Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Diz pra mim......
Entre idas e vindas estamos novamente aqui, parados perplexos sem saber o que fazer, e então
DIZ PRA MIM?
O que vai ser dessa vez? Tentativas frustadas ou apenas um bons amigos ao final. Já tentamos tantas vezes e o único caminho que chegamos foi o ponto de partida, então ...diz .
Nada do que se faça ou aconteça irá mudar isso é fato é certo, porém a cada novo encontro a cada novo toque algo surge e acreditamos que uma fresta de tentativa possa ser nossa salvação. Não encontramos amores pelos caminhos, somente os bons e velhos amantes perdidos em meio a solidão,angustia,desespero e junto de cada um conhecemos novas histórias e observamos que nada nem ninguém sofre mais que o outro sente mais dor que o outro. Mas e agora
DIZ PRA MIM?
O que fazer vamos viver assim de momentos?esperando de um lado algo acontecer e do outro um novo surgimento? O que fazer pra quem correr pergunto tanto mas ao fundo também não sei o que DIZER.....
Sou água...
Sou água que corre entre pedras, sou a liberdade tão singela hoje mais valiosa do que o mais caro tesouro e de tanto limpar os caminhos por onde passo acabo criando um limo diferenciado, criação, de tão forte que sou acabo transformando a mais dura pedra em tão serena pele e a beijo tão intensamente e ali planto o meu amor...
No deleite do coração...
Entre as revelações do destino...
que paira sob teu coração...
que nunca parou de amar,
Sob uma vez por todas...
essas coisas são vertentes,
como uma canção...
Escrita em uma região,
esquecidas dentro passado...
parte dos outros sentimentos....
levianos ate atroz,
emocional...sejam obscenos...
trágico... rigente teu algoz...
nas consequências do amor.
tangentes são correntes,
num espeço tempo,
depressivamente...ardi-o,
tardio...relativo... ate solitário,
sob as sentenças desta existência,
divergência, seja descrista...
igualmente á alienação...
retrógrada de uma aparição...
senil amplitude... sendo relevante,
inadequado ate obtuso sentido atroz,
calar me... diante teu desejo.
por Celso Roberto Nadilo
sensações
Valor escondido
O que eu tenho, o que conquistei
Foi tudo Deus que me ofereceu
Entre papos e confissão
Ajoelhado em oração
O que eu fumo, o que eu bebo
Não fazem parte da questão
O que está a se observar
O que eu quero ressaltar
É a fé que me salva
No subúrbio ou no Baixo Gávea
Não basta ser opinião
Tem que ter reflexão
O valor escondido em mim
Que procuras tanto assim
Não está em meus bolsos
Nem ingeri só pra ter
O prazer de cuspir
Precisará de joelheiras
E muitas velas acesas
Derreterá em cera
Valorizando a sua fé
De sab a dom
E nos dias de feira.
#AMOR #ESCRITURASDEDEUS #ESPERANÇA
ENTRE IDAS E VINDAS
Quando encontrei o teu sorriso,
Um verdadeiro paraíso descortinou,
Ganhou meu coração em formato de rosas,
Grande alquimia iniciou.
Como ondas do mar,
Entre idas e vindas,
Em propósitos divinos,
Nas escrituras de Deus,
Tudo tem um porquê.
Mesmo que o tempo passe,
E se tratando de um grande amor,
Esse jamais estará no passado,
No presente sempre vai estar.
Não houve porque para dizer adeus,
O futuro a Deus pertence,
E se assim for a vontade Dele,
De braços abertos estarei,
Pronto a te esperar.
E se ainda existir sentimentos,
Nada poderá conter...
Força maior,
Por amor,
Tudo faz acontecer!
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Cigarro
Na noite serena
Não vejo a lua
Só vejo a luz, da brasa que cura
Entre algumas tragadas, só vem o desejo
Talvez seja a “vida”, que eu tanto anseio
Um, dois, três cigarros, será que é desespero
Ou então, só mais um de meus medos
Em meio aos meus dedos
De forma alguma, eu manifesto
O desejo incansável
De descansar junto à meus versos
Depois o SENHOR Deus disse a Noé: – Entre na barca, você e toda a sua família, pois eu tenho visto que você é a única pessoa que faz o que é certo.
Leve junto com você sete casais de cada espécie de animal puro e um casal de cada espécie de animal impuro.
