Texto sobre Sol
Você veio pela metade,
como um dia nublado,
não sabia se fazia sol ou se chovia.
Meio sem querer,
Igual um entorpecente,
Fixado em meu ser,
Tornando-me dependente
dessa tua meia vida.
E ao partir,
levou consigo um pedaço de mim.
Agora, anseio por ir até você,
extrair uma porção de ti,
trazê-la para dentro de mim
readquirindo o que levou daqui.
Nesse desencontro sem despedida,
busco curar essa saudade,
do que poderia vir a ser,
daquilo que a gente não viveu.
Em cada linha não escrita,
guardo um suspiro, uma vontade
de reescrever a nossa história,
mesmo que seja apenas de uma hora.
Já vi o sol nascer quadrado
Já adormeci em pleno desespero
Já mendiguei amor e fui muito ignorada
Já carreguei nos ombros o peso das lágrimas e
da dor do desapego
Já sofri demais vendo ir embora quem mais me cuidava e me dava abrigo
Já me perdi em busca do meu próprio sossego
Já me doei demais e de volta só recebi ingratidão
e desespero ...
Ah...
Já chorei demais !
Acho que por isso ...
Sou tão teimosa em florescer !
Insisto sim na leveza da alma
Pois somente ela ...
É quem me tem feito
seguir
sorrir
amanhecer!
Por mais que meus passos insistam em
se perder
Por mais que meu sol invista em
me escurecer
Por mais que a vida tente
de mim esquecer
Por mais que eu me perca
em grandes amores
Por mais que não enxergue
a beleza das cores
Por mais que eu não me vista
mais de flores ...
Sempre amanheço ,
volto ao lugar ,
venço meus dramas e
esqueço minhas
dores.
o sol desabrochou feito orquídea no verão
o mar se ondulou e fez o barco sumir da imensidão
é a vida que soar meu coração
de amor, de amor
Ventos que sopram os cabelos da menina que se engraça
Feito passos de gente no calçadão que vai e vem
A delícia de se não ter ninguém
de amor, de amor
O sol nasce depois das lágrimas da noite
aquece depois de madrugadas de ventanias
E, nós, inebriados pela magia
de amor, de amor
Na euforia
dos primeiros raios
de sol fechei meus
olhos e fiz uma oração:
Senhor abençoa a vida
de cada pessoa que ler
essa mensagem, enche
seu coração de alegria
e paz, abençoa a sua
casa, seu trabalho e a
sua familia. Que ela
tenha otimismo, fé
e esperança para
vencer esse dia que
acaba de nascer.
O sol se inclina no horizonte,
e a Base de Santa Cruz silencia por um instante...
Não é o som das armas que domina o ar,
mas o pulsar de dois corações que escolheram caminhar juntos.
Hoje, diante dos irmãos e irmãs de farda,
somos testemunhas de algo que nenhuma patente explica:
o amor força que nenhuma guerra vence, e nenhum comando apaga.
Loba Hanson e Ravenna Leatrice...
duas almas forjadas na disciplina,
lapidadas na dor,
e elevadas pela coragem.
Hoje não há hierarquia entre vocês.
Não há posto, nem comando
apenas o sagrado laço de duas vidas que se reconhecem.
O amor é o mais nobre dos pactos,
e esta cerimônia não marca o início de uma caminhada,
mas o reencontro de duas almas que sempre pertenceram uma à outra.
Loba — que carrega em si a bravura e o instinto de proteção.
Ravenna — que traz na alma a sabedoria e a chama serena.
Juntas, formam o equilíbrio perfeito entre força e ternura,
razão e sentimento,
guerra e paz.
Que este laço seja luz nos dias escuros,
escudo nas horas de batalha,
e abrigo quando o mundo lá fora se tornar frio demais.
Bênção poética
Então que o vento leve o nome de vocês
para além dos muros da Base,
e que os céus de Santa Cruz testemunhem esta união.
Que as estrelas desta noite guardem suas promessas,
e que, onde houver escuridão,
seja o amor de vocês a primeira luz que se acende.
Pelo poder que me é confiado,
sob o olhar do Alto Comando e sob a benção do próprio destino,
declaro:
Loba Hanson e Ravenna Leatrice unidas pelo amor, seladas pela coragem, e eternas sob o símbolo de Santa Cruz.
🕊️✨
Que viva o amor, e que jamais falte honra ao coração que escolhe amar.
Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.
Às vezes, a noite chega antes mesmo do sol ir embora.
Não porque o dia acabou…
mas porque a cabeça cansa.
E ali, deitado, o coração corre uma maratona que ninguém vê.
A mente fala demais, o peito aperta,
e o corpo só quer descansar, mas o sono não vem.
É nessa hora que o travesseiro vira confidente.
