Textos de Desalento

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Bom Dia

Desânimo

Quantas vezes entreguei-me ao desânimo e não completei o que tinha que ser feito. Ele age sorrateiramente como um vírus de um simples resfriado, portanto precisamos reagir imediatamente, se nos descuidarmos ele se instala e torna-se rapidamente em uma gripe, pneumonia tuberculose e isso pode se tornar um desastre fatal no seu novo modo de vida, desarme essa bomba em sua vida rapidamente antes que ele a transforme em um caos total.

Inserida por Alevillela

Meu coração está sufocado
Pois eu não me sinto amado
Estou tristonho, desanimado
Solitário e isolado

Ninguém tecla comigo
Minha vida passa despercebida
Quero ter amigos
Desejo ser uma pessoa querida

Preciso de bastante atenção
Necessito desabafar
Tenha de mim compaixão
Se disponha a me ajudar

É muita melancolia
Meu peito dói
Gosto de poesia
Há algo que me corroí

A depressão me destrói
A alma pede socorro
Clamo a Jesus Cristo meu Herói
Ele é poderoso e misericordioso

Findo esta mensagem neste instante
Sei que tudo isso é provação
Deus me considera importante
O Espírito Santo me dá orientação.

Inserida por SidneyAlves

Por mais difícil que esteja sua vida, nunca desanime.Saiba que tudo tem sua hora de acontecer. ..e nada dura para sempre, portanto não seja ansioso, não tenha pressa, que Deus está ouvindo suas orações, e nenhuma oração fica sem resposta, e no momento certo tudo encontrará uma solução.
Se te fecharam uma porta novas janelas se abrirão.
Hoje é um novo dia, uma nova semana, tenha fé e confiança em Deus que ELE lhe dará forças para vencer todas as batalhas da vida!Deus está com você, e quem depositou a sua confiança no Senhor nada teme.

Inserida por GlauciaSCosta

Melancolia, vontade é tanta que o desejo expanda para algum lugar.
Alimente o propósito e conquiste o impossível, a força do pensamento está em nós, e o desejo se achega para a vontade se alimentar da esperança de algum lugar.
Na realidade ao inverso das coisas se propõe em nossos corações e nos faz parar para pensar!

Inserida por LAPYERRE

Diante de tantos obstáculos,
às vezes, a vida se torna um pouco
desanimadora.
Mas, acredito que sempre há dois lados
para uma mesma moeda.
Precisamos aprender a ser fortes e não
nos deixarmos abalar por qualquer coisa.
Existem pessoas ruins,mas com elas
aprendemos o que não queremos ser.
Não podemos sair por ai com o dedo
apontando somente erros e defeitos.
Se fizermos isso, estaremos nos igualando aos
que não sabem respeitar.
Acredito que o mundo não está perdido e
não penso que só existem injustiças
Muitas coisas, nós mesmos acabamos atraindo
para nossas vidas.
Se eu quero energias positivas, eu vou
procurar viver com prazer.
Se eu puder ajudar, minha mão se fará presente,
se não for para isso não será ela quem
vai empurrar alguém.
Todos nós temos sonhos, sejam eles grandes ou pequenos.
Quem sou eu a julgar se este ou aquele merece ser realizado?
Precisamos com urgência rever nossos conceitos do que é ser bom ou mau.
Afinal de contas, somos todos seres humanos vivendo sobre o mesmo teto
e filhos do mesmo PAI
e Ele a todos ama, sem nenhum abandonar

Inserida por IrmaJardim

"O desânimo e o cansaço são sintomas de falta falta de fé.
Quando estamos cansados deixamos de acreditar por um momento ( mesmo sem perceber) que Deus faz impossíveis.. Quando estamos desanimados deixamos de lutar..
Todos já passamos por desânimo e cansaço a algum dia , a diferença é como cada um reage .. Não podemos parar.
Levante a cabeça, lembre-se dos milagres que Deus já fez que te deixou surpreso e com vergonha de ter duvidado.
Lembre-se que Deus não mente e cuida de você! "

‪#‎FlaviaLeticia‬

"Fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. "

Hebreus 11:1

Inserida por flavialeticiaoficial

Azul

Dizem que azul é a cor da solidão,
Ou talvez da melancolia,
Que pode tornar alguém depressivo,
Só me diga, se é assim
O que me dizes sobre o céu,
Que consola os sonhadores?
Ou o mar em sua plenitude,
Que num simples banho lava a alma?


