Texto Sobre Silêncio

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L Ou CURA
Loucura é ficar em silêncio quando temos muito a dizer
Loucura é usar o lenço quando as lagrimas são simples fingimento
Loucura é não sorrir só porque querem nos proibir
Loucura é deixar de vivenciar a aventura por conta do discurso de manter-se uma postura
Loucura é viver a fissura por conta da ditadura dos que nunca sabe de verdade o sentido da ternura
Loucura é não poder ser de todos , porque todos querem exclusividade se bem que na verdade isso não traz felicidade
Loucura é aceitar a mão de outros em nossa construção, quando não permitimos tal intervenção, louco é aceitar tal invasão.
Louco seria se aceitasse tal patifaria que enfrento todo dia ,dos cegos que querem ser meu guia.
Loucos são os que não são poucos que de maneira inconsequente, Intervindo em nossas mentes, nos acusam de demente.
Loucos são os que trazem o Resquício da lobotomia, em que todo santo dia, nas noticias do dia dia , tentam controlar a mente da grande maioria.
Que loucura a imposição de uma cultura que em que o diferente incomoda muita gente, define-os como doente.
e o que é ser doente? Viver de modo diferente, gostar de gente , beber cerveja quente, , cantar um repente, não ser tão inocente, não aceitar a corrente de homens prepotentes, ou só porque não sou resiliente .
Pinel , seria se deixasse um coronel roubar meu pincel , se o final é fel ou mel , inferno ou céu , pintar a própria historia está é a grande gloria.
Louco e não importar nem um pouco , com a dor do outro , pensar a vida como novela e esperando dela ser livre das mazelas .
Treze porque? Porque decidi não submeter, porque escolhi viver diferente de vc, meu corpo vender, em deus não crê, com as as normas romper,com o diferente conviver.
Alienados mental são os que governam uma sociedade desigual, que não investem no sistema educacional com um fim proposital.
Resta da vida sinuca, encontrar uma forma maluca ,afim de proteger nossa cuca, de uma filosofia que aliena e não educa, neguemo-nos beber da água desta cumbuca e muito menos sermos aprisionados em vossas arapucas.

Inserida por adelmo_almeida

Minha meta
Olhares que se cruzam, sorrisos que se encontram, silencio que diz muito.
No meu ideário crio um cenário , buscando construir caminhos para o desejo sair do imaginário.
Afeto e emoção , agora toma conta do coração.
É assistindo TV, no banho, na roda de amigos, ou em qualquer lugar
Fica difícil deixar de pensar , naquela que me encantou pelo seu olhar.
Atingido pelo cúpido de amor estou caído, me percebo imbuído, em um sentimento nunca vivido.
Sabe minha meta, é que a mente arquiteta, busque uma forma concreta, e projete uma historia linda e seleta, ao lado de vc ,que neste quebra cabeça é a peça completa

Inserida por adelmo_almeida

Silencio e Distância
A principio era apenas um desejo de beijar a boca e amar de forma louca, mas um único encontro foi suficiente ,para tomar conta da mente. Difícil deixar de lembrar do cheiro, do riso , do beijo, da profundidade do olhar, eis um momento para se perpetuar. A distância ,orgulho e a mais diversas circunstâncias, esteve muito perto de tornar o sonho incerto, sou vítima do cupido, e pelo forte sentimento , hj o silêncio é interrompido.

Inserida por adelmo_almeida

⁠Foi em meio ao silêncio que percebi o quanto as palavras machucam. A falácia que predomina o ambiente que nos cerca nem sempre pode ser caracterizado pelo pensamento de alguém incapaz de sentir o que você sente. Não podemos esquecer que a balança quase nunca se estabelece e que a voz do juiz que inocenta, também é a mesma que condena, e por incrível que pareça quase sempre a injustiça prevalece a depender de quem precisa da liberdade recém tirada.
“Não julgue a dor do outro apenas pela lagrima recém descoberta, pois geralmente o que a revela tem um sintoma pior do que você imagina”.

