Textos de Chuva
Dia de Chuva
A chuva branda continua a cair,
vejo pela janela do quarto.
Ao som de baladas antigas
escrevo, digo, pelejo
alguns versos.
Dias chuvosos, cinzentos
feito minha mente.
Acinzentada de dúvidas,
tormentas existenciais.
Nada parece fazer muito sentido
nestes caminhos da vida;
até me perco, por vezes, na estrada.
Nessa chuva me resta mesmo
ouvir canções antigas.
Caem como se focem pingos de água em dias de chuva, como relâmpagos em dias de tempestade. Mas em nossas vidas elas não ”caem” como pingos de àgua, nem como relâmpagos, mas sim como o brilhante cometa Halley que rasga os céus a cada 76 anos. E vivemos as melhores emoções de uma vida feliz, damos as maiores gargalhadas, passamos por momentos difíceis,e nos superamos, crescemos. Amigos*
“Essa mensagem dedico a um grande amigo, Gian Almeida”
Precisamos acordar todas as manhãs com o olhar brilhante mesmo que haja chuva.
Renascendo de todo o passado,pois o presente é o tempo
de amar,é o tempo de viver,de perdoar e
de ser perdoado.
Deixa Deus agir no teu silêncio com o silêncio dele e verás que o fracasso vira vitória,o perdido é achado,o derrotado vira vencedor e você se tornará um grande campeão.
Não perca mais tempo, pois sempre depois de uma forte chuva, há sempre um nascer do sol e de noite, a lua vai brilhar,
Jesus Cristo, foi carpinteiro, então pense nisso, seja igual pois ele criou suas estradas, suas pontes, para chegar onde quis, o impediram, mais está vivo em nós !
Então, crie suas estradas de terra, para ultrapassar um forte riacho, crie uma ponte !,
Mais nunca, se feche.
O tempo quis fazer uma aposta!!!
Apostou que nada dura para sempre...
Como a chuva o sol a Distancia!!!
Mais ele apostou com a pessoa errada...
Pois o que eu sinto por você...
Não a chuva que me afogue...
Não a sol que me queime...
Nem a distancia que me separe...
Pois sei quando você voltar...
Irei provar ao TEMPO que ele errou!!!
Porque o que eu sinto É ETERNO!!!!!
Destinos
Lá fora caem gotas d’água; é a chuva.
Escorrem gotas no meu rosto; é dor.
Chuva que cobre o sol, acaba o dia.
Dor vem disfarçada pelo sorriso.
O passado me entristece, por que?
Foi quando, um dia, decidi te esquecer.
O passado me alegra, é você!
Hoje eu, ainda, só sei te querer.
O meu destino não quer me ajudar,
O vento vem pra trazer teu perfume.
Ele me atormenta só de pensar
Já entendi que devo te esquecer
Só não aprendi a não te querer
Me ajude, por favor, com seu amor.
A chuva e o absurdo
E eu que sou tão pobre, fraco e envergonhado
Sou aquele que tem medo do espelho
Mas nunca admite
E eu que sou tão baixo e retrógrado
Tão louco, difuso e passional
Se fosses minha, saberia...
Eu sou o absurdo mais inconcebível da humanidade
Sou cinzas e tristezas
Sou frustrações e decepções
Sou noites em claro
Sou a ferida que não cura
Sou aquele que ama calado
Sou a décima xícara de café
E eu que sou tão parvo
Que choro escondido e peço segredo
Que sofro as decepções da humanidade
Ainda que tente firme esquivar-me
E eu que sou tão medonho
Em meio a este sonho insólito e enfadonho
Que durmo de luzes acesas
Não quero ser a sombra de ninguém
Mas como viverei daqui adiante?
A sobrevivência guarda para mim o fracasso?
