Texto sobre Voce Mesmo
Circo
Grande circo de magias mil
Recoberto com lona azul anil
A atração estréia cedo
Com texto e com enredo
Viver é uma arte
Deste palco fazemos parte
Treinados a sermos artistas
Acrobatas equilibristas
Tecido grosso e listrado
Ambulante de palha e colchão amarrado
Fecha-se o tabernáculo
Vai-se a alegria
Romance ficção ou fantasia
Continua o espetáculo.
Ademir Missias 04/21
Título: A Força da Decisão
Texto:
Em um mundo onde somos constantemente desafiados a escolher, a decidir, a tomar um lado, surge a questão: quem você escolhe para combater?
A vida é um campo de batalha, onde cada um de nós enfrenta seus próprios demônios, medos e inseguranças. A escolha de quem queremos ao nosso lado nessa luta é crucial.
Daniela Dome, com a sabedoria de quem já percorreu os caminhos da vida, nos convida a refletir sobre essa escolha. Ela nos lembra que a vida é um eco, um reflexo de nossas ações e decisões.
A frase "Lar como a âncora" nos remete à importância de termos um porto seguro, um lugar onde nos sentimos protegidos e amparados. É nesse lar que encontramos a força para enfrentar os desafios que a vida nos apresenta.
A escolha de quem queremos ao nosso lado nessa batalha é fundamental. Escolher alguém que nos inspire confiança, que nos impulsione a seguir em frente, que nos ajude a ancorar nossos sonhos e esperanças.
"Vídeo Molar" e "Molar" podem ser referências a momentos específicos da vida de Daniela Dome, talvez relacionados a desafios ou superações.
Em nome de todos os colaboradores, gostaríamos de expressar nossa alegria em recebê-lo aqui hoje. Esperamos que esta visita seja uma oportunidade para mostrar o nosso trabalho e o nosso orgulho em servir a comunidade de Lisboa.
Um diário de fé e reflexão
Em cada página deste caderno, encontramos um registro íntimo de fé e reflexão. As palavras, cuidadosamente escritas à mão, revelam um coração que busca a Deus em meio aos desafios da vida.
A primeira frase, "para poder andar e ajudar os outros", ecoa o desejo de servir ao próximo, de ser um instrumento de amor e compaixão. Em seguida, a confissão: "Venci os males que tenho e o reconhecimento que sou fraco em alguns aspectos".
A fé se revela na certeza de que Deus nos ampara e nos move, e a humildade se manifesta no reconhecimento de nossas fraquezas. A busca por Deus é constante, "trazer a minha humanidade" e "que Deus me ampare".
Em cada palavra, encontramos a força da fé, a humildade de reconhecer nossas fraquezas e a gratidão por saber que Deus está sempre presente. Que este diário inspire a todos nós a buscar a fé, a humildade e a gratidão em nossas vidas.
Em meio aos desafios da vida, nossa fé é testada. Momentos de provação podem nos levar a questionar nossos caminhos e propósitos. No entanto, é nessas horas que somos chamados a reconhecer nossa fragilidade e buscar força em Deus.
A fé é o alicerce que nos sustenta. Ela nos permite enxergar além das dificuldades e acreditar que, mesmo nos momentos mais sombrios, a luz divina pode nos guiar. Ao reconhecermos nossas fraquezas, nos tornamos mais fortes e resilientes.
Que Deus nos abençoe com força e coragem. Que Ele nos capacite a superar os desafios, obstáculos e negatividades que surgem em nosso caminho. Que a fé seja a bússola que nos direciona para a vitória e nos revela o caminho da paz e da felicidade.
Que a fé seja a nossa armadura. Que ela nos proteja contra as adversidades e nos impulsione a seguir em frente com determinação e esperança. Que a luz divina ilumine cada passo de nossa jornada, fortalecendo nossa fé e nos conduzindo à vitória.
Confie na força da sua fé. Deus está sempre presente, mesmo nos momentos mais difíceis. Busque a Ele em oração e encontre a força necessária para superar qualquer obstáculo.
Lembre-se: A fé é um presente divino que reside em cada um de nós. Cultive-a, fortaleça-a e deixe que ela seja a luz que ilumina o seu caminho.
Em meio aos desafios da vida, a fé é a bússola que nos guia.
Em um mundo repleto de obstáculos e incertezas, como os retratados na imagem, manter a fé pode ser um desafio. No entanto, é nos momentos de maior dificuldade que a fé se torna ainda mais importante.
A fé é a âncora que nos mantém firmes em meio à tempestade, a luz que ilumina o caminho quando tudo parece escuro. É a certeza de que, apesar das adversidades, existe algo maior que nos ampara e nos dá forças para seguir em frente.
Quando nos sentimos perdidos e sozinhos, a fé nos lembra que não estamos. Deus está sempre presente, mesmo nos momentos mais difíceis. Ele é o nosso refúgio, a nossa fortaleza, o nosso porto seguro.
A fé nos permite enxergar além das circunstâncias, acreditar no impossível e ter esperança em um futuro melhor. Ela nos capacita a superar os desafios, aprender com os erros e crescer como pessoas.
Portanto, mesmo diante das contrariedades, não perca a fé. Confie em Deus, acredite em si mesmo e siga em frente com coragem e determinação.