Leve também sete casais de cada espécie de ave para que se conservem as espécies que existem na terra.
Pois daqui a sete dias eu vou fazer chover durante quarenta dias e quarenta noites. Assim vou acabar com todos os seres vivos que criei.
E Noé fez tudo conforme o que o SENHOR Deus havia mandado.
Noé tinha seiscentos anos de idade quando as águas do dilúvio cobriram a terra.
A fim de escapar do dilúvio, ele entrou na barca junto com os seus filhos, a sua mulher e as suas noras.
Os animais puros e os impuros, os que se arrastam pelo chão e as aves
entraram com Noé na barca de dois em dois, macho e fêmea, como Deus havia mandado.
Sete dias depois, as águas do dilúvio começaram a cobrir a terra.
Nesse tempo Noé tinha seiscentos anos. No dia dezessete do segundo mês, se arrebentaram todas as fontes do grande mar, e foram abertas as janelas do céu,
e caiu chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites.
Nesse mesmo dia Noé e a sua mulher entraram na barca junto com os seus filhos Sem, Cam e Jafé e as suas mulheres.
Com eles entraram animais de todas as espécies: os domésticos e os selvagens, os que se arrastam pelo chão e as aves.
Todos os animais entraram com Noé na barca, de dois em dois.
Entraram machos e fêmeas de cada espécie, de acordo com o que Deus havia mandado Noé fazer. Aí o SENHOR fechou a porta da barca.
O dilúvio durou quarenta dias. A água subiu e levantou a barca, e ela começou a boiar.
A água foi subindo, e a barca continuou a boiar.
A água subiu tanto, que cobriu todas as montanhas mais altas da terra.
E depois ainda subiu mais sete metros.
Morreram todos os seres vivos que havia na terra, isto é, as aves, os animais domésticos, os animais selvagens, os animais que se arrastam pelo chão e os seres humanos.
Morreu tudo o que havia na terra, tudo o que tinha vida e respirava.
Somente Noé e os que estavam com ele na barca ficaram vivos. O resto foi destruído, isto é, os seres humanos, os animais domésticos, os animais selvagens e os que se arrastam pelo chão e as aves.
Só cento e cinqüenta dias depois é que a água começou a baixar.
Há quem confunda confundir com confusão.
Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias.
A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comunga das ideias ou ideais dos muitos frequentadores. Algumas academias vem tentando isso com pouco sucesso.
Clubes de servir e associações como o Rotary, Lions, sindicatos, associações de comerciantes, de advogados e de outra profissão, têm como escopo juntar pessoas que comungam das mesmas ideias e ideais com a finalidade de proporcionar bem-estar a muitos pelo trabalho organizado de todos, sob a liderança de alguns.
Não espero com essas palavras, que não são definições, esgotar o assunto e sim observar quão pequeno é o resultado quando as pessoas confundem a finalidade de cada coisa e principalmente quando essa confusão é gerenciada por pessoas que visam subverter a ordem nas prioridades, com a finalidade de obter vantagens para si e para uma pequena parcela dos participantes, voluntários ou não, esses muitas vezes obrigados por convenções com as quais não concorda e não foram chamados para participar da sua constituição.
Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto onde cada um sabe como e por que é obrigado a participar de grupos com os quais não tem nenhuma sintonia, sendo muita vezes confundido com a escória que se apodera dessas associações transformando-as em quintal vizinho da própria casa.
ÁGUIA NO PARQUE
A águia prossegue o seu voo
Exibe os seus braços esfacelados
Voa entre a nossa Bandeira no parque
Gira em círculos, no seu espaço
Com agitação da dor entre as asas
Voa entre as arvores do parque
Eduardo Sétimo na cidade de Lisboa
Lentamente volta para o ninho
Danificado pelo bicho homem
O aroma intenso no parque no verão
Que esta a morrer, as horas a encolher
Sente-se já frio nos pés, como as folhas
Secas no chão os sentimentos congelam
De tanta nostalgia, nas memórias de infância
A águia voa, como é bom, olhar para ela
Navega através das nuvens, das arvores
No encanto dos meus cabelos brancos
Num declínio infeliz dos meus olhos
Já se sente o aroma das castanhas
Das florestas, dos nossos castanheiros
De repente senti-me num pomar
Cheias de belas maçãs de varias as cores
O tempo é interrompido pela nossa calçada
A Portuguesa adornada com musgo
Os dias passam, as estações do ano também
Permanecendo as memórias no vento
Do voo da águia ferida pelo bicho homem
No parque Eduardo Sétimo em Lisboa.
