Textos de Alegria
Existem lembranças que nos alegram!
Existem lembranças que nos entristecem!
Existem lembranças que faz sorrir!
Existem lembranças que nos faz chorar!
Existem lembranças que nos atormentam!
Existem lembranças que nos confortam!
Existem lembranças que jamais se apagam!
Existem lembranças que são esquecidas!
Existem lembranças que nos culpam!
Existem lembranças que nos perdoam!
Existem lembranças que acertamos!
Existem lembranças que erramos!
Existem lembranças que poderíamos sermos melhores!
Existem lembranças que fizemos algum mal!
Existem lembranças que também fizemos o bem!
Existem lembranças pra todos os momentos da nossa vida!
As lembranças só terão fim quando a morte chegar e acabar com tudo.
Lil Nan - Falsa Alegria
Juro que eu tento meu jeito mudar
nessa dor que eu não consigo mais suportar
todo pensamento acaba comigo
parece que estou caindo em um grande abismo
onde não dá pra voltar
suportando essa dor e tentando não me matar
depressão tomou conta
e mais uma vez, sozinho aqui eu vou chorar
tenho recaídas e me sinto um fardo
me perguntando se devo viver
tudo parece está destinado ao fracasso
e eu não sei como vou proceder
tudo que eu sempre fiz por mim parece que nunca vai mudar
toda essa dor que eu sinto aqui prevejo que não irá cicatrizar
e se um dia eu me matar aqui
eu me pergunto se alguém irá se importar
ou será que esse vai ser meu fim
e nenhuma memória irá sobrar
tô me drogando todo dia
tô vivendo uma falsa vida
e simplesmente vivendo sem uma razão
tô fumando todo dia
tô vivendo sem alegria
e com um pensamento de querer morrer!
tudo que eu sempre fiz por mim parece que nunca vai mudar
toda essa dor que eu sinto aqui prevejo que não irá cicatrizar
e se um dia eu me matar aqui
eu me pergunto se alguém irá se importar
ou será que esse vai ser meu fim
e nenhuma memória irá sobrar
tô me drogando todo dia
tô vivendo uma falsa vida
e simplesmente vivendo sem uma razão
tô fumando todo dia
tô vivendo sem alegria
e com um pensamento de querer morrer!
Danielle
Seu hálito indicava 97% de álcool no sangue,
Completamente embriagada, mas alegre,
Dançava gritando e celebrando sua liberdade.
Tinha herdado dois terrenos de seu falecido pai,
Morava na rua, não quis herdar ausência.
Desapreciava comida japonesa, preferia pinga,
Tinha largado a heroína, dois anos limpa,
As picadas ainda se salientavam no braço.
O que marcava expressivamente
Seus passos e sua honestidade,
Era o trago de cachaça
E o traço de amizade.
Qual a um Boêmio
nas noites a cantar minha alegria noturna
nos braços da noite que me embala pelos bares da vida
eu e um velho e afinado violão
numa mesa cantando canções em versos poéticos
sob os acordes dedilhados afletar com a dama da noite
com quem me deitarei
antes que a noite se despeça Seremos um
até que ambos se esgote
e bem cedo quando o dia nascer
o Boêmio precisa sair
sem se despedir da dama da Noite e se vai o Boêmio
Se não houvesse amor, o que seria da vida?
A alegria de um sorriso apaixonado
O abraço afetuoso
A saudade que se alegra com a chegada
O que seria da primavera sem amor, sem as cores apaixonantes das flores da borboleta amorosa
O que seria da vida sem amor
Sem o calor de um canto aconchegante de dois apaixonados
De poemas onde os versos se declaram
E dos poetas que amam as palavras que rimam amor
O que seria das canções dos cantores das noites boêmias de samba no balanço encantador das mais belas sambistas
Dos encantos da arte da inspiração dos artistas
O que seria da vida sem o amor como arranjo para enfeitar e se ver no brilho do sol no brilho da lua junto com as estrelas para romantizar a noite dos apaixonados
O que seria da vida se não houvesse amor para amar.
