Texto Sobre Silêncio
Eu era silêncio, era pedra, era mar.
Nenhum sorriso, nenhum pesar,
apenas a dança do tempo a passar,
leve, sem voz, sem lastro a carregar.
Mas a vida gritou, rasgou-me a paz,
trouxe dores que o peito desfaz.
Memórias escuras, noites sem fim,
a luta constante, perdida em mim.
Hoje sou rio, mas de águas turvas,
onde as margens são sonhos que turvam.
Cada passo é cansaço, um grito abafado,
querendo parar, mas sempre chamado.
Sinto a exaustão em cada respirar,
o desejo de soltar, de enfim deixar.
Mas há raízes que me prendem ao chão,
e um eco distante que insiste: não.
Ah, como invejo o passado sem cor,
onde o nada era tudo, e o tudo sem dor.
Mas há algo no sofrer que a alma refaz,
mesmo cansada, sei que a luta é capaz.
Que a apatia me leve, se um dia vier,
mas que hoje, na dor, eu seja quem quer:
sentir, existir, até resistir.
E talvez um dia, sorrir.
Amor Verdadeiro
Amor que chega sem pedir,
É brisa leve ao entardecer,
Traz no silêncio um existir,
E no olhar, o puro querer.
Não é paixão que vai e vem,
Mas chama calma que aquece a alma,
Companheirismo que faz tão bem,
Um porto seguro, onde o coração se acalma.
É aceitar o outro como é,
Com luzes e sombras, com erros e acertos,
Caminhar lado a lado, com fé,
Em dias fáceis e tempos incertos.
Amor verdadeiro não se apressa,
É construção de um laço eterno,
Nas alegrias e nas promessas,
Na vida, o refúgio terno.
E assim, dois corações se unem,
Numa melodia que nunca se cala,
Porque o amor que é sincero e puro
É o maior tesouro que a vida exala.
O que é a morte, senão o esquecimento,
Um silêncio profundo que vem com o tempo?
O corpo pode cair, esvair-se no ar,
Mas o que somos, o que vivemos, ninguém pode apagar.
A morte não é o fim, mas a ausência do olhar,
A distância que cresce quando param de nos lembrar.
Mas quem toca a alma, quem imprime no peito,
Não morre jamais, permanece no perfeito.
O corpo se apaga, mas o espírito arde,
Em cada lembrança, em cada saudade que invade.
Na memória dos que ficam, a vida ressurge,
E nas palavras que ecoam, o ser se refugia.
A morte é só uma curva na estrada do ser,
Um ponto que nunca é definitivo, mas se faz entender.
E quando o último suspiro for dado, o último ato concluído,
Seremos eternos, pois o amor que deixamos será sempre ouvido.
Enquanto alguém contar nossas histórias com amor,
Viveremos, imortais, como a eterna flor.
A morte não pode nos calar, pois a vida é contada,
Na memória que preserva, nossa alma é eternizada.
É Natal...
É Natal quando um abraço rompe o silêncio de uma ausência.
É Natal quando o olhar brilha mais pela presença do outro do que pelo reflexo das luzes na árvore.
É Natal quando o pão é repartido, não importa o tamanho da mesa.
É Natal no gesto de perdoar, mesmo que o orgulho insista em calar.
É Natal quando a mão estendida é mais forte que a palavra negada.
É Natal quando a simplicidade é suficiente para preencher o coração vazio.
Porque Natal não é o dia, é o sentimento.
É o instante em que escolhemos semear amor no lugar da indiferença.
É o momento em que percebemos que a maior riqueza não se encontra em presentes, mas na presença.
Todo dia pode ser Natal...
Quando cuidamos uns dos outros,
Quando damos à vida o sabor da esperança,
E quando entendemos que o verdadeiro milagre não está no que esperamos, mas no que doamos.
Isso é Natal. E o Natal, quando nasce em nós, pode durar para sempre.
Vocação Sacerdotal
No silêncio do altar, a luz se acende,
Um chamado profundo, a alma ascende.