VERBOS
Os sentidos verbos escondiam-se entre a erva
Espessa, alta, fresca e verde, do nosso jardim
As pétalas das rosas brancas escondiam-se entre
As letras das palavras da velha escondida casa
Os pontos escondiam-se entre as vírgulas dadas
Pelas gotas da chuva que já caiam intensamente
Os porquês, escondiam-se entre perguntas feitas
Pelas crianças de tão inocentes que ainda eram.
Este é o relato de alguém desesperado que espera que alguém lhe repasse e que entre os que lerem essa mensagem você também esteja na lista.
Saudade insana, desejo intenso e razão brutal
Sinto muita saudade de ouvir sua voz;
Sinto saudade das suas ligações;
Sinto saudade de me perder falando com você, esquecendo onde estou esquecendo-se de te ouvir devido o desejo que sinto em prolongar cada instante, o qual me agarra e me faz viajar junto a você;
Senti em meio a tudo isso medo de que tudo acabasse então por um instante fingi não me dar conta do que estava acontecendo;
Senti vontade de fugir e estar com você, mas não pude fazer nada a não ser ouvir sua voz mais uma vez.
Senti que estava te afastando por medo e pela razão, a qual é brutal com meus sentimentos;
Hoje tento te ver mais uma ultima vez; tento lembrar cada traço de seu corpo, de cada gesto, cada palavra e principalmente cada olhar e sorriso;
Sinto que era possível o que hoje é impossível;
O destino se deu conta de que desde o inicio estávamos quebrando todas as regras da natureza, estávamos agindo sem pensar no amanhã como se o qual não houvesse, estávamos amando um ao outro na mesma intensidade, estávamos apaixonados, estávamos ligados pelo pensamento e corpo de modo que os pensamentos se interligavam e os corpos de ambos apesar de distante sofriam dos mesmos males, estávamos sendo incrivelmente humanos, e ainda apesar de tão parecidos completamente diferente de forma que um completasse o outro;
Hoje eu sei que ambos nos amamos ao longe, sem contato, em segredo, tentando recusar este amor incontrolável;
Hoje já tentei te destruir dentro de mim, tentei me convencer de que você é a pior pessoa que já existiu, quando para mim é a melhor pessoa que ainda tão bem é de pura modéstia, tentei lhe desenhar a outro modo, um modo que eu não gostasse tanto, que não fosse tão marcante, que não fosse tão bonito, que tão puro ao mesmo tempo que é malicioso de um modo carinhoso e selvagem;
Sinto que ainda vou te ver novamente, só peço que não se esqueça de mim, que não pense que fugi; que não duvide do meu amor, que não se aborreça por eu estar tentando agir com um pouco de razão, e que não me deixe nunca mais ir embora onde durante muito tempo estaremos separados;
Sinto que entre esse nosso desencontro haverá um desencontro;
Sinto te beijar apesar de nunca ter beijado devido a sua fidelidade sincera; você foi fiel de um modo sincero dizendo que apesar da vontade a qual não deixava você se afastar, mas a sua consciência fiel a quem se comprometia impedia que você realizasse o seu desejo de me beijar;
Sinto muito por não ter corrido te ligar quando podia, e sinto por não ir contra a razão e ir ao seu encontro;
Sinto essa saudade insana, sinto esse desejo intensamente que vai além do amor, mas que ainda assim seria capaz de te ver partir em busca de te ver amar, sinto também essa razão brutal que me avisa que podemos ter vários problemas ao dar continuidade ao nosso amor proibido;
Sinto, apenas sinto, e desejo que seja feliz mesmo que longe.
Um beijo que nunca lhe dei e esperanças que sempre lhe darei...
Alguém que ama muito
IMORTAIS
Amor! você desferiu um golpe amargo.
Você me faz atravessar as planícies mortais,
Entre cumes de montanhas que me rodeiam de sentimento desiguais
Desformes surgem as propensas nuvens que se condensam e caem
Banham me gotas pesadas de dores penetrantes que no paladar é mais salgada que lágrimas
Da incompreensão, que sou letra, sou palavra, sou o poema de lastros imortais que atravessam essas planícies de chuvas torrenciais que o poeta morre, mas a poesia jamais.