Inserida por Aquila

⁠Os meus quatro motivos não cabem em palavras simples:

No silêncio, é tua voz que me traz de volta.
No fracasso, teu toque reacende o que pensei ter perdido.
Na tristeza, teu beijo dissolve dores que ninguém vê.
E na vida... é o teu amor que me reconstrói, todas as vezes que me sinto em pedaços.
É por isso que, mesmo sem entender tudo, eu sei — você é o motivo de eu ainda ser.

Inserida por Aquila

⁠Seu olhar é sereno, firme, mas esconde tempestades e poesia.

Há força no seu silêncio, e graça em cada gesto do dia.

Pele dourada pelo sol da alma, voz que ecoa mesmo em quietude.

Ela é arte que caminha, beleza em sua plenitude.

E mesmo nas tramas do espelho, há algo mais do que se vê. Ela é flor, é vento, é chama é o que faz o mundo crer.

Inserida por jhean_carlos

⁠⁠⁠No silêncio que precede o estrondo, há quem fure os próprios tímpanos.
Os fatalmente entediados não admitem perturbações que não o ruído seco das pás com que, diligentemente, cavam as próprias covas; e caso olhássemos nos olhos dessa gente, veríamos estampada a fronte melancólica da covardia.

Inserida por MarinaLodi

⁠A morte é o fim de tudo, ou o começo de nada?
Não há resposta, só silêncio, e o vazio que nos devora.
O vazio é a essência da vida, ou a negação do ser? Não há sentido, só angústia, e o vazio que nos consome
O vazio é o destino final, ou o eterno retorno?
Não há saída, só abismo, e o vazio que nos espera.O existir é um erro?
Não há sentido na vida, por que teria esperança na morte?
Somos apenas sombras errantes em um mundo sem luz, buscando um alívio ilusório em um abismo sem fundo.
Nada nos salva da angústia; nem a fé, nem a razão, nem o amor. Somos condenados ao sofrimento e à insignificância do ser. Alguns contentam-se com verdades que não são mais que sombras, afogando-se na superficialidade de explicações tolas. No fundo, a busca por respostas vazias é uma fuga desesperada da angústia que nos consome. Eles são os cegos da luz e os surdos da paixão. Não conhecem a si mesmos, nem o mundo em que vivem. Eles não sofrem, nem gozam, eles apenas sobrevivem.
A única saída é o silêncio. O silêncio da alma e da mente. O silêncio que precede a morte, e que sucede o vazio.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Sinto a minha alma a clamar por liberdade,
Por algo que me faça sentir especial.
E no silêncio da noite, solitário e perdido,
Encontro um pouco de paz e de solidão.
No meu íntimo há um mundo infinito de sonhos e desejos a me embalar, sinto-me um ser pequeno e limitado diante de tanta imensidão a me cercar.
Sou um fragmento de tudo o que existe, um grão de areia perdido na imensidão, mas ainda assim carrego em mim a chama da paixão que me move em direção a algo que a mim não parece são.
Então, deixe-me mergulhar no abismo, e encontrar a paz no nada, pois não há nada mais libertador do que a aniquilação de si mesmo.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠No silêncio profundo da noite, onde tudo é mistério e sombra, minha alma de perde em devaneios, e meus pensamentos de desdobram.
Na profundidade do meu ser, sinto o universo inteiro.
Sou um oceano a transbordar, e não sei se quero ou se espero.
As palavras escapam de mim, como pássaros livres no ar. E eu me perco nesse labirinto, sem saber como voltar.
Mas é nessa imensidão de mim que encontro a minha verdade. E percebo que a vida é assim, uma busca sem fim, sem idade.
Eu sou o que sou, sem definição, sou a soma do que vivi.
Mesmo que a vida seja escuridão, é preciso olhar além do que se vê. A beleza está nas coisas simples, que as vezes não sabemos ver. É preciso olhar com os olhos da alma para verdadeiramente viver.
E hoje eu escrevo essa poesia, com a alma cheia de você.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Silente Jeito de amar.

Há! este amor calado em meu peito,
que em silêncio achou um jeito de lhe falar.

Deveras, o amor não tem defeitos,
na cumplicidade dos olhos silentes,
se fez revelar.

O amor não se explica,
complicado fica,
quem tenta explicar.

