Textos de Auto Estima
Quase de manhã, mais uma noite no vazio
Eu me auto-desafio, lá fora o mundo louco
sem perdão nem compaixão
A combustão em rota de colisão
A sinfonia da destruição
Vivendo o sonho e também o pesadelo
Eu vendo o mundo regredindo entre a fé e o dinheiro
Saudades do meu pai e dos amigos que morreram
Mas o que o velho me ensinou eu jamais me esqueço
Seja lá como for, na vida tudo tem seu preço
No mundo, o falso e o verdadeiro se confundem
Mas os que sabem jamais se iludem
Não é fácil encontrar o caminho
Mas é bom olhar pro lado e ver que não estou sozinho
Que não estou sozinho, que não estou sozinho...
- Vício Nocivo Auto-sabotagem da Silva
Uma pessoa que “não é” viciada em: bebidas alcoólicas e tabaco entre outros vícios, logicamente não sente falta dos mesmos; para esta pessoa, estas coisas não são tentações, pois não há dependência, não há vício.
Então, estes maléficios que trazem dor e morte, poderiam “nem existir”, que não faria a menor diferença na vida dessa pessoa; ela continuaria seguindo a vida dela, em paz, normal.
Agora, imagine se para nós, sim, literalmente não existisse o pecado, a tristeza, a dor e a morte, sentiríamos falta?
Nem saberíamos o que é.
Deus é a própria existência eterna, fora do tempo, inteligente, criadora e amorosa.
O céu existe, anjos existem, outros planetas habitados por incontáveis seres diferentes existem.
A vida eterna existe; Deus não criou nada para morrer; no céu a palavra “vida eterna”, é o mesmo que “oxigênio” na terra; ou seja, apenas mais uma ferramenta perfeita e vital que possibilita a vida.
Se você está lendo este pensamento escrito por um pecador arrependido que é o Marcos, logicamente você está no planeta terra...
O que este fala pode ignorar, mas o que Deus fala é ordem; e Deus manda este escrever para você:
Alimente-se “diariamente” muito bem, mas coma muito, muito mesmo; o cardápio que há suas necessidades provém de Deus e são:
Perseverança, temperança, amor, gratidão, humildade, esperança, temperança, fé, modéstia, convicção, comprometimento, fervor, mansidão, harmonia, felicidade, paz, compassividade, longanimidade, perdão, conhecimento, sabedoria, inspiração, motivação, ação, oração, caridade e confiança no Senhor Deus.
Os resultados após ingerir esses alimentos para a vida, serão os mesmos intactos; muita felicidade, paz, amor e vida!
Felicidade é a escolha do ponto de vista. é se auto conhecer reconhecer seu valor e escolher o que mercê.
é escolher muda o que não provoca mais sorrisos em você. ser feliz é um estado presumido de uma escolha premeditaria , baseado exclusivamente no reconhecimento de suas verdadeiras emoções. a responsabilidade é exclusivamente sua.
A independência é o privilégio dos fortes, da reduzida minoria que tem o calor de auto-afirmar-se. E aquele que traia de ser independente, sem estar obrigado a isso, mostra que não apenas é forte mas também possuidor de uma audácia imensa.
Aventura-se num labirinto, multiplica os mil perigos que implica a vida; se isola e se deixa arrastar por algum minotauro oculto na caverna de sua consciência. Se tal homem se extinguisse estaria tão longe da compreensão dos homens que estes nem o sentiriam nem se comoveriam em absoluto. Seu
caminho está traçado, não pode voltar atrás, nem sequer lograr a compaixão dos seres humanos.
Pais Omissos – Filhos Folgados
Hoje em dia, fala-se muito em empresas auto-sustentáveis, projetos auto-sustentáveis, sustentabilidade econômica, etc. Será que é possível se produzir filhos auto-sustentáveis?
Outro dia fui aconselhar a um jovem parente, habituado a pedir uma grana emprestada “pra pagar na próxima semana”, sobre a importância de se preparar para o futuro, poupar, viver dentro de sua realidade, gastar menos do que se ganha, e outros conceitos que as mais básicas noções de economia e do bom senso recomendam para se viver bem e prosperar em um projeto de vida.
Sabe o que pirralho me disse?
— Se liga velho. Você está por fora. Isto era na sua época. Agora a coisa mudou.
Fingi que não ouvi, e para evitar um conflito desgastante dentro da família preferi contar até mil e deixar a resposta para uma ocasião mais apropriada. Passei a matutar sobre o tema.
Devo mesmo estar ficando velho, e não velho, como fui taxado assim de pronto. Sabemos que esta expressão não tem nada a ver com a idade. Todo mundo é velho para esta nova, “iluminada” e folgada geração.
