Textos de Esperança
Por onde andaste, espalhe luz e esperança. Independentemente do momento que está vivendo, nunca deixe que as dificuldades apaguem o seu brilho e a sua luz. Lembre-se de que um simples ato de bondade pode transformar uma vida.
Seja bem, faça o bem e o abençoado será você. Pense nisso e seja luz.
Senhor, dá-me a esperança
para vencer minhas ilusões e tristezas.
Planta em meu coração
a semente do amor.
Ajuda-me a fazer feliz
o maior número de pessoas possível,
para ampliar seus dias risonhos
e abreviar as noites tristonhas.
Não me deixes ser cordeiro diante dos fortes,
nem leão diante dos fracos.
Dá-me o dom de saber perdoar
e afasta de mim
todo desejo de vingança.
Senhor Jesus Cristo,
ilumina meus olhos
para que eu veja os defeitos da minha alma
e venda-os
para que eu não comente
os defeitos alheios.
Retira de mim a tristeza, Senhor,
e não a entregues
a mais ninguém.
Enche meu coração
com a divina fé,
para sempre louvar o Teu nome,
e arranca de mim
o orgulho e a presunção.
Muito obrigada, Senhor Jesus Cristo,
por me amares tanto,
mesmo sendo eu tão imperfeita e pecadora.
Esta humilde oração
é tão somente para Te agradecer.
E tudo o que Te peço é que,
mesmo quebrantada,
aumentes a minha fé
e faças de mim
uma mulher segundo Tua vontade.
Amém, Senhor Jesus. ✨
"O Café"
O lavrador planta a semente,
Assim como cuida da esperança.
Com zelo, amor benevolente,
Como quem protege uma criança.
O tempo passa, a planta cresce,
Belas flores, promessa de fruto.
Na colheita ninguém amolece,
No labor do trabalho bruto.
O sol seca então o grão,
No terreiro inspirador.
Vira e mexe como um refrão,
Pelas mãos do lavrador.
Depois se torra o grão,
Na torrefação escaldante.
No calor, o suor no chão,
Num trabalho árduo e constante.
Segue então para o moinho,
Moído em tamanho diferente.
Coador, prensa ou cafezinho,
Ou expresso para nossa gente.
Embalados e transportados vão,
Seguem rumo à nossa cidade.
Na viagem, cuidado e atenção,
Carregando história e dignidade.
Nos mercados ficam à espera,
Com sua história ainda acesa.
De uma cadeia que prospera,
Do suor do campo à nossa mesa.
Preparamos então o café,
Num ritual quase sagrado.
Com carinho, paciência e fé,
Tomado só ou acompanhado.
Conhecendo agora esse labor,
Do cultivo ao legado sagrado.
Como ousa mudar seu sabor,
Tomando café adoçado?
Nilton César Cavenaghi
Outubro 2022
Uso autorizado desde que não retire ou acrescente nada e NÃO omite nome do autor.
Deus não escreve histórias com rabiscos de acaso,
Ele traça capítulos de esperança,
onde o fim não é ruína,
mas promessa de um recomeço cheio de luz.
Assim, mesmo quando tudo parece perdido,
há um propósito escondido no tempo.
E esse propósito é vida,
é paz,
é o amanhã que já está sendo preparado
pelas mãos do Senhor.
O sol nasce como promessa.
Rompe o horizonte em fios dourados e derrama esperança sobre a terra ainda adormecida.
Sua luz acaricia os sonhos, desperta silêncios, faz a vida pulsar dentro de nós como um coração que recomeça.
Depois, lentamente, ele se despede.
O pôr do sol é um adeus tingido de saudade, ou talvez apenas um até logo, sussurrado em tons de fogo e mel.
O dia se recolhe. O que foi vivido repousa no tempo, pois o que passa não retorna.
E então vem a noite, vestida de mistério e calma.
A lua reflete a luz tênue e pinta o céu de segredo.
As estrelas, incontáveis, bordam a imensidão com brilhos eternos. Uma delas pisca, distante e solitária, como se nos dissesse, em silêncio:
acredite.
