Texto sobre Liberdade
LIBERDADE PARA VIVER
PERDIDO EM UM RESORT EM NATAL, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, NO ANO DE 2014 PÓS COPA DO MUNDO, EU ESTAVA SENTADO NA VARANDA DO MEU QUARTO OLHANDO PARA O MAR E TIVE UMA DAS SENSAÇÕES MAIS INCRÍVEIS DA MINHA VIDA, VENDO AQUELA IMAGEM DO HORIZONTE INFINITO SENTI UM PRAZER INTENSO E UMA PAZ ABSOLUTA, ME SENTI MUITO CONFORTÁVEL COM AQUELE AMBIENTE, AS MINHAS EMOÇÕES VIERAM A TONA, SORRI COMO UM LOUCO DESLUMBRADO COM O MOMENTO ÚNICO, MINHA FELICIDADE E ALEGRIA DE VIVER DERAM O TOM DA ANIMAÇÃO CONSTANTE E INTENSA; MEUS OLHOS LACRIMEJAVAM DE TANTA ENERGIA POSITIVA CONCENTRADA NAQUELE LUGAR EM QUE O TEMPO PAROU E ME DEU A OPORTUNIDADE DE PENSAR COMO SERIA BOM ACEITAR ESSA DÁDIVA DA VIDA, ESSE PRESENTE MARAVILHOSO DE VIVER COM LIBERDADE FAZENDO O QUE GOSTA SEM MEDO DO INCERTO OU DO DUVIDOSO, FOCADO APENAS EM REALIZAR O SONHO MAIOR DE SER FELIZ TODOS OS DIAS COM CORAGEM E ESPÍRITO LIVRE...
Eu amo
Amo a vida, amo a liberdade, amo as pessoas de bem que pregam suas verdades, que compartilham seus preciosos conhecimentos, seu valoroso aprendizado de anos no mundo; amo a natureza e sua pureza, os animais e a sua inocência; amo o passado e as suas doces lembranças; amo o presente com o seu jeito inesperado e surpreendente de nos levar como numa dança; amo o futuro mesmo que venha carregado de incertezas e dúvidas, mas que sempre vem com um pacote completo de opções, oportunidades e muita esperança.
A verdadeira liberdade, como Kant propôs, reside em agir com razão, não por impulso - fazendo o que o dever exige, mesmo contra nossa vontade.
Este conceito ecoa profundamente o ensinamento de Jesus: ''Se alguém quer me seguir, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.' '(Mateus 16:24). Ambos nos desafiam a transcender nossos desejos imediatos em prol de um propósito maior.
A verdadeira liberdade não é simplesmente fazer o que desejamos, mas agir de acordo com a razão e o dever, mesmo que isso vá contra nossas inclinações imediatas.
Esse tipo de liberdade exige disciplina e autossacrifício, algo que Jesus exemplifica ao nos chamar a "negar a si mesmo" e a abraçar um propósito maior. Na prática, isso significa transcender nossos desejos momentâneos para perseguir algo mais significativo e eterno.
Na vida cotidiana ao refletirmos sobre nossas decisões: Estamos escolhendo o que é mais fácil ou o que realmente é correto e necessário? Quando buscamos o bem maior, muitas vezes renunciamos a prazeres temporários, mas colhemos frutos duradouros. Essa é uma lição que nos ajuda a viver com integridade e propósito.
ELA ...
Ela entendeu que ninguém fica
Não existe prisão somente liberdade
Ela entendeu que seu cuidado maior é dela
Ela se ama,
Ela se cuida
Ela sabe que as noites na cama vazia não são solitárias por tê-la consigo
Mas ela também sabe que nunca será esquecida
Todos que sentiram seu gosto jamais a esquecerá
Ela estará povoando seus pensamentos pela eternidade
Porque todos que ela possuiu sentiram seu doce veneno capaz de embriagar o espírito
Ela ...
Ela e liberdade,
Ela é intensidade,
Ela é dona de si.
Se ela resolve ficar
Tenha coragem para se perder em suas curvas,
Se afogar em seus lábios,
Morrer em seu prazer e
Renascer em êxtase por tê-la dentro de si.
Se ela resolve ir,
Lamente por tê-la perdido,
Conviva com as lembranças dos gozos inebriantes
E orgulhe-se por ter sido seu homem um dia.
TÍTULO
A JUSTIÇA DIVINA E A LIBERDADE DO ESPÍRITO
ARTIGO
O Espiritismo, em sua expressão mais depurada, não se apresenta como sistema de temor, mas como pedagogia moral da consciência. A Doutrina não constrói um Deus punitivo, arbitrário ou vingativo. Revela um princípio soberanamente justo e bom, cuja ação se manifesta pelo respeito absoluto à liberdade espiritual e pela finalidade educativa das experiências humanas.
Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por erros transitórios. Tal concepção violaria a própria ideia de justiça, pois nenhuma falta limitada no tempo poderia justificar uma pena infinita. O erro, no entendimento espírita, é sempre circunstancial e próprio de um Espírito ainda imperfeito, jamais definitivo ou essencial à sua natureza. Por isso, a Lei Divina oferece, a qualquer tempo, meios de progresso, reparação e reequilíbrio moral.
O arrependimento não surge como mero sentimento de culpa, mas como lucidez ética. Reparar não é sofrer por sofrer, mas agir em favor do bem, restabelecendo a harmonia rompida. A justiça divina não se impõe de fora para dentro. Ela opera no íntimo da consciência, onde cada Espírito experimenta as consequências naturais de suas escolhas. Persistir voluntariamente no caminho do mal converte-se, por si mesmo, em sofrimento, pois ninguém viola a ordem moral sem ferir a própria estrutura psíquica e espiritual.
A chamada pena eterna, à luz do Espiritismo, não é um decreto imutável, mas uma permanência voluntária no erro. Se o Espírito ali permanecesse indefinidamente, a dor também se prolongaria. Contudo, a mínima disposição ao arrependimento basta para que a misericórdia divina se manifeste, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e reabilitação. Eis a relatividade das penas e da própria noção de eternidade, compreendida não como duração infinita do sofrimento, mas como continuidade da vida orientada ao aperfeiçoamento.
A liberdade concedida aos Espíritos é condição indispensável para o mérito moral. Se não houvesse possibilidade de escolha, não haveria responsabilidade, nem virtude autêntica. Deus permite que o Espírito experimente o bem e o mal para que aprenda, pela razão e pela vivência, a distinguir o que eleva daquilo que degrada. A sabedoria divina não se impõe pela coerção, mas pela educação gradual da consciência.
O primeiro ensinamento é o amor. O segundo é a instrução. Amar sem compreender conduz ao fanatismo. Instruir sem amar conduz à aridez moral. O Espiritismo une ambos, chamando o ser humano a uma ética da responsabilidade, da lucidez e da esperança ativa.
Assim, a mensagem espírita não promete atalhos, nem absolvições automáticas. Ela convoca o Espírito à dignidade de construir-se, passo a passo, na liberdade, assumindo o peso de seus atos e a grandeza de sua capacidade de transformação, pois toda consciência que se esclarece encontra no bem não uma imposição, mas um destino escolhido com maturidade e verdade.
A Liberdade do Não-Destino
Só é livre quem não tem destino.
Liberdade é um fio invisível que o vento esquece de soprar,
quase brisa, quase nada.
Um voo de borboleta que não tem pressa de chegar,
basta o traço que corta o ar e some.
Só é livre quem não tem destino.
Quem não guarda os passos no chão como se fosse um mapa,
quem olha o céu sem querer achar respostas.
Quem escuta as palavras, mas não as quer traduzir.
Quem troca a certeza pelo talvez,
quem não se encaixa na jaula do exato.
Liberdade sem amarras é pleonasmo.
Só é livre quem não tem destino.
Quem, perdido, inventa um caminho,
e, ao inventar, encontra algo novo —
não o que procurava,
mas o que nunca imaginou que pudesse ser achado.
Mente livre, ventre livre
Não era liberdade completa, é certo
a lei mantém a condição de objeto.
A liberdade não veio das mãos de quem
escravizou. Nem escravo, nem livre foi
o que o negro se tornou. Mas a liberdade
caçou seu jeito de acontecer. Quando o
ingênuo viu que a verdadeira alforriaera oacesso ao saber.
Liberdade das necessidades
.....
O menos possível
é o que sustenta â vida.
Podendo assim, conectar_se
com a fonte da perfeição ...
Como flores da existência
Numa tarde de final de primavera
Chegada do sol de verão ..
Unindo_se corpo
a menteessência
e consciência
Quem pensa ,
é racional!
O bem estar,
é o o timo!
A divindade ,
tem Natureza.
E próximo a ela
Acerca_se do ótimo!
LIBERDADE DE QUEM E PARA QUEM?
Chegamos a um estado da liberdade pública deprimente! Grande parte das pessoas tem medo de expressar a sua opinião em público! De facto, as consequências que a liberdade de opinião pode trazer revelam-se, por vezes, como tóxicas em relação a amigos e nas relações laborais ou de adquisição de emprego. Quem não traz a tesoura da censura do pensamento na cabeça vê-se cada vez mais condenado às ostras.
E depois fala-se de tolerância!
Alguns veem na dança das borboletas
A liberdade que em cores se revela.
Outros, na ânsia de tê-las tão quietas,
As prendem em quadros, mas perdem sua bela.