Pois bem, para mim o azul é o conforto dos meus momentos de distração.
É o foco do meu olhar nos lampejos de pensamento,
É a minha companhia silenciosa.

Acho que por causa disso as pessoas tem esse pensamento.
Quem está absorvido por esta cor,não quer companhia.
Azul é o infinito.
Céu e mar.
E quem deixará o infinito,
Por uma tola companhia
Que irá embora?

Inserida por MarcelaBerteli

sentir

parei
perplexa
melancolicamente perdida em meus sentimentos

senti, senti demais
todos eles
por cada milímetro do meu corpo

eu só não consegui identificar qual gritava mais alto

(...)

me senti desamparada
procurei em mim um refúgio, um conforto e não consegui encontrar

mas encontrei na arte

a arte ampara
conforta

olhei, me apaixonei e chorei

a realidade destrói e a arte consola

Inserida por vicelilares

A Penumbra do Âmago Melancólico.

⁠Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.

Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".

Inserida por Lagrimas_de_Sophia

⁠Banquete melancólico

Estou num abismo mas a minha estima está mais baixa
Está tipo o diabo me deu banquete de melancolia
Só para tirar a minha alegria

Mas fecho os olhos e digo que está tudo bem
Mas eu sei que não está nada bem
Já faz tempo que eu não durmo
É tantos conflitos no meu cérebro
Nem vou falar do coração porque está partido
Mas isso é só mais um porém...
Essa maldita vida me fez de refém

Já tentei mudar o rótulo da minha vida
Mas é sempre a mesma história
Eu não gosto ficar sozinho mas me sinto tão distante desse mundo
As vezes me pergunto se sou invisível ou transparente
Porque
Só sou visto quando estou diante de um espelho

Hoje vim pôr todas as cartas na mesa
E mostrar o que fica por trás do meu sorriso
Esse é o meu banquete melancólico
Onde o chá é depressão
E o pão
É a solidão...

Inserida por SergioNgola1

⁠Sabe aquele desânimo frequente? Pode ser depressão.
Sabe aquele cansaço mental constante? Pode ser depressão.
Sabe aquele surto "do nada"? Pode ser depressão.
Sabe aquela euforia repentina? Pode ser depressão.
Sabe aquela vontade de não fazer nada e não falar com ninguém? Pode ser depressão.
Sabe aquele desejo de sair do mundo? Pode ser depressão.
Sabe aquela vontade de comer algo descontroladamente? Pode ser depressão.
Sabe aquela vontade de chorar sem motivo aparente? Pode ser depressão.
Sabe aquele nervosismo, aquela impaciência, aquela sensação de fracasso, aquele medo exagerado? Pode ser depressão.

Ninguém em plena consciência e sanidade finge algo assim.
Quem tem depressão, se pudesse escolher, escolheria não ter.

Inserida por ketantonio

⁠Ao ouvir a melancólica melodia de Chopin,
O cheiro da camomila no ar
E o meu corpo totalmente inerte em meio a essa sensação:
um alívio, uma dor, ansiedade, caos...
Sentimentos sem explicação
Que alimentam o meu 'auto-desamor',
Vida, eterna caminhada
Nunca explicada,
Mas aberta para ser explorada.

Inserida por OpensadorKau007

⁠RIOS DE LÁGRIMAS

Às vezes me deparo
numa grande melancolia,
lembrando de um passado
de tristeza e de alegria.

Quanta saudade
do meu tempo de criança,
os rios tinham muita água,
ainda guardo na lembrança.

