Texto Sobre Silêncio

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⁠Cabelos Curtos.

Ó menina, de olhar castanho e fios ao vento,
Foste um desejo, um silêncio em tormento.
Quis-te além da razão, do que pude entender,
Um amor que queimava sem me aquecer.

Perdi-me em um sonho que só eu criei,
Num mar de ilusões, sem porto, ancorei.
Insisti no vazio, sem nada alcançar,
Até que soltar-te fez-me encontrar.

Na tua rejeição, renasceu meu valor,
Na tua ausência, enxerguei minha dor.
Hoje, sem mágoa, só gratidão,
Foi teu "não" que me deu direção.

Inserida por Zeta

⁠Título: O Vazio que Ecoa.

Ouço ecos em meu peito,
não de vozes, mas do nada.
Silêncio que pesa,
um grito contido na madrugada.

Preenchi-me de ausências,
fiz do espaço meu abrigo.
Mas até o vazio tem peso,
e agora o carrego comigo.

Se há algo que se acumula,
não é presença, mas ausência.
E quanto mais tempo passa,
mais forte a sua sentença.

Inserida por Zeta

Certa vez, enquanto caminhava
pelo vale das sombras, apenas a
o silêncio e a escuridão reinavam
Porém, você chegou e iluminou
o caminho.

Me fez perceber que
não é tão ruim ficar na luz.
Entretanto, o destino conspirava
nosso amor, e em um golpe cer-
teiro nos derrubou.

Discutimos sob o reflexo de sua
sombra. Por um motivo fútil, me
arrependo de ter aberto minha
boca.

Minha maior confidente havia ido
embora, agora às únicas coisas que
restam é um coração partido que
busca conforto em memórias.

Inserida por naufragio

⁠Se a voz insiste em nos chamar,
será loucura ou um aviso a se escutar?
No silêncio da noite, ela vem sussurrar,
entre o medo e o mistério a nos rodear.

Se não sou eu e nem é você,
quem nos chama sem a gente querer?
No portão ou no quarto escuro,
o som ecoa como um presságio puro.

Ignorar ou tentar entender?
Se afastar ou deixar acontecer?
Entre o real e o desconhecido,
a voz segue, num chamado infinito.

Inserida por thepamzinha

⁠No silêncio que a mente desenha,
Nas ondas que o tempo me empenha,
Eu sigo, às vezes perdido na mente,
Outras vezes, renascido me entende.

Sou a dor que em ecos me chama,
Sou o fogo que insiste e proclama,
Mesmo ferido, eu luto, não paro,
Minhas asas nascem do chão amargo.

Meus pensamentos dançam, dispersos,
Entre versos, meus universos,
Momentos bons, que o vento carrega,
Mas a memória, fiel, se apega.

poeta do amor, assim me declaro,
A vida é batalha, e nela disparo,
Palavras que sentem, palavras que são,
A essência pulsante do meu coração.

Inserida por davi_martins_2

⁠Amor é ser Casa e Abrigo

Amor é o silêncio que fala mais alto,
Onde a paixão, antes incandescente, se transforma em paz.
É a dança suave entre os olhares,
E o encontro de almas que se reconhecem no espaço.

Amar é enfrentar os medos, abraçando as imperfeições,
É no caos encontrar ordem, na dor, consolo.
O tempo se dissolve, mas o afeto cresce,
Com paciência, o coração constrói sua morada.

Não é apenas um querer, mas uma escolha constante,
De se apoiar, de se curar, de se reinventar,
Amor é ser casa e abrigo para o outro.

SimoneCruvinel

Inserida por simone_cruvinel

⁠A Sublime Transcendência do Amor Perene

É no silêncio profundo, onde o tempo se aniquila,
Que se entrelaçam os olhares, imersos na infinita partilha.
Nos dedos que se encontram, como o fio invisível da existência,
O toque é eternidade, a carne se dissolve em resistência.

O amor verdadeiro não é mero vestígio,
Mas a essência que permeia, imortal em seu rito.
É o calor da alma que se transmuta em matéria,
E o perfume das promessas, exalando a imperiosa quimérica esfera.

No abraço, o ser se funde em um só corpo,
Onde cada respiração é um cântico solene, exposto.
As palavras tornam-se ecos, mas são silenciosas e plenas,
Sendo a boca apenas o ponto de transgressão das amarras pequenas.

O som da respiração é o zéfiro que acaricia,
E cada suspiro é a poesia de um amor que se eterniza.
Os lábios se tocam, e o gosto do beijo é a epifania do enigma,
Onde o desejo é sacramento, e o corpo, pura magnífica enigma.

É a cor do infinito, que se vê na aurora do ser,
A textura do silêncio que se torna a própria razão de viver.
O amor verdadeiro é o fogo alquímico, que purifica o abismo,
Onde o coração se eleva, transcende, e se torna o próprio cinismo.