Mesmo na escuridão, há sempre um sol preparando o amanhã.
Desperte para o novo dia com fé e esperança, abra-se e prepare-se para receber as bençãos que o criador preparou para você e, Viva o novo dia como se fosse um milagre que jamais poderá ser repetido, afinal, lembre-se de que você também é "milagre"!
Feliz hoje! Feliz milagre!
Gratidão sempre!
Espero mais uma vez,
sem solução, sem esperança.
Meu coração doi e queima
na tristeza que avança.
Corpo enfraquece na despedida,
tão rápida, tão dolorida.
O pior é o desprezo agressivo,
a injúria, a falta de empatia.
Queria ao menos um abraço,
na despedida sem sentido.
Ontem, pizza e risadas,
hoje, silêncio consumido.
Mensagem triste chegou,
desejando distância e frio.
Sexta-feira virou deserto,
meu esforço foi vão, vazio.
Corri, cheguei cedo,
mas o portão estava trancado.
A porta fechada, as luzes apagadas,
tudo em vão, tudo negado.
Fui pra casa desolado,
lágrimas rolando no rosto.
Deitei, e a solidão no quarto
sufocou-me quase à morte.
Borboleta com cuidado pousou.
Trouxe esperança embrulhada para presente e voou...
Ela sorriu.
Sentiu dentro de si imenso amor.
Com carinho o embrulho abriu...
Ela sorriu.
Seus olhos brilharam quando lhe viu...
A esperança pousa e a gente guarda no coração para no momento certo dizer:
Valeu a pena acreditar nos sonhos meus,
pois agora estou nos braços teus.
O ano de 2021 é mitológico, novamente vamos mexer na Caixa de Pandora, mas desta vez, a esperança não ficará aprisionada; ela vai renascer das cinzas, como Fênix...
E voar sobre nossas cabeças com suas encantadoras asas de ampolas, desmascarando todo o mal e rasgando nossa pele com a substância mágica, o líquido sagrado da sobrevivência.
Bom dia!
Que hoje a fé seja sua armadura, a esperança sua direção e a paz sua companhia.
Cristo está à frente, abrindo caminhos, trazendo livramentos e derramando bênçãos sem medidas.
O mal não terá poder, porque a luz de Deus sempre vence as trevas.
Levante-se confiante: o amanhã já está escrito em vitória!
Naldha Alves
Os vendedores de sonhos e esperança
No mundo moderno, há um comércio silencioso e invisível — um mercado que não expõe vitrines, mas seduz multidões: vende-se sonhos, negocia-se esperança. E quem domina essa arte, prospera. Enriquece não apenas de bens, mas de influência sobre almas cansadas.
A humanidade, em sua essência mais profunda, tornou-se carente do divino poder de sonhar. Aos poucos, vai perdendo a esperança, e muitos, já exaustos, desistem até de si mesmos. É nesse terreno árido que surgem os chamados vendedores de sonhos — raros, eloquentes, envolventes. Com palavras bem construídas, acreditam transformar destinos. E os que ouvem, sedentos de sentido, creem ter sido salvos por discursos. Mas, no fundo, há um equívoco silencioso: ninguém pode vender aquilo que já habita o interior do outro.
O homem carrega dentro de si uma chave invisível. Quando acionada, ela não abre portas externas, mas desperta mundos internos. É ali, no íntimo, que a verdadeira transformação acontece — não pela voz de outro, mas pelo eco que essa voz encontra na própria essência.
Entretanto, o mundo moderno parece empenhado em sufocar o sonhador.
Arranca-lhe a esperança de viver, de se reinventar, de ser livre. Um sistema sutil e dominante molda pensamentos, condiciona desejos e ensina a se contentar com migalhas — migalhas emocionais, espirituais, existenciais.
E assim nasce uma dependência perigosa: a necessidade constante de alguém que diga o que sentir, no que acreditar, para onde ir. Até a fé — que deveria ser livre, gratuita e íntima — passa a ser moeda. Negocia-se o sagrado como se fosse produto, quando, na verdade, foi dado sem preço, sem barganha, sem troca.