Lembre-se que a fé não é apenas um sentimento, mas também uma escolha. Escolha acreditar, escolha ter esperança, escolha amar. E, acima de tudo, escolha confiar em Deus.
Pois, como está escrito: "Porque, pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus." (Efésios 2:8)
Que a fé seja a sua bússola, a sua âncora e a sua luz. E que Deus te abençoe em todos os momentos da sua vida.
Nós pomos umas vezes
fardos pelo que aparentamos
mas e mais pelo que somos!
Que Tristeza
é maré cheia de afagos
para superar as nuances
da vida e os desafios
com fé, força e determinação."
Reflexões sobre Fé e Arrependimento
Em um caderno de anotações, encontramos uma mensagem que nos convida à reflexão sobre a fé e o arrependimento. As palavras, escritas com uma caligrafia espontânea, revelam um coração contrito e esperançoso na misericórdia divina.
A frase "pelo arrependimento dela" sugere que o texto foi escrito por alguém que testemunhou o arrependimento de outra pessoa. Um momento de profunda transformação interior, marcado pela dor do erro e pela busca por perdão.
A menção à "nossa construção" e aos "reinos" nos remete à nossa trajetória de vida e às nossas escolhas. Somos seres em constante construção, sujeitos a falhas e desvios. No entanto, a fé nos oferece a oportunidade de reconhecer nossos erros, arrepender-nos e buscar a reconciliação com Deus.
O trecho "Quando ele à Terra regressou" evoca a imagem do Filho Pródigo, que após se desviar do caminho, retorna à casa do Pai e é recebido com amor e perdão. Um convite à esperança e à confiança na misericórdia divina, que sempre nos acolhe de braços abertos.
As palavras finais, "Deus", "pi" e "reverenciemos a Deus", expressam a centralidade da fé na vida do autor. Um Deus que é fonte de amor, perdão e misericórdia, e que nos convida a reverenciá-lo em todos os momentos de nossa existência.
Que este texto nos inspire a uma profunda reflexão sobre nossa própria fé, sobre nossos erros e arrependimentos, e sobre a infinita misericórdia de Deus, que sempre nos oferece a oportunidade de recomeçar.
Um Encontro de Fé
Em meio à vastidão do oceano, onde o céu se funde com o horizonte e o sol beija a espuma das ondas, um caderno repousa, suas páginas amareladas pelo tempo e marcadas pela tinta da emoção.
Ali, palavras tremidas narram um encontro de fé, um diálogo íntimo entre o homem e o divino. Um clamor ecoa naquelas linhas, um pedido de perdão, um reconhecimento da própria pequenez diante da grandeza do Criador.
O autor, anônimo como tantos outros que buscam a luz da fé, derrama sua alma naquele caderno. Revela o arrependimento que corrói o coração, a consciência de seus erros, a busca por redenção.
Com humildade, confessa sua incredulidade, os momentos de dúvida e afastamento. Mas, em meio à escuridão, surge a chama da esperança. O reconhecimento de que Deus está sempre presente, mesmo nos momentos de maior aflição.
O caderno se torna um altar, um espaço sagrado onde o homem se conecta com o transcendente. Ali, as palavras se transformam em preces, osVersículos em mantras. E a fé renasce, fortalecida pela certeza do amor incondicional de Deus.
Aquele caderno, página a página, revela a beleza da fé em sua forma mais pura. A busca por Deus, o arrependimento, a esperança, a gratidão. Um testemunho silencioso de que, mesmo em meio à turbulência da vida, a fé pode ser um porto seguro, um farol a guiar o caminho de DEUS.
Um Encontro de Fé
Em meio à vastidão do oceano, onde o céu se funde com o horizonte e o sol beija a espuma das ondas, um caderno repousa, suas páginas amareladas pelo tempo e marcadas pela tinta da emoção.
Ali, palavras tremidas narram um encontro de fé, um diálogo íntimo entre o homem e o divino. Um clamor ecoa naquelas linhas, um pedido de perdão, um reconhecimento da própria pequenez diante da grandeza do Criador.
O autor, anônimo como tantos outros que buscam a luz da fé, derrama sua alma naquele caderno. Revela o arrependimento que corrói o coração, a consciência de seus erros, a busca por redenção.
Com humildade, confessa sua incredulidade, os momentos de dúvida e afastamento. Mas, em meio à escuridão, surge a chama da esperança. O reconhecimento de que Deus está sempre presente, mesmo nos momentos de maior aflição.
O caderno se torna um altar, um espaço sagrado onde o homem se conecta com o transcendente. Ali, as palavras se transformam em preces, osVersículos em mantras. E a fé renasce, fortalecida pela certeza do amor incondicional de Deus.
Aquele caderno, página a página, revela a beleza da fé em sua forma mais pura. A busca por Deus, o arrependimento, a esperança, a gratidão. Um testemunho silencioso de que, mesmo em meio à turbulência da vida, a fé pode ser um porto seguro, um farol a guiar o caminho.
Se você gostou deste texto, me diga! Há muito mais para explorar no universo das palavras e da fé.