Morrendo eu neste solo deixarei um lago em que cada palavra minha era uma gota do amor que em mim brotava. Letras, palavras, gotas e agora restou somente a sede. Agora lhe restou a saudade, você quer beber e não tem mais. Pois cessou a fonte, dissiparam as nuvens. Sobraram somente vestígios de versos como poças aos pés dos montes. E as únicas palavras são lembranças que rolam das lagrimas de teus olhos sabendo que fonte era tua. Já neste lugar banha a lua das lembranças do poeta que inspirava palavras puras. Hoje ecoa nos beco e nas ruas do teu caminhar.
Pássaros presos
não revoam
Corações em prisão,
não amam!
Olhos entre grades,
não enxergam longe!
Pessoas entre guerras,
tormentos vêm de todos lados!
Os enfermos as luzes,
lhe cegam os olhos!
Este mundo enquanto
é bom para alguns
Para outros
é uma triste,
prisão sem fim.
Entre sentar ao pé, de um jovem que fica o dia todo em casa, que nada faz, e ter que lhe ouvir falar mal da sociedade.
Prefiro ficar, ao pé de uma zungueira, um bacageiro, um sapateiro ou um estudante etc, que todas as manhãs dão no duro,uns atrás dos seus sonhos, outros atrás de alguma coisa para matar a fome dos filhos, no final do dia.
Estes sim, merecem o nosso máximo apoio e respeito, pois com o que fazem,estão a contribuir muito para uma nação melhor, com exemplos de que:
Por mais, que a vida esteja difícil não devemos nos acomodar nos nossos aposentos,esperando que alguém faça algo por nós.
Se aquele que tanto trabalha e empenha-se em alguma coisa só, consegui um pouco, imagina tu que nada fazes, o que pretendes conseguir?
Era uma vez
SOLIDÃO
Viajante da noite
Por entre os desertos.
Peregrina entre o caos
pairando entre os ares.
Mandíbula que crava na pele
do homem em exílio.
Desarraiga no toque de seus lábios,
desnorteia no balanço de seus cabelos negros
e cria a hipnose em sua mirada.
Agita o caldeirão da desilusão
e joga com os varões em represália.
Afronta a alegria e a simpatia
enunciando a sua era.
Caminha por entre os poços do desengano
e naufraga os navios dos sonhos.
Petrifica o núcleo dos seres
fomentando a alma narcótica.
Era uma vez Solidão,
moça indesejada,
porém ensinou a alguns homens
que veio a esse mundo a passeio
mas deixa sua bagagem
pois volta a qualquer segundo.
Pois é feita do SOLO em que habitam
das IDAS que fazem
e dos cumprimentos que não DÃO.
"Sozinha, indo eu dou a todo ser
o ermo da minha presença."
Prazer,
Solidão.
Floresci entre quatro paredes
E discos dançantes
Movimentaram meu corpo nu
Pela sala de estar.
Peguei o controle remoto
E me desliguei do mundo.
Cansei do código de barras,
Não sou seu produto
Para que me use,
Sou produto da minha criatividade,
Que me transporta onde
Você nem sonha ir.
Quadro em flor,
Flor emoldurada,
Moldura de sonhos,
Sonhos despedaçados.
Pedaços agora multiplos,
Multiplicação das horas,
Horas inconstantes,
Inconstância da permanência,
Permanece a ausência,
Ausência de você.
Você que já se foi,
Foi não sei pra onde,
Onde não quer ficar.
Se fica, quer voltar
E ao voltar, não sabe se quer.
O que quer, já se perdeu,
Perdeu ao te esperar.
E a espera me fez
Entre paredes
Sentar-me invernecido
Vestido de mangas compridas
Novamente reproduzindo
As notas dolorosas
Da antiga caixinha de música
Que diz que a dor não cessa.
Enfeito-me de um colar inventado
Com peças achadas
Num velho guarda-roupa,
Igual àquele antigo amor
Para quem já me enfeitei.
As rosas jogadas ao chão
São sinais do romantismo que se perdeu
Diante das farsas que presenciei.
Os cristais que julgava ser
teus olhos brilhantes,
Logo se mostraram pedras falsificadas
Por especialistas do meio...