Multiplicam-se os discursos, os palcos, os mediadores de ilusões. Muitos, com dons refinados de oratória, se erguem como guias, quase salvadores, oferecendo sonhos em larga escala. E em troca, pedem algo sutil, porém profundo: devoção, dependência, idolatria.
Que ironia dos tempos… Sonhos e esperança, outrora essência da alma, tornaram-se mercadoria. E aquele que pregou o amor, o perdão e a misericórdia — Jesus Cristo — que nada vendeu, que tudo doou, inclusive a própria vida, hoje tem seu nome muitas vezes usado como selo de comércio.
Vivemos dias em que a alma humana é leiloada em parcelas de ilusão. Dias em que a liberdade interior é trocada por conforto emocional imediato.
Caminhamos, lentamente, rumo a uma escravidão invisível — não de correntes nos pés, mas de amarras na mente e no coração.
Mas a história… ah, a história já foi escrita.
E quando o silêncio cobrar das palavras,
quando a verdade se impor sobre os discursos,
quando o homem, enfim, olhar para dentro de si…
a conta chegará.
Atila Negri
FÉ...!
Na luz serena da Páscoa, renasce a esperança…
A mesma que, um dia, floresceu com a ressurreição de Jesus Cristo,
mostrando ao mundo que a vida sempre encontra um jeito de vencer.
Que neste dia sagrado, não apenas a fé se renove,
mas também os sonhos adormecidos, guardados no silêncio do tempo.
Que eles despertem, ganhem força, cor e coragem…
E que, junto a esse renascer, venham também a saúde,
a paz no coração e a energia necessária para seguir acreditando,
caminhando e construindo dias mais leves e cheios de sentido.
Que a sua Páscoa seja feita de recomeços,
de amor que acolhe
e de esperança que nunca se apaga.
Feliz Páscoa... pra você e todos os seus...!🕊️✨
Bom diaa!!!
Tenha uma segunda-feira abençoada 🙏 cheia de paz, amor e esperança!
Lhe desejo um dia cheio de chuvinha de amor!!! 😁🤗
Mesmo em dias nublados a mudança do tempo vem de Deus, mas quem faz o dia ser colorido somos nós.
- Eliana Batista
Vida me surpreenda 💋💋
MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL
Capítulo I: A Esperança do Homem
Olá, senhores. Sejam bem-vindos ao Baile de Máscaras.
Saibam... eu também possuo opiniões: irrelevantes para aqueles que as desprezam, relevantes para os que as examinam; como, aliás, sucede com todas as opiniões humanas.
Ninguém, nem mesmo o mais ilustre dos heróis, pode impedir que o ódio ou a mágoa habitem o íntimo humano, pois são, em última instância, as respostas mais autênticas que o mundo oferece. Vivemos sob a lógica da devassidão: um palco miserável onde nenhum desejo encontra plena satisfação, onde toda tentativa de agradar culmina em mais desgosto do que harmonia.
Fui convidado para uma festa de aniversário e, logo em seguida, para um baile de máscaras inadiável: este último, vindo de alguém com quem mantenho um vínculo profundo. Na tentativa de ser justo, e temendo ferir ambos, aceitei os dois convites, ingenuamente crendo que a vontade de agradar pudesse suplantar a impossibilidade lógica de estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Inevitavelmente, falhei. E falhei como todos, em algum momento, falham.
A consequência?
Alguém se magoa. Outro se frustra.
Mesmo imbuído das melhores intenções, tornei-me alvo de ressentimento por parte de quem aguardava a minha presença e não a teve. Eis a essência do convívio humano:
rancor e exigência, jamais compreensão.
Assim caminha o homem: uma criatura incapaz de perdoar a ausência, mas igualmente incapaz de se fazer plenamente presente.
O ser humano é, por natureza, indiferente.
Mesmo quando julga praticar o bem, invariavelmente fere alguém. Toda boa ação encerra, em si, uma traição involuntária. Não há graça, felicidade ou paz; apenas a ilusão intermitente de que um dia possam existir.
