Texto sobre Sol
SEXTOU
O sol se despede, dourando o horizonte,
A semana se curva, cansada, ao crepúsculo.
Nas ruas, murmúrios de liberdade,
A cidade respira um alívio coletivo.
SEXTOU, o grito ecoa nas almas,
Como um pássaro que se liberta da gaiola.
Os relógios se tornam cúmplices,
Marcando o início de um sonho compartilhado.
A noite veste seu manto estrelado,
Promessas de risos e encontros ao luar.
Os corações dançam ao ritmo da esperança,
Embalados por melodias de alegria.
SEXTOU, o tempo se dilata,
Os minutos se tornam eternos instantes.
A rotina se dissolve em brumas,
Dando lugar ao improviso e à magia.
Os bares são templos de celebração,
Onde brindes selam pactos de felicidade.
A vida se revela em cores vibrantes,
Num quadro pintado com tintas de eternidade.
SEXTOU, a alma se renova,
Como a lua que se refaz a cada ciclo.
O fim de semana é um oásis,
Onde descansamos e nos reencontramos.
Então, celebremos a sexta,
Com a leveza de quem sabe viver.
SEXTOU, é o mantra que nos guia,
Para um amanhã repleto de possibilidades.
Roberval Pedro Culpi
MANHÃ DE INVERNO
Amanhece o dia de inverno, Nasce o sol dourado no horizonte, Antevendo um dia frio e iluminado, Onde o brilho aquece o coração errante.
Os raios tímidos tocam a terra, Despertando a natureza adormecida, Em cada folha, um reflexo de esperança, No ar gelado, a promessa de um novo dia.
O céu se pinta de cores suaves, Um espetáculo de luz e serenidade, E mesmo no frio, há calor na alma, Pois o sol, com seu ouro, traz felicidade.
Roberval Pedro Culpi
*VINCULOS VERDADEIROS,A FORCA DA AMIZADE.
Naquele dia especial, o sol brilhava radiante no céu azul, refletindo a felicidade que tomava conta do meu coração. Foi quando conheci Elaine, uma presença luminosa que inundou minha vida com a mais pura alegria. Seus olhos brilhavam como estrelas em uma noite de verão, e seu sorriso era como um raio de luz em meio à escuridão.
A amizade dela tocou minha alma de uma maneira que eu não experimentava há anos. Cada risada compartilhada era como uma melodia suave que ecoava na minha mente, trazendo conforto e alegria. Seus gestos gentis e palavras calorosas criaram um laço tão profundo que parecia ter sido tecido pela própria vida.
Nossos dias juntas eram como pinturas vivas, cheias de cores vibrantes e detalhes encantadores. Ao seu lado, eu me sentia verdadeiramente eu mesma, sem medo de mostrar minhas vulnerabilidades e autenticidade. A cada conversa, mergulhávamos em um oceano de emoções, compartilhando sonhos, medos e esperanças.
Elaine trouxe à minha vida uma nova perspectiva, uma renovação de sentimentos há muito adormecidos. Sua presença iluminou meu caminho de uma forma que eu nunca imaginei. E naquele dia em que nos conhecemos, percebi que a amizade verdadeira é um presente valioso que ilumina nossos dias mais sombrios e nos lembra do poder do amor e da conexão.
CHUVA
Respinga molhando a terra
O friozinho no fim da tarde
Céu nublado, falta do Sol
Assim o dia se encerra.
Da vegetação, cheiro de hortelã
Nos convida a abrir a janela
Por hoje, continua a chuva
Talvez, o Sol apareça amanhã.
O tempo passa com alegria
A natureza abraça a terra
Sussurrando uma poesia.
Eu por aqui vou ficando
Hora de dormir, boa noite
Deus nos abençoando.
Irá Rodrigues.
Novo Amanhecer
Novo Amanhecer
O sol rompe a noite fria,
Trazendo luz, trazendo dia.
Cada alma que brilha, calma e forte,
Carrega consigo sua própria sorte.
Quem vem com mão de sombra e dor
Não apaga o sol, nem o fulgor
Da chama que dentro de ti vive:
Essa, só tua luz acende e escreve.
Sorri ao mundo, ser iluminado!
Teu brilho interno, bem guardado,
Nem a escuridão mais insistente
Rouba a luz do nascente.
Pois o bem que há em ti, completo,
É raiz, é sol, é puro afeto.
E o mal que passa, vento leve,
Não derruba o que
a luz tece e eleva.
O sol rompe a noite fria,
Trazendo luz, trazendo dia.
Cada alma que brilha, calma e forte,
Carrega consigo sua própria sorte.
Quem vem com mão de sombra e dor
Não apaga o sol, nem o fulgor
Da chama que dentro de ti vive:
Essa, só tua luz acende e escreve.