Ele escuta sem julgar,
absorve cada lágrima escondida,
cada pensamento que eu não tenho coragem de dizer em voz alta.
E eu falo com ele, como quem fala com um velho amigo.
Conto o que dói, o que assusta, o que eu não entendo.
Ele não responde,
mas, de algum jeito, parece compreender.
O que eu esqueço, às vezes, ou talvez não queira perceber, é que tem alguém que eu conheço,
alguém que realmente quer me ajudar.
Mas a ansiedade é traiçoeira:
ela me convence de que ninguém ficaria,
de que ninguém entenderia.
E, assim, eu abraço o travesseiro mais uma vez,
pedindo em silêncio pra mente se acalmar.
O que eu ainda estou aprendendo
é que existe gente que quer ajudar de verdade,mesmo quando eu não percebo.
Gente que não quer curar o que sinto,
só quer ficar do meu lado enquanto eu passo por isso.
Talvez um dia eu consiga olhar pra essa pessoa
com o mesmo carinho com que olho pro meu travesseiro.
E, quem sabe, finalmente entenda
que o amor também pode ser um abrigo.
E No Entanto, É Bom Amar
E todas as mulheres que amei foram como janelas abertas para o sol. Em cada uma,eu vi o infinito — não o infinito delas, mas o do amor mesmo, que é maior que qualquer um de nós. Elas eram a claridade que não se explica, a verdade que não precisa de palavras.
E quando seus olhos me olhavam, e só enxergavam a fração,o pouco, a sombra, eu não me entristeci por muito tempo.
Pois aprendi que o amor não pede licença para ser completo. Ele não exige que nos vejam por inteiro para que seja real.
E ah, como é bom amar! Como é sublime sentir o peito arder mesmo que só de um lado. Como é profunda a felicidade que não depende do espelho que o outro segura.
A completude não está em ser entendido, mas em entender o amor que nos habita. A alegria não está em ser amado com grandeza, mas em amar grandemente.
E se eu pudesse falar uma última coisa a todas elas, diria apenas:
Obrigado por terem sido a luz que me fez enxergar o amor que eu mesmo carrego.
Pois no fim, a maior felicidade é poder sentir, seja como for, e ainda que sozinho, o milagre simples e eterno de amar.
Nós já estamos no Ciclo Lunissolar(Alinhamento do Sol com a Lua, um Ciclo muito raro de acontecer) que se iniciou no dia 7 de setembro de 2021(5782 que é o ano no calendário hebraico) e termina em setembro em 2040 com um intervalo de 19 anos por Ciclo, esse Ciclo representa o período da Volta do Cristo Nazareno que é o "dia do Senhor" ou "dia do Juízo final" ou "Ano aceitável do Senhor" ou "Era Messiânica", onde o Mashiach Ben
David(Rei Messias) como os Judeus kabalistas praticantes da torá acreditam que ele irá voltar nesse Ciclo que é o tempo e as estações que Cristo falava ao Apóstolo São Pedro e os demais que estiveram próximo dele relatado no livro de Atos dos Apóstolos Cap. 1:7.
SEXTOU
O sol se despede, dourando o horizonte,
A semana se curva, cansada, ao crepúsculo.
Nas ruas, murmúrios de liberdade,
A cidade respira um alívio coletivo.
SEXTOU, o grito ecoa nas almas,
Como um pássaro que se liberta da gaiola.
Os relógios se tornam cúmplices,
Marcando o início de um sonho compartilhado.
A noite veste seu manto estrelado,
Promessas de risos e encontros ao luar.
Os corações dançam ao ritmo da esperança,
Embalados por melodias de alegria.
SEXTOU, o tempo se dilata,
Os minutos se tornam eternos instantes.
A rotina se dissolve em brumas,
Dando lugar ao improviso e à magia.
Os bares são templos de celebração,
Onde brindes selam pactos de felicidade.
A vida se revela em cores vibrantes,
Num quadro pintado com tintas de eternidade.
SEXTOU, a alma se renova,
Como a lua que se refaz a cada ciclo.
O fim de semana é um oásis,
Onde descansamos e nos reencontramos.
Então, celebremos a sexta,
Com a leveza de quem sabe viver.
SEXTOU, é o mantra que nos guia,
Para um amanhã repleto de possibilidades.
Roberval Pedro Culpi
MANHÃ DE INVERNO
Amanhece o dia de inverno, Nasce o sol dourado no horizonte, Antevendo um dia frio e iluminado, Onde o brilho aquece o coração errante.
Os raios tímidos tocam a terra, Despertando a natureza adormecida, Em cada folha, um reflexo de esperança, No ar gelado, a promessa de um novo dia.
O céu se pinta de cores suaves, Um espetáculo de luz e serenidade, E mesmo no frio, há calor na alma, Pois o sol, com seu ouro, traz felicidade.