Já perceberam como sabem de tudo sem ler quase nada, e que tem as mesmas respostas prontas para as mais variadas situações?
Muitos ficam até a idade adulta sem trabalhar, só estudando. Repetem ou mudam de cursos como se troca de camisa, por que alguém disse que tal profissão já era, e aquela outra é mais da hora.
Tudo bem que precisem se preparar para seu brilhante futuro, para pegar um diploma e um cargo importante, de preferência que se trabalhe pouco e se ganhe muito.
O problema é que ficam na frente de computadores por horas, vendo as últimas do Youtube, depois navegam despreocupadamente pelo Twitter, Facebook e Orkut.
Conferem os e-mails e antes de saírem para faculdade pesquisam um tema, no Google, passado pelo professor como trabalho de casa, copiam o artigo mais legal, tomam um lanche reforçado, (nem se dão ao trabalho de lavar o copo e o prato).
Para finalizar dão aquele trato no visual, e se mandam em busca do sonhado diploma, com a certeza absoluta de que fizeram um grande esforço para aprender.
Não se ligam nem por um momento que o computador e a internet têm seus custos, que a luz e a água tem que ser pagas todo santo mês, que as roupas de grife, e mesmo as de brechós tem seu valor monetário.
Não se dão conta que o lanche tem seu preço, que a lotação tem um custo diário (ida e volta) ou que o carro e a gasolina que “pegaram emprestado rapidinho”, valem umas boas horas de trabalho para serem pagos.
Alguns mais abusados têm o descaramento de pedir, além do carro, uma grana para levar “aquela gata” ao motel depois das aulas.
Se você fala com eles sobre direitos, deveres e economia é taxado de mesquinho, sovina, ultrapassado. Não adianta explicar que as lições da boa economia estão a sua volta no dia a dia, e que o estudo, conquanto importante só vai valer de verdade se colocado em pratica neste mesmo dia a dia.
O diploma é importante, mas mais importante é a maturidade que nos permite compartilhar e dividir, viver em coletividade, colocar nossos talentos à serviço, saber respeitar os limites que a boa convivência determina.
Um diploma não trabalha sozinho. Tem que ser portado por um bom profissional e pelo ser humano que cresceu e amadureceu de verdade, sobrepujando seus egos infantis e adolescentes, para eclodir num cidadão capaz e talentoso capaz de, num primeiro momento se tornar auto-sustentável e a seguir produzir pelo bem comum.
A outra opção de quem não se lança neste desafio do crescimento pessoal é a possibilidade de se tornar em mais um parasita social.
Caminhar por ai dando seus jeitinhos, se enganando e enganando aos outros, até que a sarjeta os acolha, e aquela promessa de vida termine seus dias a rastejar como um incapaz e a sobreviver da caridade alheia. Senão o pior, em ações viciadas e degradantes.
No fim concluímos que uma boa parcela de responsabilidade ao se gerar cidadãos entre produtivos e parasitas cabe ao educador.
O modelo de educação que devemos aplicar aos nossos filhos deve ser firme e consciente ou frouxo e omisso? Eis aí um dos grandes dilemas destes novos e difíceis tempos.
Poema Auto Relevo - Michelle Ribeiro
Na minha alma busco constantemente sua presença oculta
Disfarço e me refaço em um espaço
Tentando conter meus ensaios
Se me pinto de louco, sou profano
Minha face se desnudou, em que parte me perdi do espelho
De um passado bem aventurado
Quando me calo, sou ausente
Reviram-me de um lado para o outro,
a fim de poder me colocar em um leito,
Minhas feridas e magoas colocam as longe do peito
Me tornei idoso, me tornei esquecida
Minha pele que já nao mais brilha,
mas ainda se renova e floresce
ainda que um pouco a cada dia,
Por mais que não me vejam,
ainda possuo uma alma e um coração alegre e quente.
"Eu pastor de mim".
O auto consultar, um argumento contextual, as histórias e estórias do percurso de vida entrelaçado, de forma, maneira, transpirar a expressão de toda uma vida, do coração, da mente, do destino e a sina, do que se aprende e, ou nunca se sabe, a experiência inevitável, por vezes turbulenta, mas ensina, parafraseando com meu eu psicólogo, difícil distrinchar a personificação de um DNA, tal produto bruto que não se pode generalizar, vou tecendo, construindo as linhas do horizonte, as linhas paralelas das emoções, ora respira alívio, ora colisões, somos ovelhas assim, eu, eu pastor de mim.
