Texto Sobre Silêncio
APRENDENDO A LIDAR COM O SILÊNCIO
"Aprender a lidar com o silêncio de uma pessoa é um exercício de paciência e compreensão. Muitas vezes, o silêncio fala mais do que mil palavras. É um convite para refletir, para entender que cada um tem seu próprio tempo e espaço. Em vez de preencher esse vazio com ansiedade, escolho ouvir o que não é dito, respeitar o processo do outro e lembrar que até mesmo no silêncio há uma forma de conexão. A verdadeira amizade se revela na capacidade de estar presente, mesmo quando as palavras não são necessárias."
Espero que isso ressoe com você!
Em meio ao silêncio, surge um fio de luz,
Um novo despertar em meu peito, que seduz.
Tua presença, um mistério a desvelar,
Desperta em mim um novo jeito de amar.
O encanto dos teus olhos, o jeito de falar,
Cada gesto teu me faz sonhar.
Os sentimentos brotam, tímidos, mas reais,
Como flores que desabrocham em paisagens imortais.
E na dança suave do tempo que se estende,
A vida me ensina o que antes não compreende.
É um misto de emoções, de esperança e dor,
O começo de um sentimento, o início de um amor.
Não sei ainda onde este caminho vai dar,
Mas deixo o coração se permitir sentir,
Na leveza do teu toque, no calor do teu olhar,
Descubro a beleza de me entregar e de me permitir amar
Metamorfose Roubada
No silêncio do jardim adormecido,
A lagarta sonha com o céu colorido.
Seu futuro, um voo entre flores,
Um destino moldado por novas cores.
Mas a mão que não sente, não vê,
Interrompe a vida que deveria crescer.
A borboleta jamais conhecerá o ar,
Nem as pétalas que poderia tocar.
Assim também são os jovens perdidos,
Futuros cortados, sonhos não vividos.
Por mãos frias que roubam a alma,
Deixando o vazio, tirando a calma.
Oh, jardins da vida, choram por eles,
Metamorfoses que não florescem.
Que nosso amor alcance os céus,
Abraçando eternidades em seus véus.
A vida, em sua essência mais pura, é um milagre tecido em silêncio, um sopro que emerge da profundidade do mistério. O feminino, em sua conexão com esse milagre, é como a terra fértil que acolhe a semente, nutrindo-a até que a luz finalmente a desperte. Assim como as raízes de uma árvore se estendem nas profundezas da terra, buscando forças invisíveis para sustentar o tronco que rompe em direção ao céu, a mulher é o canal pelo qual a vida se manifesta, um portal entre o invisível e o tangível.
No Arvoricionismo, essa conexão ganha um simbolismo ainda mais profundo. A mulher, como as árvores, carrega em si o segredo da criação e do desabrochar. Em seu ventre, o universo se condensa, germinando em silêncio até explodir em luz e forma. É um ato de entrega, de força, de conexão com algo maior do que ela própria — a mesma força que guia a árvore a florescer na primavera, a se erguer mesmo após a tempestade e a oferecer seus frutos ao mundo.
O nascimento, então, é o momento em que a semente rompe sua casca. É o desabrochar do ciclo, o instante em que o invisível se torna visível, o imaterial se torna carne. E, nesse processo, a mulher é tanto a terra quanto o tronco; é ao mesmo tempo raiz e flor. Ela carrega em si a memória de todas as árvores, de todas as vidas que já brotaram antes dela, e a promessa de todas as que ainda estão por vir.
No centro do Arvoricionismo está a compreensão de que a vida é um ciclo contínuo de nutrição e expansão, e que o feminino é o coração pulsante desse movimento. Assim como as árvores, as mulheres ensinam que o verdadeiro poder está na criação, na resiliência, na capacidade de oferecer abrigo e sustento, e, acima de tudo, na coragem de florescer, mesmo sabendo que o fruto será entregue ao mundo.
O nascimento, tanto de uma nova vida quanto de uma nova ideia ou propósito, é a celebração desse ciclo. É a prova de que a luz que ilumina o céu também reside dentro de nós, esperando apenas o momento certo para emergir. Assim como a árvore oferece suas flores ao mundo, as mulheres, em sua essência criadora, oferecem a própria vida — e, ao fazê-lo, nos conectam à origem de tudo.
Sentir a profundidade do silêncio,
Sentir doer os pés e continuar caminhando,
Sentir a lágrima cair dos olhos e ver ela regando uma semente,
Sentir o tempo passando em cada folha da árvore que nasce,
Sentir o sabor do fruto que amadureceu,
Sentir o amor, amar e saber ser amado
Sentir o toque da alegria no peito blindado,
Sentir a vida chegando e a vida partindo,
Sentir a vida da vida, tão breve e tão bonita
Sentir a vida, a vida como ela é.
