Texto Sobre Silêncio
SEJA AMOR E A CURA
Seja amor o tempo e a própria cura,
Remédio pra alma
Silêncio que acalma
A dor da amargura...
Seja melodia em poemas de rima,
músicas que encanta e anima.
Seja a parada e o sucesso
O verso e reverso.
Seja a tranquilidade em sua mente
Seja paixão em um amor envolvente
Seja abraço em um só abrigo,
Seja você e quem estiver contigo...
Seja o bem lutando contra o mal
Seja forte em golpe fatal
Seja vida vivendo sobre a vida.
Seja ....
A DOR DO CORPO
Meu coração dói meu mundo se destrói
ao sentir o silêncio em meu peito.
E sentir um grande aperto dentro de mim
fazendo com que meu prazer
por amar e por viver se acabe por fim
Me abalo em uma tristeza profunda
que se inunda de lágrimas ao saí dos meus olhos.
Escorre pelo rosto e vai deslizando
lentamente em meu corpo
até cair no chão uma tristeza
que mecerca que me aperta
a cada minuto que respiro
Uma tristeza que me faz parar
e me deixa na escuridão
entro em desespero sozinho e solitário
numa imensa ilusão.
O silêncio envade a alma
o tempo simplesmente para
as horas ficam lentas
e o dia custa acabar
Choro por dentro.
entro depressão profunda.
A vida pra mim já não tem mais sentido
tudo está perdido.
Sinto que já não tenho mais valor
e tento tirar do mundo uma simples interrogação.
um grande peso que sou eu
isso será um favor.
O mundo me faz escravo
descartavel sem devolução
ja não tenho mais razão pra sorrir
e sim pra chorar.
Coração puro e leveza na alma
Sabendo ser luz no escuro
Ao som das gostas da chuva
Silêncio que acalma
Ouvindo o som do anbiente
Doce melodia boa pra mente
Aquele vento que sensação
Um respirar, que alívio meu coração
Aquela nostalgia profunda
Noite inquieta as vezes me aperta
Lágrimas inunda o meu peito de emoção.
Fuga
Eu sei de suas lutas
Do que guarda em seu silêncio
Conheço suas dores
E compreendo sua solidão
Seus olhos são tristes
Mostram a dor de sua alma
No seu rosto um sorriso
Que não me engana
Levar a vida assim,
Como uma formiga que,
Sozinha carrega o dobro de seu peso
Sem parar e nem reclamar
Quem me dera eu tivesse a chave
Sim, para te livrar dessa cela
E arrancar essa faca de sua alma
E pudéssemos junto fugir
Seria libertação
Seria sonho realizado
Uma fuga, doce fuga!
"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro."
Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões.
Carreguei-à de metáforas fortes:
"Silêncio entre o trovão e a flor" sugere o equilíbrio entre força e delicadeza — entre caos e beleza.
"Memória da estrela" evoca a origem cósmica da Terra, feita do pó de estrelas.
"Útero do futuro" simboliza a Terra como o ventre da vida, onde tudo nasce e renasce.
Assim, não vou esquecer o que pensei quando à ela dei a luz.
O silêncio em meio a discussão
O silencio em meio a irritação
É o melhor meio de aprender a ser paciente
É o único jeito as vezes.
Somos influenciados de várias maneiras
e por todo o tempo testados.
Há uma guerra invisível entre o bem e o mal
que existe dentro de cada um de nós.
Por mais difícil que seja
devemos escolher o bem e se afastar do mal
pois esse é o caminho mais fácil a perdição.
Continue... continue e não desista!
Pequena gota, que em silêncio avança.Corre entre pedras, nutre a terra,Cresce sem pressa, sem fazer guerra.Riacho tranquilo, em cada curva brilha,trazendo vida, com cada trilha.No fluxo constante, encontra-se o alento,de pingo a rio, um eterno movimento.E nós, como gotas, nos unimos,formando rios de sonhos que seguimos.Na correnteza da vida, sempre em mudança,Do pingo d'água, brota a esperança.