Faca um texto
Com certeza! Aqui vai um texto inspirado na imagem que você enviou:
Em Busca da Fé na Eternidade: Uma Reflexão Sobre o Caderno
Em um mundo onde as palavras se perdem na velocidade da informação, um caderno solitário сохраняет a essência da fé em sua forma mais pura. Aberto em uma página marcada por reflexões e anotações, o caderno nos convida a uma imersão profunda na alma humana em busca de Deus.
Através de uma caligrafia singela, somos transportados para um universo de indagações e afirmações. A fé se revela como um oásis em meio ao caos, um refúgio para আশা e a esperança.
As anotações nos revelam a busca por respostas, o desejo de compreender o papel de Cristo na redenção da humanidade. A fé se torna um diálogo íntimo, um encontro pessoal com o divino.
O caderno nos convida a transcender o tempo e o espaço, a nos conectar com a fé que reside em cada um de nós. As palavras ecoam como um mantra, um convite à introspecção e à busca por um sentido maior na vida.
Em cada página, encontramos fragmentos de um caminho espiritual singular. Um testemunho de que a fé pode ser a bússola que nos guia em meio à escuridão, a luz que ilumina o caminho da salvação.
O caderno se transforma em um relicário de experiências, um tesouro de fé que transcende a материальных e nos conecta com a eternidade. Um lembrete de que a busca por Deus é uma jornada индивидуальная e intransferível, um caminho que se trilha com humildade e devoção.
Se você gostou deste texto, me diga! Há muito mais para explorar no universo da fé e da escrita.
ESCASSEZ DE CONSCIÊNCIA: (alusiva ao dia das águas)
Permitam-me encetar o texto com uma alusiva a um dos grandes "monstros sagrados" da Musica Popular Brasileira (MPB), que já na década de 1980, encantava o mundo interpretando uma das mais sugestivas letras de nossa musica contemporânea. O garboso Guilherme Arantes, gracioso cantor e compositor paulista, ganhador do segundo lugar do Festival Shell da MPB em 1981, com a música de sua autoria PLANETA ÁGUA. Alçando o Top 10 nas paradas brasileira, sendo uma das canções mais preferidas do público, sempre lembrada ao se tratar da preservação das águas. Talvez inspirando a data comemorativa ao dia mundial das águas, que em 21 de fevereiro 1993, foi oficialmente declarado e comemorado no Brasil para vinte e dois de março.
Porem, o que tem a ver musica com tais comemorações? Talvez não tenha, aparentemente, contudo, a abordagem ao assunto é apenas para nos reportarmos ao exercício da cidadania na educação da preservação do meio ambiente, na conscientização do uso racional de bens não permanentes, como a água. Há época, já existente na consciência destes poetas, conforme mostram suas obras. Talvez um prenúncio da história. Fato é que, 22 de março é alusivo ao dia internacional das águas. Uma das maiores riquezas naturais ou a maior que o planeta terra nos presenteou, e irracionalmente, o homem tem maculado essa verdadeira fonte de vida, usando-a de maneira incoerente, de todas as formas possíveis e imaginarias. Devastando as matas ciliares, provocando o assoreamento de rios e mananciais, consumindo-a indiscriminadamente e irresponsavelmente. A água é talvez, o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana desde seus primórdios, passando pela agricultura e indústria. Bem como, seculares valores culturais e religiosos em nossa sociedade. E sem duvidas, notadamente essencial, seja na essência vital dos seres vivos animais ou vegetais, e até mesmo como fator de produção de bens de consumo.
Estudos científicos determinam que 70% do nosso planeta são constituídos de água, desses, 3% são águas doce e, desses 3%, 98% são subterrâneas, significa dizer que a maioria da água potável existente no universo é mínima diante da quantidade total apropriada para o consumo humano.
Sabemos que na sociedade atual, a busca exacerbada pelo conforto resulta quase que indispensavelmente de um aumento considerável da necessidade de água.
E se não nos conscientizarmos de que devemos, sim, incontestavelmente, nos adequarmos ao bom uso desse bem tão precioso, num futuro próximo, iremos nos deparar com a maior catástrofe natural da história da humanidade. A falta de água consumível. Se não nos imbuirmos em educar as futuras gerações contra esse iminente mal, enfrentaremos conflitos entre nações por um bem que é de todos nós. E que, até o presente, não enxergamos o perigo em nossa frente; quando lavamos nossos veículos abusivamente ou lavando calçadas desnecessariamente, esses, entre outros, são pequenos gestos que poderão se transformar em gigantescos problemas.
No entanto, é de bom alvitre lembrar, que diante de tudo isso, aqueles que deveriam desenvolver políticas públicas de convivência com o problema, transformam-no numa indústria de captação de sufrágios.
Todavia, nesse dia alusivo à água, vamos irmanarmo-nos no intuito de respeitar, admirar e amar aquele que inspirou o titulo dessa matéria. O meu, o seu, o nosso: PLANETA ÁGUA e suas riquezas naturais.
O QUE É POLÍTICA?
O texto em apreço, fomenta apresentar alguns dos teóricos que se debruçaram com afinco a expressar o conceito de política com os quais vocês irão dialoga doravante. Em uma perspectiva do ponto de vista científico e do senso comum.