Não quero saber o que me reservam os dias
Por meio tempo sou a vida que nunca quis
Sou o ano mais longo
A aventura menos fantástica
O livro mais chato
A solidão e o infortúnio de um canto de parede
Sujo e mal iluminado
E eu que me encontro neste dia de chuva
Cubro meu corpo nu
Enquanto escuto calmo a chuva cair
Bernardo Almeida
AUSÊNCIA
CADA DIA QUE SURGE
NÃO TEM BRILHO ALGUM SE EU NÃO TENHO VOCÊ,
AS NOITES DE CHUVA NÃO SÃO TÃO FRIAS
QUANTO A FALTA QUE SINTO DE VOCÊ,
A LUA PERDE TODO O SEU BHILHO
QUANDO PENSO EM TEUS OLHOS,
AS ESTRELAS JÁ NÃO FASCINAM
PORQUE PENSO EM TEUS BEIJOS,
AS FRUTAS JÁ NÃO TEM SABOR
POIS PROVEI A DOÇURA DOS TEUS LÁBIOS,
AS FLORES PERDERAM TODO SEU PERFUME
QUANDO VOCÊ EXALOU SEU CHEIRO,
OS RISOS JÁ NÃO SÃO MAIS RISOS
PORQUE SEM VOCÊ
SIMPLESMENTE NÃO SEI MAIS SORRIR,
O SOM DAS ONDAS JÁ NÃO ENCANTA
PORQUE SEMPRE OUÇOI A SUA VOZ,
A IMENCIDÃO DO MAR SE TORNA PEQUENA
DIANTE DO QUE SINTO SEM TER VOCÊ,
AS PALAVRAS QUE FORAM DITAS AINDA ECOAM EM MINHA MENTE
COMO UMA DOCE MELODIA,
E HOJE JÁ NÃO POSSO PENSAR EM MIM
PORQUE SÓ PENSO EM VOCÊ,
E DIANTE DESSA SUA DOLOROSA AUSENCIA...
EU PREFIRO MORRER,
PORQUE SEM VOCÊ,
SIMPLESMENTE NÃO SEI MAIS VIVER...
E este cheiro da chuva gelada me leva a ti,
E ao secar os meus olhos, da lagrima, de meu coração bobalhão
Eu deixo aqui nesta folha poema, um pouco de tudo
Um pouco do meu amor por ti, do meu nada em ti
Desta dor, do meu amor, que não passa
Do meu amor apaixonado, que sente tua falta
E que vou com o tempo eu sei, deixar partir
Salve o sol
Salve a brisa da manhã
Salve o vento
Salve o universo de Deus
Salve a chuva
Salve o apogeu da primavera
Salve as flores
Salve a semente dos céus
Salve as plantas
Salve o canto dos pássaros
Salve o rio
Salve o espírito divino
Salve a lua
Salve a órbita do planeta
Salve as estrelas
Salve os assuntos da terra e do céu
Salve o ar
Salve a alma dos animais
Salve a humanidade
Salve a Terra de Prometeu
Mas
Salve-nos da águia
Salve-nos da ira dos deuses
Salve-nos da violência
Salve-nos da Cordilheira do Cáucaso
E por favor, não se esqueça
Salve a beleza
Salve todas as artes
Salve a esperança
Salve o homem-deus
Calmaria
A chuva não é tão alegre quanto o sol. Ninguém nunca coloca uma música alta e limpa a casa com o tempo nublado, nem tem vontade de sair da cama e de conversar com o vizinho. A chuva entorpece os nossos sentidos, ela nos faz preguiçosos e tristes.
Vai ver q é por isso q eu sempre gostei dela, e das neblinas que se formam nas montanhas, e do céu em tempestade. O frio, aquela dose de mistério no ar, e o som relaxante do tamborilar da chuva na janela. A calmaria.
[A CHUVA NAS CURVAS DA ESTRADA DE SANTOS]
O amor que nos compõe é o sertão que nos divide
Olhei as suas curvas e desejei não ser tão triste
Os olhos que nos rodeiam são os mesmos espinhos
Que um dia nos machucaram.
Os muros que transpomos são os mesmos que um
Dia nos protegeram do infortúnio e do assombro.
As águas que escorrem em nossos corpos
São como as chuvas nas curvas da estrada de Santos
E as lágrimas que o derretem são as mesmas chagas
Que nos prometem a liberdade que nunca nos acontece.
dia de chuva na casa da vovó
to na varando vendo o mato se alegrar
até as flores tão cantando de alegria
e eu cantando para os males afastar
sigo sorrindo sem medo do amanha
em poucas palavras tento mostrar
que a paz só depende de você
basta querer crer para a paz ficar
as vezes eu me embolo e me perco
só as vezes consigo me concentrar
pra escrever algo de útil
e o mundo ajudar
levo a paz na palavra e na música
meu coração de amor vai transbordar
mesmo que eu chore será de alegria
basta querer crer para a paz ficar
06-02-15
Felicidade é aceitar o acontecimentos da vida sem lastimação,
é estar num dia cinzento de chuva e achar os pingos de chuva coloridos, buscar melhorar-se e não perfeição.
Felicidde ê querer o bem estar do outro sem exigir mudança.
