Texto Sobre Silêncio
SABEDORIA DO SILÊNCIO
Tenho mais recordações do som das chineladas do meu pai, do que o som da sua voz, mas aprendemos mais com atitudes do que com palavras e no silêncio da sua voz ele me ensinou 3 coisas.
1°= A família é a coisa mais importante na vida de uma pessoa
2°= A palavra do homem tem que ter mais valor do que dinheiro.
3°= Amizade tem que ser tratada com amor e respeito, porque podemos contar nos dedos quantos amigos fazemos ao longo da vida.
Entre a Luz e Ideias
No silêncio da alma, uma dúvida floresce,
Traiçoeira e sutil, como sombra a espreitar,
Ecoa em Shakespeare: "Medo de arriscar,
Nos faz perder o que poderíamos ganhar."
Caminho entre luzes de fé e de amor,
Um mandamento antigo ressoa no ar,
"Amem uns aos outros", a voz ecoa,
No coração sincero, a verdade há de morar.
Na busca pela vida, onde a existência é rara,
Pergunto ao mundo, o que significa viver?
Oscar Wilde sussurra: "Apenas existir,
É o destino de muitos, mas viver é florescer."
Quem é correto, nunca há de fracassar,
Suas pegadas na terra, lembradas serão,
Pois a justiça é uma chama que arde,
Na trilha da vida, um eterno clarão.
Nada há encoberto que não venha a revelar-se,
Nem oculto que não venha a saber-se,
Entre luzes e ideias, sigo o caminho,
Na esperança do porvir, onde a verdade há de brilhar.
Mas quem não se ama, não sabe amar,
Perdido nas sombras, sem luz para dar,
Enquanto eles riem por serem iguais,
Eu rio de volta, por trilhar outros sinais.
- Notório Jhow
Talvez o silêncio
O que fazer quando a alma te incomoda?
Quando aperta o peito,
Sacudindo os teus sonhos,
Tocando a melancolia
Do canto mais profundo.
Se ela me dissesse o que sente,
Eu sentiria por ela também.
Será que não me conheço ao fundo,
A ponto de não interpretar
Minha própria alma?
Que angústia pensar assim...
Talvez o silêncio
Me responda melhor.
Medita o bardo em silêncio profundo...
Na tarde cinza dum dia sem cor,
a alma chora seu revés sem rancor
mas, o coração se afoga em lago imundo!
Descem lágrimas em pingos de dor...
Cada suspiro é lamento rotundo
e, só a tristeza habita o seu mundo
desprovido da alegria do amor!
Sua alma é noite escura de agonia...
Porém, no fundo, uma luz a brilhar,
traz promessa de novo porvir, pois
a tristeza, embora possa durar,
é passageira como a ventania
que destrói, mas traz beleza depois!
Dedilhando sem pressa
Correndo os dedos pelo braço
Afinando o silêncio,
Em busca de acompanhar o compasso.
Com o violão acomodado em meu colo
Observo o ritmo combinando
A batida específica no corpo,
Enquanto toco Lá sem Dó
O instrumento solta um som abafado
O tom que sai em si
Não está na escala conforme esperado
Mas entrega um baita show,
Que amei ter participado.
"A Eterna Voz da Alegria"
Hoje o Brasil amanheceu com um silêncio diferente, um silêncio que ecoa nas avenidas, nas praças, e nos corações de milhões de brasileiros. O som inconfundível que tanto nos acompanhou ao longo de décadas não mais ressoa. Silvio Santos, o homem que com seu sorriso cativante e carisma singular, preencheu nossas tardes e noites, partiu para uma nova jornada. Ele foi mais do que um apresentador; foi um ícone, um símbolo de perseverança, generosidade e alegria.