Sorri ao mundo, ser iluminado!
Teu brilho interno, bem guardado,
Nem a escuridão mais insistente
Rouba a luz do nascente.
Pois o bem que há em ti, completo,
É raiz, é sol, é puro afeto.
E o mal que passa, vento leve,
Não derruba o que a luz tece e eleva.
Sonhos de Luz e Bem-Querer
O sol beija a terra com seu abraço dourado,
E o canto dos pássaros, um doce som encantado.
O vento sussurra segredos entre as folhas a dançar,
Deixando o coração feliz, pronto para amar.
As nuvens pintam o céu, em seu balé de algodão,
Transformando o dia em pura alegria e gratidão.
A brisa suave, um carinho a passar sem fim,
E neste jardim florido, encontro meu abrigo.
A vida se revela em cores vibrantes, sem igual,
Um arco-íris de encantos, um presente celestial.
Em seus olhos, a paz que me faz sonhar,
Um sonho, um deleite, em cada olhar.
Que a esperança floresça em cada amanhecer,
E o amor nos guie em tudo que vamos fazer.
Trilhando um caminho leve e seguro,
De um amor lindo, doce e transparente, puro.
E assim, a vida se faz bela, um eterno bem-querer.
Enquanto o dia infinito sem sol se arrastava, eu piscava devagar para o teto rachado, onde aranhas teciam teias preguiçosas como minhas próprias desculpas. "A banda parar de tocar", murmurava para mim mesmo, ecoando aquela frase quebrada que o usuário jogara, talvez um erro de digitação, talvez um grito abafado de uma mente cansada como a minha. Mas que banda? A orquestra invisível da vida, com seus violinos desafinados e tambores surdos, que nunca parava de martelar na cabeça, mesmo quando eu implorava pelo silêncio?
Sozinho no sofá que cheirava a mofo e memórias podres, eu rolava para o lado, evitando o esforço de acender a luz. Amargo era o resíduo do café na língua, misturado ao gosto metálico da derrota autoimposta. A preguiça me ancorava, uma âncora enferrujada no fundo, de um mar de nada, onde peixes mortos flutuavam como promessas quebradas. Por que me mexer? O mundo lá fora, com suas corridas e risos forçados, não sentia minha falta e eu, solitário rei de um reino vazio, não sentia falta dele.
Deixei os pensamentos vagarem como nuvens cinzentas, preguiçosos demais para chover. O tigre flamejante?
Agora era só um gatinho ronronando debilmente, sua fúria dissipada no ar úmido. A morte, ah, ela demorava, preguiçosa como eu, talvez deitada em seu próprio sofá eterno, esperando que eu a chamasse. Mas eu não chamava. Somente esperava, no vazio que se expandia, engolindo horas como um buraco negro faminto. Continuei assim, ou melhor, parei de continuar porque no fim, o que era a história senão uma sucessão de nadas, amargos e solitários, ecoando até o silêncio final.
💔 Bom Dia e a Realidade Cruel, Meu Amor
Bom dia. Eu espero sinceramente que, apesar de mim, o sol consiga te alcançar hoje.
Olha para a vida com clareza, meu amor. A verdade é dura, mas necessária: a vida é implacavelmente justa. Não espere que Deus te dê o que você deseja – Ele te entrega, com frieza, apenas o que você precisa para seguir em frente.
Eu sou, e sempre serei, apenas um capítulo curto, talvez uma nota de rodapé na sua biografia. E é exatamente por isso que eu te imploro: não me dê o seu tudo.
Preste atenção em cada vírgula deste tempo, mas não se anule por essa história. Você precisa de ar.
Porque o amor, no final das contas, é uma ferida aberta. Ele dói quando a rotina esmaga o extraordinário, quando a familiaridade se torna um peso. Dói quando os "bom dia" se tornam meros ecos vazios, e as ligações noturnas, que costumavam ser salvação, agora são apenas um lembrete frio de que você ainda está ali.
Não se apegue a essa dor futura, meu bem.
Eu não serei seu porto seguro para sempre; talvez eu seja a tempestade que te ensina a nadar sozinho(a).
Melhor que a gente não se perca por completo em algo que, no fundo, já tem um fim escrito.
Hoje o dia amanheceu assim, cheio de cores, umidade, flores e saudades. O sol se erguia lentamente no horizonte, tingindo o céu de tons alaranjados e rosados, como se quisesse aquecer não apenas a terra, mas também os corações que, como o meu, permaneciam frios e nostálgicos. Acordei lembrando meus amores, minhas paixões presas num passado distante, como espectros que produzem lágrimas. As lembranças dançavam em minha mente, figuras etéreas que se moviam entre os raios de luz que entravam pela janela. Senti o perfume das flores que enfeitavam o jardim e, por um instante, a brisa suave trouxe de volta os sorrisos de quem já se foi.
