Textos de Esperança
Esquecimento
Esperança só nos ilude a um ulterior inexistente
Mágoa a gente em uma memória criada a partir do sofrimento inerente
Perde-se a cabeça e fragmenta em partes com questões diferentes
Nos limita em apenas uma decisão angustiante e deprimente
Sobre se aquela pessoa ainda pensa na gente
Levei-te flores.
Não por esperança,
mas porque o amor,
às vezes,
não aprende a partir.
Cada pétala
carregava um "eu te amo"
que nunca encontrei coragem
de deixar morrer.
Mas, ao pensar em ti,
senti pena delas.
Flores não nasceram
para conhecer o ódio.
Não merecem murchar
diante de alguém
que já não consegue
olhar para mim
sem desprezo.
Talvez eu devesse
tê-las deixado no jardim.
Lá, ao menos,
morreriam pelo tempo...
e não por um amor
que só sobrevive
em mim.
Forget the bad days
encha seu coração
de esperança e emoção,
saia pra caminhar,
pelas ruas perambular...
navegue nas ondas do mar,
ouça uma bela canção,
mergulhe,
deixe-se levar...
tome um banho no mar,
sinta o vento soprar,
das flores o aroma no ar...
permita-se bailar.
Lembre-se de que os
dias maus
estão aí pra lembrar,
contrastar,
só assim os dias bons você vai notar...
esperar,
buscar,
encontrar,
aproveitar.
Existe um linha tênue entre esperança e negação da realidade.
Podemos ter esperança de algo que pode ser mudado, mas não podemos fingir que não vimos o que a realidade te esfrega na cara.
Ter fé e esperança é maravilhoso, mas ter a noção do que se pede é melhor ainda.
Por isso não gaste energia pedindo a Deus o que quer, peça que seus passos sejam conduzidos até o que você realmente precisa.
No Teu Olhar, Minha Morada.
Guardei a esperança no tempo,
quando o mundo parecia dizer que não.
Fui paciente no vento,
fiquei firme na minha intenção.
Eu já sabia, antes mesmo do sim,
que era você o meu porto, a minha luz,
a mulher que resgataria o melhor de mim
e o caminho lindo que ao amor me conduz.
Cada "não" do passado foi só preceito,
degrau de espera pra o tempo certo chegar.
Eu sabia que guardado no teu peito
estava o único lugar onde eu queria morar.
Pois você me salvou de quem eu costumava ser,
me deu chão, me deu asas, me fez renascer.
Já se passaram vinte e quatro anos, Andreia,
duas décadas e quatro primaveras de história.
E em cada curva, em cada novos planos,
eu me reinvento pra merecer essa vitória.
Mudo meus passos, reinvento o meu mundo,
busco ser um homem melhor a cada amanhecer,
movido por esse amor imenso e profundo,
que só existe porque aprendi com você.
E até hoje, quando busco a minha direção,
é pra o teu olhar que meus olhos vão procurar.
Ali, no brilho calmo da tua aprovação,
procuro o orgulho que me faz continuar.
Tudo o que fiz, quem me tornei e o que enfrentei,
foi por você, por esse amor puro e verdadeiro.
Você é a razão do homem que me tornei,
meu grande amor, meu destino inteiro.
Ainda pulsa a esperança
O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.
As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.
O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”
E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.
No Domingo de Ramos,
a cidade canta,
Ramos nas mãos,
esperança que encanta,
Ele vem manso,
montado em simplicidade,
Rei de amor,
trazendo luz à humanidade.
“Hosana!”
ecoa no peito do povo,
Mas poucos entendem o plano novo,
Entre louvores e olhares distraídos,
O Salvador caminha…
já ferido.
Na Sexta-feira Santa,
o céu silencia,
A dor se derrama em forma de agonia, Madeiro pesado,
Coroa de espinho,
O Filho de Deus segue sozinho.
Cada passo,
um peso que não era Seu,
Cada golpe, o amor que não morreu,
E na cruz, entre o céu e o chão,
Ele entrega por nós…
o coração.