Roberval Pedro Culpi
*VINCULOS VERDADEIROS,A FORCA DA AMIZADE.
Naquele dia especial, o sol brilhava radiante no céu azul, refletindo a felicidade que tomava conta do meu coração. Foi quando conheci Elaine, uma presença luminosa que inundou minha vida com a mais pura alegria. Seus olhos brilhavam como estrelas em uma noite de verão, e seu sorriso era como um raio de luz em meio à escuridão.
A amizade dela tocou minha alma de uma maneira que eu não experimentava há anos. Cada risada compartilhada era como uma melodia suave que ecoava na minha mente, trazendo conforto e alegria. Seus gestos gentis e palavras calorosas criaram um laço tão profundo que parecia ter sido tecido pela própria vida.
Nossos dias juntas eram como pinturas vivas, cheias de cores vibrantes e detalhes encantadores. Ao seu lado, eu me sentia verdadeiramente eu mesma, sem medo de mostrar minhas vulnerabilidades e autenticidade. A cada conversa, mergulhávamos em um oceano de emoções, compartilhando sonhos, medos e esperanças.
Elaine trouxe à minha vida uma nova perspectiva, uma renovação de sentimentos há muito adormecidos. Sua presença iluminou meu caminho de uma forma que eu nunca imaginei. E naquele dia em que nos conhecemos, percebi que a amizade verdadeira é um presente valioso que ilumina nossos dias mais sombrios e nos lembra do poder do amor e da conexão.
Que o sol aqueça sua manhã com paz e esperança.
Mas que, mais do que isso,
ele te lembre do que ainda mora aí dentro:
uma força suave, uma fé quieta,
um coração que insiste em florir,
mesmo quando ninguém vê.
Que hoje seja dia de respirar fundo,
olhar o céu com gratidão
e se permitir recomeçar —
mesmo que seja só por dentro.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
CHUVA
Respinga molhando a terra
O friozinho no fim da tarde
Céu nublado, falta do Sol
Assim o dia se encerra.
Da vegetação, cheiro de hortelã
Nos convida a abrir a janela
Por hoje, continua a chuva
Talvez, o Sol apareça amanhã.
O tempo passa com alegria
A natureza abraça a terra
Sussurrando uma poesia.
Eu por aqui vou ficando
Hora de dormir, boa noite
Deus nos abençoando.
Irá Rodrigues.
Onde você estiver
Olhei lá fora e, por um instante,
Parecia tão perto o sol,
Quase ao nosso alcance.
O mundo girava sob a luz do farol.
Por um instante, um segundo,
Nos afastamos da realidade amarga.
Observei seu sono profundo,
O silêncio e a paz que tanto sonhava.
Vi reflexos de nós dois:
Éramos crianças correndo entre rosas brancas,
Sem pressa e sem pensar no depois.
Tantas eram nossas esperanças.
Eu sei, fábulas douradas não existem.
Essa razão, barulhenta, que nos impede,
Mas nosso sono resiste,
E em silêncio nosso sonho persiste.
Fomos condenados pelas ilusões,
Presos em correntes invisíveis.
Procuramos encontrar inspirações
Em todas as formas de amores impossíveis.
Mentira, verdade — não importam agora,
Se permita sair do chão.
Há um mundo todo lá fora...
Não solte minha mão.
Se temes voar sem direção,
Ziguezagueando pelo mundo,
Fecha os olhos, segue o coração:
Estamos juntos.
Vamos viajar
Nos meus e teus sonhos.
Nada pode nos parar,
Tudo faz parte do plano.
A cada amanhecer,
Escrever novos dias.
Podemos morrer e renascer,
Criando novas fantasias.
Mas, se não vier,
Me permita ser memória.
Onde você estiver,
Você sempre será eterna em minha história.
Novo Amanhecer
Novo Amanhecer
O sol rompe a noite fria,
Trazendo luz, trazendo dia.
Cada alma que brilha, calma e forte,
Carrega consigo sua própria sorte.
Quem vem com mão de sombra e dor
Não apaga o sol, nem o fulgor
Da chama que dentro de ti vive:
Essa, só tua luz acende e escreve.
Sorri ao mundo, ser iluminado!
Teu brilho interno, bem guardado,
Nem a escuridão mais insistente
Rouba a luz do nascente.
Pois o bem que há em ti, completo,
É raiz, é sol, é puro afeto.
E o mal que passa, vento leve,
Não derruba o que
a luz tece e eleva.
O sol rompe a noite fria,
Trazendo luz, trazendo dia.
Cada alma que brilha, calma e forte,
Carrega consigo sua própria sorte.