Entre preces e cânticos, um destino,
Sacerdote, tu és ponte, amor divino.
Com a veste branca que o coração abriga,
A missão floresce, a fé se instiga.
Na partilha do pão, na palavra do irmão,
Ecoa a verdade, pulsa o coração.
Nos caminhos da vida, a dor se faz canto,
Em cada lágrima, um amor tanto.
Guia das ovelhas, pastor da esperança,
Teus passos ressoam, a vida avança.
Aos pé da cruz, renuncias de dor,
Encontro e entrega, o maior dos amores.
Clemente e sábio, com mão que ampara,
Acompanha os perdidos, recantos e varas.
Diante do altar, a eternidade espera,
O sagrado mistério, a alma é a esfera.
É chama que arde, é fervor que condensa,
Na busca do reino, uma vida imensa.
Oh, vocação pura, luz que persiste,
Na jornada da vida, um eterno artista.
Que em cada ritual, a graça se estilize,
E a essência do ser, em amor, se eternize.
Maior Presente
No silêncio que acalma, no olhar que confia,
O amor e a fé são a maior harmonia.
Presente divino que ao céu elevamos,
A prova do quanto em Deus confiamos.
Amar é doar, sem medida ou condição,
Ter fé é andar, mesmo sem direção.
Juntos, constroem uma ponte sagrada,
Que une a alma à morada encantada.
Pois o que damos a Deus, com pureza e ardor,
É a fé que renasce, guiada pelo amor.
E no altar do coração, humilde e sincero,
Oferecemos o presente mais belo e eterno.
SimoneCruvinel
Minha Amarga e Solitária Solidão
No silêncio profundo, onde ecoa a dor,
Caminho por sombras, perdido em meu clamor.
Minha amarga solidão, um manto que me abraça,
Em cada passo dado, a tristeza se entrelaça.
As horas se arrastam, como nuvens de aço,
E o peso da ausência é um fardo que não canso.
Busco por vozes que não vão me encontrar,
E a vida, tão cheia, parece se esvaziar.
Nos sonhos, tu vens, com o brilho do passado,
Mas ao acordar, sinto o frio do lado.
Corações que se afastam, promessas que se vão,
E em meio ao vazio, ressoa a solidão.
As lembranças dançam, como folhas no vento,
Revivo os momentos com um triste sentimento.
Nos risos que ecoaram, nas juras de amor,
A saudade é uma faca, cortando a dor.
Oh, solidão amarga, que me ensina a esperar,
Tu és a companheira que não posso deixar.
Mas em meio ao sofrimento, procuro a luz,
Um fio de esperança que ainda me seduz.
E mesmo que as noites sejam longas e frias,
Busco nas estrelas as minhas fantasias.
Quem sabe um dia, em um novo amanhecer,
A solidão se transforme em algo para viver.
Assim, sigo adiante, com o peso do coração,
Aprendendo a dançar com minha solidão.
Pois mesmo em sua amargura, há lições a se dar,
E em cada lágrima, um caminho a trilhar.
(O silêncio das almas)
Quanto silêncio mais minha alma consegue suportar
Tamanho descompasso gerando dor e sofrimento
Enquanto o tempo tende a me julgar
Desconhecendo meus nobres sentimentos
Que a dor se apresente face a face, me concedendo a chance de enfrentar
Em justo diálogo ofertar
As palavras que o silêncio insiste em alimentar
Que tão grande mau fiz só
Pra que eu possa buscar a redenção
Se vi ouvi e senti, qual o sentido de receber tão punição
DIVINO TEMPORAL
Eis que irrompe em trovão sem aviso.
Ecoando e quebrando o imane silêncio.
Ressonante acústico compasso preciso.
No coração és da tormenta prenúncio.
Rutilam raios que cegam os olhos,
Ensandecer brilhar incandescente.
Visão confusa piscando em fachos.
Relâmpagos que ofuscam a mente.
Torrencial cascata despenca do céu.