Quando o mundo se desfaz nas sombras do cansaço,
É no abraço do amado que se encontra o espaço.
O amor verdadeiro não se apega ao efêmero,
Mas navega nos rios da alma, profundo e etéreo.

Em cada passo, é a perda e o encontro, o eterno movimento,
É o gosto da entrega, o aroma do discernimento.
A sinfonia do ser se dissolve no outro, numa dança inaudível,
Onde o amor verdadeiro se faz sublime, impossível, infundível.

Inserida por Caio_AS

⁠E eu ali
Sozinho, sem sono,
No silêncio da madrugada.
Havia bebido metade
De uma garrafa de whisky,
Que custava uns dois mil dólares.
Nem me lembro de ter deitado.
Eu simplesmente apaguei,
Completamente embriagado.

Quando acordei, só então percebi;
O preço não importava
Poderia ter me custado
Um milhão ou um centavo,
No dia seguinte, a ressaca era mesma.

Inserida por Reflexoesepensamento

⁠No labirinto do tempo, um amor se perdeu,
Memórias desbotadas, um adeus que doeu.
Silêncio ecoa onde antes havia canção,
Um vazio profundo, uma estranha solidão.

Saudades que não sentimos, um paradoxo cruel,
A falta que se esconde, um véu de papel.
O coração emudecido, sem lágrimas a verter,
A alma anestesiada, sem nada a dizer.

Vestígios de um passado, em fotos amareladas,
Sorrisos congelados, promessas enterradas.
A rotina segue em frente, sem olhar para trás,
Mas a ausência persiste, em cada passo que dás.

Um amor que se esvaiu, como areia entre os dedos,
Sem deixar rastros, sem deixar segredos.
A vida continua, em seu curso implacável,
Mas a ferida lateja, em um canto inabitável.

Saudades que não sentimos, um enigma a decifrar,
A dor que se mascara, sem se revelar.
Mas no fundo da alma, um grito silencioso,
Um lamento contido, um adeus doloroso.

Inserida por romeuwb

Para os que Virão IX

Quando permitimos que o ódio cresça em silêncio, ele se enraíza como uma planta tóxica. O racismo não começa com grandes explosões, mas em sussurros: piadas que desumanizam, olhares que segregam, silêncios que compactuam. Nós, do passado, muitas vezes falhamos em arrancar essas sementes venenosas e deixamos raízes frágeis se tornarem troncos grossos, capazes de sustentar estruturas inteiras de exclusão.

Não cometam nosso erro. Enxerguem a violência nos detalhes: na escola que separa, no trabalho que inferioriza, na justiça que criminaliza corpos. Racismo é um sistema, não um acidente. Combate -lo exige mais do que discursos requer desmontar lógicas que normalizam a desigualdade. É preciso coragem para confrontar o desconforto, inclusive dentro de si.

Não basta não ser racista; é necessário ser antirracista. Todos os dias. Nas palavras, nas escolhas, nas políticas. O futuro que desejamos não brotará de passividade, mas de revolução cotidiana.

Herdarão um mundo ferido, mas também as ferramentas para curá-lo. Lembrem-se: tolerar o intolerante é enterrar a própria humanidade coletiva. Escolham desobedecer. Escolham rachar o solo onde o ódio tenta germinar.

Gerações anteriores, em dívida.

Inserida por CesarKaabAbdul

⁠A Sinfonia do Silêncio

Passei anos acreditando que a vida era uma sucessão de equações a serem resolvidas, um labirinto de espelhos onde cada reflexo era uma promessa de resposta. Mas, ao atravessar os corredores do tempo, percebi que esses espelhos estavam quebrados. O que vi refletido neles nunca foi a verdade, apenas fragmentos distorcidos de quem eu achava que deveria ser. O problema dos espelhos quebrados não é apenas a distorção: é o fato de que, ao tentarmos nos enxergar neles, corremos o risco de nos cortar.

Ninguém nos ensina a caminhar sobre cacos sem nos ferirmos. Crescemos com a ilusão de que há um roteiro, uma sequência lógica que nos levará a algum lugar seguro, estável, definitivo. Mas a verdade, essa entidade cruel e irônica, é que tudo o que chamamos de segurança não passa de um castelo de cartas erguido sobre a ventania do acaso. Ainda assim, insistimos em seguir regras invisíveis, colecionamos conquistas como se elas fossem amuletos capazes de nos proteger do inevitável, buscamos um propósito como se ele fosse a resposta universal para todas as angústias.

