Textos de Auto Estima
Desenvolver um relacionamento saudável consigo mesmo é essencial para alcançar a felicidade e a autoestima. Ao cultivar o autoamor e o autorespeito, tornamo-nos menos dependentes de fatores externos para nossa satisfação pessoal. Além disso, essa postura nos permite desenvolver uma maior resiliência emocional, tornando-nos menos vulneráveis às influências negativas de terceiros.
Controle...auto controle como identificar o real do imaginário? O sentimento de impotência que dói profundamente fazendo a lágrima cair e o coração ficar apertado. Não há antídoto, o medo da perda é tanto. Criamos imagens pensamentos e confusão mental. A doença do coração partido existe para quem sente. Pensamentos incontroláveis que em momentos de dor esquecemos os limites. A cabeça dói e tonteia. Perde se a noção. Foge a razão. O que fica? Não tem como mensurar.
Intensa doçura às vezes revestida de uma certa frieza como uma forma de auto-preservação por já ter saboreado o sabor amargo da indiferença, por isso que o seu amor é tão raro, o seu apreço é sincero, faz valer cada instante ao seu lado, uma versão prudentemente compartilhada com poucos, os quais são agraciados semelhante aqueles que podem ver o nascer do sol, que param para observar a lua com um resplendor majestoso, conseguem admirar o desabrochar de uma linda flor, sem dúvida, ela provém do Deus amoroso, sendo uma intensa doçura.
No dia das crianças, uma auto-reflexão da minha infância: retardado mental, inofensivo, brincalhão, debochado; quando bem pequeno, montava no cabo de vassoura no quintal da casa do meu avô, e imaginava ser um cavalo. Assim, quando ia com ele no mercado, galopeava pelas ruas da Vital Brasil, parando em frente ao barzinho de esquina, na subida da rua Senador Vergueiro, quando iniciava um show fazendo meu cavalo relinchar, de modo que o cabo da vassoura, por várias vezes, atingia as pernas dos que estavam por perto, enquanto meu avô pedia desculpas rindo. Quando isso acontecia, meu avô, mais debochado do que eu, olhava para a pessoa e ainda fingia que estava dando uma chicotada no meu cavalo imaginário para o atingido ver, o que me deixava transtornado. Não se bate em animais. Meu cavalo fez época e o nome dele era Araraboia. Meu avô entrava na minha viagem. Quando eu pegava a vassoura, ele colava umas fitas de Senhor do Bonfim que tinha a rodo naquela época colorindo o cabo inteiro, No meu peito, colocava medalhas de santos e broches de clubes. Eram as medalhas das guerras que haviam me condecorado. A distância máxima que percorri com meu cavalo foi da Vital Brasil até a Moreira César, em Icaraí. Na volta, pegamos um táxi e perdeu a graça. Uma vez, meu avô foi jogar carta com os amigos no quintal. Estava assistindo televisão. Ele passou, apertou o botão da tv rindo, e perguntou onde estava Arariboia. Respondi que não queria mais montar naquele cavalo. Disse que havia crescido. Ostentei na cara do velho! Ele então me respondeu que já era velho, mas que mesmo assim o que mais lhe impressionava no meu cavalo, naquele momento, era o rosto. Segundo ele, a impressão que dava naquela manhã era que estava inchado. Disse que os poucos dentes estavam cariados e sujos, e que, certamente, só a piscina do quintal, naquele dia de sol, poderia esbranquiçar os dentes do bicho. De repente, começou a dizer que dos cantos da boca do meu cavalo escorria uma "baba bovina" que ele estava limpando com as patas manchando o sofá da sala. Disse que o animal estava no canto da sala ruminando lembranças de quando eu era pequeno. Disse ainda que o som que meu cavalo emitia naquele instante, como uma espécia de ronco, contínuo, monótono, eram como pedaços de músicas esquecidas, mas que muitas crianças queriam cantar. Na época, não entendi essa frase, mas lembro bem dela. Disse que já estava escutando esse ronco do cavalo que durava duas horas, dando a impressão de que ele estava morrendo. Perguntei como, sem perceber que estava entrando na onda dele, e ele respondeu que parecia um peixe no chão se debatendo e abrindo os brônquios: foi então que, meio descompassado com a interpretação realística do meu avô, avistei a piscina da sala, o tal Oásis que ele dizia ser capaz de ressuscitar o Arariboia. Quando saí da sala com a vassoura, a velharada amiga do meu avô gritava em coro: "pule com ele na água, pule com ele! E Tchibum, me joguei na piscina e depois avistei meu avô vindo atrás e jogando na água todos os broches e tudo mais. Fiquei ali enquanto eles jogavam carteado por mais de três horas. Rolou um churrascão. Isso tudo pra dizer (pra quem tem filho pequeno é mais fácil) que nossos cavalos vivem dentro de nós o tempo inteiro, mas asilados nos abrigos e cocheiras da idade, das dores, das dificuldades. A idade só nos faz tirar a "montaria" do cabo de vassoura. Acalma-nos, porém, o espírito... O amor, o tempo leva...