Num mundo onde almas baratas
Não se transformam,
Mas vendem sua preciosidade desvalida
Em vitrines de poder.
O violão tem seis cordas
Pra emitir as suas notas,
e alguns homens tem seis faces
Para mostrar seus
Cinquenta tons de mentira
E essa música não quero ouvir.
Se for pra cantar seus enganos,
Procure outra vitrola,
Pois aqui não entram
Seus discos fuleiros.
A música agora é,
O canto da liberdade.
Talvez a vida esteja pesada
e você se jogue de cabeça
no abismo de palavras
entre a sua boca e a minha.
Separadas.
Não mais uma;
Singular.
Talvez você se pergunte
"Onde eu deveria estar?"
E se lembre de mim.
Logo de mim.
Que não tinha a pretensão de ser o primeiro,
nem o último.
Muito menos de ficar.
Mas que fui.
Fui embora.
Fui saudade.
Fui.
Vivi entre espelhos turvos e complexos!
Onde não havia uma imagem a seguir.
Tateando em situações intuitivas.
Fui seguindo como um cego descobrindo.
A enxergar de alguma maneira.
Numa metamorfose constante e infinita!
E não me venham a comparar!
Títulos ou brasões!
Pois já sou eu! O Eu só! Com orgulho!
Criando o meu começo! A minha historia!
E fazendo-se entender. Que não tenho que pagar por espelhos turvos!
Me indigno sim!
Não aceito comparações!
Precisa-se conhecer para entender!
ENTRE A CRUZ E A ESPADA
Um lado meu está em prantos.
O outro está comemorando.
Ora de lua, ora de maré, ora eu mulher.
Em meu coração perdido esperando.
Sempre amando...
Um lado meu se vê distante.
O outro bem de perto e ofegante.
Do instante que te quis por um segundo.
Pelo sim e pelo possível não, eu ainda acredito no toque de mão que jamais será em vão.
A mesma emoção...
Um lado meu ama ardentemente.
O outro raciona logicamente.
Já não insisto tanto, pois tua ausência anestesia aquela saudade que aprendi controlar.
Mas, mesmo em parte do encanto, quero tanto cada metade de teu canto.
Quem sabe, quando, um dia,
um beijo, algum desejo despertar.
O pedaço desse amor que está faltando.
Te aguardando...
Um lado meu versa e reversa
O outro está racionado em fração de razão e profissão.
Entre a cruz e a espada, ainda sinto luz
Para alguma estrada pintada ou trilhada.
Por diversas formas de amar o meu ser.
Ser antes de tudo a mulher que bem te quer.
Te quer...
___________Norma Baker
TUDO MUDA, E NÓS TAMBÉM MUDAMOS!
Existe uma diferença entre a pessoa que éramos, a que somos e a que queremos ser.
Quando olhamos para trás e começamos a refletir sobre os erros e besteiras que já fizemos, a pessoa que éramos e como agíamos diante das circunstâncias chega a ser divertido.
Sim, divertido.. Pois olhamos para nós hoje, e percebemos que mesmo as coisas que nos arrependemos amargamente por termos feito foram grandes aprendizados ( aprendemos como não agir/fazer ) e até mesmo sorrimos disso ao perceber que mudamos, que evoluímos, que somos hoje bem melhores do que fomos naquele tempo..
E aí olhamos para frente, olhamos para quem nós queremos ser, onde queremos chegar e como queremos agir.
Aí os nossos olhos brilham, os suspiros acontecem e a motivação toma conta da gente ao imaginarmos ser como queremos ser!
Quem éramos?
Já foi, hoje é aprendizado, história, diversão, memória.
Quem somos?
É o resultado de tudo que passamos, das lições que aprendemos durante a caminhada.
Somos a soma de nossos erros, acertos, superações, alegrias, tristezas, sorrisos, choros.
Cada erro que cometemos trás consigo uma semente de aprendizado equivalente, ou talvez, de valor imensamente maior.
Quem nós seremos?
Seremos a soma de nossas decisões diárias..
Dos livros que lemos;
Das pessoas que convivemos;
De quem nos espelhamos;
Do uso dos aprendizados;
Da mentalidade que temos e desenvolvemos;
Dos sonhos e metas que almejamos;
Da imagem que temos de nós mesmos no futuro.
E aí, já parou pra pensar? Quem você era? Quem você é? E quem você quer ser no futuro?
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