Cléber Novais
Tic Tac, visível
Acordo de noite, muito de noite, no silêncio todo. Hoje, 13\12, foi o dia em que vi as luzes se apagarem e um sufocar de medo em meio à correnteza de uma enxurrada da chuva que caía há 25 anos. Chuva fria e sinto cada gota, sinto o olhar de medo e sem mais nada o que fazer, não mais acordava. Naquele momento, era o nascer do apagar de várias lâmpadas de natal, o perder de várias luzes natalinas, o desenrolar de medo e solidão. De chinelos havaianas, água por entre os dedos e corrida na noite fria, escorregar de chinelo, naquela hora em que toda havaiana é famosa e reconhecida, quando se solta ao meio entre o polegar, não há mais tempo para baixar e prender, melhor deixá-la assim mesmo que a correnteza levará, assim como levou o tempo e o sangue.
O desacender de árvores, apagar de sorrisos, decorrer do vazio, no tratar dos pássaros e mergulhar no profundo lago da lamentação. Dorme, nós temos luzes, só tem , neste lugar, a humanidade de nossas duas janelas.
Neste momento e lugar, ignorando-nos, somos toda a vida e, sobre o parapeito da janela da traseira da casa, sentindo húmida da noite a madeira onde agarro, debruço-me para o infinito e, um pouco, para mim.
Tempestade
Lutar contra injustiças, é bom. O silêncio diante do mal pode ser cumplicidade.
Porém, existe a irritante autopiedade, um coitadismo que manifesta pena de si, sem ação concreta.
São dois mundos: um é o que identifica o problema e parte para a luta, outro é o que reclama sem parar e quer que todos notem como é infeliz.
Ria mais de si, torne suas dores alavancas, evite o excesso de dramas narrativos e, acima de tudo, busque uma solução. Institua o dia de hoje como “um dia sem reclamar” e veja a diferença. Lembre-se: falar muito e reclamar, nunca acalmou uma tempestade.
Tem barulho
Que
A gente
Só escuta
Quando
Faz silencio
Assim
É a água
De chuva
Que se faz
Do
Rio a sua morada
As falhas
Dos homens
Eternizam-se no aço
E
Quanto mais bebemos
Mais sede temos
As suas virtudes
Escrevemos na água
Como um gole d'água
Bebido no escuro
“Nem todo silêncio é ausência de voz, às vezes, é presença de sabedoria.”
Há momentos em que o melhor argumento é o silêncio. Especialmente quando alguém está convicto de uma verdade que não abre espaço para escuta, insistir é como tentar acender uma luz em quem escolheu fechar os olhos.
Manter-se em silêncio diante de certas certezas alheias não é sinal de fraqueza ou de omissão, mas de maturidade emocional. É compreender que nem toda conversa precisa de resposta imediata, e que nem toda batalha merece desgaste.
Silenciar, nesses momentos, é um ato de autocuidado, respeito e inteligência.
É confiar que o tempo ensina o que o ego ainda não permite aprender.
A família
No silêncio da família, a dor se esconde e o amor dá lugar a palavras e olhares que ferem. Laços familiares se enfraquecem, e o riso se transforma em tristeza. Promessas quebradas e a distância emocional deixam o lar frio e cheio de espinhos. Mas, apesar do rancor, há raízes profundas que mantêm a esperança. Mesmo em meio à dor, ainda existe o desejo de reconciliação, onde o perdão e a compreensão podem fazer a família renascer.
Quando morre um coração
Quando morre um coração,
o silêncio se agiganta,
uma melodia se desfaz,
e o tempo perde sua dança.
Os passos vacilam na estrada,
como se o chão não mais existisse,
e o céu, que antes era abrigo,
parece agora um vazio que insiste.
Quando morre um coração,
não é só o peito que sente,
é a alma que se desfaz
em pedaços de um presente ausente.
Os sonhos se tornam memória,
as palavras viram eco perdido,
e no vazio que sobra da história,
fica o adeus jamais esquecido.
Mas há vida no rastro da dor,
como sementes em terra rasgada.
Pois mesmo morto, o coração
faz florescer em nós sua jornada.
E assim, entre lágrimas e fé,
erguemos o que restou de esperança,
pois no luto, há sempre um renascer,
um novo ritmo, uma nova dança.