Em uma época de Natal onde todos comemoram em suas casa com a mesa farta em uma atmosfera de alegria e felicidade
Havia uma idosa bem velha em sua casinha velha e humilde com um semblante cansado e tristonho
Que ficava na janela como se esperasse por alguém todos os natais eram assim
Muitos a via lá na janela mas ignoravam é só uma velha
Ao chegar a noite era possível ver as casas cheias de luzes brilhar as famílias alegres cantando músicas naftalina
A velha idosa fechava sua janela apagava suas luzes e deitava pra dormir
O Natal passava e as pessoas voltavam a suas rotinas e assim a vida seguia seu curso como um rio
Um dia as vésperas de um Natal a velha idosa morre
Todos se juntam movidos pelo espírito natalino e fazem uma coleta e assim entram a velha que não tinha ninguém
O Natal chega o grande dia em que todos se alegra
Então já se aproximando da tarde do dia de Natal
Uma carruagem imponente e chique para em frente a casa da velha idosa e sai um homem bem alinhado e com ar de grande bate na porta
E derrepente chama inquieto mamãe cheguei!
Uma vizinha com ar de estranhamento
Pergunta senhor o que deseja
E o homem arrogante e imponente responde
Em curto tom
Por minha mãe
Ela mora aqui
A vizinha educadamente é com muito jeito o relata
Sua mãe faleceu dois dias atrás e nós nós juntamos fizemos uma coleta e a enterramos
E desde então a casa está fechada com os pertences dela
Ela entregou a chave
O homem entrou
Tudo estava arrumado e limpo
Fotos dele com sua mãe quando era um jovem rapaz
Hoje já um homem maduro de meia idade
Lamentou sentado aos pés da cama por um tempo
Sai devolveu a chave e partiu dizendo que não voltaria mais com os olhos em lágrimas.
O último Natal
Diante da alegria libertadora de Nietzsche,ao destino apaixonado (amor fato)
Ao amor rebelde de Camus
Em ter que ver a felicidade em Sísifo rolando seu destino(pedra)morro acima
Em contraste com o super homem(Übermensch) de Nietzsche
Aceitar seja sorrindo ou revoltado
Mas se isso é o destino por criarmos adiante mesmo que não escolhemos nascer,já que está escolhe foi de terceiro (nossos pais)
Então,o que nos resta?
Se conformar?
Ou tomar as rédeas da vida ou destino?!!
Existência
Por Marcio Melo
Linda de sorriso farto que me alegrou a alma e o coração.
Entre tantos pensamentos vejo o meu *eu* escondido na solidão que não quer me liberar de *ti.* Ai me pergunto o porquê do amor se ele só machuca e faz doer?
O engraçado da dor é que só podemos senti-lá em um lugar de cada vez... daí a confusão entre a razão e o coração.
Mas não me importo, pois lhe conhecer irá vale a pena qualquer dor!...
Minha alma procurava
Alguém que já conhecia
E me dá a alegria
De saber o que é o AMOR…
Quando eu não mais sonhava
Chegou para libertar
Para me fazer sonhar
E arrancar minha dor...
Meu fôlego de verdade
Instante meu de magia
O céu inteiro irradia
Iluminando meu ser!
És o meu bem precioso
Minha pérola encantada
Que me fez enamorada
E o fez meu bem querer!
Se tuas forças faltarem
Vem aqui para os meus braços
Que, o que puder, eu faço
Só para vê-lo sorrir…
Nada posso eu prometer;
Só espero a cada instante
Ser teu amor, amiga e amante
E fazer-nos bem FELIZES
toda vez que o sol nascer!
Para as alegrias da infância
É que eu almejo voltar
O céu na Terra bailando
A delicadeza do ar
Um baile na primavera
Lindo verão a surgir
Ah, quão doce era
Sua presença em mim!
Para as alegrias da infância
Eu sempre volto a sonhar
Canções no pé da estrada
Cantigas que fazem ninar
Um vento e uma caldeira
Imagens podem cingir
Tão vasta de brincadeiras
De novo volto a sorrir!
um silêncio que nos ensina
Eu tive uma vizinha que não conheci.
Me alegrava o jeito que ela cantava.
Ouvindo os louvores que vinha do andar de cima.
