Texto sobre Voce Mesmo
Reflexões sobre a pós-modernidade
Na pós-modernidade, a humildade, muitas vezes confundida com apatia disfarçada, e a autoestima, tornam-se virtudes almejadas.
Relações são desfeitas por novidades fugazes, onde a vaidade frequentemente supera a dor das verdades sagazes.
A cultura exige a perfeição, o triunfo em cada gesto, em uma competição eterna onde ser o melhor se torna seu manifesto.
Homens efêmeros temem a quietude interior; refletir sobre a vida é encarar o próprio temor.
Redes sociais exigem validação e louvor, enquanto o retrato de perfeição muitas vezes esconde muita dor.
Diálogos verdadeiros são raros na disputa de egos do mundo pós-moderno; monólogos se tornam únicos no roteiro.
Mamãe sempre contou uma história sobre um rapaz da vila, que sempre gritava a seus vizinhos por socorro. Dizendo que um lobo estava a atacar suas ovelhas, mas nunca era verdade, o rapaz ria por ter enganado mais uma vez seus companheiros. Certo dia, o lobo veio sorrateiro e mortal, mas quando o rapaz pediu por ajuda, ninguém acreditou ser verdade. As ovelhas de Celeste correm risco de não sobreviverem ao lobo quando ele de fato vier.
- As janelas da minha casa
sobre o amor, ah… o amor, eu só tive experiências horríveis com esse tal de amor, me fez passar por tantas situações dolorosas.
Será que o amor é só sofrer?
vejo as pessoas se amando, na rua, nas redes sócias, em familiares. E sempre penso, será que o problema é comigo? ou o problema é quem eu escolho para amar?
PROMETIDOS
Quando o Sol adormecer lançando seus raios multicores sobre o mar,
Quando a noite acordar desenrolando seu cobertor estrelado, 🌟 🌟
Quando teus lábios encostarem nos meus num beijo lento, quente, doce...
Entre olhares intensos, carícias febris,
estarás junto a mim
és o prometido para mim pelo destino,
e eu, a mulher com quem sonhastes encontrar na vida,
Não importa os entraves entre meados,
eles nos fortalecem a cada dia
nada controla o destino, ele dominador, não permite que façamos escolhas,
o que está determinado, viveremos,
sem cobranças, nos amamos dia a dia
Tudo é intenso, tudo é esplendor,
não importa o tempo,
É um livro com começo, mas sem o capítulo final,
Este só o destino é sabedor,
O importante é que cada momento seja como se fosse o último,
Somos um navio de amor a deriva,
Não sabemos onde iremos aportar,
Nosso amor é abençoado pelas estrelas,
Toda vez que as nuvens derem passagem para as estrelas abrilhantar o céu,
" TUDO ESTAVA ESCRITO NAS ESTRELAS"! 🌟 🌟
Alice Meirelles
10/01/2021
Eu podia sentir todos os detalhes de sua anatomia sobre a minha, o peso do seu corpo pressionado ao meu causava uma sensação indescritível e boa demais para simplesmente ser ignorada. Ele sabe que eu estou completamente a mercê de si.
Palavras não são suficientes para descrever o quanto estou fatalmente apaixonada. Sua boca acetinada sela a calmaria que me acomete o peito, como ele me rendia fácil, era surreal.
É essencial que os pais eduquem os filhos sobre os desafios da vida, enfatizando a importância inquestionável da saúde e segurança. Eles têm a responsabilidade de resistir às birras e comportamentos inadequados dos jovens quando se trata de proteger a saúde e a segurança.
É dever deles exercer a autoridade parental, garantindo que seus filhos adotem medidas essenciais de precaução, como imunização, aplicação de protetor solar e uso do cinto de segurança.
Embora haja espaço para negociação em outras áreas, como participação em eventos sociais, questões que ameacem a vida dos filhos são indiscutíveis.
Discrepâncias nas expectativas sobre o casamento entre os gêneros masculino e feminino.
Em geral, para a maioria das mulheres, o casamento representa uma relação a dois caracterizada por profunda conexão emocional e atividades fundamentadas em expectativas românticas.
Em contrapartida, a maioria dos homens busca aventura em atividades sociais como futebol e encontros com amigos, percebendo o casamento como uma fonte de estabilidade, repouso e companheirismo, e valorizando a tranquilidade, a complacência e a intimidade sexual.
Sobre o talento nato, dissertou Lucius:
- E por ser inato, assemelha-lho-ei à própria constituição Física, de cada um. Pois assim como o Corpo se desenvolve com o tempo e através de alimentos que se dão a ele, o talento, também, amadurece com o tempo e se desenvolve com a prática! Chamo de prática, toda e qualquer circunstância que o leve a se desenvolver! E quero crer, ainda, que, via de regra, os talentos natos são distribuídos especificamente pela natureza, a certos indivíduos. Não refiro-me aos dotes ou sentidos naturais, comuns. Pois estes, todos os indivíduos têm. Refiro-me ao talento específico. Ao direcionado. Aquele que faz o indivíduo ser destaque da maioria, capacitando-o a feitos diferentes! O indivíduo predestinado a tê-lo, será, espontaneamente, colocado sempre em circunstâncias que o forçarão a desenvolver mais e mais, seu talento nato.