Giovane Silva Santos
23/08_2022 14:07hs.
Deus abençoe a todos
Todos nós vivemos em um mental compartilhado,
não o auto existencial (o que somos de verdade)
= Entidades perfeitas, dotadas de Aeon = Masc e
fem indivisível, vivendo o Eon (vibrações infinitas),
sem direito a conhecer o mistério não revelado =
As Vestes.
Psicografia: Edson Nelson Soares Botelho
Fugir em certas situações nem sempre é um ato de covardia, por você se auto preservar, mostrar que nem sempre entrar em uma batalha vale a pena para mostrar que estar certo. Por que a grande vitória consiste na força que a verdade impõe independente do tamanho do adversário que se enfrenta estando perto ou longe.
Ricardo Baeta.
O silêncio é um espelho partido que indica um sinal de que a auto imagem se quebrou. Indica uma ruptura na psique análoga à dor do luto, em que jamais voltaremos a ser a mesma pessoa. A pessoa ausente sempre estará presente de alguma forma. Será sempre parte de nossa imagem.A verdade mente para poder ser ouvida porque a justiça humana é falha, como uma vidente com a bola de cristal quebrada. Para sempre fragmento. O nunca será jamais.O elo oculto entre um rio e uma carta não enviada se estabelece com um passado que nunca voltará, pois o rio segue sempre em frente e uma carta não enviada não mudará o destino das coisas feitas como um sonho esquecido que vai morar para sempre em nosso inconsciente.Morreria jovem a pretensão e viveria para sempre a justiça, que não pode ser ocultada por muito tempo.O amor adoece como uma perda por toda eternidade.
A mente humana tem cheiro de uma flor que desabrocha ao meio dia.A palavra é invisível, mas pesa na boca. O cansaço é mudo, mas tem eco no corpo. Uma sentença é uma verdade questionável.O começo de tudo vem com uma explosão e acaba com o silêncio absoluto.Quem coleciona espelhos não confia em nenhum deles.
Você era que me tirava do caminho,
que me levava em trilhas de áreas.
Você que me tirava do automático,
que me fazia viver.
Você que me fazia querer viver.
E agora?
Aonde está você?
Aonde está seus olhos castanhos,
acompanhado de um sorriso doce.
Só me diz aonde está você....
AUTO AMOR
Não se lembra mais do que é isso, né? Vou refrescar a tua memória. "AUTOAMOR" é, dentre tantas outras coisas,a certeza de que você é a pessoa mais importante da sua vida, porque sim, você é. “AUTOAMOR” é agir de acordo com essa certeza em tudo na vida, e saber que isso como pregam alguns, não é egoísmo, é bom senso.
A lei do desapego serve para quase tudo na vida, der adeus a auto crítica, abandone a culpa, largue os prenconceitos, deixe de lado a procrastinação, esqueça as crenças limitantes, descarte os rancores, as más companhias e solte o passado.
Mas nunca desapegue-se do amor, ele é a cura pra todos os males.
Auto-psicossociologia
Espero que não me leve a mal...
O poeta, fingidor por natureza,
tem nas palavras tal destreza
de, sem ser, tornar-se pessoal...
Suas dores: cálculo intencional,
destilam lâminas com sutileza,
e nos conduzem, sem defesa,
à própria incisão emocional...
O mero comum intelectualizado,
sangra versos que julga seus,
e unge o próprio ego exaltado...
E o poeta ri... Artífice dos véus...
vê-se no espelho do flagelado
e brinda, frio, ao caos que ergueu.
Por mais que os livros de auto ajuda, os terapeutas e os amigos mais sábios digam que eu devo seguir em frente sem você, a verdade é que, lá no fundo, minha alma não se cala. Mesmo quando estou feliz, parece que sempre falta um pedaço da festa. Você me procurou nas minhas risadas, na minha vontade de comemorar, na minha solidão que já está cansada de fingir que está tudo bem.
Alexandre Sefardi
O Filósofo e Prof. Clóvis de Barro certa vez disse e uma entrevista que na infância, a nossa auto confiança nasce de alguém que nos empresta de si, geralmente, o motivo é nos amar muito.
Lembrei da minha mãe ensinando eu a andar de bicicleta. Ela tirou as rodinhas, mandou eu subir, explicou como os freios funcionavam e disse que para manter o equilíbrio era só não parar de pedalar. Me deu um forte impulso, e enquanto eu pedalava desiquilibradamente, ela gritava: você consegue. Até hoje confio de que sou capaz de aprender qualquer coisa!