Não existe trilha sonora para o vazio. O silêncio, esse grande maestro, rege a nossa existência sem partitura, sem compasso, sem ensaios. Passamos a vida tentando dar sentido ao som das nossas próprias pegadas, mas, no fundo, estamos apenas tentando não nos perder de nós mesmos. E há algo de profundamente irônico nisso: vivemos com medo do silêncio, mas é nele que a vida realmente se revela. Tudo o que somos, tudo o que sentimos, tudo o que aprendemos só faz sentido quando finalmente ousamos escutar aquilo que nos recusamos a ouvir.

Fernando Pessoa dizia que a dor, quando fingida, parece mais real do que quando sentida. Eu acrescentaria que a busca por sentido, quando levada a sério demais, se torna um tipo sofisticado de autoengano. Tentamos nomear cada experiência, medir cada sentimento, organizar cada memória como se fôssemos arquivistas de nós mesmos. Mas a vida não cabe em um sistema de classificação. Ela escorre pelos dedos, rindo do nosso desespero em tentar segurá-la. Acreditamos que podemos domesticar o tempo, que podemos domar o imprevisível, que existe um manual escondido em algum lugar. Mas não há. Nunca houve.

E então vem a pergunta inevitável: se nada tem um sentido definido, qual o motivo de continuar? A resposta, se houver uma, está na própria pergunta. Às vezes, continuar é o suficiente. Nem tudo precisa ser justificado. Talvez o real aprendizado seja esse: aceitar que o vazio é parte do percurso, que a dúvida é uma velha amiga, e que nunca estaremos completamente prontos. Há beleza em não saber. Há liberdade em admitir que estamos todos tateando no escuro, tropeçando em certezas temporárias, colecionando respostas que amanhã já não servirão mais.

A vida não é um destino, é um fluxo. E talvez o maior erro seja acreditar que existe um ponto de chegada. Passamos tanto tempo preocupados em alcançar algo que esquecemos de olhar ao redor. Quantos momentos desperdiçamos porque estávamos ocupados demais tentando encontrar uma resposta que nem sabíamos formular? Quantas vezes olhamos para trás e percebemos que o que realmente importava estava nos detalhes que ignoramos?

Este livro é uma coleção de cacos. Pequenos fragmentos de um caminho que percorri sem mapa, sem roteiro, sem garantia de chegada. São verdades provisórias, aprendizados imperfeitos, epifanias tardias. Talvez, no fim, nada disso importe. Ou talvez importe mais do que eu imagino. No fim das contas, quem decide isso não sou eu. É você.

Inserida por igorSotolani

⁠FUI QUANDO NÃO ESTAVA
Parti tantas vezes sem me mover.
Deixei que o silêncio me carregasse,
tornei-me ausência antes mesmo de partir.
Houve dias em que fui sombra,
presença sem voz,
um nome dito sem significado.
Eu estava ali,
mas não me sentia,
não me encontrava.
As palavras se calaram,
as vontades murcharam,
e no espelho, vi alguém que não reconheci.
A vida seguia ao meu redor,
mas dentro de mim,
eu já tinha ido.
Agora percebo—
partir nem sempre significa ir embora.
Às vezes, é apenas desistir de permanecer.
E o mais difícil não é partir,
é reaprender a estar.

Inserida por ludy_mantantu

⁠No silêncio da noite, a saudade me abraça,
Teus beijos cálidos são a minha graça.
Lembro do calor que em seus braços encontrei,
Um aconchego profundo, onde sempre sonhei.

Teus olhos são estrelas que iluminam meu ser,
E cada sorriso teu me faz renascer.
O carinho que sinto é como um doce perfume,
Que enche meu coração e dissolve o costume.

Ah, como é difícil estar longe de ti,
A distância é dor, mas sei que não é o fim.
Cada momento sem você é um verso perdido,
Mas a esperança renasce, e o amor é vivido.

Quando finalmente nos encontrarmos de novo,
Vou te envolver em meus braços, como um tesouro.
E então, os beijos cálidos voltarão a brilhar,
Transformando a saudade em alegria no ar.

Assim, guardo cada lembrança com carinho e fé,
Esperando o dia em que direi: "Você é tudo pra mim!"
Porque você é meu amor, minha luz e meu lar,
E juntos seremos eternos, prontos pra amar.

Inserida por alessandro_ferreira

⁠⁠silencio me diz tanto,
me abafa e me faz sentir
penso
logo respiro
tens medo de mim pois sou diferente
tens medo pois nunca serei igual
se vai seu apego
pois sabe que acho que nada é pra sempre
a nao ser que seja.
Tens medo de se apegar,
logo eu que me jogo de corpo e alma
tens medo de me fazer casa,
logo eu que ja em ti habito,
entendo como são as coisas,
entenderei mais quando finalmente colocar a cara pro ar
me vejo freneticamente em frente ao espelho
gritando para que eu mesma fique
que eu nao va embora de mim
como ja fiz tantas outras vezes,
algumas pessoas me dizem que tenho que para de fumar
nao entendo esse gosto tao fervente de tirar das pessoas aquilo que acham que estejam certos
por mais que nao estejam
vou morar onde for pra morar,
sem preocupação e nem lugar
sem apegos demais
nao nego carinho,
me faça
que te faço o melhor que imaginas

Inserida por Bmk

⁠A cada batida do coração, um sussurro teu,
Em cada olhar, um desejo que é só meu.
No silêncio da noite, na luz do luar,
Te amo em segredos que o tempo não pode apagar.