Amor Silencioso
No silêncio da noite, meu coração sussurra,
Um amor escondido, que a alma murmura.
Teus olhos, estrelas que iluminam meu céu,
Mas em teu mundo, sou sombra, sou véu.
Caminho ao teu lado, sem que percebas,
Um amor que floresce nas pequenas belezas.
Teu sorriso é sol, aquecendo meu ser,
Mas em cada risada, eu me faço de esquecer.
Nos sonhos, te encontro, em mil fantasias,
Construo castelos, vivo alegrias.
Mas ao despertar, a realidade é fria,
Pois o amor que eu sinto, é só minha poesia.
Te observo de longe, com um olhar profundo,
Guardando em segredo um amor tão fecundo.
Minhas palavras ficam presas na garganta,
E o que eu sinto, em silêncio se levanta.
Se um dia souberes do que meu coração guarda,
Saberás que te amo, de forma tão tarda.
Mas até lá, meu amor, eu sigo a sonhar,
Com a esperança secreta de um dia te amar.
Admiração em Silêncio
Se tu soubesses o quanto te admiro,
Cada vez que vejo tua imagem, eu deliro.
Teu sorriso radiante, um sol a brilhar,
Na simplicidade do instante, consigo sonhar.
Teus olhos, duas estrelas, iluminando o dia,
Refletem a beleza de uma doce fantasia.
Cada traço teu, uma obra de arte,
Na fotografia, guardas a vida que parte.
A luz que te envolve, um halo divino,
Faz com que eu sinta um amor tão genuíno.
E mesmo distante, em cada clique, eu vejo,
Um mundo inteiro que, em ti, eu desejo.
Se soubesses, querido, a força que trazes,
Em cada lembrança, em cada fase.
Te admiro em silêncio, com o coração a pulsar,
Na esperança de um dia, poder te falar.
Mas por agora, guardo essa chama acesa,
Teu retrato é meu refúgio, minha certeza.
E mesmo que o tempo nos mantenha apartados,
Te admiro, em segredo, em meus sonhos encantados.
ASSIM É O TEMPO
Entram as estações
Entre chuva e o vento
Às vezez fico em silêncio
Perdida em pensamento.
Tristezas e alegrias
Fazem parte da vida
O dia pode escurecer
E a noite ser colorida.
Banhada de estrelas
Numa noite de verão
Ou nums tempestade
Turbilhando de emoção.
Assim o corpo envelhece
Sem perder a felicidade
Não importa o tempo
A alma não tem idade.
Autoria Irá Rodrigues.
A estação
(Verso 1)
Numa estação deserta, onde trilhos ecoam silêncio,
Entre sombras e destroços, há um mistério em evidência.
Passageiros estranhos, fantasmas do passado,
Em um trem fantasma, a jornada é entrelaçada.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Verso 2)
As portas rangem abrindo, um convite para o desconhecido,
A estação abandonada, palco de um espetáculo perdido.
Nas sombras dos vagões, rostos pálidos refletem saudade,
Cada banco conta histórias, como páginas de uma velha cidade.
(Pré-Refrão)
O vento sussurra segredos, enquanto o trem avança,
Pelos trilhos da nostalgia, onde a realidade dança.
O passado e presente se entrelaçam, num abraço etéreo,
No trem fantasma, onde o tempo é um jogo sério.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Ponte)
Pelos corredores vazios, a melodia do passado ressoa,
Cada nota é um eco, num túnel de sombras à toa.
Acredite na ilusão, onde tudo que reluz é ouro,
No trem fantasma, a jornada é um labirinto sonoro.
(Solo Instrumental)
(Verso 3)
A mulher que guia, entre as almas que vagueiam,
Acredita que o trem é um portal, onde destinos se entrelaçam.
Memórias se desdobram como pétalas ao vento,
No coração da estação, um segredo em cada momento.
(Pré-Refrão)
Os passageiros são espectros, dançando no crepúsculo,
Na trilha do desconhecido, onde cada passo é um sussurro.
O trem fantasma avança, como um vulto na escuridão,
Levando almas perdidas, numa eterna canção.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Final)
No horizonte distante, o trem se perde na neblina,
A estação silenciosa aguarda o retorno da sina.
Na penumbra, a música persiste, como um eco na eternidade,
Na estação de sombras, onde o trem fantasma encontra sua verdade.
Está fazendo silêncio dentro de mim.
Eu ando calada, falando menos, contando as palavras, usando apenas as necessárias, economizando a voz e sinto que faz silêncio dentro de mim.