As lembranças são doces, a saudade é uma dor boa, um aperto, uma lágrima que insiste em não rolar. O tempo já passou, mas minha alma ficou encalhada algures, perdida em um mar de recordações. Lembro-me de tardes ensolaradas, risadas compartilhadas e promessas sussurradas ao vento. Cada momento vivido se tornava um tesouro, mas também uma âncora que me prendia ao passado. Num tempo em que o sol da manhã trazia sorrisos e alegria de viver, a vida parecia mais simples, mais leve. Os problemas eram pequenos diante da imensidão do amor que sentia, um amor que pulsava forte e iluminava cada canto da minha existência. Mas, como todas as coisas boas, esse tempo também passou, deixando apenas o eco de sua presença.
Vou te amar para sempre... como prometi um dia, só não sabia que essa promessa era por demais pesada e eu agora sou escravo desta dor de te amar e não te ver. Cada dia é um lembrete da ausência, um lembrete de que o amor, embora eterno, pode ser cruel. A falta que você faz é um vazio que não consigo preencher, um espaço que ecoa sua risada, seu olhar. Não te encontrar e, às vezes, nem lembrar de você é um paradoxo angustiante. Às vezes, a memória se apaga, e a dor se torna insuportável. Outras vezes, cada detalhe volta com força, como se o tempo não tivesse passado, e eu me vejo novamente preso àqueles momentos, como se ainda estivéssemos juntos, como se a distância não existisse.
E assim, neste dia colorido, continuo a viver entre sombras e luzes, entre a saudade e a esperança, sabendo que, embora você não esteja aqui, meu amor por você é a única certeza que me resta.
“Welwitshia”
Ainda que não haja sol,
eu sei que não estarei só.
Nada me impedirá, de só,
contigo ficar.
Imaginar um futuro sem ti,
nada mais é do que um abismo sem fim.
Ganhaste o meu respeito e a minha admiração, e lá mais a frente
levaste contigo tambem o coração.
Rico me sinto por ter-te,
Desesperado sinto-me quando não vejo-te.
Ouço a tua voz quando não lá estás,
vontade de muitas ter,tinha lá atrás, e hoje!
Apenas uma presença me satisfaz.
Junto de mim sempre! Eu te quero ter,
não ver-te é como tirar-me o amanhecer.
Os Extremos.
Você é o sol que nasce sem pedir licença
Eu sou a luz que cresce junto e se mistura no mesmo céu
Você é o fogo que aquece
Eu sou a chama que responde, e juntos viramos incêndio
Você é o toque que fala sem precisar de som
Eu sou o arrepio que entende a língua da tua pele
Você é o verso calmo no meio do livro
Eu sou a pausa que dá sentido à palavra
Você é o vinho tinto, suave e cheio de mistério
Eu sou o gole lento que sente cada nota e devolve o mesmo calor
Você é o mar aberto, infinito e livre
Eu sou a corrente que te puxa pra dentro e te faz querer ficar
Você é o riso no meio da confusão
Eu sou o olhar que sorri junto, sem precisar explicar
Você é o vento que bagunça o cabelo
Eu sou o corpo que fecha os olhos pra sentir mais
Você é o corpo que dança sem medo do ritmo
Eu sou o passo que segue e inventa o compasso
Você é a calmaria depois da tormenta
Eu sou o silêncio que vem antes da paz
Você é o amanhecer em tom dourado
Eu sou o pôr do sol que pinta o fim com a mesma cor
Você é o canto da cidade viva
Eu sou o eco que responde do outro lado, afinado com teu som
Você é o abraço que prende sem sufocar
Eu sou o peito que encaixa no teu sem precisar ajustar
Você é o amor dito em voz firme
Eu sou o amor sentido no olhar que fica depois
Você é o mundo em movimento
Eu sou o tempo que te observa girar
Você é o desejo que arde
Eu sou o fogo que entende o limite da pele
Você é o caminho que leva pra frente
Eu sou a estrada que acompanha, lado a lado, sem medir distância
Você é a fé que acredita
Eu sou a entrega que confia
E quando a noite cai e tudo se cala
É ali que a gente se entende sem esforço
Você é o brilho, eu sou o reflexo
Você é a razão, eu sou o impulso
Você é o coração batendo
Eu sou o peito que sente
Nem eu sou o caos e nem você é a cura
Somos o meio-termo perfeito entre o amor e a vertigem
A linha tênue entre o que queima e o que salva
E é nesse limite que a gente se reconhece
Inteiros, certos, reais
"O relógio marcava cinco e trinta da tarde e o sol logo desapareceria mais uma vez sobre o oceano. A cor intensa e profunda do azul do mar reforçada pela luz solar evocava sentimentos de confiança e estabilidade. Uma paz, nunca sentida antes, invadiu os corações dos dois apaixonados".