Tomava banho no rio,
pescava na barraginha,
tinha tanta lavadeira
quarando roupa limpinha!

Ninguém imaginava
ver os rios maltratados,
transformados em esgotos,
sendo todos assassinados.

Em rios de lágrimas
eles foram transformados,
por conta do lixo e esgoto
que neles são lançados.

Cachoeira e Raiz
foram a razão da cidade;
deram o nome Duas Barras
e só receberam atrocidade.

Revitalizar nossos rios
é um processo lento,
mas a principal medida
é a estação de tratamento.

⁠Querida escola

medo
desconforto
solidão
agonia
insegurança
pânico
tristeza
desanimo
raiva
indiferença
pavor,

por que me faz sentir assim?
por que só é difícil pra mim?
por que não consigo dizer que sim?

coloco a culpa em você
mas no fundo eu sei que o porquê,
o problema sou eu.

Inserida por EmbaixoDoCapuz

⁠Que eu aprenda :

Agradecer ao invés de só reclamar Encorajar ao invés de desanimar Fazer sorrir ao invés de fazer chorar Estender a mão ao invés de se olvidar Dividir ao invés de só diminuir Fazer ao invés de só esperar Ajudar ao invés de só criticar Agir ao invés de se omitir. Viver, acreditar que a vida pode sim ser bem vivida!

Inserida por rodriggosanches

⁠Não fique Reclamado-Lute.
Lute pelo que você deseja.
Não desanime no meio do caminho.
Tenha persistência Arrume o coração e pare de reclamar?
A alma necessita de paz.
Não basta ter talento se não tiver vontade de vencer.
Não importe com que as pessoas.
Acredite em você.
Você tem um potencial escondido dentro de sua alma. Acredite em você que as oportunidades irão aparecer.
Você vai conseguir vencer todos os obstáculos e será um vencedor.

Inserida por SERGIOFURQUIM

⁠A imaginação...

Tu que compões meus silêncios
Na bruma e na melancolia
Quando me sinto sozinha
Tenho-te por minha companhia

Imagino o meu amanhecer
Em lençóis tecidos de cetim
Na alvorada daquele beijo
Que sinto renascer em mim

Neste singelo devaneio
Alvejo um sonho guardado
Imagino aquela ternura
De ter alguém a meu lado..

Inserida por EleuteriaPires

⁠Pensar Obsoleto -

A melancolia dos dias desviados
cheios de nostalgia,
cheios de amargura e de silêncio,
enchem-me a Alma de Poesia e
resiliência ...
Nem consigo respirar ...
Vejo-me sufocado ...
Sinto-me vazio...
Caminho indiferente - nem sei onde!
Ora vivo ora morto em meu pensar
obsoleto.
E sou tão pouco, eu que julgava ser
tanto ... debalde ... não sou nada!
Cheira-me a incenso ...
Óh Senhor ... envolve-me o corpo ...
veste-me a Alma ... purifica-me o
Espirito ... salva-me de mim mesmo
que me vejo morto e abandonado,
cheio de poesia e desenganos,
num leito glacial de moribundo!

Inserida por Eliot

⁠Título: "Sons da Eterna Melancolia"

Capítulo 1: "Queda dos Céus e Caminhos Sem Destino"