Poderiam dizer que é paz ou vazio, não penso que seja. É um momento sem respostas.
Tanto mudou em tão pouco tempo que nenhuma das afirmações de outrora servem pra agora.
Direi o que então? Que não sei como será o amanhã!? Que as certezas construídas, quando desconstruídas levam muito mais do que as respostas? Elas levam um pouco da gente que precisa se recompor.
O meu silêncio é semente. É o momento em que não dá pra ver que há uma vida nova surgindo, olhando de fora não dá pra imaginar que algo novo já vive ali, mas está lá.
Olho ao redor e vejo pouco do que via, olho no espelho e me questiono se dá pra ver em mim esse silêncio todo.
O meu silêncio é descanso, de tantas falas que viraram apenas vento. É descanso do quanto eu sempre pensei que deveria saber responder tudo.
As vezes as perguntas são muitas, em outros dias parece que as respostas existem aos montes, mas de fato há esse interregno em que perguntar não adianta, responder não faz sentido.
Não que eu não quisesse algumas respostas, não que eu tenha algumas perguntas, mas é que realmente não é possível entender se eu deveria as querer.
Então me deparo com uma nova realidade, que não acredito que dure muito, mas por enquanto, o que eu tenho é silêncio enfim.
O Natal e a Guerra -
É Natal ...
o silencio despe o infinito
e o mundo veste-se de guerras.
Há mães que choram filhos mortos,
pais que choram pais,
mortos que não partem,
tanta gente sem rumo.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
É Natal ...
as lágrimas jorram como fontes
secando as fontes d'água.
Gente sem casa, sem comida
nem familia.
Corações despedaçados
suplicando por amor.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
É Natal ...
o Sonho de Belém é destruido ...
... a manjedoura está vazia
e vazia está a humanidade.
Não sei se é Natal!
Não pode ser Natal!
O Menino retira-se da gruta.
Não há cânticos de Glória
nem estrelas no firmamento,
o manto da noite veste Belém.
O silencio despe o infinito
e o mundo veste-se de guerras ...
Não é Natal!
Ali ... não pode ser Natal...
Em silêncio, um coração que confessa,
Emoção transborda e pelo olhar atravessa.
Um mergulho perfeito no oceano raso,
Onde cada dia o não te sentir se faz fato.
Na carência de se entrelaçar na sua fria pele,
Como a flor que busca o sol, assim me revele.
Quase sempre perdido, mas em um só abraço me encontro,
No calor de um mero toque, os vazios eu afronto.
Aguardo pelo amor, por olhares que se demoram,
Sim, quero ser amado, onde esperanças moram.
Num enlace de mãos, na fusão dos olhares,
Busco o porto seguro, nos mais doces lugares.
Ah, ser o desejo! Não como brisa passageira,
Mas como o intenso vendaval na terra inteira,
Com força e paixão, sem temor ou medida,
Que anseia e consome, em cada despedida.
Ofereço o meu mundo, não em ouro ou riquezas,
Mas em gestos e atos, com repletas certezas.
Moveria os céus, as estrelas alcançaria,
Um amor imortal, que a vida valeria.
Na busca de um reflexo, um paralelo do ser,
Que basta entender o amor, que saiba bem querer.
Um espelho de alma, em sintonia perfeita,
Na dança do tempo, a história refeita.
Por um amor que seja, como rio que sempre flui,
Profundo e incessante, que nunca se conclui.
Corações que se ardem, que em chamas se fundem,
Em laços que se trançam, em destinos que se confundem.
O silêncio
O silêncio é um sorriso
nós lábios,
E uma flecha no coração”
Ele abre a porta do medo
E faz convite a solidão
Chega assim sem avisar
Sem saber qual a razão
E mesmo sem ter motivo
Ele insiste em ficar
E se há algo positivo
É bem melhor pensar
Tudo antes de falar.
No ínfimo silêncio, fecundo ébria;
Ahh que bela coreografia...
Na coxia, a bela intérprete, envolta de espúria;
Mais uma vez, dançais no palco doente;
E o público aplaude, em olhar gélido e coração ausente;
Palhaços disfarçados, atletas moribundos;
Murmúrios ditam o insumo primário e facundo;
A psique distorcida, um teatro insano;
Que rejo-o, no centro do engano.
Eu investi tudo naquele olhar
A minha felicidade está sonhando
Silêncio constrangedor
São promessas de vinda de um amor fechando o meu coração
Fundamental mesmo é o amor verdadeiro, paradigmas
Revolucionar, eu sei que vou conhecer o paraíso
Descrente desta vida
Ao te conhecer, eu descobri a mágia do mundo
Finalmente o que é felicidade, meu mel
Alma bem formada
Liberdade, vida sem ilusão e pragma
Quem espera o progresso sem esforço
Morre na solidão
Será, o que eu sinto é amor?