Nascido Senor Abravanel, em 1930, no Rio de Janeiro, Silvio construiu um império com suas próprias mãos, algo que poucos podem se orgulhar de dizer. De camelô a dono de uma das maiores emissoras de TV do Brasil, sua trajetória é uma verdadeira epopeia moderna, repleta de lutas, superações e vitórias. Mas o que sempre se destacou em Silvio não foi apenas sua inteligência comercial ou sua habilidade de se reinventar. O que o tornou inesquecível foi sua capacidade de conectar-se genuinamente com as pessoas. Afinal, Silvio Santos era muito mais do que o dono do Baú da Felicidade ou o homem dos aviõezinhos de dinheiro. Ele era um contador de histórias, um mestre da comunicação que sabia como poucos falar com a “Dona de Casa” e o “Seu José” do outro lado da tela. Com ele, os lares brasileiros se encheram de risadas, sonhos e, por que não, esperança. Sua presença transcendia a tela; ele era parte da família brasileira. Seus programas, sempre cheios de espontaneidade e bom humor, eram um refúgio para muitos. Em um país tantas vezes marcado por crises e dificuldades, Silvio oferecia um alento, uma pausa bem-vinda para que todos pudessem, ao menos por algumas horas, esquecer os problemas e se permitir sorrir. E não era um sorriso qualquer, mas um sorriso que vinha do fundo do coração, aquele que só é possível quando se está na companhia de um amigo querido.
Silvio Santos não era um apresentador comum; ele era um artesão da alegria. Sabia como ninguém moldar os sentimentos do público, transformando momentos simples em experiências memoráveis. Seja com suas brincadeiras, seus bordões icônicos ou com as músicas que cantava, ele sempre soube criar uma atmosfera de leveza e diversão, fazendo com que todos se sentissem parte de algo maior. Mas, como toda grande estrela, o momento de apagar-se chegou. Silvio Santos se despede de nós, deixando um legado imensurável, não apenas na televisão, mas no coração de cada brasileiro que, em algum momento, foi tocado por sua voz, seu riso e seu olhar bondoso. Seu nome ficará para sempre gravado na história, não apenas como o maior apresentador da televisão brasileira, mas como um exemplo de perseverança, coragem e amor ao próximo.
A morte, para muitos, é vista como o fim. Mas para Silvio Santos, que dedicou sua vida a espalhar alegria, talvez seja apenas o começo de um novo espetáculo, em um palco ainda maior, onde ele continuará a fazer o que sempre fez de melhor: encantar.
Enquanto o Brasil chora sua partida, somos lembrados de que as estrelas mais brilhantes nunca se apagam de verdade. Elas continuam a brilhar nos corações daqueles que tiveram a sorte de vê-las em seu esplendor. E assim, Silvio Santos, nosso eterno “patrão”, continuará a viver, não apenas em nossas memórias, mas em cada riso que provocou, em cada sonho que inspirou, em cada vida que tocou.
Hoje, nos despedimos não apenas de um homem, mas de uma era. Mas mesmo em meio à tristeza, podemos encontrar consolo no fato de que Silvio Santos viveu uma vida plena, uma vida que será lembrada e celebrada por gerações. E enquanto o silêncio da saudade preenche os lares brasileiros, sabemos que, em algum lugar, ele ainda está sorrindo, nos agradecendo por termos sido seus fiéis companheiros nessa jornada de luz e alegria.
Descanse em paz, Silvio Santos. O show nunca mais será o mesmo sem você, mas sua luz continuará a brilhar em cada canto deste país que você tanto alegrou.
(Sábado, 17 de agosto de 2024).
O silêncio do absoluto da simplicidade do amor verdadeiro puro e bondoso nós crer que dias melhores virão pois pessoas do bem maior existe e por amor a elas cremos e sempre vamos crer que D'água e nosso consolo e em gratidão Deus deus seu filho para nos ajudar a caminhar no dia a dia!
Se Deus e por nós quem será contra nós!
Enfim te encontrei,
Entre sonhos e brumas,
No silêncio do olhar
Que me revela tua alma.
Te busquei nas noites frias,
Em versos e canções,
Nos suspiros solitários,
Nas doces ilusões.
Teu sorriso é minha aurora,
Tua voz, o meu poema,
E no abraço, enfim me encontro,
Resolvo todo dilema.
O destino nos guiou
Por caminhos separados,
Mas na curva do tempo,
Enfim, estamos lado a lado.