O conceito de política abordado pelo “senso comum”, propõe de maneira equivocada por assim dizer, uma política desinteressante, como algo corruptível e não aconselhável ao “cidadão de bem”, improprio aos jovens, especialmente, estudantes que devem unicamente estarem em sala de aula pois política não é lugar para estudantes. Em citação a Marilena Chauí em sua obra “Paradoxos da Política”.
De certo, uma vez perguntado acerca do assunto, as respostas são quase que unânimes respondidas com adjetivos depreciativos tais como: “Ah! Política é coisa de corrupto, é um meio de comercio, não é para cidadão de bem, não nos diz respeito e Etc.
Se abordada e discutida de forma racional, vai nos reivindicar uma leitura muito mais sadia e empolgante. Do ponto de vista teórico/racional, o conceito de política consiste em dizer que: Grosso modo a política surgiu e se desenvolveu quando da necessidade de representação do “homem” que vive em sociedade. Seu significado vem do grego “Politéia”, usada para referir-se à “polis”, cidade ou estado.
Porém, sugere a história que foram gregos e romanos os criadores da política. E destaca que o filosofo Aristóteles foi bastante ativo nesta forma de pensamento. Em uma de suas obras, “A política”, expressa a relação de poder e autoridade entre civilizações, suas relações interpessoais e a necessidade de um mediador à essas relações.
A política nasce em sua essência para representar os interesses de uma dada sociedade, e em um dado momento em que isso se faz necessário a fim de encontrar-se uma harmonia e coesão de seus “indivíduos”.
É, pois, uma atividade que surgiu da vida em coletividade e está diretamente ligada ao convívio social e os direitos de seus atores sociais. Surgiu para evitar os conflitos sociais e para garantir que cada ator social pudesse expressar suas ideias, pensamentos e diferenças.
No entanto, é de bom senso dizer que já convivemos com esse pensamento desde o medievo, quando já se a praticava, mesmo que inconscientemente entre as populações tribais e suas relações interpessoais e suas lutas em defesas territoriais.
Não obstante, podemos encontrar também essa premissa na obra “O príncipe de Maquiavel”, a quem podemos chamar de pai da Política moderna e seu conceito de política estatal. “Na qual o autor determina que o que move a política é a luta pela conquista e pela manutenção do poder”. E essa conquista só seria possível realizar-se com participação. E especialmente, dos jovens enquanto promissores agentes desse pensamento na luta pela resistências diuturna.
Doravante podemos enxergá-la como uma “ciência política”, área de pensamento que objetiva estudar os modelos de organização e funcionamento estatal.
Por conseguinte, não podemos esquecer que essa nova forma de pensamento tenha ganhado ênfase e institucionalidade ainda no sec. XIX, com os contratualistas: Hobbes, Lock e Rousseau. Quando passaram a compreender que o indivíduo em seu estado de natureza carece de uma mediação em sua relação “homem” natureza, a fim de evitar o conflito social e uma inevitável e sangrenta guerra pela sobrevivência em sua relação social.
No entanto, demanda pelo “pacto social”, momento em que se consolida a política enquanto instituição e mediador entre sociedade e estado. Concomitantemente, o núcleo do texto em discussão, consiste nas seguintes indagações: que relação pleiteamos enquanto educadores entre os jovens e a política em um contexto de governo e movimentos sociais? Porque eles não debatem política? Não se interessam ou são excluídos?
Todas essas interrogações se farão meras especulações, pura ilação ante o contexto sócio-político contemporâneo em que o “campus político” e seus “habitus” permeiam-se por excluir os jovens da seara política, com a pífia e arcaica dedução que são ainda imaturos e preservam comportamento “rebelde”. Discurso de atores político que reflete o pensamento de considerável parcela da sociedade plural.
A construção do texto, busca interagir com os jovens alunos, acerca de um maior entendimento e reflexão sobre um assunto vital na relação individuo sociedade. No entanto esse discurso que jovem não gosta de política, nos remete a fazer uma sensata relação de causa e efeito com o intuito de buscar respostas coerente e pertinentes a nossa realidade atual.
Todavia, entendo que a jovialidade e o pensamento crítico-reflexivo desses potenciais atores, só traria reflexos positivos e otimistas ao campo político-social. E para uma evolução racional de uma democracia saudável.
Mas, é certo dizer que não podemos declinar de cuidados para que não sejamos meros espectadores da metástase da corrupção e do projeto neoliberal que oferece riscos não só a hegemonia estatal, como ao salutar crescimento da democracia, para que ela não se torne uma tirania. Como bem disse o estadista Alexis Tocqueville em sua obra “A Democracia na América”.
E que essa política seja implementada com mais robustez à educação no país, especialmente, no tocante ao ensino médio e fundamental. É cintilante a dificuldade que sofrem os jovens que migram do ensino médio ao ensino superior dado a delgada preparação para a transição.
Por essa razão não é difícil vislumbramos jovens induzidos às ruas por uma causa alheia a seu pleno conhecimento. Por tanto, é de nossa inteira responsabilidade a cobrança de nossos direitos elementares, prerrogativas nossas contidas no art. 5º da CF, no que concerne a participação dos jovens na vida política ativa de sua sociedade. Especialmente, os jovens ruralistas que dispensam um maior engajamento aos movimentos sociais, haja vista possuírem menor acesso aos mecanismos pós-modernos.