O véu se rasga, a terra estremece,
O mundo chora, mas algo acontece,
No aparente fim, nasce um começo,
No sacrifício, o maior endereço.
O silêncio do sábado parece vencer,
Mas Deus trabalha no invisível do ser,
Quando tudo diz “acabou”, sem voz,
O céu prepara o milagre por nós.
E então chega o domingo glorioso,
O túmulo vazio,
o impossível formoso,
A morte vencida,
a pedra rolada,
A vida eterna foi revelada.
Ele vive! Não está mais ali,
A esperança renasce dentro de ti,
E o que começou com ramos e dor,
Termina em vitória…
eterna, em amor.
Moisés
Rio, doce manancial de água purificadas.
Berço de suave esperança.
Entoando cantos de niná, tráz a criança.
Num lindo e açucarado cestinho.
À tua margem se teceu um ninho.
Onde, ansiosamente aguarda,
dois braços abertos que mais parecem asas.
Berço guardião terra...desembocadouro Mar!
☆ Haredita Angel
sempre existe esperança no fim do túnel
revolução do tempo que em evidências te clareiam
ser poeta é amar e ser cordial com sua essência
nesse entre linhas do dia
eu um ser normal
comum que não resiste ao teu rabiscar
cada frase vinda do teu coração e entoar
transcende a qualquer medida do verdadeiro amar.
*Grito da Liberdade*
Eu mudei sim, eu era doce, mais leve, cheia de esperança.
Mas fui testada até o meu limite.
Confundiram minha calma com fraqueza.
Pisaram, cobraram, machucaram.
Quando reagi, me chamaram de louca e exagerada.
Quando cansei, disseram que mudei, me tornando egoísta.
Mas ninguém viu o que fizeram comigo, ninguém sentiu e nem se redimiu.
Esperaram eu partir para sentir algo sobre mim.
Eu peguei o pouco e construí o meu muito.
Ergui-me do nada e sem ninguém.
Você pode mais do que imagina,
E, quando se ergue, é uma força da natureza.
Às vezes, se defender é o único jeito de continuar de pé,
E a sua voz é um grito de liberdade.
Não se omita quando se sentir sufocada.
Grita!!!
Acordei com esperança, o Rio me travou.
Estou no meio do sufoco,
Nenhuma frota passou.
Para quem precisa do ônibus, a derrota começou.
Passei um perrengue danado, com o olho inflamado
Saí de uma consulta, sem saber o que fazer.
O transporte fui ver. Mas o pobre tem mistério, ninguém consegue domar.
É o desespero do prefeito, que finge nos ajudar. Faz tudo de qualquer jeito, para o coitado lamentar.
Eles vão cheios de fé, esperança está na canela. O povo aperta o passo, feito milho na panela. Vai crescendo no metrô, numa rotina nada bela. Cumprindo o compromisso, o trabalhador não tem calma. Não dá para esperar o pão, que alimenta o corpo e a alma. Se o pão não chega à mesa, a fome bate na palma.
O conto infantil dessa geração
જ⁀➴
O suicídio e a esperança
Se encontraram no meio do caminho
De um lado, o precipício, do outro, a cidadania.
Ela, toda otimista, tentando dar motivos para ele continuar.
Se distraiu, olhou para a cidade e viu o povo a brigar.
Uns por dinheiro, outros por política e a maioria por futebol.
A esperança soprou, fé, ela e até acendeu alguns incensos.
Mas o povo nada de bom senso
E o coitado lamentava.
Oh vida, oh céus, que mundo cruel
Então a esperança começou a cantar.
Para o mal afastar
E, quando olharam para o precipício, ele estava lá.
Com mais cara de lar.
Calmo, calado, sem brigas.
Convidativo
E a coragem entrou na história
Para resgatar a esperança.
👾
Encontrando Jesus
Um barquinho de esperança...
num mar de incertezas...
a vida ao sabor das ondas...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
Dia e noite, noite e dia...
tenta preencher sua vida de alegrias vazia...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
monotonia, monotonia, monotonia...
a única certeza: a morte
Encontrar Jesus seria sua maior sorte...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá... pra lá...