A liberdade de imprensa só existe quando o meio de comunicação e publicação é auto-sustentável, digo, não recebe verbas governamentais e não sobrevive de patrocinadores poderosos. Distante disto, toda noticia é filtrada e doutrinada pelos pontos de vista e interesses do dinheiro publico e privado.
As pessoas não notam sua dor, mas notam os seus erros. Se sentem no auto direito de te julgar só porquê você falhou. Hipócritas! Não se importam com a sua historia. Usam os seus momentos, aqueles momentos ruins, para te apedrejar. As pessoas não acreditam que você pode mudar, não acreditam naquela velha historia de "aprender com os erros". Elas não estão nem aí para o seu estado emocional. Só querem julgar, julgar e julgar. E esquecem que as próprias também são seres imperfeitos que também fraquejam. aprendam a apontar menos o erro do outro, pois, aquele erro também pode ser seu.
Nada e nem ninguém insere conteúdo dentro da gente, livros de auto ajuda e até uma consulta no psicologo, podem servir para orientar, perceber algo que fugiu de nosso entendimento, mas pagar para outros ou coisas dizerem o que devemos fazer de nossas vidas... Conteúdo é conteúdo, está dentro de nós se inserido é alienação.
Espero não te deixar louco
Com o tempo você irá perceber
Que tenho algumas incongruências
Tenho pouca confiança
E muitas más lembranças
Que me fizeram assim
Por vezes me olho no espelho
Não gosto do que vejo
Mas não há como melhorar a mim
Em tempos ruins sinto nojo e até desgosto de ser quem sou.
Queria apenas me amar realmente
Ser menos exigente
Ter mais compaixão por mim
Pois o mundo já é tão difícil
Que se eu me virar contra mim
De que modo poderei crescer?
Criei o costume de toda semana comprar sequilho com goiabada na padaria perto daqui de casa. Comê-lo bebendo um café sem açúcar tornou-se, sem exagero, um dos momentos mais deliciosos da semana (tirando o dia da coxinha com café).
Mas a goiabada me incomodava. Não necessariamente ela, mas sua pouca quantidade. Era um pingo no meio do sequilho. Reclamei na padaria, chamei o padeiro de casquinha e tudo mais.
Outro dia, voltando do estágio, passei pela padaria e, pra minha sorte, disseram que havia um sequilho especial pra mim. Lá estava, o meu sonho num sequilho de um real. Quase que completamente coberto de goiabada.
Chegando em casa, preparado o café e toda a ritualística necessária para consumir o apetecível sequilho, ocorreu que não comi nem a metade. Enjoei na segunda mordida. Doce demais, chegava a dar náuseas.
Dia seguinte, cheguei na padaria e lá estava: outro sequilho coberto de goiabada. Me ofereceram e, por vergonha de dizer que odiei o do dia anterior, comprei. Em casa, raspei a goiabada e comi.
O problema, o inferno, não era a goiabada nem o padeiro, era eu. Fui eu quem, amando o que amava, queria do meu jeito, sem entender que eu gostava era do jeito que era, porque se do meu jeito fosse, eu rejeitaria, enjoaria e até tentaria fazê-lo voltar a ser como era.