A cada fração de segundo, em cada respirar,
Minha alma te busca, sem nunca cansar.
No calor do abraço, na suavidade do beijar,
És amada e desejada, sem cessar.

Como as ondas beijam a areia do mar,
Como o vento acaricia o rosto ao passar,
Assim é meu amor, constante a te embalar,
Em cada momento, em todo lugar.

Ela se sinta amada, pois é verdade,
Cada segundo contigo é eternidade.
Ela se sinta desejada, pois é real,
Meu amor por ti é imortal.

Inserida por edu_balla

⁠No silêncio da alma...
(Nilo Ribeiro)

Aprenda a ouvir o seu coração,
ele muito lhe conhece,
dê a ele uma oração,
receba dele uma prece

o coração não apenas pulsa,
ele aconselha, orienta,
todo o mal ele expulsa,
ele nos representa

não alimente o sofrer,
não abasteça a amargura,
Deus lhe deu o poder,
Ele também dá a cura

pare, aquiete sua alma,
achará a resposta certa,
aja com toda sua calma
e encontrará a porta aberta

erro acontece,
mas pode ser reparado,
quem no erro permanece
não pode ser perdoado

na desordem do universo,
na perturbação do seu dia,
leia um belo verso,
leia a minha poesia

o seu coração lhe escuta,
ouça ele também,
Deus abençoe a sua luta,
que assim seja amém...!!!

Inserida por niloribeiro

⁠"Na Sombra do Silêncio"

Perdido no labirinto da memória,
Na sombra da tua ausência, sem glória,
Os tempos avançam, eu, um eco só,
O vazio, um abismo, na alma um nó.

O tempo enubla o que fomos um dia,
Histórias que se desvanecem com o vento,
Desperto à noite com os uivos da agonia,
Um trovão retumba, dilacerando o tempo.

Impotência e orgulho, parceiros nesta dança,
Desilusão ecoa, no campo da lembrança,
Lutei só e perdi a esperança,
O Graal já não se alcança.

Sangro em silêncio, cada gota uma memória,
Por um amor sem vitória,
Notas etéreas ao frio, ao relento,
Nossos nomes, um grito de desalento.

Enterrados estão os nossos segredos,
Não acredito que foi tudo em vão,
Acorrentado aos sonhos e medos,
Na minha nostalgia, na escuridão.

O horizonte ermo e noturno,
E eu aqui, desorientado, sem razão,
No eco do silêncio, um coração soturno,
Estou perdido, num tempo já perdido, na solidão.

⁠O Tempo Dividido -

Que nenhum silêncio beba
dos teus olhos ...
Nenhuma estrela toque a
tua noite ...
Que nem de madrugada
se pronuncie o teu nome
porque em ti já nada é puro ...
Não há sonhos ...
Não há ondas em mar alto ...
... nem vontade de ser livre
com o vento.
Só há coisas vagas!
Palavras vãs no interior do
tempo dividido.

Inserida por Eliot

⁠A gota de esperança que havia em mim caiu em terra seca e evaporou.
Mas ainda me resta o silêncio que grita alto em noite estrelada.
Sufocando dentro do meu peito um ponto final em uma história sem começo.
Olho pelo retrovisor do passado e percebo que é preciso focar no horizonte, acelerando em busca de quem sabe um novo sonho.
Tempo tempo que corre com o vento e não volta mais.

Adriana Paulino

Inserida por AdrianaPaulino

⁠Todos os dias. Pouco a pouco. Em silêncio. Estamos adoecendo.
.
Estamos adoecendo enquanto cuidamos de outras pessoas. Estamos adoecendo porque, sobretudo, cuidamos de outras pessoas enquanto deixamos de cuidar de nós.
.
Que matemática é essa?
.
Nos ensinaram a dividir os brinquedos, sem nos perguntar o impacto disso em nós. Nos ensinaram que pessoas "boas" são as que servem, sem cessar. Nos ensinaram que o perdão deve ser ofertado a todo tempo, mas que os pesos e as medidas, quando se trata de nós, nem sempre são os mesmos.
.
O mundo espera de nós. Nós exigimos de nós. E a gente vai ficando aos pedaços. Por vezes, tão pequenininhos, que a gente deixa de se ver. E, por isso, vai sumindo, e sumindo.
.
É preciso revisitar os limites do doar-se. É preciso revisitar-se...

Inserida por lavinialins