E no contexto político atual, se tratando de país, essa máxima perde eficácia e macula sua essência ante os eventos de corrupção, quebra de decoro e escassez de políticas públicas que venham favorecer as minorias.
Portanto, podemos entender, que o conceito de política consiste em dizer seja um conjunto sistemático de ações, direitos e deveres que envolvem os campos socais e seus atores, e refere-se a uma ação que todos os indivíduos realizam quando se relacionam com o “poder”, do ponto de vista científico é aquilo que é público (coisa pública). Ainda que no contexto atual, e em razões do desvirtuamento de seus fins praticado pelos profissionais da política, essa propositura se divide em meros atores e espectadores.
Em suma, sinto a necessidade de conclusão com a seguinte propositura: “Nada é mais pobre e politicamente incorreto que uma sociedade em que seus jovens são analfabetos políticos por exclusão”.
Nicola Vital
GENOCÍDIO X ETNOCÍDIO (Discurso Oficial)
O texto em discussão, menciona a luta dos povos indígenas brasileiro acerca de seus direitos à terra e sua exploração. Manutenção de sua cultura e suas etnias. E propõe o declínio de quinhentos anos de segregação e execração àqueles atores sociais.
No entanto, não podemos ignorar que desde o Brasil colônia esta luta vem se perpetuando até a atualidade, para ser mais preciso, desde meados do século XVIII, momento em que se acirra e assume um caráter legalista por parte do Estado Monárquico através de leis forjadas para atender os interesses da classe dominante de então.
E diante desse contexto, os povos indígenas sempre foram submetidos a um patamar de submissão, exploração e cerceamento de direitos, pior, relegados ao abandono pelas autoridades e pela própria sociedade não indígena que por sua vez, apoiados em um discurso separatista e sectário, reivindicavam que os índios não deviam exercer nenhum poder de propriedade sobre as terras as quais, lhes pertenciam por natureza, alegando que eles não mais se identificavam como “puros”. Não obstante eram preguiçosos e ladrões, o que autorizava o sistema governamental em um processo de expropriação distribuí-la com os povos não indígenas e membros da coroa.
Todavia, somente através das ações do CIMI (Conselho indigenista missionário), aqueles sujeitos passam a galgar apoio em defesa de seus direitos elementares e, na busca de consolidação de seu perfil identitário. Uma vez que tudo fluía em antagonia à sua afirmação enquanto povos indígenas através de leis legitimadoras dessa barbárie. Era sob a égide desse discurso imposto pelo coroa que aqueles povos eram submetidos à toda sorte de desumanidade e cerceamento de direitos.
Muitas foram as lutas deflagradas contra o discurso oficial que também refletia na sociedade daquele contexto histórico a fim de subtrair suas terras, conquista natural e legitima daqueles atores, uma vez que os próprios, ali existiam bem antes daqueles que os colonizavam.
Sobretudo, é de bom alvitre dizer que toda essa saga de luta e resistência teve seu ápice de crueldade durante os famigerados anos de chumbo no apogeu dos governos autoritários do regime militar dos anos de 1964, em que esses povos foram brutalmente excluídos de seu habitat.
É permissível dizer quase extintos, para dar vazão ao capitalismo e interesses das mineradoras estrangeiras, latifundiários, grileiros e a agroindústria.
Momento em que essas entidades de apoio àqueles povos são fortemente perseguidas e dizimadas para favorecer outras de cunho oficial e caráter repressivo.
Concomitantemente, com o advento da constituição federal de 1988, em seu art. 231, capitulo VIII da “ordem social” uma demanda da sociedade civil organizada e rechaçada veementemente pela classe dominante através de seus representantes no congresso nacional, consegue, ainda que de modo “goela a baixo”, inserir no texto da carta direitos avançados em defesa dos indígenas, mesmo não estando a contento do que mereciam aqueles “indivíduos”, haja vista serem os mesmos, subjetivos, e que não os agracia em sua plenitude. Conforme propõe o texto da CF em seu artigo 231. Vejamos o que reflete o mencionado.
Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
§ 1º São terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.
§ 2º As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.
§ 3º O aproveitamento dos recursos hídricos, incluídos os potenciais energéticos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional, ouvidas as comunidades afetadas, ficando-lhes assegurada participação nos resultados da lavra, na forma da lei.
§ 4º As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis, e os direitos sobre elas, imprescritíveis.
§ 5º É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras, salvo, ad referendum do Congresso Nacional, em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população, ou no interesse da soberania do País, após deliberação do Congresso Nacional, garantido, em qualquer hipótese, o retorno imediato logo que cesse o risco.
§ 6º São nulos e extintos, não produzindo efeitos jurídicos, os atos que tenham por objeto a ocupação, o domínio e a posse das terras a que se refere este artigo, ou a exploração das riquezas naturais do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes, ressalvado relevante interesse público da União, segundo o que dispuser lei complementar, não gerando a nulidade e a extinção direito a indenização ou a ações contra a União, salvo, na forma da lei, quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa-fé.
Em suma, é plausível falar que esse discurso oficial perpassa as fronteiras do tempo e espaço, e se consubstancia na atualidade apresentando-se com moderna indumentária. Mas com o mesmo propósito de aniquilar essas etnias apresentando um modelo de dominação ainda mais pernicioso, configurado em uma associação entre o genocídio e o etnocídio perpetrado explicitamente e chancelado pelo aparelho estatal, no afã de mortificar a jovem democracia conquistada à duras penas em nosso país.