Assim fazemos com as pessoas também. No início as amamos como são, depois que estão conosco começamos a criticar, tentamos mudá-las, tentamos "colocar do nosso jeito", sem saber que nosso jeito são nossas projeções, pessoas que não existem, e que se existissem, enjoaríamos delas.
Transformamos para descartar, porque quando aquela pessoa muda, muito provavelmente quem gostávamos não está mais lá.
Essa semana voltei à padaria, pedi o sequilho sem goiabada e mandei avisar ao padeiro que o próximo texto quem escreve é ele, provavelmente virá algo de bom, ainda que não seja doce.
Quem sou eu...
Uma menina escondida a sutis "pés de galinha", uma mulher escondida por detrás de velhas bonecas.
Um amor escondido por entre lastimáveis lembranças, um grito de esperança refletido no olhar.
Sou a luz no fim do túnel, sou eu a autora da vida, sou eu quem traça minha história.
Sou paz, sou loucura, encanto, sou o mais sublime sentimento, sou emoção, sou alegria (incompreendida), sou razão!
Desejo insensatez, malícia, simplicidade, ingenuidade, desespero, tristeza, rancor.
Sou o início de um sonho bom, abandonado no vasto escuro da noite. E quem se importa com os sonhos abandonados?
Ora, os sonhos nascem a cada instante, o mistério está é no meu espelho, no meu autorretrato refratado.
Até que os cordeiros virem leões
Foi uma frase de efeito, nela estão os princípios que o nosso Deus nos ensina, desde Gênesis até o Apocalipse a não desistir de lutar, mesmo que pareça impossível, pois "se recuarmos, Sua alma não terá prazer em nós".
Essa sensação que tive sobre tal frase, ela me passa uma determinação, onde não importa as condições e os problemas o objetivo será atingido, a meta cumprida a que queremos que se cumpra. Não importa se parece impossível, mudaremos o que for preciso e transformaremos o que for necessário para atingirmos o nosso ideal.
A frase me instiga a pensar que o objetivo será alcançado mas não sem integridade e honra, pelo simples fato de que cordeiros e leões são animais tidos como nobres em diversas culturas, com o diferencial de que a ovelha precisa ser pastoreada e o leão é independente, é o rei da selva.
Até quando nosso consentimento será "submissão", até quando nossos desejos individuais maiores que nossa vontade de vencer?
Quando traçamos algum objetivo na vida, temos que correr atrás dele até que se concretize, por mais que o caminho seja difícil, por mais que não tenhamos forças pra continuar, por mais que achamos que não iremos conseguir, por mais que algumas pessoas nos desanimem, por mais que estejamos cansados devemos persistir até que esse objetivo seja concretizado.
Nada nessa vida é fácil, mas se não lutarmos por aquilo que queremos e acreditamos talvez não encontraremos a tal dona felicidade no final do caminho.
"Eis que o povo se levanta como leoa, e se ergue como leão; não se deitará, até que devore a presa..." (Nm 23: 24a)
Deixe o passado, realmente no passado. Liberte-se! Liberte as pessoas, e as situações. Perdoe essas pessoas, e perdoe-se também.#11;TODOS FIZERAM O QUE ACREDITARAM SER O MELHOR NA ÉPOCA!
Dê-se a oportunidade do NOVO.#11;Renove-se. Renove os seus pensamentos e consequentemente suas atitudes acompanharão essas mudanças.
A cada dia me sinto mais feliz, mais livre, e mais confiante!
As dificuldades ainda existem, o problemas não param de aparecer, o caminho ainda mantém suas pedrinhas, porém meu olhar se modificou diante de tudo... Diante da vida!
O caminho foi a busca pelo auto conhecimento, a busca contínua pela auto superação. Deixei de lado aquilo que sempre priorizei, e que enganosamente, pensava ser o caminho para a eterna felicidade.
Desci de minha Torre de Marfim, onde não haviam janelas. Vi o mundo real, percebi finalmente que a vida não é um conto de fadas, e parei de pegar carona com eles.