Enfim te encontrei,
No sutil toque da vida,
E em ti me refaço,
Em ti sou amado.
Abrigo e Cumplicidade
Não tenha medo,
Quero ser abrigo,
Quero somar ao teu lado,
No silêncio e no perigo.
Que a vida nos una,
Em laços de ternura,
Caminhando juntos,
Sem pressa, sem fuga.
Quero ser teu porto,
Teu refúgio seguro,
Ser a mão que te guia,
Nos dias mais duros.
Não tenha medo,
Vamos trilhar o caminho,
Com força e carinho,
Em paz e em segredo.
Serei tua calma,
Teu farol na tempestade,
Na alma, um abrigo,
Na vida, cumplicidade.
SimoneCruvinel
No silêncio da noite estrelada,
Onde a lua sussurra segredos,
Minha alma vaga, enluarada,
Procurando entre sonhos e medos.
Cada estrela um desejo perdido,
Cada brisa um abraço no ar,
E no vento, um verso contido,
Que insiste em me embalar.
Há um jardim em meu peito,
Onde flores de esperança nascem,
E por mais que o tempo seja estreito,
São as memórias que me abraçam.
Nos caminhos que a vida desenha,
Entre curvas e retas incertas,
Sigo a trilha que me encaminha
Para as verdades encobertas.
E mesmo que o dia amanheça,
Com nuvens a esconder o azul,
Carrego a certeza que aquece,
Que o amor sempre encontra o sul.
Assim, sigo cantando em versos,
Com a fé de quem sabe esperar,
Que entre os mistérios dispersos,
Há um destino que me quer encontrar.
No silêncio da madrugada fria,
Onde os sonhos flutuam ao léu,
Minha alma vaga, leve e vazia,
Buscando um brilho no céu.
As estrelas, como faróis distantes,
Sussurram segredos do além,
E eu, em passos hesitantes,
Procuro o que o coração não tem.
Há um rio que corre em mim,
Feito de lembranças e saudade,
E em suas águas, sem fim,
Nadam peixes de felicidade.
Mas as margens são incertas,
Cercadas por névoas de incerteza,
E o que outrora eram promessas
Hoje são ecos de tristeza.
Ainda assim, sigo a corrente,
Esperando que a maré mude,
Pois o amor é persistente,
E a esperança, quem a ilude?
No horizonte, um novo dia,
Traz a promessa de um amanhã,
E no peito, a melodia
De um coração que se quer sã.
Assim, na dança dos versos,
Encontro a força para seguir,
Pois nos caminhos do universo,
A poesia me faz sentir.
No silêncio das noites escuras,
Teu nome ecoa em meu pensar,
Como uma brisa suave que sussurra,
Promessas que não posso ignorar.
És o mistério que me envolve,
A doce tentação do desconhecido,
Em cada gesto teu, o coração dissolve,
Num mar de emoções, perdido.
Teu olhar, um segredo revelado,
Desperta em mim desejos profundos,
E sem medo, me lanço ao teu lado,
Disposto a desbravar novos mundos.
Se for para amar, eu me rendo,
Aos encantos que só você tem,
Em ti, encontro tudo que entendo,
E o que jamais soube que também.
Na ausência da verdade, o silêncio pesa,
Palavras ditas sem brilho, sem cor,
A falta de transparência é uma reza,
Que afasta, aos poucos, todo o calor.
Os olhos que antes se encontravam,
Agora evitam o reflexo, o olhar,
Pois o que era claro, se escondeu,
E o que era certo, se perdeu no ar.
A falta de transparência é neblina,
Que encobre o caminho a trilhar,
Transforma o afeto em dúvida fina,
E deixa o coração a questionar.
É um véu que sufoca a alma,
Uma sombra que teima em ficar,
E o que poderia ser paz e calma,
Se torna um labirinto a desvendar.
Mas a verdade, mesmo ausente,
Ainda tem força para brilhar,
E na falta de transparência aparente,
A luz um dia voltará a triunfar.
“Motivos”
O meu silêncio é o meu refúgio, as palavras meu acalanto escrevo para vê o mundo.
