Textos sobre Crítica
ALIENÍGENAS
Quase sempre, o inventor expõe a sua criação, esperando a crítica para se aperfeiçoar ou satisfazer seu ego.
Viajei hoje em um pensamento. Será que fomos criados por um ser infinitamente superior, onde somos analisados para o aprimoramento de uma raça?
A história conta que, a evolução da humanidade está gradativamente em alta. O nosso conhecimento, inteligência e a nossa capacidade de usar partes do nosso cérebro, se multiplica proporcionalmente a cada ano, décadas e séculos e toda a transformação significativa que existia antes e que eram chamadas de eras, teriam que ser hoje renomeadas em tempos cada vez menores. Tecnologias que antes eram usufruídas por 3, 4 ou mais gerações, hoje em dia ficam antiquadas de uma geração para a outra ou nossos filhos nem sabem que existiram.
Continuo viajando sobre nós sermos cobaias, mas garanto que não uso drogas, sou assim mesmo.
Acho que sou tão rebelde e viajo tanto na maionese que, ou também estou sendo monitorado e estou aqui exatamente por esse motivo ou antes de eu dar o enter vão apagar a minha memória e isso aqui nunca irá se propagar. Somos distintos em algumas ideias, mas também fazemos parte de nichos com as mesmas opiniões mas com adversidades perante outros grupos, causando rivalidade, debates e discussões acerca de “estranhos” acontecimentos globais ou um assunto qualquer; por isso tenho cada vez mais certeza que apesar da liberdade, somos induzidos a ter decisões em episódios manipulados e que isso serve a esse propósito, alcançar uma espécie cada vez mais avançada, em todos os sentidos.
Dias atrás, alguém me comentou que cientistas russos, acharam um fóssil de um parafuso com aproximadamente 300 milhões de anos de idade. Como será que eles calcularam isso? Garanto que se fosse encontrado a 100 milhões de anos atrás, não teriam a tecnologia para essa medição quase que precisa e não iriam colocar tanta velinha nesse bolo. Mas péra aí, a 100 milhões de anos atrás não existia ninguém aqui para encontrar esse parafuso. Quem ficou com um parafuso a menos, agora fui eu.
Pensamento é uma critica que empurra o sentimento e o sentimento é uma razão interior que faz raizes que puxam o pensamento
Thought is a critique that pushes the feeling and the feeling inside is one reason that makes roots that pull the thought
El pensamiento es una crítica que empuja el sentimiento y la sensación dentro es una de las razones que hace que las raíces que empujan el pensamiento
Se para for feliz devemos perder algo na vida, então que seja o medo de amar e que toda critica sem sentido que não haja chance de invadir a nossa razão;
Para quem tem pensamentos fortes não há obstáculos de superar caminhos medonhos, pois a saudade nada mais é a vontade de estar perto um do outro;
Auto- Crítica
Como é fácil criticarmos as outras pessoas, não é mesmo?
Já a auto-crítica é complicada! Sabe por quê? Porque nem sempre conseguimos enfrentar nossa própria realidade.
O que acontece é que vivemos fugindo e passamos falando dos outros para não vivenciarmos o que nos acontece.
Então, para mudarmos está situação devemos reconhecer os nossos erros e estarmos dispostos a combatê-los. A partir, deste momento, as mudanças acontecerão progressivamente e iremos aos poucos, trazer a realidade para nossa vida e com isso teremos uma maior consciência dos nossos erros e também para nossa felicidade __ nossos acertos.
Queria ser menos intensa
Menos profana
Menos crítica
Mas não é o que eu
Quero
E sim o que o universo
Me faz sentir
Me faz viver
Me faz querer ser
Ser como
A intensidade
Das palavras
Ser como a
Autenticidade
Dos jeitos
Jeitos bobos
Jeitos melosos
Jeitos bonitos
De ver e
De viver
Intensamente
A loucura dessa vida
Que passa e
Que dita
A sua vez
De ser escolhida
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Todo relacionamento de longo prazo passa por uma fase crítica.
No entanto, a maioria dos casais confunde isso com um sinal para terminar.
Chamada de desilusão, de repente as peculiaridades do seu parceiro se tornam irritações.
As falhas dele parecem maiores, você começa a se perguntar: será que escolhi errado?!
Mas a desilusão não é um sinal para terminar, é um convite para crescer e não acontece apenas uma vez.
Ela retorna sempre que a vida muda, como após um novo emprego, uma perda ou durante o estresse.
Cada vez que ele aparece vem a pergunta interna: "o que aconteceu com nós!?".
Mas não é um sinal para desistir.
É um chamado para se apoiar.
O casal mais forte não é
aqueles que evitam a desilusão.
