Texto Sobre Silêncio
Estranho querer falar quando só me resta o silêncio
Estranho esperar sem saber até quando
Estranho te sentir mesmo não estando
Estranho o que essa falta sussurra, ou melhor, grita aqui dentro
Estranho ser o contrário do que desejo
Estranho a falta dos minutos nossos
Estranho o que permanece sem nunca estar aqui
O que nos torna mais
Leve é encontrar
Lugares de amor.
O silêncio é uma resposta, a falta de tempo é uma resposta, agir como se não fizesse questão de estar com você, também é uma resposta…
A vida e as pessoas dão sinais o tempo todo, a gente só se surpreende se estiver olhando na direção errada, esperando pelo que não está vindo..
Qdo a pessoa não vem atrás de você é mais uma resposta.
A poesia limpa a alma e quebra os sentimentos.
Tira a dor e neutraliza sentimentos.
Poemas virtuais, frios na telo do computador
Ponteiro do relógio corre
Silêncio ensurdecedor
Lágrima escorre
Coração doi
A alma corrói
por dentro, tudo em pedaço
intacto, não consigo dar um passo
Tudo paralisado, mas ainda penso
O cérebro também ama
acho que é a única razão que tenho nesse momento.
Ensurdecedor o silêncio da multidão
Muitos são o que detestam
Luzes de mercúrios
E algumas brancas que não prestam
Vivendo sozinho apertado
Apertando mais um baseado
Que entra na mente flui, dilui
Essas neoroses, fui...
Que frio
Tanque cheio
Coração vazio
Luzes de mercúrio no mapa
Zona norte, Leste
Sul até a lapa
Onde fica a nata ingrata
Se não for assim
Se mata
Chega na rapa do rap
Soul, rock blues
Screech
Melodia de vida
Trilha sonora
Da vida bandida
Minha mina
Não aceita
Entra aqui,
E então deita
Te faço
Perfeita
Você me ama
E minha parte tá feita
Entre a mulher e a serpente
Entre o dia e a noite
O grito e o silencio
A vida e a morte
O sim e o não
A felicidade e a solidão
A inquietude e a paz
O brilho e as trevas
O sol e a lua...
A força do contraditório
Uma mistura explosiva
Dentro de mim
O encontro inesperado do meu "Eu"
Na existência suprema de mim.
Escute a voz do coração
Ouça em silencio
Deixe que fluam sentimentos
Que ecoem palavras
Que trasborde a esperança...
Reflita através dos olhos o que
Esta oculto,sussurre sonhos
Grite verdades,silencie mentiras
Ame incondicionalmente
Porque a vida é curta,os dias
Incertos e os momentos inesperados.
Uma flor pra você
Em forma de paixão
Desabrochando em silencio
A mais linda sensação
A perfumar o teu corpo
Tão explicitadamente meu.
Um rosa em versos de amor
Para realçar o poema
Na delicadeza de palavras
Na sutileza dos versos.
Mas se preferes uma canção
Entonarei uma melodia
A melodia perfeita
Os meus gemidos de amor
Desejando você.
Essa saudade que me invade
Que se torna,gritante em silencio
Uma saudade tamanha,que me tira o alento
Que me condena ao tormento
A mais escura solidão...
Saudade que mata a gente
Que devora,onde o sentimento aflora
A ausência de você,de nós
Dos nossos momentos...
Da nossa historia, que ficou perdida
Sempre aqui,dentro de mim
Melhor ficar em silêncio às vezes.
Evitamos assim ferir e magoar
Logo quem não merecia.
Irritado ofendemos de graça
Novamente inseguro pelos sentimentos.
Deixamos a emoção atrapalhar
Respondendo com um tom agressivo.
A falta de controle com as palavras
Receita para lágrimas e dor subsequente.
Ah, como pudemos nos esquecer do momento em que vivemos? Quaresma, tempo de silêncio e reflexão, foram quarenta dias no deserto, lá Jesus foi tentado e afrontado, mas resistiu, pois estava em plena oração...
Não podemos considerar esta Quaresma como uma época a mais, citando a cíclica do tempo litúrgico como uma simples repetição.
Este momento é único; é uma ajuda divina que temos que aproveitar, refletir e orar, pois queremos a presença de Jesus nessa hora, o Cristo que espera de nós uma grande mudança, não somente externa, mas que seja de dentro para fora...
Não é um tempo comum, ainda mais diferenciado é o momento "do agora", pois a cada passo dado, reflete o que pensamos, o que sentimos e o que esperamos...
É tempo de oração, tempo de olhar para o alto com os joelhos firmes no chão!
Carta Poética do Pai
Sussurros no silêncio da alma cansada,
Uma voz suave, na noite, foi despertada.
"Diferenças são traços, não há erro em ser quem és,
Minha obra favorita és tu, como jamais serás."
Não corras, oh, alma, atrás de sombras vazias,
Pois em tuas cores, reside a poesia.
Teu ser é uma tela, um quadro sem igual,
A beleza está em ti, és uma pérola real.
A vida é uma jornada, aventuras a seguir,
Mas tua saúde, querido(a), é o que há de porvir.