Felicidade é buscar lugar ao sol, vivendo a vida como se fosse o ultimo dia a ser vivido
A nuvem vem do horizonte
de longe uma chuva vem
vem de traz daquele monte
vem por onde lhe convém
vem a chuva ao nosso chão
vem a essas terras molhadas
vem a terra a multidão
molhando as secas calçadas
a chuva molha as poumas
ao frio se faz a união
só resta agora problemas
só resta a televisão
o frio se torna algemas
o lar se torna prisão
Chuva que cai lá fora
Chuva fina, chuva fria! Chuva que cai la fora!
Chuva que atravessou a noite
Trouxe aconchego aos privilegiados
Gelou os ossos dos desprotegidos!
Pensar assim traz nostalgia
Mas como madre Teresa dizia
"Sou um pequeno grão de areia
Em meio à imensidão do mar! "
Então, nada de desanimar
Cubra quem está ao seu alcance
Multiplique seu jeito de amar
E verá que algo poderá mudar!
edite/ maio de 2015
Meados do tempo
Lagrimas de chuva
Corriqueiro vento
Noturno o medo
Como espelho tem falas
Meia Noite ventania
Sobre algoz terror...
Passado o momento
Trêmulo as dores garganta seca...
Sono que se encontra dormindo...
Parece ser último no ar da madrugada.
Ambiguidade de tais formas surgem
Essas almas que argumenta atroz flagelo.
Em gritos se dissolve com amanhecer.
São bem mais o que aparece ser.
Entretanto o bocejo parece mais um dia longo.
Fazer você sentir meu amor
Quando a chuva
Está soprando no seu rosto
E todo o mundo
esta em sua mala
Eu poderia oferecer a você
Um abraço caloroso
Para fazer você sentir o meu amor
Quando as sombras da noite
E as estrelas aparecem
E não houver ninguém lá
Para secar suas lágrimas
Eu poderia segurar você
Por um milhão de anos
Para fazer você sentir o meu amor
Eu sei que você
Não se
Decidiu ainda
Mas eu nunca
Erraria com você
Eu já soube
Desde o momento
Que nos conhecemos
Não há dúvida na minha mente
De onde você pertence
Eu passaria fome
Eu me machucaria
Eu iria me arrastando
Avenida abaixo
Não, não há nada
Que eu não faria
Para fazer você sentir o meu amor
As tempestades são violentas
Sobre o mar revolto
E no caminho do arrependimento
Embora ventos de mudança
Estejam trazendo entusiasmo e liberdade
Você ainda não vê nada
Como eu
Eu poderia fazer você feliz
Fazer os seus sonhos se tornarem realidade
Corrigir
Não há nada que eu não faria
Iria até o fim
Da Terra por você
Para fazer você sentir o meu amor
A chuva vai lá fora.
Aqui dentro as lágrimas escorrem em meu rosto…
Não é de mágoa ou desgosto.
Mas sim falta do seu rosto.
Olhando eu acordar, sem nada falar.
Parado a observar e sempre a perguntar.
Tem algo melhor do que ficar ao seu lado ?
Pois ao seu lado não dá para ficar parado, é beijos pra todo lado!
Agora a chuva cai, não tem sol…
Apenas cama fria e um lençol amassado.
Mas você não está ao lado.
Não resta mais nada a não ser lembranças.
Seu perfume está no ar!
Sua voz escuto chamar, olha, você não está lá…
Só me resta sonhar.
As rosas que me deu se despedaçam, como meu coração…
Não vou ligar, pois sei que não irá atender.
Mas saiba que estou a sua espera!
Venha aquecer meu viver.
Venha trazer o sol e rasgar meu lençol.
Venha me amar, pois aqui é seu lugar.
Venha…
Venha!
A seca
Uma solitária cigarra, desesperada, chama chuva no Planalto Central. A secura invade os poros dos seres, fazendo de tudo o que tem vida, sem vida. Folhas secas despencam das árvores moribundas, caindo na terra ressequida, já sem nenhum verde, nenhum inseto. Os pássaros voaram para longe em busca do frescor que aqui não tem. O João de Barro que anuncia a chuva, foi para longe. O sol a pino despenca raios matadouros, que há muito deixaram de ser benfazejos. Saudade da chuva caindo e molhando o chão. Saudade das rosas em seu frescor matinal. Saudade de água caindo do céu, mansa, suave, fresquinha.
Ah! Meu chão! Meu torpor!
