Textos Amorosos
Sombra
Hoje, sentado na esquina da minha rua,
Já não vejo minha sombra,
Poisme tornei a sombra de um homem que fui um dia.
Vejo as palavras escorrerem dos apaixonados
Escuto as luzes ao iluminar o caminho,
Para que eles nunca errem.
Não sei mais quem sou e se sou
Sei apenas que sinto dor,
Dor que consome minha alma
E faz com que eu suje minhas mãos com sangue,
Meu sangue.
Não estou desistindo de viver
Estou apenas me mudando de mundo,
Não consigo viver mais nesse lugar
Sabendo que não poderei mais está com você.
Estou indo te encontrar, em algum lugar,
Não sei como mas eu estou indo me juntar a você novamente.
A todos que me amam nesse mundo sujo, corrupto e sangrento, saibam q não os abandonei, espero vocês no mundo desconhecido.
Hoje, sentado na esquina de minha rua,
Já não vejo minha sombra,
Pois sou um espírito
Esperando a hora me mudar
Esse é meu adeus para vocês
E meu aviso que estou chegando minha querida.
O meu peito sangra as mais lindas palavras Que escorre de dentro da minha alma, Misturadas com riso fácil e uma lagrima Atormentada
Ela não serça ela não para..
Oh que motivo vão!
Poetas choram suas dores na ponta de Uma caneta, que as derrrete em mil palavras
Fazem uma tempestade de soluços, Arrepios alegrias,tristezas, agonia alivio e Emoção
Minha Linda Morena
Flutue em labirintos sem fim.
O que te pede a razão.
Mas; nunca deixe de ouvir,
O silencio que grita em seu coração.
Encontre seu lugar seguro,
E por onde deva passar.
Transborde seu amor pelo mundo.
E mostre seu jeito de amar.
Passe por caminhos leves,
Da gota serena.
Mas enxergue, com seu modo único.
As formas bonitas. Que só a Você pertence.
Minha linda morena.
Marcos fereS
“ESPÈRE SONNET”...
Minha solidão tem seu segredo, nada sério
A não ser para o coração, um seu tormento
Que sente, padece, e ainda vive no mistério
De uma saudade sofrida, e cheia de lamento
Ai desta alma! que acha e vive num cautério
Se vê solitária, a amargurar, a cada momento
O pranto, dum miserável monólogo hésperio
Num silêncio, sem ousar falar de sentimento
Pra superação, embora seja terna e ardente
Ela, segui o seu caminho, assim, indiferente
No murmúrio de amor num despido jardim
Sofre, sofro! Vivo no capricho duma crueza
Da sensação, que da emoção tem a certeza:
Do fim. E eu, que um amor haverá para mim! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18/03/2021, 15’44” – Araguari, MG
Arversiano
Paulo & Duda
Como expressar o que tenho para dizer
Minha expectativa é ser agradável a Deus em todo meu viver.
Servindo a Ele de todo o coração, sua vontade me dedico a fazer.
Pois o Senhor derramou o seu amor em meu coração, e agora pertence a Ele todo o meu ser.
O que eu posso dizer?
O que mais quero é o meu brilho aparecer.
Não o brilho do meu ser, mas o brilho que a Deus vem pertencer
Ele coloca alegria no meu coração, e me enxerga no meio da multidão
Isso mostra que ele me ama de muitão.
O Senhor é a minha inspiração, e a minha respiração.
És o responsável pela minha vida, e por ti é que bate o meu coração.
Quão admirado fico quando contemplo a tua criação!
Nada mais importa, só quero ver o teu lindo sorriso, e estar sempre guardado no conforto das tuas mãos.
Quando vejo o seu imenso amor, eu imagino aquela dor que Jesus passou por mim pecador.
Será que mereço esse amor?
Eu me deixo levar pela dor, mas aí sempre vem o Senhor
Com as mãos macias como uma flor,
Me levanta e me faz vencedor.
Ficou feliz quando ouço a tua voz meu Senhor.
A ti eu ofereço glória, pois tu és o meu salvador!
Obrigado por mudar o rumo da minha história, pelo ato na cruz.
Por ter me dado o direito de me tornar um amado filho da luz.
A porta
(in memória da minha vó Maria das Dores da Costa Sebim)
Doce Maria, hoje eu abrir a porta do tempo para lhe ver, juro, não suportei a saudade que apertava meu coração nesses dias, fui longe viu, fechei meus olhos, e me transportei para nossas primeiras risadas, e sentir tanta coisa, foi como se eu estivesse esquecido deste século e desta vida, fui ao encontro do nosso cantinho, sim, aquele que eu jamais sequer imaginaria que lhe perderia um dia, então eu abrir mais uma porta, e vi a Senhora na cozinha, segurando seu caneco de água quente para passar o café, toquei em seu ombro e sentei à mesa contigo, ali parado ouvindo suas história do mar, ouvindo dizer do Armando, e de como a vida foi dura contigo, e de como nunca perdeu sua fé, o radinho tocando ao fundo e o cheiro de perfume invadiu a sala, suas risadas altas, que em um instante fora paralisadas pelo cheiro de arroz queimado, ah doce Maria, foi magnifico voltar a mesa contigo, meu coração foi acalmado por uma paz espiritual, pude sentir a mão de Deus sobre nós, e de repente a doce Maria foi sumindo, sumindo, e eu acordando, acordando.