Mas aqueles que enfrentam isso juntos.
Eles falam honestamente.
Ouvem.
E escolhem um ao outro repetidamente.
É assim que se constrói um amor duradouro.
Trabalhando nas partes difíceis, sem fugir delas.
Pais e filhos
Sem crítica!
Argumentos tais como:
Vocês que que não têm filhos, crianças, animais...
São argumentos pobres e nada nobres, inclusive ofensivos.
-Hoje sexagenária vos digo: de tudo e mais um pouquinho já tive, possuí e criei.
Então, falo de cadeira sobre criar gente e entregar à sociedade gente de bem.
Filhos tenho dois. Criados, bem criados e, entregues à sociedade com muito gosto, posso dizer. - Meus filhos meus hóspedes! - Esse foi o meu lema ao criá-los.
Hospedei-os em meu útero, minha casa, minha vida e meu coração. Mas de nada disso os fiz proprietários e sim beneficiários. -Vejo com tristeza que nos dias atuais está faltando essa noção entre pais e filhos
(talvez por ânsia de conseguir um amor que só se concebe posteriormente com a admiração).
Com isso está sendo jogado na sociedade criaturas fracas, egoístas, tiranas, sem objetivos e até suicidas. Pois pelo simples fato de nascerem, já lhes são implicitados que a tudo têm direito. O mestre mundo não costuma recepcionar bem essas criaturinhas. Pensemos nisso e criemos filhos melhores para o mundo e com isso eles terão o mundo melhor para viverem.
Glória a Deus, paz e luz!
☆Haredita Angel
Será expressamente proibido no reino
qualquer comentario, crítica, noticia, ou atitude
( mesmo que em benefício de todos ) que venha a colocar em evidência a incapacidade do Rei governar
Ficando assim qualquer manifestante com discernimento próprio, sujeito a ataques e ofensas covardes dos fiéis súditos do rei
Só se reconhece e critica a acomodação dos que não lutam por bens, cargos e fama. No entanto, existem muitas outras acomodações, quase todas mais graves, e das quais geralmente são portadores os mais fartos, influentes e famosos. Há aqueles que se acomodam com a distância dos filhos, a mesquinhês, a falta de privacidade, a solidão, a pobreza de caráter... Muitos se acomodam com a obesidade, a falta de conhecimento, a insensibilidade, a arrogância, e uma profunda carência de humanidade.
Mais grave ainda, tantos outros se acomodam com a violência que os cerca, julgando que ela não os atinge. Acomodam-se também com o incômodo sentimento de querer mais e mais aquilo que já possuem com fartura. No fim das contas, não existem pessoas não acomodadas, e sim, uma imensa variação de acomodações que se acomodam em criticar as acomodações mais previsíveis, talvez as menos nocivas.
PORQUE SOMOS PAIS
Demétrio Sena - Magé
Filhos a gente acolhe. Repreende, critica os erros, aconselha e lamenta, mas acolhe. E como quase todo mundo é cristão, acredita em Deus, este ateu pergunta, com base na própria máxima cristã: não é esse o exemplo que O Próprio Deus dá? Ou não é dito nos templos, que Ele odeia o pecado, mas ama o pecador? E quem somos nós, meros pais/mães, para nos sentirmos superiores a um filho, uma filha?Aprendemos com os nossos erros e podemos, sim, tentar evitar que os filhos sofram com os próprios, porém, se não conseguirmos, eles farão o mesmo que nós fizemos; darão cabeçadas até entenderem onde estão os limites da vida.
Seja como for, filhos a gente ama. Não põe panos quentes, não apoia burradas nem os esconde para não pagarem por eventuais crimes, mas ama. O amor é acolhimento... abraçar para sempre, não importa a idade... é não promover o conceito inaceitável de ex-filho. É deixar levar os tombos, quando não tem jeito... ver sofrer as consequências e depois lamber as feridas, porque os nossos pais fizeram isso por nós, e se não fizeram, estavam errados, porque não agiram como pais; apenas como juízes de condenação fixa... sem julgamento justo.
Filhos a gente acolhe; ama; perdoa; respeita... entende que são seres humanos cujas falhas muitas vezes puxaram pelas nossas. E que esperam de nós o que também esperamos dos nossos pais, quando foi a nossa vez... quando fomos filhos.
... ... ...
#respeiteautorias É lei
ABAIXO A BANDARILHA
Que mal o touro fez ao homem?
Maldito bípede desumano...
Enfurece o quadrúpede ...
Usa a bandarilha colorida...
Sangra aos poucos...
Causa dor no dito animal...
Quem seria racional?
Na arquibanda gritam “olé”...