Cuida de ti mesmo(a), para a estrada percorrer,
Comigo, tua vida, juntos, iremos tecer.
Prometo-te horizontes, prometo-te o céu,
Em tuas diferenças, o verdadeiro papel.
Então, aceita quem és, és perfeito(a) assim,
Minha criação única, um ser sem fim.
Nossos dias à frente são um convite a sonhar,
Em tuas cores, teus traços, haverá o brilho a brilhar.
Aceita-te, ama-te, e verás com clareza,
Que a vida é bela, na diversidade, na pureza.
O que mais falta escrever;
Já escreveram sobre o silêncio
sobre a razão, alto controle
superação.
Já escreveram sobre o amor,
sobre várias paixões,
sentimentos constantes que mau
cabem em meu coração.
Já escreveram sobre a distância, incertezas,
e também escreveram sobre a beleza.
Acredito que palavras repetidas semprem iram
existir, mais então me diga quais palavras
ainda não foram ditas?
Já escreveram sobre tantas coisas,
que nem sei mais o que falta
escrever, as palavras sem cuidado
devido também podem magoar, então
cuidado para não escrever maldades.
Palavras no seu devido cuidado
sempre tem seu encanto, por tanto
devemos escrever mais sobre prosperidade.
jamais escrevemos com rancor.
Então todos juntos escrevendo sobre o amor"...
Madrugada
Há aqueles que dizem amar o silêncio da madrugada. Com o passar dos dias, notei que de silenciosa a madrugada não tem nada. É um som tanto peculiar. São pessoas com os pensamentos a toda intensidade, são aqueles que dariam tudo para não pensar em nada. São aqueles que calculam suas horas que ainda restam até que tenham que começar um novo dia. São aqueles que morrem de amor, pobres sofredores do amor… São os loucos, são os poetas, são os líricos. São os que sentem demais, e os que não sentem nada. São aqueles com um universo de coisas boas em seu interior, mas que não fazem idéia de como usar isto. São os que carregam mais peso emocional do que qualquer outro. São dos que amam as estrelas, e sua eterna companhia. São dos que amam as luzes e ruas vazias. São dos que amam o som do vento uivando no lado de fora. São dos que não foram esquecidos, mas sentem que como se fosse. E não é nada mais do que uma simples madrugada.
No silêncio desta distância,
que me separa de ti,
as emoções vividas são fortes,
e nada no mundo é mais importante,
que a luz dos teus olhos...
Na distância eu desenho teu rosto
na tela da saudade...
Emocionalmente inundo minha vida,
com a essência da felicidade
de te amar...
Sérgio o Cancioneiro.
Você acorda em um lugar estranho.
Um labirinto de paredes altas, feito de pedra e silêncio.
Cada corredor é igual ao anterior — frio, escuro, sem fim.
Você caminha.
Cada passo é uma tentativa de entender, mas o chão parece desmoronar sob os pés.
As sombras não são apenas sombras; são memórias.
As palavras ditas por outros — “Você não é o suficiente.”
Os pensamentos que você sussurrou a si mesmo — “Talvez eles tenham razão.”
O labirinto está vivo.
Ele se alimenta do seu cansaço, da sua dúvida.
E quando você acha que não pode continuar, ele ri.
Mas então, algo inesperado.
Você encontra um espelho, velho e empoeirado, encostado numa parede.
Relutante, você olha.
E lá está você. Não a versão que o mundo vê, mas a que você esconde.
Os olhos carregados de histórias não contadas.
As mãos calejadas por batalhas que ninguém percebeu.
O reflexo não é gentil, mas é honesto.
E algo começa a mudar.
Você toca o vidro e percebe: o labirinto não está lá fora. Ele está dentro de você.
Cada corredor é uma crença que você construiu, cada sombra, uma parte de você que precisa ser acolhida.
Você não precisa derrotar o labirinto.
Você precisa conhecê-lo. Abraçar cada parede que construiu, cada canto escuro que evitou.
E, enquanto o faz, as pedras começam a cair.
A luz atravessa as rachaduras, iluminando o caminho.
Você não sai do labirinto.
Você o transforma em um campo aberto.
E ao respirar o ar da liberdade, percebe algo simples, mas poderoso:
Os desafios nunca foram barreiras.
Eram convites para você se tornar quem sempre foi, só que melhor.
No silêncio que antecede o nascer do dia,
há um registro escrito sem tinta nem voz,
onde o tempo se curva em linhas invisíveis
e o espaço se descortina como uma página em branco.
Cada instante é uma letra que se inscreve
no vasto compêndio da existência,
um sinal de que o agora é eterno
e o futuro, ainda por decifrar.
Em cada partícula, há uma história não contada,
um universo pulsante de possibilidades latentes,
onde a matéria se faz verso e a energia, refrão
de um cântico que transcende a lógica do olhar.
Não há fronteiras entre o ser e o nada,
apenas a dança contínua dos elementos
que se entrelaçam como pensamentos
na imensidão de um cosmos que se recria a cada sopro.
As ideias fluem como rios sem destino,
modelando pontes entre o que é e o que pode ser,
num diálogo silencioso entre o intangível
e o palpável, onde o querer se transforma
na matéria bruta da realidade.
