitas das vezes em vão. O amor incondicional de um casal, onde muitas das vezes o marido é alcoolista, drogado, jogadores compulsivos; ou desprovido de condições financeiras, desempregado e mesmo assim a esposa se mantém companheira, cuidando, ajudando-o; situações em que um é acometido por doenças ficando debilitado, dependente, e o outro se dedica aos seus cuidados.
Sim o amor é para os fortes. Somente os fortes tem a magnanimidade de amar o “feio”. Somente os fortes são providos de amor incondicional, verdadeiro, em todas as suas formas.
A GRANDEZA DE UM HOMEM
“Quão grandes seriam certos homens, se não fossem tão arrogantes” (textos judaicos) e complemento: se não fossem tão arrogantes, prepotentes e soberbos. Geralmente os três andam juntos, é como se um condicionasse de existência para outro. Uma simples definição que agrupa os três adjetivos: aqueles que abusam da autoridade, do poder para efetuar um ato, oprimem com intuito de demonstrar que é melhor, mais importante, superior ao outro. Esses no fundo só demonstram o tanto quanto são medíocres.
Ao se acharem superior, melhor, os medíocres acreditam que são extraordinários, e não toleram que ninguém seja melhor do que elas, pois isso extermina a falsa ideia de que são extraordinárias. Como é doloroso para o medíocre aceitar que é uma pessoa comum. Uma pessoa comum tem uma singularidade, simplicidade e humildade que a torna extraordinária, diferente do medíocre, que se acham os donos da verdade, os senhores da razão. Assim a arrogância, da prepotência e da soberba são as armas usadas para impor a qualquer custo, suas prerrogativas. Ao medíocre falta o talento, a capacidade e a criatividade de arguir.
Portanto se queres ser grande, seja simplesmente comum. E o primeiro passo é aceitar sua simplicidade, sua humildade, pois “quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza” (Rabindranath Tagore).
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