CARTAS DO ATLÂNTICO
Tony Oliveira
"Haverá dias cinzas,
Nublados, e pode até cair uma chuva.
Mas como o sol,
Uma luz continuará a brilhar em algum lugar.
Para enxergá-la, entretanto,
É necessário mover o olhar das poças
E focar no que está no alto:
O sol continua brilhando em dias nublados."
Jackeline Martins
o sol às vezes só sabe ferir e queimar.
Mas depois de tanto tempo a caminhar,
a lua surge devagar — para te curar.
Ela não fere, só sabe escutar,
fica contigo até o dia clarear.
E quando a noite voltar a brilhar,
vamos juntos para o mar,
sentir a brisa do luar a nos tocar.
Meu amor, a dor é temporária — pode acreditar.
Porque sempre haverá uma nova noite
para recomeçar.
A MINHA JANELA
Deixo sempre aberta
Assim vejo o Sol nascer
O tempo correndo
Até o escurecer.
Posso ver a noite de luar
Na imensidão da minha janela
Vejo toda a natureza
Pintada em aquarela.
Com minha janela aberta
Entra cheiro de flor
O vento sussurrando
Espantando o calor.
Posso ver o mundo tão belo
Até onde minha vista alcança
A saudade de um balanço
No meu tempo de criança.
Ouço o canto de passarinhos
A estrada e a cancela
A brisa que passa trazendo
Cheiro de cravo e canela.
Olho e não me canso
Esse mundo de magia
Um mundo de paz e canção
Salpicado de poesia.
Irá Rodrigues.
O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas...
A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul,
como se o horizonte respirasse poesia,
como se cada sopro de vento
fosse um sussurro antigo do oceano.
O mar canta seus segredos nas costas das ondas,
e o céu, cor de damasco e silêncio,
inclina-se sobre mim como um abraço.
Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres,
e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu
numa língua que só a sensibilidade entende.
Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos.
O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma...
O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde.
A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento.
E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio,
mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva.
No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa:
promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio
e aceita ser mareado por dentro.
Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse
das próprias ondas.
Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia,
sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre
que a alma coleciona em segredo.
Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.
O sol queima a pele
Sua ausência congela o coração
O calor já não me aquece
O que é ruim a sensação...
Filha, não te abandonei
Nem te abandonarei
Por sua ausência chorei
Por sua dor chorarei
Mas sei que sempre te amei
E sempre te amarei
Sei que em meus braços a terei
É o que sempre sonhei.
Te amo sempre Sarah!
Quero apagar a minha existência
Por fim a essa dor ...
Sem forças para insistencia
Que com sol já não sinto calor
Nas letras não encontro fuga
Nas lágrimas não tem alivio.
No silencio só um barulho
E no barulho uma completa solidão
Não tenho o abraço que desejo
Não ouço a voz que anseio
A vida já não importa
Em vida essa dor não a suporta.
Aqui despeço-me das palavras
Despeço do sorriso.
Me desfaço das lembranças
Me despeço de tudo!
Adeus!
A noites bem dormidas.
A boas companhias
A boas comidas;
Serei o alimento da terra.
Menino de Sol e Vento
Num canto qualquer da rua encantada,
dançava um menino de alma dourada.
Cabelos cacheados, nuvem em espiral,
como se o vento pintasse um vendaval.
Olhos castanhos, cor de aconchego,
onde mora a calma e também o apego.
Brilham como tarde em fim de verão,
com o calor do mundo em seu coração.
Riso leve, quase cantiga,
voz pequena que o tempo abriga.
Passa entre folhas, corre com o chão,
como quem guarda segredos na mão.
Ele sonha alto, mesmo sem saber,
que em seu olhar há tanto por ver.
É feito esperança que não se desfaz,
menino de luz, de amor e de paz.
Cacheado de sonhos, castanho de céu,
carrega a ternura como um anel.
E onde passar, deixa poesia,
como quem vive pra ser alegria.
Na manhã meu rosto sentirás o afago do sol ao beijar-me com seu calor, transforme-se em energia Viva,
Na mesma tarde eu sintirei os ventos,à abraçar-me entrelaçando sobre meu corpo...transforme-se em segurança ...Na mesma noite a Lua me banharás com sua luz de seus mistérios ,transforme-se em nossos segredos...
Todos dias calçarei de forças ao pisar em suas terras , transforme-se em equilíbrio ...
Um novo dia com lágrimas em observação,terei gratidão ♡transforme-se em renovação.