Deixando cintilante a existência de uma utopia quando se fala em “Emancipação Indígena” por assim dizer. Ante o que já fora mostrado acima no texto constitucional expresso.
ABORTO INDUZIDO, EXECRAÇÃO À VIDA HUMANA:
Devo encetar esse texto, abordando um assunto bastante polêmico desde sua essência em face de se tratar da concepção da vida humana, concessão de Deus, que tem sido banalizada de maneira inescrupulosa nos quadrantes do universo. Em se falando da vida. Bem sabemos que os governantes e setores da sociedade intelectual mundial, têm voltado suas atenções para um assunto de grande relevância e, que divide opiniões do público em geral, encontrando certa resistência junto às facções religiosas. Que é a famigerada legalização do aborto sem critérios. Provocado de forma Domestica, Química ou Cirúrgica. O que na minha ótica não se desvincula do crime de infanticídio que antes de ser previsto no código penal brasileiro fere de morte os princípios divinos e, que os defensores tentam rotular com uma terminologia evasiva ou confusa, ofuscando o assassinato, com o jargão “Interrupção Voluntária da Gravidez” ou “Direito de Decidir”. Decidir Sobre a vida de outrem, é incoerente e inconsequente.
Se partirmos do pressuposto que Jesus Cristo houvesse sido abortado, o que seriamos hoje? Ou talvez você não gozasse do conforto e comodidade de uma viagem aérea se Santos Dumont não tivesse sido concebido. Quem sabe você não estivesse agora lendo esse texto se o britânico Edward Jenner tivesse o direito de nascer suprimido pela insensatez daqueles que sem nenhum motivo plausível abomina a vida humana. Ou talvez não pudesse sequer mensurar os nossos prejuízos sem a existência de Carlos Chagas, Vital Brazil, Osvaldo Cruz e, outros personagens que ajudaram a escrever a boa história da humanidade. É certo que você está a si perguntar, e os tiranos? Qual Adolfo Hitler, Jack o estripador e outros gênios do mal que também tiveram o direito à vida? Todavia, aplicando-se o princípio do – IN DUBIO PRÓ RÉU é melhor absolver mil culpados que condenar um inocente.
Pensar que existem seres humanos contra a concepção da vida, o direito de nascer, é bestial e contraditório. Sendo assim, por que viemos ao mundo? Será que teus pais queriam frustrar-se do teu abraço? De participar do teu processo de crescimento e aprendizado? Por que não fazes uma autocrítica e te pergunta se escolherias ter sido abortado? Ah! É certo que não.
Só para reflexão daqueles que defendem a legalização de tão bárbaro crime, Poderíamos ainda está convivendo com o Apartheid na África se não estivesse existido Nelson Mandela. O que seria dos pobres excluídos de Madre Tereza de Calcutá? E como seria hoje o cristianismo sem ter existido o papa pop? Sem dúvidas, seriamos tristes sem a alegria e irreverência do baiano Carlinhos Brow. Outros viram, se sua arrogância não obstaculizar.
Ora! Será que não estaríamos interrompendo o nascimento do descobridor da cura de doenças mortíferas que assolam a humanidade? Ou quiçá, aquele que traria a paz ao mundo. Claro é conveniente aos governos e intelectuais, massificarem campanhas contra a vida, pois é bem mais barato induzir o aborto que honrar suas obrigações durante toda a vida do cidadão.
Deus nos agraciou com a vida, e não o direito a ceifa-la. Contudo o homem diante de todo seu egoísmo e insanamente, pensa em governar algo que não pertence ao seu vil e pretensioso reino.
Neste momento, ao perfazer o texto, me deleito com as afáveis melodias de Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Clara Nunes, Elis Regina, e outros nomes da música, da literatura, da arte como um todo e Etc, que ajudaram a escrever a história do Brasil e do mundo.
Um texto definindo o hoje
“Não, eu não sou apaixonável. Não faço o modelo preferido dos outros, não sou a mais desejada e muito menos a escolhida da maioria. Não agrado a todos e também não costumo me esforçar para isso. Sou um ser estranho, desastrada ao extremo e dez vezes mais complicada. Admiro os poucos que se adaptam ao meu jeito. Não sou fácil, hora tô de bem, hora tô emburrada. Mas se você fizer uma forcinha vai conseguir tirar um sorriso, e até mesmo um cafuné meu.”
Quantas e quantas vezes
você para para refletir
como amar alguém
com tanto amor assim?
Em meio aos problemas
em meio a tantas ilusões
é difícil prender dentro de mim
todas essas emoções.
Não está sendo tão fácil
mas tenho que prosseguir
não pensei que a vida
fosse tão difícil assim...
Mas com todas essas coisas
tenho muita convicção
que a minha fé nunca irá
deixar-me de mãos postas ao chão.
E tenho a esperança
que um dia irei dizer
como eu quero passar
o resto da minha vida com você!
Swing é sobre amor.
É sobre amar tanto uma pessoa até entender que ela não é uma propriedade sua.