Hoje percebo que minha estrada tem buracos, mas que até as estradas com buracos podem me levar a um lindo jardim, a uma bela praia, ou ao final maravilhoso de um arco-íris.
Sim, não espero mais nada de ninguém, e é exatamente por esse motivo que hoje estou mais perto da felicidade... Simplesmente porque hoje, estou mais próxima de mim mesma!
Bom mesmo é buscar o conhecimento, não se limitar apenas em algo específico. Surgiu a necessidade? Bateu a curiosidade de aprender fazer aquilo? Tá esperando o quê? Vá atrás! Estude, pesquise, APRENDA...
Todos nós somos capazes de fazer qualquer coisa; basta apenas acreditar e confiar em si mesmo.
Sabe!!!
Todo mundo fala
Todo mundo depende
Mas, quem sou eu Verdadeiramente
Ser o meu próprio eu
Um dia poder me encontar
Achar dentro de mim
Uma pessoa que saiba se amar
VIvo a vida dependentemente
Do que escuto ao meu redor
Mas nimguém se esconde eternamente
Por que eu entao, me jugaria pior!!
Desatando um nó que nao eh meu
Vivo a vida em cama de gato
Desatando os nós dos outros
E deletando o meu espaço
Nao Nasci pra agradar a Nimguém
Nem Cristo Agradou
Então pega tuas Opnioes
E deleta por Favor
"O seu próprio inimigo é você mesmo,que ironia escrever isto mas é a pura verdade.
Quem impede muitas vezes você de realizar algo é você mesmo.
As vezes nos temos vontade de fazer algo mas por medo,pena,falta de vontade,vergonha,arrependimento ou orgulho.
Tente vencer o seu inimigo ou retarda-lo!''
Quem eu sou? Depende, pela manhã uma ranzinza reclamona, tarde uma brincalhona meio desfocada. Noite? Tenho atitudes e decisões pensadas e refletidas.
Mas na verdade? Sou mulher, mas jamais frágil. Tente me quebrar, mas cuidado com os cacos que sobram, eles ferem, deixam marcas pro resto da vida (da SUA) porque a minha é um carrocel que nunca para.
A vida é feita de surpresas, as vezes boas outras nem tanto.
Sua missão é viver intensamente afinal existem momentos que podem durar uma fração de segundos e que vai ficar eternamente em sua memória.
Existem pessoas que ficam em nossas vidas muito pouco tempo mas que se eternizam . Tenho comigo a utopia que um dia todas as pessoas possam ser felizes, mesmo que seja só por um momento.
Devemos acreditar que o que desejamos e que nossos sonhos não são meras bobagens.
Ao decorrer de nossas vidas descobrimos que muitas vezes as aparências enganam e que muitas vezes acabamos sofrendo com isso, mas isso faz parte do nosso aprendizado.
O tempo não nos permite voltar no passado, então aproveite cada minuto, cada milésimo de segundo da sua vida porque é isso que vai ficar gravado eternamente em seu coração e em sua memória.
Val Francis
Quando olho para trás e vejo como o tempo passou....
Não enxergo quanto velha estou, mas sim tudo que vivi, todas as alegrias, tristezas, conquistas, amores, experiências profissionais.... Tudo!
A vida é feita de momentos, viva o hoje!
No futuro olharemos para trás com memória seletiva.... E lembraremos do que quisermos, do que nos faz bem!
O QUE É A VIDA?
A vida é algo que a gente tempera, que colhe do pé, é o sabor que vem na boca.
É o barulho que a gente faz e o silêncio que se conquista.
É mar azul em água cristalina.
É o sol que sempre vem e a nuvem que cá chega.
É um tal começo pra um possível fim.
É a certeza da escuridão por consequência da luminosidade.
É lutar pelo bem, para livrar os males das lutas.
É um brilho de lua sem luz própria.
É amor que se encontra e não tem como perder.
É o vento que move tudo e não tem cheiro ou forma.
É lógica estudada.
É o tempo que fala sem nada dizer.
É tudo que temos de um "vai saber?!"