No jardim da vida, as asas em festa,
Batem ao vento, sem temer o amanhã.
Mas na prisão de vidro, a beleza resta,
Morta a essência, só resta a façanha.
Que seja o voo, não o prego, a escolha,
Para que na memória, a borboleta voe.
E na natureza, onde tudo se entrelaça,
A beleza verdadeira, livremente, ecoe.
Liberdade
Eu sou eu, igual a mim só eu, não outro,
com os defeitos muitos em meu ser.
Eu existo, para fazer todo o meu dever.
De outro ou deste meu sempre modo.
Eis que muita gente eu incomodo, pois sei.
Mas também por muita gente, já eu passei,
que muito me incomodaram tanto a mim.
Mas não é por isso que eu incomodo assim.
Antes eu faço isso, porque nas minhas entranhas,
há uma lei, que me faz não ter de falar, vergonhas.
Isso faço eu, para os outros eu muito edificar.
Neste tempo em que há tanto, mau julgar.
A lei que me faz tanto eu escrever e falar,
Essa lei me vai naquele dia também julgar.
Ouvi pois povo do mundo, a lei do vosso interior,
mas ao mesmo tempo ouvi também, a lei superior.
Pois assim deveis vós sempre isso fazer,
para que possais em vós muito ter,
Uma lei de toda a verdade,
e ensinar o povo a ter sempre liberdade!
Liberdade
Não foram os Templários que libertaram Jerusalém,
não foram nem tão pouco, os da luta pelo Islão,
tão pouco os Judeus que estavam na terra de Salém,
Isto no tempo dos cruzados, na luta da terra de Sião.
Jerusalém foi livre, para homens livres, viverem.
Homens de toda a nação, de toda a nossa terra...
Viverem livres numa eterna liberdade, sem guerra,
em esta cidade linda, a eterna e sempre Jerusalém!
Foi o cavaleiro do cavalo branco que veio de cima,
que libertou com espada forte, a cidade de Jerusalém.
Sim ele, muito a ama, desde sempre a muito estima!
Por ela ele morreu, mas a morte, ele já venceu...
Pois é o Senhor dos senhores que ainda vem.
Eis que o mal, com a sua palavra ele fim deu!
Carlos do Carmo
Adeus cantor de trovas de Lisboa, da liberdade de Abril!
Cantavas lindo! Sim foste o do jardim de Lisboa lírio!
Como Camões cantou Portugal, no azul e imenso mar,
Tu por menos, não ficaste no teu valoroso cantar!
Teus "putos" continuam a saltar e a brincar em Lisboa!
A "gaivota" no céu no bairro, da cidade ainda voa!
Só tu não estás mais entre nós! Com tua canção!
Para sempre estás em nosso recordar e nosso coração!
Vais à terra de além, deixando tua saudade, por cá!
Já se ouve no país, o teu cantar e Portugal a chorar!
Por ti choram os que no canto, tu mesmo os lançaste!
Teus filhos, teus netos recordam o amor com que os amaste!
Tua esposa sempre amiga, chora porque já a vieste deixar!
Adeus Carlos do Carmo, que já foste para outro lado! O de Lá!
A minha liberdade
A minha luta, não é contra os incrédulos, nem contra os ímpios. Esses bem que eu os poderia suportar. A minha luta é contra os falsos mestres da igreja.
É muito grave, quando existem "Falsos Mestres", com doutrinas falsas! Desde evangelhos da prosperidade; cultos espetáculos; cultos com palmas; consagração de mulheres ao ministério; doutrinas preteristas; outros erros escatológicos; Doutores sábios das escrituras; hipocrisia na igreja; protagonismo dos líderes; líderes vaidosos e arrogantes! Essa é minha luta.
De acordo com a minha fé e minhas crenças, qual a igreja que eu iria frequentar? Talvez haja alguém que me diga! No passado frequentei o movimento evangélico Assembleia de Deus (igreja muito espiritual). Mas agora, qual a igreja que eu ia frequentar? Será que as várias igrejas me queriam como membro? Ou Não? Será que as igrejas querem membros que não concordam com os líderes?
É que eu concordo com a Bíblia e com a sua doutrina! E não aceito falsas doutrinas. Certamente que logo que expusesse as verdadeiras doutrinas, me iriam pôr fora da igreja (como o fizeram em 2005). Eu neste momento sinto que não há igreja para mim. Nem igreja Católica, nem evangélica, nem de gênero nenhum. Sabem por quê? Porque eu só tenho uma bíblia! Não tenho mais nada, nem dinheiro; nem bens materiais! Vou falar mais alto!!! Só tenho uma Bíblia! E o meu Deus é o Deus Da Bíblia .