Canção de um Prisioneiro Arrependido
No silêncio das grades, a culpa ecoa,
Um amor que julguei eterno, mas voa.
Por ti, manchei as mãos de rubro pecado,
Agora sou só um homem, pelo destino marcado.
A lua espia por frestas de aço,
Minha alma chora no lento compasso.
Por amor matei, por amor me perdi,
Mas tu nunca vieste, nunca pensaste em mim.
Teus olhos eram faróis em meu mar de tormento,
Promessas vazias, só um falso alento.
E eu, tolo amante, cego e febril,
Destrui uma vida, tornei-me um réu vil.
As cartas que escrevi, o tempo devorou,
Nenhuma resposta, nem o vento soprou.
Os dias se arrastam, companheiros de dor,
Enquanto o mundo lá fora ignora meu clamor.
No espelho quebrado, meu rosto se vai,
Um fantasma sem nome, que o tempo desfaz.
Se amar é prisão, sou o mais condenado,
Cativo do eco de um amor fracassado.
Agora entendo, tarde demais,
Que o amor verdadeiro não vive de ais.
Ele cura, ele eleva, não leva ao abismo,
Eu fui teu prisioneiro, mas tu foste o abismo.
Se algum dia ouvir minha canção de lamento,
Saiba que é o arrependimento que sopra ao vento.
Não busco perdão, nem alívio pra mim,
Só que o mundo lembre do preço do fim.
"Entre o céu e o abismo."
"Euforia e silêncio em um só corpo."
"Dias de sol, noites de tempestade."
"No limite entre o tudo e o nada."
"Sorrisos que choram por dentro."
"A mente corre, o coração pesa."
"Explosão de vida, colapso de alma."
"Intensidade que o mundo não entende."
"Equilíbrio é uma luta diária."
"Nem sempre sou eu, mas sempre sou real."
– Quando a Alma Clama em Silêncio
Vivemos em uma era de avanços extraordinários. A ciência rompe barreiras, a tecnologia encurta distâncias, e o acesso à informação nunca foi tão amplo. Estamos conectados com o mundo inteiro — mas, muitas vezes, desconectados de nós mesmos. E, sobretudo, distantes de Deus.
Buscamos curas para o corpo, soluções para os problemas externos, mas ignoramos as feridas silenciosas que sangram por dentro: as dores da alma. Aquelas que não aparecem em exames, mas que Deus vê com clareza absoluta.
Medo que paralisa. Ansiedade que rouba o fôlego. Insegurança que silencia os sonhos. Solidão que persiste mesmo em meio à multidão. O desejo de controle que revela, na verdade, o quanto nos sentimos pequenos e impotentes. Tristezas profundas, sem data, sem explicação, mas que pesam. E uma fé... trêmula, às vezes fraca, mas ainda viva — como uma chama que o Senhor não apaga, mesmo quando tudo dentro de nós parece ruir.
Esses sofrimentos silenciosos têm nome diante de Deus. Ele os conhece. Ele nos conhece. A Palavra diz: “Tu me sondas e me conheces” (Salmo 139.1). Antes mesmo de encontrarmos as palavras para descrever o que sentimos, Ele já está ali — presente, atento, compassivo.
Este livro é um chamado Quando a Alma grita. Um convite para voltarmos o olhar para dentro, não com julgamento ou medo, mas com coragem e fé. Não estamos sozinhos. Nunca estivemos. O Senhor caminha conosco no vale da sombra, recolhe nossas lágrimas e oferece descanso ao cansado.
Cada capítulo é uma oração, uma meditação, um espelho e uma janela. Não trará fórmulas prontas, mas apontará para aquele que é o Caminho. Que cada página seja como uma conversa com Deus — íntima, honesta, restauradora. Que aqui você encontre consolo, verdades que libertam e a certeza de que há esperança. Sempre há. Porque Jesus, o Médico da alma, ainda cura corações quebrantados.
E talvez o primeiro passo para a cura seja este: reconhecer que, mesmo ferido, você ainda é profundamente amado.
Misticismo
Um minuto de conexão
Cem anos sem explicação
Silêncio contido, disperso
Paz no sentido reverso
O que contém a letra M?