Desde a concepção do mundo, tornei-me uma humilde serva, condenada a vagar pela Terra após o cataclismo divino. Minha existência, agora testemunha silente das intricadas complexidades humanas, é um doloroso eco do que já fui. Ironicamente, em meio à grandiosa guerra celestial, eu era apenas um anjo, uma figura sem voz.
Minha posição pairava na nebulosidade, sem um compromisso político definido. Eu permaneci no epicentro da batalha celeste mais ardente já travada.
No entanto, como reza o provérbio, "o inferno guarda seu calor mais intenso para aqueles que ficam em cima do muro". Não me aprofundarei nesse assunto, pois o desfecho é familiar a todos.
Em minha defesa, eu me limitava a observar. Não tomei partido, não emiti opiniões, evitando perturbações. Eu era o anjo encarregado da limpeza celestial, uma espécie de zeladora cósmica, incumbida de manter a ordem e o esplendor. O céu costumava ser um paraíso radiante, repleto de júbilo, e ali eu era acolhida com benevolência. Anseio por aquela serenidade outra vez.
Minha vida celestial ecoava harmonia, permeada por laços e risos. O canto e a dança eram minhas paixões, chegando a almejar ser uma cantora. Evitava conflitos, afinal, por que buscar discórdias quando a busca pelo deleite era meu anseio? Entretanto, hoje percebo que não tomar partido é, de fato, escolher o fracasso.
O tributo por essa indecisão foi exorbitante. Fui exilada, junto aos anjos caídos, uma punição que jamais antevi. O processo foi doloroso, minha luminosidade esvanecendo e meu ser se partindo em agonia. Supliquei por clemência, embora soubesse que meu Criador jamais me escutaria novamente. A queda foi uma jornada tortuosa, pontuada por cometas e congêneres condenados.
A Terra se aproximava, ponto de virada naquela contenda e em minha própria sentença. Não era o inferno, mas sim uma terra gélida, onde meus irmãos caídos e eu nos reunimos antes de sermos arrastados ao abismo real. Despencamos como meteoros em uma paisagem desconhecida, chorando lágrimas celestiais durante horas a fio.
Minha punição divina era justa. Não nutria orgulho por minha nova função, embora ela fosse imprescindível. Eu carregava o fardo de coletar almas conforme a lista ditava, sem alternativa, sem juízo. Dias de descanso eram raros momentos de paz, quando buscava refúgio em ilhas paradisíacas para vislumbrar algum alento.

Capítulo 2: "A Melancolia na Vida Humana"