É uma ardência no peito,
um sorriso sem jeito,
ao tentar se expressar.

É assim que te amo,
e ao passar-se os anos,
assim vou te amar.


Autor Cícero Marcos

Inserida por Ciceromarcos

⁠Quatro da manhã no UR Cinco Barro, apenas silêncio,
Carregado de sonhos e cansaços.
Como navios negreiros modernos,
Transportam histórias, vidas e infernos.

Nos assentos, rostos marcados,
Pelo peso da vida e seis dias contados.
Tudo isso pra quê? Moradia e comida?
Libertos, mas vítimas, ilusões de mudança,
Presos em migalhas, sem esperança

Inserida por Buckler

⁠No Silêncio da Lembrança
por Janete Galvão

Há presenças que vivem
no canto mais secreto da alma, onde o tempo não alcança, e o esquecimento não ousa tocar.

São como brisas antigas,
que voltam sem avisar,
num cheiro, numa música,
no jeito do vento passar.

Não precisam estar por perto, nem dizer palavra alguma — basta que a memória sussurre seu nome, e o coração se curva em flor.

É um sorriso que nasce por dentro, como quem encontra abrigo
num gesto invisível,
num toque ausente,
num olhar que já foi.

E nesse instante breve,
entre a saudade e o afeto,
o mundo silencia...
e a alma se aquieta.

Porque há amores que não precisam de presença, para serem eternos.
Eles vivem na lembrança, e florescem em silêncio dentro do peito.

Inserida por jane_galvao

O amor não morre.
Pode até hibernar. Pode recolher-se no silêncio, esconder-se atrás do orgulho ou perder-se no tempo. Às vezes parece distante, quase invisível, como se tivesse partido sem aviso.


Mas o amor verdadeiro não desaparece. Ele espera. Ele amadurece. Ele resiste às estações mais frias da vida.


Pode adormecer… mas nunca deixa de existir.
Porque o que é real não se apaga — apenas aprende a sobreviver.

Inserida por domingos_cupa_1

Nos tempos atuais, optei pelo silêncio ou por um diálogo mais inteligente em vez de baixarias e intrigas. Ser muito sincero traz consequências e pode destruir relacionamentos; por isso, a paz, por mais estranha que pareça, costuma ser o melhor caminho. Às vezes dá vontade de xingar ou jogar tudo no ventilador, mas isso passa.

Vai na fé! A vida é curta.

Inserida por jeremias_cardoso

Lúcia Iara é presença que fala no silêncio do olhar,
serenidade que sussurra segredos para o vento.
É ouro bruto, brilho que faz a alma florescer,
delicada como jasmim, toque que faz o mundo sorrir.
Ela dobra o vento no abraço, aquece o mar,
com gesto divino, transforma tempestade em calma.
Lúcia Iara carrega memórias vivas —
marcas de batalhas silenciosas, força serena e firme.
É cultura pulsante, arte que respira,
história pronta para ser escrita e eternizada.
Passado e futuro se encontram nela,
o presente floresce.
Charmosa, marcante, beleza que vem do ser,
alma que é luz, flor do jardim, brisa do mar.
Guia na noite, única, rara, singular —
um poema que não termina.
Lúcia Iara é princípio, meio e infinito.

Inserida por jeremias_cardoso

Hoje, escolho com calma quem senta à minha mesa
quem compartilha do meu riso, do meu silêncio, da minha leveza.
Aprendi, entre quedas e cicatrizes,
que me valorizar é o primeiro dos amores,
e que nem todo afeto merece flores.
Se um dia me feriram, foi no instante em que baixei a guarda,
acreditei, confiei e por um descuido, deixei a alma aberta, desarmada.
Mas não mais.
Quem me feriu, partiu com a última chance nas mãos.
Perdão, talvez.
Convivência, jamais.
Minha presença é templo,
minha paz, sagrada.
E ao meu redor, só permanece
quem sabe enxergar meu valor com alma delicada.

Inserida por RaquelSutel

⁠⁠No eco do silêncio, a certeza se faz presente,
Jamais ouvirei sua voz, nunca mais suerei seu olhar cintilante,
Perdido está o encontro que um dia nos uniu,
Em um horizonte distante, desvaneceram-se os momentos a sós.