Escrevo para vê seu sorriso, escrevo para me sentir livre. Escrevo para me sentir vivo.
Escrevo para ser descoberto, escrevo com toda minha sinceridade, escrevo por esse sentimento que por você vivo, e que por muitos motivos, o sol nasce, a lua toma conta da escuridão da noite.
E nasce mais um motivo para eu viver nesse mundo de palavras vivas nesse charme de folhas vazias.
E que por você, vivem.
Quando foi a última vez?
Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.
Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.
Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.
E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?
Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?
Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?
No silêncio de São Luís,
O pin-hole revela segredos,
Poemas datilografados,
Um passado que o futuro carrega.
Entre ruas de saudade,
A máquina Hermes Baby dança,
Letras como memórias antigas,
Marcadas nas páginas do tempo.
Celso Borges entrelaça versos,
"O futuro tem o coração antigo",
Uma ode à nostalgia, ao encanto,
Onde a poesia abraça a imagem pin-hole.
No Instituto Federal do Maranhão,
Estudantes, fotógrafos da alma,
Capturam instantes com pinças de luz,
Diálogo entre texto e imagem se faz.
No livro, o projeto gráfico é trama,
A estética crua do pin-hole ecoa,
O digital rende-se à máquina,
Uma sinfonia de passado e presente.
Nas páginas escaneadas, a cidade
Respira poesia, respira história,
Um livro que sussurra segredos,
"O futuro tem o coração antigo".
No silêncio aprende-se
O improvável não altera a lógica
Finalmente não somos nada
Insatisfeitos
Invejosos
Sem disponibilidade
Erramos mas não se engole o erro
Na busca por tudo
Encontra-se o nada
A essência se perdeu
Enlutaveis
Não conheço a min mesmo
Busco no outro a perfeição
Fujo de min
Fujo do meu tesouro Eu mesmo
E me entristeço por que não me encontrei
Pobre de min
O tempo não volta
Mais ainda há tempo
Acorda!
Aprendi a ouvir o silêncio, a amplitude do seu saber.
Aprendi que significar o outro é se limitar a ouvir e aprender.
O que ouço na maioria das vezes não é o que outro tenta me dizer, e uma simples compreensão de sentir pode desencadear uma relação duradoura e cheia de verdades não regradas, mas sim realmente ditas e sentidas.
Vivemos em mundo ditador, mas vamos aprendendo com um o tempo que esbrajar não muda um contexto ruim, mas que são nossas atitudes que nós diferem das crenças limitantes que nos foram impostas no decorrer da vida.
Aprenda a ouvir!
Ouça a si mesmo e se coloque no lugar do outro.
O seu silêncio vale ouro!
Não julgue o que não conhece, nem menospre o sentir de outra pessoa apenas por seu achismo do certo e errado.
Na vida os valores são recebidos de maneira diferentes, e o certo e errado podem se divergir de pessoas para pessoas.
Não seja você a atirar a primeira a primeira pedra.
Que sua luz seja um balçamo que agrega o positivo na vida vida de outros, que o agregar seja uma constância tanto para você, quanto para àqueles aos quais fazem parte do seu mundo.
Mensagem de Islene Souza
Obras
O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão ovacionada. Vejo aquilo tão belo e hipócrita — o nada rarefeito —, vagando pelo absoluto e chegando a lugares onde o fútil prevalece.
No Silêncio das Palavras
No silêncio das palavras não ditas,
Nos ecos dos sonhos por realizar,
Caminhamos na dança da vida,
No tempo que insiste em passar.
Entre o hoje que é nosso agora,
E o amanhã que um dia virá,
Desvendamos a alma que chora,
E a esperança que sempre guiará.
Nas sombras que o medo projeta,
E nas luzes que o amor acender,
Encontramos a força secreta,
Que nos faz persistir e vencer.
Na eternidade de um momento,
No sopro suave de um respirar,
Vivemos em cada fragmento,
Da vida que nos faz sonhar.
Então, aproveite o hoje,
Sem medo de arriscar,
Pois o ontem já faz muito tempo,
E o amanhã pode não chegar.