No âmago de uma alma atormentada, travava-se uma batalha incessante contra a pressão de manter dois empregos extenuantes. A busca por uma fuga era constante, porém ilusória. Essa alma parecia tentar se libertar do próprio ser, mas suas tentativas só ampliavam o sofrimento que a abraçava. Como uma sombra onipresente, a tristeza pairava sobre ela, imutável.
A ideia da morte surgia como uma alternativa incerta e perigosa. No entanto, havia o reconhecimento de que esse não seria um veredito definitivo para os tormentos. O mistério do desconhecido aguardava do outro lado, uma incógnita que aprisionava sua mente.
Enquanto o universo aparentemente conspirava para mantê-la viva, ela mergulhava cada vez mais em um abismo de desespero. Tudo à sua volta carecia de significado, incapaz de trazer um vislumbre de alegria. Cada esforço parecia fadado à inutilidade, e qualquer riso se tornava uma frágil máscara. Seus olhos eram narradores silenciosos de uma tristeza indescritível.
A busca por ajuda se manifestava através de consultas a psicólogos e médicos, numa tentativa de aliviar a solidão e a angústia que a consumiam. Eu, a Morte, presenciava esses esforços, sentindo uma compaixão impotente e desejando aliviar seu sofrimento de alguma maneira.
As memórias do passado eram como cicatrizes invisíveis, profundamente enraizadas desde a infância. Lembro-me dela aos oito anos, lágrimas derramadas pela falta dos materiais necessários para uma tarefa escolar. Era uma tristeza profunda e incompreensível, uma expressão de sua dificuldade em comunicar seus sentimentos.
Criada numa família religiosa, imersa em regras rígidas, ela cresceu em isolamento, sem verdadeiros amigos. A religião, em vez de trazer conforto, instilou medo e exclusão. As restrições impostas por uma mãe que sofria de depressão sufocaram sua habilidade de se relacionar com o mundo exterior.
Seus pais, imersos na fé, privaram-na de uma infância convencional. A falta de brinquedos e a ausência de conexões sociais a mantiveram distante da alegria que uma criança merece. Enquanto eu observava sua trajetória, a Morte, questionava o fardo que ela carregava e quem deveria suportar a culpa.
E assim, ela vagava, a melancolia a seguindo como uma sombra leal. Mesmo em suas tentativas de distração, a tristeza sempre a alcançava. As feridas da infância não curadas, os traumas persistentes, continuavam a sangrar. E mesmo eu, com todo o meu poder, era impotente para salvar essa alma atormentada.
Capítulo 3i: "O Peso Invisível do Passado"
O vazio que crescia dentro dela era um buraco negro, absorvendo qualquer lampejo de esperança ou alegria. Cada tentativa de preenchê-lo resultava em frustração. Mesmo as buscas por prazer e distração eram efêmeras, pois a tristeza sempre retornava, fiel à sua constante companhia.
Talvez tenha sido a busca pelo divino que a orientou. Ela enxergava na espiritualidade uma possível cura, mas até mesmo suas preces pareciam ecoar vazias. Seu desejo por um Deus que a escutasse era um apelo silencioso por alívio, porém a solidão persistia.
Sua jornada tumultuada pela vida refletia-se em minha presença, testemunhando cada momento de sofrimento silencioso. Eu, a Morte, era uma testemunha sombria, incapaz de intervir no tormento que a consumia. Sentava-me ao seu lado, enxugando lágrimas invisíveis, sentindo a agitação de sua alma.
Lembro-me de seu sorriso forçado, uma tentativa de esconder o desespero que transparecia em seus olhos. Ela travava batalhas internas, enfrentando inimigos invisíveis que minavam sua força. Ansiava por compreender os segredos que a corroíam, por conhecer os medos que a assombravam.
Sua infância fora maculada pelo isolamento imposto pela fé. O ambiente doméstico, dominado pela religião de sua mãe, erigia barreiras que sufocavam qualquer exploração do mundo exterior. A religião, que deveria trazer consolo, transformou-se em uma fonte de angústia. Os temores do inferno incutidos por seus pais formaram um labirinto de ansiedade.
À medida que ela amadurecia, a dor não resolvida se transformava em uma presença constante, um fardo emocional cada vez mais difícil de suportar. Seus sorrisos, suas tentativas de interação, eram máscaras que ocultavam sua verdadeira aflição.
Observando-a, eu, a Morte, ansiava de alguma forma libertá-la do abismo em que estava imersa. Contudo, como uma espectadora impotente, eu não podia intervir. A tristeza dela se misturava à minha própria, criando uma conexão inexplicável.

"Ecos da Eternidade"
A trama da vida e da melancolia se entrelaçava, cada momento de desespero ecoando através das eras. Ela era uma alma perdida, uma narrativa triste que parecia não encontrar um desfecho. A cada suspiro, a cada lágrima, ela prosseguia em busca de uma saída da escuridão que a envolvia.
Eu, a Morte, permanecia a seu lado em sua jornada, testemunhando sua luta silenciosa. Cada capítulo de sua vida era uma página manchada de dor, uma busca incessante por alívio que parecia inalcançável. Mas quem, afinal, poderia resgatar essa alma atormentada? A resposta, talvez, estivesse enterrada nas profundezas de sua própria jornada.

Inserida por Ardiani


Entardecer

Na melancolia profunda
lá bem dentro do peito
em silêncio quieta na sombra
ainda bate pulsa brilha
a plena luminosidade da
mais perfeita beleza
que um dia me foi dada.

Bela, plana paira me abraça
no carinho de calma saudade;
ela é a brasa que sobra
da vida vivida: alguma antiga
alegria não esquecida agora vazia
prossegue sempre acesa
lá bem dentro do peito

ela é a brisa que sopra
de ar dividida: cada novo
sonho sempre lembrado de ser
traz a mesma chama acesa
lá bem dentro do peito.

Na melancolia profunda
viro reviro me ajeito
ouvindo em silêncio ao sol
que bate queima brilha
teu canto banhado na
mais perfeita harmonia
que me foi dada um dia.

Belo, plana paira me abraça
em carinho de calma saudade.


meksenas

Inserida por meksenas