Nunca mais sentirei o toque da sua mão,
O aroma que me embriagava, já não mais virá,
Os abraços que acolhiam meu ser, agora são lembranças vãs,
E as palavras trocadas, perdidas no vento, sem direção.

O sol se põe sem sua presença ao meu lado,
A praia testemunha a ausência do seu sorriso radiante,
Tudo se transformou em um eterno "nunca mais",
E no vazio que restou, ecoa a melancolia do adeus.

Inserida por Karolinemm

Suas Asas

O cheiro do mar me abraça
E o silêncio canta melodias
O vento colore os pássaros
Que no ar escrevem poesias
As árvores se unem as estrelas
E juntas começam dançar
Parece que o mundo inteiro se uniu em meus olhos querendo brilhar
As flores voaram pro alto
E as folhas um caminho formou
A chuva que cai me arrasta
Meu frio já até sente calor
Eu sinto minha alma em meu peito
Vejo o amor cristalizar
Formando uma joia de sonhos
Que vivos querem despertar

Me empreste suas asas meu anjo
A lua preciso alcançar
Vou pedir que conte uma história
Ouvindo o universo cantar
Me empreste suas asas meu anjo
Foi a lua que me chamou
Preciso chorar em seu colo
Ouvindo ela falar de amor.

Inserida por AlanRodrigo2

⁠Hoje, eu descobri que o silencio é falante
Meu peito leve pesa mais que elefante
Que a poesia que escrevi pra uma estrela
Se tornou chuva e choveu a todo instante
Que esses sorrisos despedaçam lentamente
Que vou correr contra o trem eternamente
Se não achar a porta desse horizonte
Vou tropeçar lá na frente
Hoje, esse meu céu é colorido em preto e branco
E esse suor que desce em mim é meu corante
Vou me perder nessa poesia tão bonita
Será que o ponto final será um fim distante?
Será, que esse fogo quente faz anel
Será, teu gosto vai ser doce feito mel?
Será que essa vela vai se derreter?
Formando uma poça de eu e você?
Será, que a lua vai regar nosso jardim
Será, que dentro de você tem mim
Teu olhar tão belo também quer saber?
Formamos uma poça de eu e você?
Será?
Hoje, eu descobri que meu sussurro quer gritar
Que minhas costas já carregam um ser solar
Tem vagalumes colorindo nossos sonhos
Até parece que o universo quer falar
Eu já pensei em tanto pra tentar dizer
Mas me enrolei no cobertor e sem saber
Eu escrevi uma canção que só dizia
Que na verdade o que quero é (VOCÊ)
Hoje, esse meu céu é colorido em preto e branco
E esse suor que desce em mim é meu corante
Vou me perder nessa poesia tão bonita
Mas que o ponto final é um fim distante
Será, que esse fogo quente faz anel
Será, teu gosto vai ser doce feito mel?
Será que essa vela vai se derreter?
Formando uma poça de eu e você?
Será, que a lua vai regar nosso jardim
Será, que dentro de você tem mim
Teu olhar tão belo também quer saber?
Formamos uma poça de eu e você?
Será?
Hoje, eu descobri que o silencio é falante
Meu peito leve pesa mais que um elefante
Que a poesia que escrevi pra uma estrela
Se tornou chuva e choveu a todo instante
Que esses sorrisos despedaçam lentamente
Que vou correr contra o trem eternamente
Se não achar a porta desse horizonte
Vou tropeçar la na frente
Hoje, esse meu céu é colorido em preto e branco
E esse suor que desce em mim é meu corante
Vou me perder nessa poesia tão bonita
Mas que o ponto final é um fim distante
Será, que esse fogo quente faz anel
Será, teu gosto vai ser doce feito mel?
Será que essa vela vai se derreter?
Formando uma poça de eu e você?
Será, que a lua vai regar nosso jardim
Será, que dentro de você tem mim
Teu olhar tão belo também quer saber?
Formamos uma poça de eu e você?
Será?

Inserida por AlanRodrigo2