O que há por trás dela?
Misticismo e tudo treme
Na contínua passarela
Opções em transposição
No infindável rumo
Quatro ou um milhão
Eu encontro ou sumo!
Por que existe alfabeto?
Só enxergo uma agora
Sob outros olhos, perto
Distante, indo embora
Semelhança que atrai
Diferença que apedreja
Esperança que se vai
Coração que esbraveja.
II. O silêncio que acende e a palavra que apaga
Há silêncios que iluminam mais do que mil palavras acesas. Quando cessam os ruídos, as verdades emergem como brasa sob a cinza. No entanto, há palavras que, embora vestidas de luz, encobrem mais do que revelam. A fala apressada, a explicação forçada, o discurso que se pretende verdade absoluta, tudo isso é claridade artificial, disfarce da ignorância que teme o escuro.
A luz plena muitas vezes inibe a contemplação. O excesso de nitidez exige respostas, impõe certezas. Já a penumbra nos permite hesitar. E é na hesitação que nascem as perguntas que realmente importam. Não aquelas que pedem definições, mas as que nos atravessam e nos desconstroem.
A escuridão não é ausência de caminho, mas convite à escuta interior. Ao contrário da luz que expõe tudo de uma vez, a sombra nos permite escolher o que ver, e quando ver. Ela respeita o tempo do olhar. Ensina que ver não é o mesmo que compreender, e que a revelação exige maturação do espírito.
Quando aceitamos a escuridão como parte do processo, a luz deixa de ser uma meta e passa a ser consequência. Não corremos mais em busca de holofotes, cultivamos lanternas. E nelas, acendemos apenas o necessário. O essencial não precisa de alarde. A verdade, quando chega, não brilha, pulsa.
III. Quando o grito se disfarça de silêncio
Há gritos que ninguém ouve porque se disfarçam de silêncio. E há silêncios tão densos que carregam em si o estrondo de mil tempestades internas. A mente, quando já não suporta traduzir a dor em linguagem, recua. Fecha as janelas. Apaga as luzes. Cria mundos paralelos onde, mesmo distorcida, a realidade se torna suportável.
Nem sempre a loucura é ruído. Muitas vezes, é ausência. Ausência de conexão, de resposta, de chão. É o exílio interior de quem ainda está presente no corpo, mas já não habita a lógica comum. E nesse exílio, o tempo não segue sua ordem. As palavras não obedecem significados. O real se dissolve em fragmentos que só fazem sentido para quem ali está.
A sanidade, do lado de fora, observa, mede, intervém. Mas nem sempre compreende. Porque compreender exige mais do que escuta técnica, exige atravessamento. E poucos suportam atravessar a dor do outro sem se perder de si mesmos.
Talvez a maior ponte entre a lucidez e a ruptura esteja na empatia profunda, que não tenta apagar o delírio, mas se ajoelha diante dele como quem respeita um altar de sobrevivência. Porque ali, naquilo que chamamos loucura, ainda pulsa a centelha de quem resiste, não por desordem, mas por excesso de verdade que o mundo não conseguiu conter.
No silêncio da noite, em pensamentos profundos,
Escrevo palavras que revelam meu desejo mais fecundo.
Quero um mundo onde não preciso abrir mão de você,
Onde nosso amor floresce e nunca deixa de prevalecer.
Nas linhas deste texto, expresso o que sinto,
Um anseio sincero, um sonho que não minto.
Quero estar ao seu lado, em cada amanhecer,
Compartilhando sorrisos, abraços e prazer.
Imagino um universo onde somos completos,
Onde a felicidade habita em nossos afetos.
Um lugar onde não há espaço para a solidão,
Onde nossa conexão é uma doce canção.
No mundo que idealizo, não existem separações,
Nossa união transcende todas as limitações.
E juntos, enfrentamos os desafios com coragem,
Porque em cada obstáculo, encontramos nossa mensagem.
Então, neste texto que dedico a você,
Declaro meu desejo de um futuro a florescer.
Quero um mundo onde não preciso abrir mão de você,
Porque é ao seu lado que encontro o meu ser.
@Versos_em_movimento