Será que alguma igreja, ia-me aceitar, com unicamente esse bem material!? A Bíblia!
Hoje em dia as igrejas evangélicas, só amam os crentes que dão os dízimos. Mas não amam quem está inativo ou está doente. Dos doentes têm nojo ( Como disseram de mim ) " Temos repugnância de você" e " Aí coitadinho! Vejam só como o Cabelo já lhe está a cair!" Mas felizmente não era câncer! Mas também não era boa a doença. Era Parkinson, desde os 35 anos, ou talvez desde os 18 ou 20! Hoje tenho 60!
Pergunto, há alguma igreja que aceite alguém (pobre, com uma bíblia e doente)? Ou será verdade esta palavra " se tivesse dinheiro tinha amigos, como Não o tem, ninguém lhe liga!" Para onde vou eu? Para o céu, se Deus quizer! Para lá espero ir. Como foi Lázaro. Mas o rico foi para o inferno! É que o Lázaro não tinha nada! Nem sequer uma Bíblia. Só tinha chagas.
Eu tenho a minha Bíblia e a minha liberdade de pensar! A minha liberdade de pensar!
Num mundo onde quase tudo se polariza — Discurso de Ódio se confunde com Liberdade de Expressão, Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e a Cegueira com a Sensibilidade, é melhor ficar com Nostradamus…
Nostradamus sempre disse, e continua dizendo, e eu não quero dizer o que Nostradamus disse, para não dizerem que sou injusto.
Liberdade é faculdade de cada pessoa pensar, decidir e agir por si, sem coerção ou constrangimento, dentro do limite das leis estabelecidas.
A liberdade tem três aspectos;
1° - Físico: Os israelitas que se tornassem escravos de outros israelitas (LV 25:39) deviam ser libertados no ANO DO JUBILEU (LV 25:8-17).
2° - Espiritual: Esta foi profetizada no AT (IS 61:1) e cumprida em Cristo (LC 4:18). Através da obra de Cristo aquele que crê é libertado do poder de Satanás (AT 26:18), do pecado (JO 1:29; RM 6 e 7), da morte, da condenação, do medo (RM 8) e da Lei (GL 3).
3° - Moral: Libertado de todos os poderes opressores, o cristão vive a liberdade no serviço ao próximo, em amor (RM 14; 1CO 8-10).
A Filosofia de Vida Kamorrista é uma filosofia que prega a liberdade e seus derivados, como a responsabilidade, a autenticidade, a independência e a sobrevivência. Essa filosofia foi criada por Marcos Kamorra, um pensador brasileiro que compartilha seus pensamentos em uma rede social chamada Pensador.
Segundo Kamorra, o kamorrista é alguém que vive de acordo com seus próprios padrões de consumo, rotinas, hábitos e valores, adaptando-se ao dia a dia de um sobrevivente. O kamorrista não se deixa influenciar pela opinião dos outros, nem se submete às imposições da sociedade. Ele busca a sua felicidade e o seu crescimento pessoal, sem prejudicar ninguém.
O kamorrista também tem uma forte espiritualidade, que mantém a sua alma viva. Ele acredita em Deus ou em alguma outra crença religiosa, mas não segue dogmas ou rituais. Ele se comunica com o divino de forma direta e sincera, sem intermediários.
O kamorrista valoriza a sua família e os seus amigos verdadeiros, mas não depende deles para ser feliz. Ele sabe que pode contar com eles nos momentos difíceis, mas também sabe que precisa se proteger e se defender sozinho. Ele não espera a atitude dos outros, ele toma as suas próprias decisões.
O kamorrista é um guerreiro, que enfrenta as adversidades com coragem e determinação. Ele sabe que a vida é cheia de desafios e obstáculos, mas não desiste dos seus sonhos. Ele aprende com os seus erros e se torna mais forte a cada dia.
O kamorrista é um estilo de vida que se refere a forma de padrões de consumo, rotinas, hábitos e uma forma de vida adaptada ao dia a dia de um sobrevivente.
Esse foi o meu texto sobre a Filosofia de Vida Kamorrista. Espero que tenha gostado. Se você quiser saber mais sobre essa filosofia, você pode visitar o perfil de Marcos Kamorra no pensador.com e ler os seus pensamentos. Obrigado pela sua atenção.
Fonte: Bing (ChatGPT-4).
*escrevendo sobre liberdade dentro da gaiola*
Escrevo sobre as coisas que não concordo
Escrevo sobre coisas repugnantes
Coisas que ferem
Escrevo conselhos
Para eu mesmo...
Sobre coisas que não concordo e não deveria aceitar
Escrevo sobre liberdade, autenticidade e firmeza
Escrevo com clareza a obscuridade
Pois a vaidade me faz acreditar que sou
aquilo já fui um dia....