De sensações o verdadeiro dilúvio.
Tempestade que vem como alívio.
Pelo amor que escorre em seu véu.
Das sinapses a paixão é relâmpago.
Nas veias tempestade em ebulição.
Sacro temporal que atinge o âmago.
Pois no peito o que pulsa é trovão.
Claudio Broliani
RUAN, OLHA COMO ELE É BELO COM SEU CAMINHAR
Ruan, teu nome soa como uma canção,
No silêncio da alma, és inspiração.
Teu caminhar, suave como a brisa,
Encanta o mundo, tua presença é precisa.
Cada passo teu, um verso no chão,
Desenhando poesia em cada direção.
Os olhos que te seguem, enfeitiçados estão,
Pelo ritmo perfeito da tua imensidão.
Tua beleza não é só de se olhar,
É a essência que insiste em pulsar.
No brilho dos olhos, na força do sorrir,
Ruan, és o poema que não deixa de existir.
Caminhas, e o tempo parece parar,
Como se o universo quisesse te admirar.
Oh, Ruan, que sorte tem o vento,
De tocar-te e guardar o momento.
E assim, com teu caminhar tão singelo,
Mostras ao mundo o que é ser belo.
És melodia, és arte, és luar,
Ruan, um eterno encanto a nos iluminar.
IVAN GUEDES BLACK JUNIOR
MEU NADA É TUDO EM VOCÊ
Em meio ao silêncio, onde nada parece existir,
Descubro um universo, e nele, você a brilhar.
Meu nada se transforma, ganha cor e calor,
Pois em cada fragmento, há um pedaço de amor.
Teus olhos são faróis que iluminam a estrada,
E em cada olhar, minha alma é resgatada.
O vazio que eu sentia, agora é plenitude,
Pois você é a resposta, é minha atitude.
Meu nada é tudo em você, um paradoxo sutil,
Um espaço sem limites, um amor tão gentil.
Nos gestos mais simples, nas risadas que ecoam,
Encontro a verdadeira essência, onde os sonhos voam.
Teus sorrisos são notas de uma doce canção,
E em sua presença, o mundo ganha dimensão.
O que antes era sombra, agora é luz que resplandece,
E no calor do teu abraço, meu ser se fortalece.
Cada palavra sua é um poema a fluir,
Transformando meu nada em um motivo pra existir.
E mesmo nas tempestades, quando tudo parece incerto,
Seu amor é o abrigo, é o porto mais perto.
Meu nada é tudo em você, um amor sem igual,
É a força que me move, é meu mundo ideal.
E ao olhar para o futuro, vejo flores a brotar,
Pois em cada passo dado, você está a me guiar.
Assim, celebro a vida, com você a meu lado,
Transformando o cotidiano em algo sagrado.
E mesmo que o mundo se mostre tão frio,
Saiba que meu nada é tudo, e você é meu desafio.
Escute mais a sua intuição e menos o seu ego
No silêncio das escolhas diárias, há duas vozes que disputam espaço em nossas decisões: a intuição, que sussurra baixinho, e o ego, que grita alto. Enquanto a intuição é aquela amiga sábia que conhece o caminho antes mesmo de vê-lo, o ego é como um alto-falante, sempre cheio de razão e vaidade, sedento por aplausos e vitórias.
Quantas vezes, diante de um dilema, sentimos aquele “algo” dentro de nós dizendo o que fazer, mas escolhemos ignorá-lo? Seguimos pela rota mais enfeitada, mais aplaudida, mas nem sempre a mais verdadeira. O ego, em sua ânsia de se exibir, nos convence de que a validação externa vale mais que a paz interna.
A intuição, ao contrário, não se importa com os holofotes. Ela só quer nos conduzir para o que realmente importa, para aquilo que está alinhado com a nossa essência. Não é um pressentimento aleatório; é a nossa experiência silenciosa acumulada ao longo da vida, somada à sabedoria de um coração atento.