Quem vem com mão de sombra e dor
Não apaga o sol, nem o fulgor
Da chama que dentro de ti vive:
Essa, só tua luz acende e escreve.
Sorri ao mundo, ser iluminado!
Teu brilho interno, bem guardado,
Nem a escuridão mais insistente
Rouba a luz do nascente.
Pois o bem que há em ti, completo,
É raiz, é sol, é puro afeto.
E o mal que passa, vento leve,
Não derruba o que a luz tece e eleva.
Sonhos de Luz e Bem-Querer
O sol beija a terra com seu abraço dourado,
E o canto dos pássaros, um doce som encantado.
O vento sussurra segredos entre as folhas a dançar,
Deixando o coração feliz, pronto para amar.
As nuvens pintam o céu, em seu balé de algodão,
Transformando o dia em pura alegria e gratidão.
A brisa suave, um carinho a passar sem fim,
E neste jardim florido, encontro meu abrigo.
A vida se revela em cores vibrantes, sem igual,
Um arco-íris de encantos, um presente celestial.
Em seus olhos, a paz que me faz sonhar,
Um sonho, um deleite, em cada olhar.
Que a esperança floresça em cada amanhecer,
E o amor nos guie em tudo que vamos fazer.
Trilhando um caminho leve e seguro,
De um amor lindo, doce e transparente, puro.
E assim, a vida se faz bela, um eterno bem-querer.
Enquanto o dia infinito sem sol se arrastava, eu piscava devagar para o teto rachado, onde aranhas teciam teias preguiçosas como minhas próprias desculpas. "A banda parar de tocar", murmurava para mim mesmo, ecoando aquela frase quebrada que o usuário jogara, talvez um erro de digitação, talvez um grito abafado de uma mente cansada como a minha. Mas que banda? A orquestra invisível da vida, com seus violinos desafinados e tambores surdos, que nunca parava de martelar na cabeça, mesmo quando eu implorava pelo silêncio?
Sozinho no sofá que cheirava a mofo e memórias podres, eu rolava para o lado, evitando o esforço de acender a luz. Amargo era o resíduo do café na língua, misturado ao gosto metálico da derrota autoimposta. A preguiça me ancorava, uma âncora enferrujada no fundo, de um mar de nada, onde peixes mortos flutuavam como promessas quebradas. Por que me mexer? O mundo lá fora, com suas corridas e risos forçados, não sentia minha falta e eu, solitário rei de um reino vazio, não sentia falta dele.
Deixei os pensamentos vagarem como nuvens cinzentas, preguiçosos demais para chover. O tigre flamejante?
Agora era só um gatinho ronronando debilmente, sua fúria dissipada no ar úmido. A morte, ah, ela demorava, preguiçosa como eu, talvez deitada em seu próprio sofá eterno, esperando que eu a chamasse. Mas eu não chamava. Somente esperava, no vazio que se expandia, engolindo horas como um buraco negro faminto. Continuei assim, ou melhor, parei de continuar porque no fim, o que era a história senão uma sucessão de nadas, amargos e solitários, ecoando até o silêncio final.
Retinas e vidraça
O dourado do pôr do sol ficará retido
em minhas retinas e memória.
Todas as imagens juntas.
Desde que nasci, ainda menina,
Sentava-me no chão e, ao pé da cama de meus pais,
privilegiada visão do todo me invadia.
Olhos fixos na vidraça e muito além,
Sob o astro rei que reluzia -
eu confirmava, ainda pequena:
__ É redondo como uma laranja, enorme como o fim do mundo e o começar dos tempos!
2021
💔 Bom Dia e a Realidade Cruel, Meu Amor
Bom dia. Eu espero sinceramente que, apesar de mim, o sol consiga te alcançar hoje.
Olha para a vida com clareza, meu amor. A verdade é dura, mas necessária: a vida é implacavelmente justa. Não espere que Deus te dê o que você deseja – Ele te entrega, com frieza, apenas o que você precisa para seguir em frente.
Eu sou, e sempre serei, apenas um capítulo curto, talvez uma nota de rodapé na sua biografia. E é exatamente por isso que eu te imploro: não me dê o seu tudo.
Preste atenção em cada vírgula deste tempo, mas não se anule por essa história. Você precisa de ar.
Porque o amor, no final das contas, é uma ferida aberta. Ele dói quando a rotina esmaga o extraordinário, quando a familiaridade se torna um peso. Dói quando os "bom dia" se tornam meros ecos vazios, e as ligações noturnas, que costumavam ser salvação, agora são apenas um lembrete frio de que você ainda está ali.
Não se apegue a essa dor futura, meu bem.
Eu não serei seu porto seguro para sempre; talvez eu seja a tempestade que te ensina a nadar sozinho(a).
Melhor que a gente não se perca por completo em algo que, no fundo, já tem um fim escrito.