Às 12:00 in 29.07.2024
Quando estava morrendo sobre o madeiro, há mais de 2 mil anos, disse algo surpreendente: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" (Lucas 23:34). Uma análise não religiosa, mas psicológica e sociológica, demonstra que a afirmação carrega um altruísmo sem precedente. Mas, ao mesmo tempo, parece inaceitável sua atitude de proteger os carrascos.
Os soldados romanos sabiam o que faziam, cumpriu peça condenatória de Pilatos. Entretanto, para o Mestre dos Mestres, os pensamentos que eles construíram eram, por um lado, fruto da livre escolha e, por outro, refém da base de dados da sua memória, da cultura tirânica do império romano. Cumpriam ordens, não eram completamente autônomos nem donos do próprio destino. Eram prisioneiros do seu passado "escravos" de sua cultura.
A cultura é fundamental para a identidade de um povo, mas, se ela nos impedir de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galileia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. Isso não resolvia o problema dos seus opositores, mas resolvia o problema dele. Protegia a sua mente. Seu Eu não carregava as loucuras e agressividades que não lhe pertenciam. Sua tolerância o aliviava, mesmo quando o mundo desabava sobre ele
Meus Amados Leitores,
Hoje, convido vocês a refletirem sobre uma bela metáfora: "Deixe a vida fluir como um rio." Assim como a água que corre livremente, enfrentando obstáculos, contornando pedras e desbravando novos caminhos, nossa vida também deve seguir seu curso natural. Enfrentaremos desafios, mas é importante manter a serenidade e a confiança de que, assim como o rio encontra seu destino, nós também alcançaremos nossos objetivos e sonhos.
Com carinho,
Psicóloga Adriana Matos
Reflexão sobre a Reciprocidade por Aline Kayra.
A vida é um sopro, leve e fugaz.
Buscamos na essência, uma conexão.
Expectativa de dar e receber,
Mas a cegueira emocional nos cega.
Pessoas caladas, surdas ao amor,
Escondendo riquezas de afeto profundo.
Sentimentos surgem, confusos e inseguros.
Como um campo minado, evitamos nos aproximar.
Sentindo-nos indesejados, em nossa dor.
O joio cresce, confundindo a alma.
E o amor se torna um terreno estranho.
Mas não devemos aceitar essa sombra.
Convivemos com o mal, ao nosso redor.
Normalizar o sofrimento não é a opção.
Devemos lutar pelo cultivo do amor.
E nunca esquecer que somos filhos de Deus.
A luz deve brilhar, dissipa a treva.
Que a reciprocidade resplandeça novamente.
Sobre o que vou falar?
Não tenho nenhuma inspiração.
Após centenas de versos dedicados a ti, parece que escrevo em vão.
Procurei em tantos outros olhares algo que me lembre o teu,
algum que me fizesse imaginar se quer uma possível paixão.
Sobre o que vou falar? Não tenho nenhuma inspiração.
Amores antigos? Não...
É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.
Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.
Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.
“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.
Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.
Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.
Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?
"Remorso"
Tentei nunca escrever sobre isso. Preocupava-me com o que outras pessoas iriam "achar".
Julgariam que eu ainda sentiria algo por você. Mas não é verdade! Não sinto mais como sentia. Aliás, do que sentia, não sinto mais nada.
Os sentimentos mudaram. Hoje, tenho remorso.
Remorso de não ter corrido atrás. Remorso de não ter dado outra chance. Agora, quando vejo suas publicações, não sinto amor, não sinto paixão.
Fico é feliz. Feliz por você parecer bem.
Mas o ser humano é naturalmente egoísta, e, sendo assim, tudo o que eu sinto é o desgraçado do remorço!
Ah!.. esse sentimento às vezes machuca mais que uma ferida. Sim! porque sinto as consequências de um caminho que eu não deveria ter tomado.
Já critiquei Drumont de Andrade por sua pedra no caminho. "Por quê ele simplesmente não contornou? Por quê não voltou?" Hoje eu sei que o remorço é minha pedra no caminho, que lembrarei pra sempre. Esteja bem!
Sobre os dons da arte da Oratória e da Escrita
Em relação ao primeiro, é sabido que Cícero orador, fora considerado o maior orador de todos os tempos ( embora haja divergência de opinião). Este, entre os latinos. Entre os gregos, poderíamos citar Demóstenes, o gago. Era gago, praticou a oratória e se tornou o maior orador da Grécia! Quanto ao segundo dom, o da escrita, houve infindáveis habilidosos escritores, não mencionando eu nomes, mas que na arte oratória, não eram proeminentes oradores. Mas existiram os que, por sobreexcelência da natureza, eram dotados dos dois dons - tanto o da arte oratória quanto o da escrita. Isto é, eram tão vigorosamente estilosos e sofisticados tanto falando quanto escrevendo. De modo a não sabermos exatamente que dom escolher, caso tivéssemos que nos ater a apenas um, dos dois que possuísse!