BREVE ...
Vós que leste, um dia, minha poesia
com que eu nutria a gamada emoção
vós que sentia nos versos a melodia
do meu coração: amor e sensação!
Se foi, fugaz, assim, tal uma ilusão
versos em pranto, e a sede fugidia
do encanto a uma triste desilusão
para o suportar da gorada fantasia
Assim, vejo bem, que paralelamente
na troça, falou-se e ria muita gente
quando só queria um olhar risonho
Rude paixão que eu senti sonhando
longamente, agora eu vou vexando
pois, o engano é um breve sonho! ...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
15/04/2021, 13’30” – Araguari, MG
A minha vida é um avesso,
Uma contrapartida,
Parece sem saída?
Mas, não,
Não,
Em minha existência,
Poucos entendem,
Na minha família a ausência,
Dentro do meu trabalho a presença,
O amor em cada vinho servido,
Em cada prato,
Em cada Aroma,
Que quase me deixa em coma por alguns segundos...
Retrogosto,
Um imerso,
Wineverso,
Só quero ser a nave espacial que chega lá,
Sem fim,
Mergulhada nessa existência em mim,
E só,
Poetisa convicta,
Poetisa Intrínseca,
Prazer em servir.
Liese
Nomeada Elizabeth
Eu a adoro como minha Liese
Imponente como a própria rainha
De seu cargo o mesmo não a merece
De indisputável nobreza
Ela vive se fechando em si mesma
Mas de meus olhos cansados
Tamanho fulgor de mim não foge
Na falta de palavras para descrever
O significado em si se contorce
A procura do par perfeito
Nas tentativas sussurrantes de possuí-la
A mascara enfim há de cair
Sob chão molhado, ela tenta pôr de volta
Sem sucesso, a adorável Liese
Se aceita sinceramente ao agora
Protegida em mim das facadas chuvosas
Abrigo suas feridas nas minhas próprias
Amparada sem mais nenhuma preocupação
As feridas de outrora, hão de cicatrizar
E viveremos alegres juntos
Se amando e se beijando
Observando sem nenhum pesar
O belíssimo luar a nos atravessar
Clamando para o raiar nunca chegar.
De algum modo minha alma
Conhecia a sua alma
Antes que,
Tivéssemos tido a chance
De nos encontrar
À primeira vista de modo
Que nossos olhares se entrelaçaram
E os sorrisos se conectaram como se
Tivesse encontrado seu amor verdadeiro
Você veio e mexeu comigo
Toda vez que eu estou do seu lado
Meu coração acelera mas
Sei que você é o motivo
Um dia eu pedi a Deus
Alguém que me trouxesse alegria
Que desse sentindo a minha vida
Olho para você
Uma oração respondida
Memórias de um sentimento em transe
Te lembras do dia em que escarrou a desesperança em minha cara?
Te lembras do dia em que me estapeou a cara com sua falta de empatia?
Te lembras do dia em que derramou o amargo de seu rancor sobre minha cabeça?
Te lembras de quando socava minha boca toda vez que eu gritava 'eu te amo' ?
Lembra-te da perversão de sua língua, quando esta atirou palavras pra assassinar o que ainda havia dentro de mim? Eu lembro.
O amor não é lindo. O amor dói, corrói, destrói. O amor é como o câncer que consome o meu pâncreas. O amor é escuro e fétido como um sumidouro raso. O amor é sujo e usurpador, como a terra que há de sorver minha carne e meus ossos.
O amor é estúpido, imoral, mordaz. O amor é vão, breve, voraz. O amor é o prato que não se serve na saga humana do escárnio.
O amor é a arte do contentamento em face do desencanto. O amor é assunção da decadência, conjugação do esquecimento.
Eu lembro, tu lembras. Eu esqueço, te esqueço.
Vão sentimento. Em transe.
O Ano Mais Longo Da Minha Vida
O ano mais longo da minha
Foi o ano em que te conheci
O ano em que me revelei
O ano em que te encontrei todas as vezes em que te perdi
O ano em que rimos juntos
O ano em que choramos juntos
O ano em que você se foi de vez, sem mim.
E todo esse ano, em todos esses anos, continuou vivo dentro de mim.
Onde estão meus sonhos?
Por quê na minha vez?
Eu estava me sentindo tão pura, livre
Como um passarinho em um dia ensolarado
Quantos sorrisos eu deixei de dar?
Falhei quando deixei minha emoção falar mais alto
Sinto o mundo tão calado
Dores envolvendo cada coração sem forças
Será que viverei meus contos de fadas?