É amá-la a ponto de colocar os desejos sexuais dela em primeiro lugar.
É ser feliz porque a pessoa amada está feliz, é curtir os momentos junto com ela, é ter prazer no prazer dela.
Swing, ao contrário do que muitos pensam, é amor. Muito amor.
"Ninguém sai de casa dizendo: 'hoje eu vou errar'. Não! Todos saem de casa na intenção de acertar! Fazemos dez coisas, erramos três e os jornais e a televisão só encontram os três defeitos. Esquecem as sete qualidades. Qual é o ser humano que vai progredir se não recebe estímulo, só receber cacetada? Cacetada da imprensa, cacetada da televisão. As pessoas fecham muitas portas para outras pessoas sem ao menos conhecê-las porque o 'homem' é vaidoso e alguns muito 'poderosos'... Mas quando se fecha uma porta, Deus abre uma janela. Sou vaidoso na minha condição de artista, mas não preciso ser poderoso. Sou poderoso na minha consciência. Quem tem razão, forte ou fraco, vence sempre. O bem sempre vence o mal. O mal vence por alguns minutos, vence por algum tempo. Mas bem sempre vence o mal. E não teríamos motivo na vida, mesmo que tudo acabe em pó, se o mal vencesse o bem. (
Deus do Paraíso
Que plantou Todas as árvores da Terra
Jesus Cristo, que secou a Figueira, que não deu bom fruto,
Línguas malditas,
Corações sem Deus,
Envenenaram as árvores até raiz
Recupera.
Recupera
Recupera
A maldita mão , que lançou o veneno e quebrou as pedreiras de Xango, caia.
Sua vida seja ruína, até pagares todos os prejuízos.
Dores no estômago o atormentem até plantares mais de três mil árvores.
Maldito. Maldito escárnio.
Ignara representante da humanidade.
Avarento maldito, cruel, mercenário, mesquinho, que corta árvores E não replanta,
Caia de joelhos. Implore perdão, sofra na sua dignidade, tenhas vergonha de si, que a dor de seus pés só finde após teres replantado mais de três mil árvores e revertido dinheiro para cuidado com as matas e florestas.
Abencoem meu pedido.
Por Deus,
Cala-te voz ofensora,
Mão Ladra e Predadora.
Invoco, com promessa de implantar melhorias e a paz, a
Jaqueira
Amendoeira
Jurema
o Carvalho
a Axis Mundi
e as Árvores de Toda Terra
Eu vos invoco!
Árvores que ligam a terra aos céus ,
Carvalho do Oráculo de Zeus, em Dodona,
Freixo sagrado Yggdrasil, das culturas nórdicas,
Figueira, embaixo da qual Buda se iluminou,
Sacerdotes e Guerreiros, Druidas e Celtas
Forças de Luz de Toda Terra e de Todo Espaço
O mundo foi criado DO INFINITO AMOR.
Baobás da África Toda,
Árvores da Vida,
Todas as Piteiras do Mundo,
Abencoa-nos.
Invoco TODOS os Xamãs da Terra e do Espaço,
Virola da Colômbia,
Encontrem TODOS os Deuses,
As árvores devem Ter VIDA e ser, imediatamente, replantadas e plantadas.
Idolos Sagrados do Candomblé ,
Ganeleira Branca ,
Jurema Preta,
Todos os Orixas, Gente do Bem , da Umbanda e do Candomblé, socorre as matas e florestas Todas.
Ordenem o imediato replantio e plantio,pelo Amor de Deus.
Oliveiras floridas de Atena,
Em toda Grécia,
Homem Universal , mediador entre o céu e a terra pelo pensamento,
Clareia a Mente , faz brilhar o pensamento, harmoniza e faz imperar respeito às matas fauna , florestas e a todos seres humanos.
Abençoada Toda Terra,
Samauma, Mãe das Florestas,
dos Ticunas,
Cablocos ,
e do Mestre Tom Jobim,
Sejam as matas e as florestas manto a abrigar toda fauna e a celebrar o canto de todos os pássaros.
Samaumas dos cemitérios indígenas
Socorrei-nos de nossa ignorância e orgulho ignóbil . Ninguém sobreviverá a vida.
Como a Mulher que carrega a força feminina matou, com veneno , a Árvore Mulher?
Como?
Geração de Sodoma E Gomorra reencarnados.
Não lhes dói a alma e a consciência?
Habitantes das Trevas,
RETIRAI-VOS.
RETIRAI-VOS.
RETIRAI-VOS.
Enquanto não plantares mais de três mil árvores, sejais atormentados dia e noite por esse ideia bendita.
Todos os pajés da Amazônia,
Curupiras todos, que defendem as matas e vivem nas Samaumas, cumpram seu valioso encargo e aticem os Policiais todos, Civil , Militar , Federal, Guardas e seguranças do meio smbiente, Todo o Ibama e seus burocratas, para cumprirem com rigor seu oficio contra destruição, os atos criminosos e comércio ilegal,imoral e fraudulento, valendo-se e lancados contra matas, florestas e nossa fauna!
Curupiras , zeladores das matas e das florestas, instigue-os a zelar , proteger e perseguir, impiedosamente, verdadeiramente , e com empenho, estes predadores humanos, vândalos e assaltantes das matas e florestas brasileiras.