Havia ritmo e uma voz que expressava alegria.
certo tempo depois, os louvores começaram a ser interrompidos .
Mais ou menos sempre por volta do mesmo horário.
Discussões ocupavam o espaço das melodias.
E depois de um tempo, já não se ouvia louvores em nenhuma parte do dia.
O tom de voz crescia, e uma alternância entre sussurros e gritaria acontecia.
até que um dia, o silêncio completo anuncia, que no andar de cima já não morava mais a vizinha.
A história que comove leitores em sua maioria.
é mais comum do que se imagina.
não se pode fazer nada por ela.
mas a maior lição que se aprende, é cuidar dos nossos próprios relacionamentos
Depois que se perde, sempre aumenta a percepção do valor que se tinha.
Ser paciente e agradecido, elogiar mais que do tecer críticas, são ingredientes de uma receita
Que quando bem feita, faz permanecer a alegria.
Ollhamos para quem nos olha.
Sorrimos para quem sorri e alegra as nossas almas.
Ouvimos quem nos concede a oportunidade da fala.
Falamos para quem consegue nos ouvir.
Amamos, muitas vezes, quem não consegue entender o amor dedicado e verdadeiro... mas, o amor, é a sutileza para a alma viver voando.
Ser feliz é situação de foco, por isso, sintonizo aquilo que me facilita a alegria!
O grande homem é aquele que sabe estar pequeno para não atropelar e não transgredir!
Tentemos nos desacostumarmos da mesmice existente em tantos indivíduos... podemos tudo e para isso, basta sonhar!...
Poeta Balsa Melo
#MEUS #ESPINHOS
Ao longe, o vento vai falando de mim...
No império da vontade...
A alegria não está nas coisas...
Está dentro de nós...
Ninguém vive num jardim sem espinhos...
E nas auroras Deus enche minha taça com seu vinho...
Dos cegos do castelo me despeço...
Eu não mais quero dormir...
Ando por aí...
E se você puder me olhar...
E se você quiser me achar...
Você sabe onde me encontrar...
Diga-me quem você mais perdoou na vida...
E eu, então, saberei dizer quem você mais amou...
Se eu perdesse os sonhos dentro de mim...
E vivesse na escuridão...
Não lhe amaria tanto assim...
Eu possuía e não sabia...
Desconhecia...
Os jardins da vida...
Ainda que ferido e dilacerado...
No meio do caminho aprendi a caminhar...
Desistir nunca foi uma opção...
Sendo sempre fiel e verdadeiro...
Sou eu...
Ser diferente é atrair olhares e pensamentos...
Que me acolham...
Com minhas flores...
Com minhas dores...
E todos os meus defeitos...
Sandro Paschoal Nogueira
#QUASE #UMA #PRECE
Para alguns falta o pão na mesa...
Para outros, a alegria de viver...
Alguns são ricos e abastados...
Outros tantos nada fazem por merecer...
Não há mentiras...
Não há mistérios...
No escondido...
Aonde nascem as preces...
Nossas vidas precisam recomeçar enquanto há tempo...
Enquanto ainda existir horizonte...
Sempre sonhando...
Adiante...
Mas se você não acredita nisso...
Lamento...
Assim eu creio...
Posso e quero...
Mude seu destino e tenha fé...
Se cair...
Ponha-se de pé...
Veja no amor a chance da luz aflorar...
Em tudo...
Que está no ar...
Onde os minutos fazem toda a diferença...
Possa Deus, meus pensamentos, silenciar...
Encher-me de paz...
Preparando minha jornada...
Colorindo...
Com muitas flores...
Minha estrada...
Sandro Paschoal Nogueira
#UM #DIA #DE #GAROA
Lá fora...
O céu chora...
Se é de alegria ou de tristeza...
Não posso dizer...
Vejo o balanço das horas...
E o que me acontece...
O que agora...
Há de ser...
A bocejar...
Um sol em dia nublado...
Garoa...
Frio...
Aqui está...
Não estou tão sozinho...
Sim, eu vejo...
Em meu jardim...
Ali molhado...
Um anjo solitário...
Com um sorriso me convida para brincar...