Afinal, até o mais ínfimo gesto de bondade pode ferir.
Fere aquele que não foi agraciado da mesma forma.
Para que houvesse igualdade real, todos precisaríamos ser igualmente reconhecidos, igualmente saciados: não era essa a promessa do comunismo? Ainda assim, fracassou.
E por que fracassou?
Porque o homem anseia distinguir-se do outro.
Afinal... não pode o servo equiparar-se ao seu senhor.
O mundo não é justo. Nunca foi. Jamais será.
Para cada vencedor, há um vencido. Para cada glória, uma vergonha correspondente.
Eis a engrenagem invisível que move a espécie: a miséria de uns sustenta a alegria de outros. Na penúria de alguns, outros prosperam. É nesse ponto que emerge a verdadeira revolta — não a política, mas a ontológica.
O homem, frustrado por não receber aquilo que julga devido, recolhe-se em si mesmo. Isola-se no ressentimento e escolhe desaparecer.
Tornar-se areia. Poeira. Esquecimento.
Melhor ser ninguém do que um fracassado lembrado.
Afinal, quanto mais se busca agradar à maioria, mais se violenta a minoria que permanece à margem dos favores.
Eis a máxima: só haveria paz se todos sofressem na mesma medida ou desfrutassem, indistintamente, das mesmas regalias; sem distinção de classe, gênero, raça ou função. Ainda assim, tal hipótese revela-se uma utopia repugnante até mesmo em sua concepção.
A igualdade absoluta só pode erguer-se sobre os escombros da individualidade.
E a própria natureza — essa mãe implacável que nos impôs a existência — encontra-se em guerra consigo mesma.
Tudo colapsa. Tudo degenera. A vida, em si, é uma contradição:
ansiamos pela verdade, mas somos incapazes de suportá-la. Por isso, preferimos a confortável mentira da harmonia.
Todos somos falsos. Não há amor que escape à máscara; não há amizade que sobreviva incólume ao afastamento.
A verdade é insuportável.
É mais fácil consolar alguém com mentiras, sustentá-lo com ilusões, do que curá-lo com o real e conduzi-lo à lucidez. Eu mesmo minto. Todos mentimos.
A mentira é o código genético da convivência.
Não sei se ainda resta em mim alguma lucidez substancial; mas, do pouco que persiste, extraio esta súmula: o mundo é um teatro ilusório, decadente, sustentado por sonhos risíveis e promessas vazias. Aqui, ninguém vive segundo a própria convicção.
A liberdade de pensamento cobra um preço: a rejeição.
Ser verdadeiro é ser excluído.
As pessoas são amigas apenas enquanto lhes convém. Afaste-se — e tornar-se-á um vestígio, um eco que só ressurge quando a memória alheia é instigada.
Ninguém é lembrado por afeto, mas por utilidade. Persistimos na lembrança apenas enquanto ainda temos algo a oferecer, enquanto servimos aos interesses de outrem.
Este mundo é um baile de máscaras.
E quem triunfa... é quem melhor sabe mentir.
Arthur Schopenhauer estava certo: o homem só é autêntico na solidão. Todo o resto é encenação, ruído e teatro.
AINDA HÁ ESPERANÇA
Na Amazônia, coração da Terra,
Agora impera, a seca e o silêncio,
onde havia vida sem fim.
Árvores secas, rios vazios,
Um eco de desolação, um sonho ruim.
O homem, cruel e implacável,
Queima a floresta, sem piedade,
O verde desparece,
Deixando cinzas e tristeza.
Os animais buscam refúgio,
Em áreas remotas, sem abrigo.
Os indígenas choram,
Porque sua terra corre grande perigo.
Mas ainda há esperança,
Na chuva que volta, na vida que renasce.
A Amazônia, resiliente,
Se recompõem e se renova.
Nossa responsabilidade,
É proteger e preservar,
Para as gerações futuras deixar,
Um legado para uma vida nova.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Entre a esperança de recomeços e a liberdade de deixar ir, encontramos o equilíbrio.