Cícero, não tivemos o privilégio de ouvi-lo, como tantos outros. Mas se julgássemos sua oratória apenas com base na sua escrita, que podemos ler, não o classificaríamos como o orador que a História lhe laureia. Então , a meu ver, Cícero não é tão escritor quanto orador; sobrepujando neste dom, mais do que naquele. Em contrapartida há os que são muito mais sobreexelentes no dom da escrita que no dom da oratória. O que podemos concluir deste curtíssimo ensaio, é que, nem sempre o eloquentíssimo escritor também o será, como orador. E o eloquentíssimo orador, como Cícero, a julgar o que sobre ele dizem os anais da História, nem sempre se destacará na escrita, como se destaca ou destacou na oratória. E que com certa raridade, haverá os eloquentíssimos tanto na escrita quanto na oratória; como Sêneca, Giordano Bruno, Dr. Rui Barbosa, Dr. Enéas Carneiro...
Às 19h03 in 01.08.2024
Porque?
Sabe, vivemos nossa toda vida em meio a questionamento sobre absolututamente tudo assim como um bebê, olhamos para o desconhecido assustados porem curiosos e nos questionamos, “O que é isso?” “Porque isso existe?” “Como isso funciona?” entre outras milhares de questões mas a questão é, vivemos toda nossa vida em meio a questionamentos, questionando toda existência ate mesmo a nossa, questionamos de onde viemos, para onde vamos e ate se somos livres.
Livres? Nos somos livres? Onde esta minha liberdade eu te questiono.
Nós, humanos poderíamos ser considerado livres para seguir nossas vontades e instintos ate que começamos a viver em uma grande sociedade e definir regras para uma melhor convivência, mas eu te questiono, isso realmente muda algo? Afinal se você realmente quer algo você apenas busca, vai atrás e consegue aquilo que tanto clama.
Isso nos deixa menos primitivos? Na fome ficamos nervosos e as vezes violentos, na raiva ficamos explosivos, quando ficamos com medo ficamos impulsivos assim como na ansiedade, quando algo ou alguém importante para nos é comprometido por um terceiro ficamos violentos, com raiva, algo não tão diferente de pequenos primatas, territorialistas e primitivos, as vezes brincalhões mas também brutais.
Sabe, depois de toda essa baboseira ainda não sabemos o porque e talvez nunca iremos saber, apenas nascemos, vivemos e morremos como os demais, pode se dizer que somos como formigas, apenas formigas caminhando e trabalhando por ai para sustentar as formigas maiores, sem muita lógicas ou motivo para nosso existencialismo apenas percorremos nosso caminho para o fim, e no fim ainda não sabemos o porquê.
A vida é horrível, a felicidade por muitas vezes é vinda de uma distração de nossos problemas, mas tudo bem, faz parte da vida...
Verdades Bíblicas Sobre a Volta de Cristo:
- Será REPENTINAMENTE! Mt 24.44; 1º Co 15.52.
- Será AUDIVELMENTE! 1º Ts 4.16.
- Será VISIVELMENTE! Mt 24.30; Mc 13.26; Ap 1.7.
- Será GLORIOSAMENTE! Mt 16.27; Mt 24.30; Lc 21.27.
- Será nas NUVENS e ninguém sabe o dia e a hora! Atos 1.11; Mt 24.36.
*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)
Cavalheiros, este que vos escreve, já dissertou sobre o que há de falar, mas acha conveniente reiterar o dito: que Deus, mostrando constantemente a intensidade de Seu multiforme Amor por toda criação, tendo sido capaz, segundo Seu Livro, de entregar Seu único Filho pelo bem da Humanidade, que amou de "tal maneira", também rejeita suas criaturas e a elas demonstra pouco ou nenhum caso, com a mesma facilidade que as ama. É um sentimento misteriosamente dúbio, que parte das entranhas da mente e coração do Eterno. Pois nunca se viu Deus, lamentar pela perda ou destruição de uma de Suas criações, e ficar de luto com isso! Nunca se presenciou Deus abatido, melancólico ou retraído por algo ou alguém que se perdeu. A vida segue e, para com ela, também, Seu eterno controle absoluto. Ele ama com intensidade inigualável. Mas também pode descartar como se isso que descartou, nunca tivesse existido. Então fica o lembrete: se Deus se desfaz com muita facilidade e desapego, das "frutas", como não seria capaz de descartar as "cascas"? Deus descarta tanto umas, quanto muito mais, também, descarta com maior facilidade ainda, as outras.
Às 15:51 in 07.08.2024
Sempre que eu elaboro um poema eu penso que escrevo sobre amor mas só escrevo a dor que há aqui dentro, mas eu não aguento
É tanto sofrimento escrever a uma pessoa que não me ama, isso soa engraçado, me sinto frustrado por ter toda a coragem em escrever
Mas na hora de ler o poema para a amada pessoa a coragem vai embora como a noite passa
E toda noite que se passa eu me julgo e me sinto culpado por não ter a coragem de me declarar para a mais perfeita pessoa que já passou pela minha mente
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