Em um mar vasto, as dúvidas se perdem,
navegando está um barquinho de esperança serena,
ondas macias, seguras, serenas... acalmam o peito aflito,
guiado pela luz doce do amor de Jesus.
Cada balanço é cuidado divino, é o amor mais sublime a nos abraçar...
afasta tempestades pra bem longe, bem longe, traz paz ao caminho... soa como um afago... um doce carinho.
No silêncio da alma, um suspiro de fé...
um refúgio tranquilo onde a vida pode tranquilamente repousar.
Jesus, mestre das águas, farol no horizonte,
faz do medo brisa e do desespero canção,
em seu barco de bênçãos, navegamos confiantes,
até o porto seguro de eterno verão.
Se você não O encontrar... vai lhe tragar a morte.
Que falta de sorte!
E fim.
Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...
A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...
Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.
Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.
Sendo o sussurros iluminados...
Sois antro da essência pura e inocente,
Nos abraços a esperança vivemos
Nos quais inusitada formas torna se ser oculto...
Breves olhares meros seres brilhante nos resquícios do ilumismo.
Para tal oportunidade de alegrias,
Tantas lágrimas escorrem num estado envelhecido.
Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.
A esperança
Como diz a canção do Gilberto Gil:
“andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá...”
Já que esse também é o meu lema,
Sigo a minha trajetória
De mãos dadas com a perseverança,
Renovando a cada instante
A aliança com a sabedoria.
Mas se eventualmente,
O véu das incertezas
Quiser me cegar,
Certamente me lembrarei
Do céu estrelado,
Pois cada ponto cintilante
Reforça as inúmeras possibilidades
De que posso tentar mais uma vez.
Se de repente o desânimo
Sussurrar que não sou capaz,
Respirarei bem fundo
Até sentir o ar puro
Me devolver a paz.
Portanto, a esperança
Está cravejada em minha alma,
Tal como pedras de esmeraldas,
Que respaldam a tão almejada vitória.
ESPERANÇA
Quando a esperança morre, nasce um vazio que parece engolir tudo por dentro.
A vida perde o sentido. É como se algo essencial na nossa existência apodrecesse — algo que não se recupera com palavras bonitas ou com frases prontas de motivação.
O que sobra é o instinto mais primitivo: sobreviver.
Dormir depois de uma batalha, acordar para outra… torcendo apenas para chegar ao fim do dia respirando, e repetir o ciclo no dia seguinte. Sem cor. Sem brilho. Sem magia. Apenas sobrevivência.
É caminhar no escuro, sentindo o peso da desesperança e a ausência de qualquer promessa de luz.
É conviver com um vazio que não explica nada, não consola, não responde. Apenas ocupa.
E o mais doloroso é perceber que, quando a esperança se perde, nenhum argumento parece capaz de trazê-la de volta.
É só o silêncio… e o vazio.
Que a esperança nos convença a sermos melhores e leve paz a tudo ao nosso redor e além, pois a humanidade merece mais do que o abismo.
Não sei se mereço o paraíso... com certeza, não.
Mas a Misericórdia de Deus disse que não nos abandonaria, o que quer dizer que cabe a nós fecharmos os portões do inferno.
RAÍZES DA VERDADE
Enterraram sementes de promessas
Nos campos férteis da esperança,
Regaram discursos com aplausos
E colheram dúvidas na lembrança.
A verdade, porém, não vive nas vitrines,
Nem nos palácios de mármore polido;
Ela cresce escondida sob a terra,
Onde o povo pisa, sofre e é ouvido.
Suas raízes atravessam mandatos,
Não conhecem partidos ou bandeiras;
Bebem das lágrimas dos injustiçados
E da força das mãos trabalhadeiras.
Enquanto alguns disputam os galhos,
Os frutos e a sombra do poder,
A raiz permanece silenciosa,
Preparando o tempo de florescer.
Pois a mentira teme a profundidade,
Necessita da pressa e da aparência;
A verdade aceita a demora,
Mas nunca renuncia à existência.
E quando o vento da história sopra,
Levando embora folhas e vaidades,
Fica de pé apenas o que foi plantado
Nas raízes profundas da verdade.
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