Em nome de uma cultura,
De um costume tão estúpido,
Raça maldita e estúpida,
Que sente prazer em causar a dor
Usem criminosos como touros,
Seriam mais justos,
Criem seus filhos bípedes como touros,
Coloque-os na arena,
Como numa arena romana,
Cheio de um povo dito civilizado,
Quando seu filho tiver sangrando
Jogue flores e grite “olé”...
Maldito costume humano,
Causar dor pelo prazer de outros,
Castrem esses humanos desumanos,
Que são ditos cultura antiga,
Orgulham-se de ser primeiro mundo,
Mas não respeita o ser vivo...
Venha um Tsunami ou Terremoto,
Faça a limpeza dessa injustiça.
Ai os poucos humanos racionais
Que se enojam com as bandarilhas,
Poderão respirar e gritar a Deus... Olé!
15-01-2013
Bandarilha s.f. Dardo ou farpa cuja haste é enfeitada com uma bandeira ou,
Com fitas de papel de cores e que os toureiros espetam no cachaço dos touros
Quando estes são corridos.
" Você conhece um mau critico porque ele começa a falar do poeta e não do poema, dependendo da circunstancias e situações isso soa como incapacidade de fazer ou desejo de estar no lugar daquela pessoa ; então eu ataco para diminuir ela na minha mente pequena gerando delírio de grandeza, assim sinto migalhas de prazer acreditando que sou grande ou que posso fazer melhor. "
O problema do estudante de filosofia e do estudante de história é que chega um determinado momento que pensamos saber das coisas, e é ai que percebemos que somos meros IDIOTAS, no mundo. E que o mundo é mais velho que nós, e que ainda há muito o que aprender. Sair da IDIOTICE, mesmo para quem tem mestrado, doutorado e até pós doutorado não é uma tarefa fácil.
Eu tô pronto pro combate, então bati com força na cara da sociedade. Sem medo e sem receio, de dizer oque eu vejo, revelo mistérios, descubro segredos! Sinto o cheiro de política no ar, fechem as tampas dos esgotos não deixem eles passar, ratos engravatados continuam a roubar... O direito do cidadão de poder constestar. Quando isso vai mudar? Temos que acordar, começar a estudar, escolher o candidato, se bem que da no mesmo são todos farinha do mesmo saco.-Nando Medeiros
Um elogio nos faz saber que tomamos a atitude certa e a mostramos para a pessoa certa, no momento certo, uma critica nos mostra que nossa intenção é certa porém a atitude precisa ser melhorada ou corrigida mas se recebemos um ataque, alguém nos direciona um comentário impregnado de rancor, cobrança ou negatividade, devemos entender que nossa intenção pode ter sido boa, nossa atitude sido correta mas a comunicação falhou ou porque o receptor não tinha capacidade de absorver a informação ou porque anunciamos algo muito maior do que o necessário ou ainda por estarmos interferindo no aprendizado de quem nos critica... Elogio, critica ou ataque, seja o que for que venha do receptor é só reflexo do que exteriorizamos... By Lou de Olivier 15/10/2013
Uma coisa é realizar uma crítica construtiva ou até mesmo expor claramente dentro da realidade um melhor posicionamento sobre determinada situação. Outra coisa é não ter mais nada a fazer para se justificar ou aparecer na mídia a não ser falar mal e criticar aqueles que realmente fazem alguma coisa.
Uns te criticam se tu parou de beber, outros se beber... Te rotulam pelo que veste, pela música que houve, pelo corte de cabelo, time que torce, se tem ou não tatuagem, se queima ou não queima... As pessoas sempre irão ser a favor ao que às convém. Vc nunca irá agradar o mundo! Seja oq vc quiser e aceite as consequências do seu estilo de vida, mas busque a sua felicidade sempre, vc não precisa viver em função de agradar a todos. Conselho pra o bem todo mundo entende, mas faz se quer! Cada um se lasca da sua maneira!!
Estamos na era da superficialidade, onde achamos que sabemos muito e na verdade sabemos muito pouco. Muita informação rasa sem profundidade. Muita crítica vazia sem fundamento. A moda é a crítica pela crítica, sem construção, irritação por nada e mimimi por tudo. Destacam aqueles que estudam, analisam e sabem quando o silêncio é a melhor resposta e quando suas verdades possuem raizes ramificadas que geram reflexão com único foco: solução
A ignorância, grande mal do século, é a consequência de mentes que brilham para a ciência e tecnologia, mas desprezam o conhecimento da mente. É que o século XXI está regredindo sempre levando a ignorância ao seu lado para a mente pouco desenvolvida das pessoas, é pela falta de educação que poucos tem muito e muitos tem pouco.