É aprender a persistir quando vale a pena e soltar quando é necessário. É confiar em Deus, honrar o nosso valor e deixar que Ele conduza cada passo do coração, seja na espera, seja na partida, seja na reconciliação.
No fim, descobrir que amar também é respeitar a si mesmo e ao tempo de Deus é o verdadeiro ato de coragem.
Fomos criados para florescer com leveza, cheios de vida e esperança. Mas o tempo, as cobranças e o medo acabam pesando a alma. As culpas e exigências apagam o brilho que Jesus colocou em nós. E, sem perceber, o coração vai se calando... não com o silêncio bom, que traz descanso, mas com aquele que aprisiona e entristece.
Janice F Rocha
❝ ...Acredito no amor, acredito que ainda ha esperança.
Tudo na vida tem um motivo e um proposito. Creio
que por mais difícil que seja a caminhada sempre
podemos dar mais um passo. E quando menos esperarmos
ela nos surpreende com o carinho e amizade de pessoas
especiais que vamos conhecendo ao longo do caminho.
Amanha é um novo dia, por isso permita-se ser feliz... ❞
O Despertar da Alma
Que a esperança seja o seu horizonte, nunca um ponto final,
Que o sonho não durma, mas seja bússola no vendaval.
Que a felicidade te encontre em segredo, no meio do caminho,
E que o seu olhar seja o espelho onde a própria paz faz seu ninho.
Que a humildade seja o chão, o alicerce de cada passo,
E que cada gesto, por mais simples, seja um eterno abraço.
Que o amor não caiba no peito, que ele transborde, incandescente,
Fazendo do seu fazer, um legado, uma luz persistente.
E se o hoje for exausto, não tema o cair da noite,
Pois cada novo amanhecer é o universo em seu açoite:
Um recomeço sagrado, uma página branca e rara,
Onde a vida, enfim, te olha — e você não se prepara, você se declara.
----------- Eliana Angel Wolf
Eu tenho uma coleção de textos....
Entre eles há expressão de amor, indignação, esperança, amizade e até de dor...
Penso, por que os tenho!? Se quando escrevi algo de amor foi com todo o meu coração e alma, e no final recebi apenas ingratidão e desprezo... Quando eu escrevi sobre coisas que me deixaram indignada, relembro o quanto vale uma vida a alguém, pois, são pessoas assassinas que matam a pureza e nobreza de um coração. Agora quando falo de esperança sinto me refeita, fortalecida, e volto a dar meus passos, são bem pequenos confesso, quase que me arrasto, mas a esperança, me energiza e vou aos poucos me refortalecendo. A quando paro para ler sobre a amizade, é muito reconfortante, pois os verdadeiros amigos sempre estão na hora certa em nossas vidas. Quando falo da dor, é o momento de meu sepulcro, pois me enterro em minha tristezas, me grudo a solidão, e esqueço o quanto vale a minha vida.
Contudo faço um levantamento, e uso tudo como equilíbrio, pois a balança da vida, me passa nesse processo que: O mal existe para nos ferir e matar aos poucos, mas em compensação, nos deixa alertas, nos faz ver o que não queremos nos transformar, automaticamente nossa fé em Deus se renova e ai começa a funcionar o lado da balança do bem, pois nessa etapa já sabemos que a grande tempestade que passamos se dissipou, que o mal pode urrar com todas as suas forças, mas nossa confiança não se abala.
Queria saber para que serve a maldade, o que o ser que executa esse mal, ganha? Porque para mim ficam mais pobre de alma.
Ouço tanto blá blá blá poeticamente sobre o amor, mas e a pratica? Pois é... são só os blá blá blá mesmo... pois muitos desses poetas nunca conheceram o amor real, vivem somente construindo sonhos inacessíveis, pois para tudo há um limite. Quão bom seria se essas pessoas saíssem do módulo sonhar, e entrassem no módulo praticar.
Então, chegaríamos ao nosso fim, sabendo que realmente amamos no sentido real, e não ficamos somente vivendo de ilusões e grande perda de tempo.
Oh ilusão, passe para longe de mim, pois quero saborear a vida real, enquanto é possível.
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