Um choro angustiado, sensação de prisão
Até que ponto chegamos?
Apenas uma vírgula mudaria o contexto
Eu não cantei alto o suficiente?
Não consigo me mover como antes
Olhos exalando pavor, calafrios
Sorrisos escondidos, expressões misteriosas
Quando começou o AdOnde estão meus sonhos?
Por quê na minha vez?
Eu estava me sentindo tão pura, livre
Como um passarinho em um dia ensolarado
Quantos sorrisos eu deixei de dar?
Falhei quando deixei minha emoção falar mais alto
Sinto o mundo tão calado
Dores envolvendo cada coração sem forças
Será que viverei meus contos de fadas?
Um choro angustiado, sensação de prisão
Até que ponto chegamos?
Apenas uma vírgula mudaria o contexto
Eu não cantei alto o suficiente?
Não consigo me mover como antes
Olhos exalando pavor, calafrios
Sorrisos escondidos, expressões misteriosas
Quando começou o Adeus?
O tempo não consegue nos fazer falar
Acredito que nas estrelas exista brilhos inimagináveis
Só queria poder voar e descobrir
A verdade após a escuridão de nossos universos.eus?
O tempo não consegue nos fazer falar
Acredito que nas estrelas exista brilhos inimagináveis
Só queria poder voar e descobrir
A verdade após a escuridão de nossos universos.
Ao decorrer da minha existência eu foi perdendo minha alma de libélula para concertar outras pessoas.
Usei tanto meus recursos para cuidar do jardim do meu amado, que esqueci, que lentamente o meu morria por falta de cuidados.
E quando ele encontrou outra jardineira melhor, se foi.
E eu fique com meu jardim sem vida e com falta de cuidados
construí a minha vida num barco de ilusões, o barco naufragou e levou para o fundo do oceano as minhas esperanças.
Acordei e percebi que os versos não são compreendidos, os gestos não são notados.
Caminhei pela calçada, cansada sentei.
senti as lágrimas rolarem pelo meu rosto e a tempestade surrar o meu corpo.
Olhei para o lado e vi a vegetação se recuperar do longo período de seca.
Entendi que embora haja dor, ainda há esperanças.
Em cima da minha moto, ja sorri, mais tbm já chorei.
Em cima da minha moto já me apaixonei e me iludi.
Em cima da minha moto já amei e fui amado.
Em cima da minha moto, eu fui e vim.
Em cima da minha moto já senti saudades, ah, em cima da minha moto!!! já cai e me levantei e assim como o vento q bateu em meu rosto, me fez lembrar de momentos inesquecíveis. Assim é a vida de um motociclista, com idas e vindas e a mistura de sentimentos, a chuva se mistura c as lágrimas ao lembrar de momentos q sempre serão inesquecíveis p qm realmente amou e não foi amado c a mesma intensidade e por isso q aceleramos o coração, como no velocímetro da motocicleta!
QUEM SABE UM DIA
Quem sabe um dia eu possa
Te falar minha história
Contar um pouco de mim
Do meu jeito, minha simplória.
Quem sabe um dia eu possa
Te contar o que eu sinto
Sobre aquele meu desejo
minha mania, meu instinto.
Quem sabe um dia eu possa
te contar os meus perigos
te contar as minhas glórias
Que andam sempre comigo.
Quem sabe um dia eu possa
Te falar essa história
E talvez tentar entender
Como hoje, Sou só uma memória
Te vejo e não me vês;
Te acompanho e sigo só
Estou contigo
Solitária
Teu sorriso
Minha imaginação
Teus olhos
Meus pensamentos
Te vejo
E tu vai
E tu vem
On e off
In e out
Cuido
Espero
Imagino
Devaneios
Solidão
Ilusão
Tortura.
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Porque não paro de pensar em ti, de te seguir à distância com meus olhos ?!
Começo deixando minhas
Heranças póstumas
Para aquela, que foi!
minha companheira e companhia
De todos os dias, momentos
Segredos, dores e amores compartilhados.
Para seus, olhos tristes.
Deixo minhas risadas
Aos teus, carinhos
Deixo o frio frescor da minha saudades
A sua pele deixarei meu, espírito
Minhas camisas deixo para suas,
noites de frio.
A suas lágrimas deixo para
Que o tempo as cure
Pois, ao meu, amor deixei o luto.
Naquele momento, minha alma chorou, ela gritou, pediu socorro, ela queria fugir de mim. E eu não sabia o que fazer, ela se debateu sob a minha pele tentando sair, eu senti ela implorar, e eu chorei.
Então eu vi o sangue escorrer do meu corpo e foi quando eu vi que um pedacinho pequeno dela se foi também, mas não o suficiente. Foram um, dois, vários, ela partia a cada gota, a cada vermelho tocado ao chão. E eu vi liberdade, pois sabia que de pouco em pouco ela ia, partiria, e não sobraria nada além de um corpo vazio, e um coração sem cor. Espero o momento até então.