Protegei-nos e iluminai-nos, todos, Senhor Deus.
Axis Mundi , liga a humanidade aos deuses;
Axis Mundi
regenera a humanidade,
regenera a humanidade,
regenera a humanidade.
Nirava Gulabo Beth com base total no texto ; IN ORIXÁS E ESSENCIA DIVINA., by Chris
Hoje é aniversário 🎂 de 3 anos "limpo" 🥳🥳🥳
Mas segundo nossa filosofia de N.A. o Só por Hoje é que conta!
Hoje não usei! 🎉 🥳
Não permita que as drogas (lícitas e ilícitas) definam o seu futuro e tirem a sua liberdade.
Nunca é tarde demais para escolher a vida, a família e o amor-próprio.
A fuga da realidade e da dor com alguma coisa oferece uma saída temporária para os seus problemas, só que elas acabam criando problemas ainda maiores e mais difíceis de resolver.
Não permita que isso escreva o resto da sua história!
A substância que te leva até as nuvens não te oferece paraquedas.
Que seu paraquedas reserva seja seu Poder Superior da maneira como você compreende, sua família e seus amigos 😉
Isso serve para nossa vida nas amizades em que encontramos no caminho da vd por isso nn devemos confiar nas pessoas elas podem ser mto ruim e acabar te afundando no poço, por isso smp revise suas amizades para isso nn acontecer com vcs como tenha acontecido cmg... Essa é a vd em que vivemos esse 2025 e até os próximos anos e dps até partir!
Quando adolescente sempre quis ser livre Tatuei no meu corpo pássaros que voava sem rumo, hoje adulta vejo que se livre de alguma forma me deixou presa no passado, no que nunca vivi, no que poderia ter vivido e no que quero viver. Às vezes penso estou triste porque estou carente? Ou sou carente por ser triste? Sei lá é só um pensamento não é mesmo?.
Ola.. não faz igual eu!! Eu arrependo todos os dias!! Ao perder um homem que eu amo tanto!! Não comenta seus erros. Diga conselhos dele , tudo mais.. ouve por favor. Não e fácil.. ele não aceita mais volta comigo. Ele é único minha vida. Eu preciso muito dele..me perdoa mesmo!!
Li certa vez um texto de Carlos Drummond de Andrade que falava sobre o encerramento de um ano para o início de 365 novas oportunidades. Que a pessoa que inventou essa divisão do tempo em períodos de anos era um gênio, pois assim conseguimos parar e avaliar o que fizemos e deixamos de fazer, e renovar as promessas para o ano que está para chegar. É como se fosse possível sair daquela rotina diária e contemplar os efeitos dessa época de festas.... Ficamos mais felizes. Com os sorrisos das crianças, com o brilho nos olhos daqueles que traçaram seus projetos. Se prestar bem atenção, verá a "terra respirar". Você pode ser o que quiser, mas para isso é preciso saber quem você é. É necessário limpar as gavetas, seja dos armários, do coração, da alma... Carregamos coisas inúteis que ocupam espaço imprescindível para viver a vida. Então, aproveitando essa época de festas, desejo que renovem o ser, que tenham sonhos possíveis de realizar, que a saúde infecte a todos sem clemência, que a paz reine em seus espírito, que sejam abençoados com a sabedoria Divina, e que a felicidade seja sempre uma constante em suas vidas... Boas festas!
Hoje na aula a prof deu um texto e pediu para que fizéssemos um comentário sobre ele (O QUERERES - Caetano Veloso).Então fiz meu comentário. A prof perguntou entao se eu já havia dado aula. Bem, não dei não professora, mas quando o assunto é amor, eu já sou formada e especializada... Qualquer um, quando ama, sabe falar de amor.
Esses dias eu lia um texto sobre amar nossas idealizações e, fiquei pensando no meu atual momento. Confesso que me apaixonei pelo sorriso, pela conexão (que talvez só eu sentia), pelo caráter, humor, inteligência, etc, muitos etc. Mas eu também me apaixonaria pela fragilidade, pela vulnerabilidade, porque isso é o que também nos torna humanos, e como eu sou encantada pelo que é humano... Não precisava ter fugido, nem de mim, nem de si. Eu não posso curar, mas eu posso estar aqui, pra dividir às dores do peito.
""O Ciclo do amor moderno". Algo pra falar sobre esse texto? Apenas que resumiu e enquadrou todos os casos de amor nos dias atuais. Todos? Sim, todos. Todos porque não passa de um clichê toda essa história. As pessoas não têm mais criatividade e nem vontade de amar de verdade. Quem tem, tem medo! Medo de arriscar porque alguma vez na vida já passou por esse "ciclo do amor moderno" e se machucou. São poucos os que amam e não fazem disso apenas um status. Porque o desfecho de toda essa farra terá sempre um maior número de pessoas que foram magoadas do que um número de pessoas que foram felizes. Com exceção de você que faz isso e acha que está feliz... Acha! Até você descobrir que o único iludido de toda essa "felicidade fácil" é você!" ( Carol Torres )
E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. Não importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, não percebemos mas tudo o que se escreve e já se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse próprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platônicas e quem sofre, crê ser um legítimo Bukowski ou a própria Tati Bernardi. Não os vejo, não julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.
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