Quando ouvimos o ego, o resultado é um cansaço que parece não ter fim. Ficamos exaustos ao carregar máscaras, ao buscar ser quem não somos, ao viver de aparências. Já quando escutamos a intuição, a sensação é outra: leveza, certeza, mesmo que o caminho pareça difícil. Ela nos conecta ao que nos faz vibrar, ao que nos faz sentir vivos.
O desafio está em aprender a calar o ego para ouvir a intuição. Isso exige coragem, porque ela nem sempre nos leva por onde todos vão. Muitas vezes, nos desafia a romper padrões, a dizer “não” quando o mundo espera um “sim”, ou a dar um salto sem garantias aparentes.
Mas vale a pena. Vale muito a pena. Porque a intuição é nossa verdade, enquanto o ego é só o eco do que os outros esperam de nós.
No final das contas, a escolha é sempre nossa: queremos ser autênticos ou aplaudidos? Corajosos ou conformados? Siga a voz que te leva para mais perto de quem você é, e não de quem o mundo espera que você seja.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Um homem que pensa demais é prisioneiro de sua mente,
percebe no silêncio os detalhes que a vida esconde,
realidades duras, cortantes, como lâminas invisíveis.
A dor se faz constante, uma sombra que nunca parte.
Sinto-me incapaz de iluminar o caminho de outro,
como se minha luz fosse fraca, apagada pelo vento.
A solidão é minha companheira fiel,
na escuridão da noite, ela sussurra verdades amargas.
O peso da vida repousa em meus ombros,
e a tristeza, minha eterna conselheira,
me lembra que o tempo passa, mas o tormento permanece.
Anos se esvaíram, levados por pensamentos desgovernados,
e me pergunto, no fundo desse abismo interno:
será que faço diferença? Será que alguém realmente vê?
Mas, mesmo no caos, há um eco,
uma possibilidade de que o amanhã traga outro tom.
Silêncio que Acolhe
Tem coisas que só o coração entende,
E às vezes o mundo lá fora se rende.
Na quietude de um instante profundo,
Encontramos em nós o nosso mundo.
Há momentos em que a alma se cala,
E o tempo, sereno, simplesmente embala.
A melhor companhia, sem alarde,
É o reflexo no espelho que nunca nos tarde.
Na solitude, há paz e calmaria,
Um encontro sutil com nossa energia.
Porque dentro de nós, há um universo,
Que floresce em silêncio e se torna verso.
SimoneCruvinel
Descansar
É força em forma de calma,
Um sopro leve que renova a alma.
É no silêncio que o sonho floresce,
E a mente inquieta enfim adormece.
Nas pausas se erguem novos caminhos,
Surgem ideias, brotam carinhos.
O futuro se veste de brilho e cor,
Nutrido no tempo de paz e amor.
Descansar não é parar, é criar raiz,
Preparar-se, ser forte, buscar ser feliz.
SimoneCruvinel
Para você, um sopro de poesia.
Quando se vê, o dia já foi,
o ano se despede em silêncio e cor,
tantas coisas passam, tantas se vão,
mas a vida — ah, a vida! — é um eterno renascer.
Ela vem como brisa ou vendaval,
com surpresas que nos dobram,
recomeços que nos curam,
porque o tempo ensina, sutil ou brutal.
Há dias em que a alma chora,
onde o cansaço se aninha,
e precisamos nos despir das máscaras
para sentir a pele da sensibilidade tocar.
Mas há também o instante do olhar,
quando a nossa dor se cala
e o amor nos leva a perceber
que há outra dor que espera acolher.
São essas danças — de lágrima e luz,
de cansaço e compaixão —
que tecem o sentido do que somos,
do que sonhamos,
do que, enfim, desejamos nos tornar
SimoneCruvinel
APRENDENDO A LIDAR COM O SILÊNCIO
"Aprender a lidar com o silêncio de uma pessoa é um exercício de paciência e compreensão. Muitas vezes, o silêncio fala mais do que mil palavras. É um convite para refletir, para entender que cada um tem seu próprio tempo e espaço. Em vez de preencher esse vazio com ansiedade, escolho ouvir o que não é dito, respeitar o processo do outro e lembrar que até mesmo no silêncio há uma forma de conexão. A verdadeira amizade se revela na capacidade de estar presente, mesmo quando as palavras não são necessárias."