E a mente, esse espaço em constante mutação,
se expande para abarcar horizontes inéditos,
desafiando o próprio conceito de limite.
Há, na cadência das estrelas, um compasso
que não se faz medido por relógios ou calendários,
mas pela sutileza de cada respiração,
pelo encontro espontâneo entre o sonho e o despertar.
E assim, o universo se revela em fragmentos
de pura possibilidade, onde cada suspiro
é uma nota em uma sinfonia sem partitura,
um convite para que o ser se reinvente.
Quebrar as barreiras do conhecido
é mergulhar no oceano profundo da incerteza,
onde o risco e a descoberta se fundem
num único impulso, num salto de fé
que reescreve as regras do existir.
Não há verdades fixas, apenas o movimento
incessante de transformar o que foi em novo,
de encontrar, no caos, a ordem que se oculta.
E se a razão, por vezes, se mostra insuficiente,
que seja então a intuição a bússola do espírito,
guiando-nos pelos caminhos inexplorados
da imaginação e da contemplação.
Pois cada pensamento é uma semente
de um futuro que ainda se faz presente,
um reflexo do universo que se recria
no mistério de um agora que nunca se repete.
Neste manuscrito do infinito,
onde a existência se desdobra em versos silenciosos,
a cada página virada, surge o convite
para que o ser se descubra e se renove,
para que o enigma do próprio estar se descifre
na simplicidade de um momento,
na grandiosidade de um suspiro compartilhado
com o cosmos em sua eterna dança de possibilidades.
Na profundidade de um silêncio sereno, surge uma fonte de sabedoria,
Fluindo incessante, como rio de luz, em busca de verdades etéreas.
Indagações profundas ecoam no vento, perguntando sobre a vida,
E a fonte, sábia e paciente, responde com serenidade e graça.
"O que é a vida?", pergunta uma alma inquieta,
E a fonte murmura, com voz de veludo e mistério:
"A vida é o compasso do tempo no vasto cosmos,
É a dança do acaso e da intenção, entrelaçando destinos."
"De onde viemos?", indaga um espírito curioso,
E a fonte responde, com a calma da eternidade:
"Viemos das estrelas, do pó do infinito,
Semeados pela vontade divina, crescemos como árvores cósmicas."
"Qual o propósito do nosso ser?", questiona o buscador incansável,
E a fonte, sábia como sempre, revela:
"Nosso propósito é descobrir a luz oculta dentro de nós,
Transformar o conhecimento em sabedoria, e a sabedoria em amor."
"Por que sofremos?", sussurra uma voz em meio às lágrimas,
E a fonte responde, como mãe acolhedora:
"O sofrimento é a forja onde se tempera a alma,
É o fogo que purifica e transforma, revelando a essência verdadeira."
A fonte de sabedoria, eterna e imutável,
Reflete as estrelas em suas águas claras,
Cada resposta, um reflexo de verdades antigas,
Cada pergunta, um passo na jornada da alma.
Ao final, a alma compreende que a fonte não está fora,
Mas dentro de cada ser, em cada coração que busca.
A sabedoria é a viagem e o destino, a pergunta e a resposta,
É a chama eterna que ilumina o caminho do autoconhecimento.
E assim, no silêncio da noite, sob o manto das estrelas,
A fonte continua a fluir, incessante e luminosa,
Guiando os buscadores, os curiosos, os aflitos,
Para a verdade suprema: o encontro consigo mesmo.
Esteja consigo mesma, em paz e sem o barulho que tem fora da sua alma.
Resguarde seu silêncio e expanda internamente seu amor.
Sentir esse amor de dentro (e não o contrário), permitira à você, a visão de como interpretar e interagir com o amor que vem de fora, a amizade, apenas dita e não sentida de fato, irrelevante pensar ou achar do outro.
Entre para dentro e venha segura de si para fora.
Quando a minha hora de partir desta vida chegar
Terei que aceitar o silêncio
E esperar no meu repouso que haja uma outra oportunidade além da morte
Ou terei que silenciar meus verso poéticos calar meu canto apaixonado
E cegar meus olhos pra que não contemple a beleza da vida
Afinal da morte nada há além do que nunca me mostraram que eu pudesse comprovar
Além de promessas que ninguém voltou pra contar
Sei que minha hora virá
Quero antes de ir
Deixar muitos poemas pra quem queira ler e se apaixonar
pois na vida só algo valerá apena amar
Pois na morte o que sei é que nada há além do silêncio que repousa em paz...
Escolhi a solidão
Como minha última companheira
Nela encontrei um leito de silêncio e paz
Longe das ilusões que as pessoas nos impõem conforme seus próprios desejos e interesses
Estou liberto das garras da ilusão
Dos amores convenientes
Que te aprisionam num ciclo cansativo e destrutivo onde no final o desgaste é só teu
Escolho minha doce e amada solidão
Ela me escuta e com seu silêncio me ensina a vida onde posso me ver e me sentir prisioneiro liberto dad correntes das decepções
Na solidão me encontro todos os dias e sou livre sem correntes nem prisões em conveniências sociais e amores infames...