Não adianta eu me ler com auto-afirmação se me descrevem de forma que não me dão chance de ir à defesa a mim;
Mesmo sem querer, os outros acreditam no que falam de mim com intenções nada convincentes;
Sabendo que o dia de se lamentarem chegará para que me leiam e que possam me conhecer com um ar de arrependimento de não tentarem perceber o quanto vale a pena;
Conexão Coração
Limpar o coração exige pausa e auto amor.
Um olhar compassivo para as experiências vividas.
Auto acolhimento para se conectar com o que ainda está guardado no íntimo.
Um respirar profundo, permitindo soltar o que não lhe cabe mais.
Auto amor… para honrar e liberar.
E assim, se reconectar e seguir inteira e na presença de quem se é.
E também na construção de quem se deseja Ser.
Oportunidades e partilhas divinas!
Mais uma etapa viva!
Finalização pelo agradecer a vida e a preciosa Mestra Dayita.
Erikah Aparecida (maio 2026)
assassinato do auto ego
Existe um momento estranho em que o ego começa a perder a voz.
Não é uma morte completa, mas uma espécie de silêncio. Como se todas as certezas que eu carregava fossem uma casa construída com paredes de vidro, e bastasse uma queda forte o suficiente para perceber que, na verdade, eu nunca estive tão protegido quanto imaginava.
Talvez seja necessário chegar em algum tipo de fundo para enxergar.
Porque enquanto estamos no alto, tudo parece absoluto. Nossas dores parecem eternas, nossos desejos parecem indispensáveis, nossas versões parecem definitivas. A gente acredita que aquilo que sente naquele instante é a verdade final sobre quem somos.
Mas quando tudo desmorona, quando o personagem perde a fantasia, começa uma visão diferente.
Você começa a enxergar as próprias versões que já morreram dentro de você.
A pessoa que você era antes de certas dores. A pessoa que você tentou ser para ser aceito. A pessoa que você fingiu ser para não demonstrar fraqueza. A pessoa que você criou na sua cabeça e passou anos tentando alcançar.
E então vem a parte mais estranha:
perceber que nenhuma delas era realmente você.
E talvez nenhuma delas fosse falsa também.
Eram apenas momentos.
Porque no fim, tudo parece ter essa natureza passageira que a gente tenta ignorar. O sentimento que ontem parecia impossível de superar, um dia vira uma lembrança distante. A certeza que parecia inabalável, um dia parece uma ideia de outra pessoa. As coisas que jurávamos que definiriam nossa vida acabam sendo apenas capítulos pequenos em uma história que continua mudando.
A gente passa tanto tempo tentando encontrar significado em tudo, como se existisse uma explicação escondida esperando ser descoberta.
Mas talvez o universo nunca tenha prometido sentido.
Talvez nós sejamos seres tentando organizar o caos, criando narrativas para suportar a passagem do tempo.
Chamamos de destino aquilo que aconteceu.
Chamamos de aprendizado aquilo que conseguimos aceitar.
Chamamos de personalidade aquilo que são apenas padrões repetidos até parecerem permanentes.
E quando o ego fica despido, quando não existe mais a necessidade de parecer certo, forte ou invencível, sobra uma percepção quase assustadora:
nós somos muito menos fixos do que imaginamos.
Somos feitos de fases, encontros, perdas, memórias e versões que vão surgindo e desaparecendo conforme atravessamos a vida.
Talvez o fundo do poço não seja apenas um lugar de destruição.
Talvez seja o único lugar onde a gente consegue olhar para cima sem mentir sobre a altura que caiu.
Porque lá embaixo não existe mais personagem.
Não existe imagem para sustentar.
Não existe plateia.
Existe apenas você, diante de tudo aquilo que tentou esconder, percebendo que talvez a maior ilusão nunca tenha sido o mundo lá fora.
Talvez tenha sido a ideia de que algum dia nós realmente fomos uma coisa só.
O auto-Perdão
Ele incendiou o coração dela
como quem risca fósforo em noite de vento, e no clarão do erro,
queimou as próprias mãos
sem perceber que o fogo também volta.
Ela o perdoou como chuva mansa
caindo sobre terra rachada,
lavando as cinzas, oferecendo verde novo, acreditando que até solo ferido
pode voltar a florescer.
Mas dentro dele morava um espelho quebrado:
toda vez que se olhava, via o erro em cacos.
Mesmo com o céu limpo que ela oferecia, ele insistia em caminhar sob tempestade,
incapaz de se dar abrigo.
E assim,
ele naufragava em porto seguro.
Tinha perdão como farol aceso,
mas preferia a culpa como âncora.
Porque às vezes o amor salva —
mas o auto-perdão é quem ensina a voltar à superfície.
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