Espero que isso ressoe com você!
Em meio ao silêncio, surge um fio de luz,
Um novo despertar em meu peito, que seduz.
Tua presença, um mistério a desvelar,
Desperta em mim um novo jeito de amar.
O encanto dos teus olhos, o jeito de falar,
Cada gesto teu me faz sonhar.
Os sentimentos brotam, tímidos, mas reais,
Como flores que desabrocham em paisagens imortais.
E na dança suave do tempo que se estende,
A vida me ensina o que antes não compreende.
É um misto de emoções, de esperança e dor,
O começo de um sentimento, o início de um amor.
Não sei ainda onde este caminho vai dar,
Mas deixo o coração se permitir sentir,
Na leveza do teu toque, no calor do teu olhar,
Descubro a beleza de me entregar e de me permitir amar
Metamorfose Roubada
No silêncio do jardim adormecido,
A lagarta sonha com o céu colorido.
Seu futuro, um voo entre flores,
Um destino moldado por novas cores.
Mas a mão que não sente, não vê,
Interrompe a vida que deveria crescer.
A borboleta jamais conhecerá o ar,
Nem as pétalas que poderia tocar.
Assim também são os jovens perdidos,
Futuros cortados, sonhos não vividos.
Por mãos frias que roubam a alma,
Deixando o vazio, tirando a calma.
Oh, jardins da vida, choram por eles,
Metamorfoses que não florescem.
Que nosso amor alcance os céus,
Abraçando eternidades em seus véus.
A vida, em sua essência mais pura, é um milagre tecido em silêncio, um sopro que emerge da profundidade do mistério. O feminino, em sua conexão com esse milagre, é como a terra fértil que acolhe a semente, nutrindo-a até que a luz finalmente a desperte. Assim como as raízes de uma árvore se estendem nas profundezas da terra, buscando forças invisíveis para sustentar o tronco que rompe em direção ao céu, a mulher é o canal pelo qual a vida se manifesta, um portal entre o invisível e o tangível.
No Arvoricionismo, essa conexão ganha um simbolismo ainda mais profundo. A mulher, como as árvores, carrega em si o segredo da criação e do desabrochar. Em seu ventre, o universo se condensa, germinando em silêncio até explodir em luz e forma. É um ato de entrega, de força, de conexão com algo maior do que ela própria — a mesma força que guia a árvore a florescer na primavera, a se erguer mesmo após a tempestade e a oferecer seus frutos ao mundo.
O nascimento, então, é o momento em que a semente rompe sua casca. É o desabrochar do ciclo, o instante em que o invisível se torna visível, o imaterial se torna carne. E, nesse processo, a mulher é tanto a terra quanto o tronco; é ao mesmo tempo raiz e flor. Ela carrega em si a memória de todas as árvores, de todas as vidas que já brotaram antes dela, e a promessa de todas as que ainda estão por vir.
No centro do Arvoricionismo está a compreensão de que a vida é um ciclo contínuo de nutrição e expansão, e que o feminino é o coração pulsante desse movimento. Assim como as árvores, as mulheres ensinam que o verdadeiro poder está na criação, na resiliência, na capacidade de oferecer abrigo e sustento, e, acima de tudo, na coragem de florescer, mesmo sabendo que o fruto será entregue ao mundo.
O nascimento, tanto de uma nova vida quanto de uma nova ideia ou propósito, é a celebração desse ciclo. É a prova de que a luz que ilumina o céu também reside dentro de nós, esperando apenas o momento certo para emergir. Assim como a árvore oferece suas flores ao mundo, as mulheres, em sua essência criadora, oferecem a própria vida — e, ao fazê-lo, nos conectam à origem de tudo.