Pois eu não peço nada em troca
Mas se eu não souber,
Devolva-me o meu amor que te dei
Deixe-me sozinho na sofreguidão
E viverei em paz
Eu nunca contemplei aqueles dias novamente
Quando eu deixar esta constelação, espero, infinitamente, que você encontre outra pessoa
Vivendo dias esperançosos no desejo, paixão e gratidão
Me pergunto, se eu conquistarei um coração melhor do que o meu.
Saudade de você é vento frio no peito,
é tarde que demora a passar,
é silêncio gritando teu nome
em cada canto que eu olho.
Saudade de você tem gosto de ontem,
cheiro de abraço que não veio,
toque que a pele ainda sente,
mas as mãos já não alcançam.
E eu fico aqui,
tentando vestir o tempo com tua presença,
costurando lembranças na alma,
até que o destino te traga de volta.
Silêncio
Basta-me um breve olhar,
sutil como a brisa fria,
para que sintas em mim
o que minha alma diria…
– mas nunca direi.
Uma nota mal tocada,
ecoando na distância,
desfaz sombras e muros,
acende luz na lembrança…
– melodia que calarei.
Para que encontres meu ser,
entre as margens do vazio,
desfaço em névoa os meus passos,
me escondo em versos tardios,
– que em silêncio guardarei.
E enquanto não me percebes,
os dias seguem flutuando,
entre o ontem e o nunca,
onde o tempo vai passando…
– até que me apagarei.
Após certa idade, criamos um novo olhar,
Amor por coisas que o tempo faz brilhar.
O silêncio suave de uma manhã serena,
Uma casa arrumada, uma mente plena.
O prazer de voltar para casa e seu lar abraçar.
Realizar pequena tarefas, sorrir, dançar e cantar,
Paz por não ter nada e ninguém a quem provar
Valorizando a leveza, e o mundo em volta a silenciar.
Menos do ruído que insiste em gritar,
Mais da doce calma que nos faz flutuar.
Assim, com o tempo, aprendemos a ver
As pequenas belezas que nos fazem viver.
Nem toda letra vira música, mas toda dor vira verso.
O silêncio, quando canta, é mais profundo que o universo.
A verdade mora no que se esconde entre as linhas,
Nos vazios que a voz não preenche, mas ilumina.
A gente vai, tropeça, sangra, aprende —
Cada queda, um mapa; cada erro, um norte.
E mesmo quando a noite pesa no peito,
Amanhece. Sempre. O sol se põe no nosso jeito.
A dor? Só o primeiro acorde.
O amor? O refrão que insiste e reverbera.
Pronto pro beijo, pro abraço, pro recomeço,
Porque a vida é um disco riscado que gira no mesmo preceito.
Fantasia de novo, sem porquês, sem escalas:
Os sonhos não pedem licença, rompem as muralhas.
O medo é só tinta escura num quadro em branco —
Apago, recomeço. Tudo se refaz. Tudo é tanto.
O tempo não é linha — é espiral.
Cada volta traz a mesma estrela com luz diferente.
A estrada dobra, mas não some:
Ela é a cicatriz que virou ponte.
E quando o caminho parecer só incerteza,
Lembre: até o deserto guarda o eco de uma prece.
O que nos faz humanos é a fissura, não a perfeição —
O amor que racha, mas nunca perde a canção.
A dor é só o começo.
O abraço? O verso que se alonga no peito.
Fantasia outra vez, sem medo de ser brecha:
Os sonhos são asas. O resto? Só trincheira.
Tudo se refaz.
Tudo se refaz.
No silêncio da solidão, um canto a vibrar,
Um coração contente, a dançar e a cantar,
Sem precisar de aplausos, de um palco ou de um olhar,
A felicidade floresce, em meu próprio lugar.
Em cada passo, um ritmo, em cada olhar, um sol,
A paz que me acolhe, um refúgio sem igual,
Em cada sonho, um voo, em cada toque, um farol,
A felicidade reside, em meu próprio ritual.
Não busco companhia, em cada face sorridente,
A felicidade autêntica, é a que me faz contente,
Em cada instante, um presente, em cada passo, um recomeço,
A felicidade autêntica, é o meu maior desejo.
No meu jardim interior, florescem as alegrias,
Em cada canto, um canto, em cada abraço, a poesia,
A felicidade autêntica, é a que me faz feliz,
Em cada momento, uma dança, em cada instante, um bis.
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