Diz com seus olhos...
A vida é bela...
Vem comigo festejar...
Um retrato na parede...
Olha para mim...
Sorrindo diz:
- Vai sim...
Olho para o jardim de cá...
Breve brisa chega...
Minhas flores bailando...
Me convidam,também, para esse encanto...
Me chamam para com elas...
Também dançar...
Trinca-ferro, canarinhos, sábias...
Fazem festa no canteiro...
Doces trinados...
A orquestra...
O pardal é o maestro...
Minha rosa tão linda...
Me oferece seu perfume...
Até o meu cravo...
Esqueceu seu queixume...
A flor-de-liz me diz...
Que hoje é um único dia...
Já não mais repetirá...
Essa fantasia...
Dálias e hibiscus...
Entrelaçam seus galhos...
No balanço do vento...
Amam-se em compassos...
Lírios e jasmins...
Todos orvalhados...
Festejam a dança...
Do bem-te-vi...
Nem sempre os dias mais belos...
São aqueles de azul intenso...
Eu já amo...
Qualquer variedade no tempo...
E o anjo que continua a me sorrir...
Já me estende a mão...
Aceito seu convite...
Suas asas vão me cobrir...
A fonte, num sussurro...
Desvenda um segredo...
Diz que o amor é eterno...
Para quem tem o coração sincero...
Então, tal qual menino...
Pisando nos astros ...
Em firmamento...
Vou bailando...
Me entrego...
Ao sabor do vento...
Eternos momentos...
E o dia fica mais lindo...
Tudo mais belo....
Em minha casa...
Meu jardim...
Meu castelo...
Sandro Paschoal Nogueira
Noite calada, como num lamento...
Foi cena alegre...
Oh quão lembrado estou...
Grande...
Grande Ilusão...
Perdida nos abismos da memória...
Pelas saudades que me aterram...
Durmo...
E o que importa?
Já não vivo em mim...
Chora o vento…
Noites sem brilho...
Noites sem luar...
Dolorido canto deste penar...
Meu olhar se pousou e se perdeu...
Mas por certo, a fé ardente...
Não perdeu a sua viva claridade e persiste...
E na volúpia da dor que me transporta...
Ainda insiste...
Sinto-te longe...
Ó esperança quase morta...
Entre esses vultos falantes porém mudos...
Sou eu mais do que eles...
Ou tenho igual fado?
Um soluço subindo a eternidade...
Coração...
Coração...
Nas veredas da vida a alma não cansa...
Alongo os vacilantes passos...
Sob o julgo do tempo...
Ergo o cálice e blindo...
Sorvendo sublime veneno...
Sangue...
Luar...
Distantes saudades...
Sandro Paschoal Nogueira
Quando, preso estou e me ponho a cantar não canto de alegria, e sim porque estou a pensar canto pra enganar a tristeza, e fico pensando o dia que voltarei a voar!
Dentro de uma gaiola vendo o homem se enganar alegrando-se com meu canto que na verdade é um chorar pensando na minha amada que, não sei onde estar.
Se o Homem bem soubesse quanto é ruim preso estar
não prendia o passarinho que foi feito pra voar assim como o homem é da terra o passarinho é do ar.
Os ingredientes da Receita para uma vida repleta de alegrias estão ao nosso dispor
Amor, compaixão, bondade, sorrisos , solidariedade, conhecimento, atitude, gratidão ...
Tantos outros ingredientes e temperos
Alguns adicionamos em grandes porções,
outros em pequenas pitadas...
Por vezes variamos a dose
Temperamos ao nosso gosto
Aprimoramos a receita
Desfrutamos vorazmente,
Ou comedidamente
Mas o importante certamente é
valorizar o que nos é oferecido
Pois a vida é para ser deliciosamente saboreada
Sigo o bloco dos que espalham alegria
Assim ganho vida
Vou atrás da Escola da gratidão
Assim me ilumino
Danço no ritmo da bateria do amor
Assim me alimento
Caminho pelo enredo da sabedoria
Assim me elevo
Não visto as fantasias de inveja
Assim me valorizo
Desvio dos que preferem as alegorias de ódio
Assim encontro a paz
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