Texto sobre Liberdade
Todos nós temos sonhos e fantasias, mas com o passar do tempo, os deixamos de lado.
O medo de sermos julgados ou simplesmente condenados por vivenciá-los, faz com que recusemos convites e propostas.
O medo de viver nos deixa a margem de dois grandes abismos: vontade e dúvida.
Quem nunca firmou compromissos amorosos sem pensar nas consequências?
Uma aliança no dedo, pode ser facilmente comparada com uma gaiola. Não importa qual seja o valor sentimental que ela carregue, nos dias de hoje, alianças funcionam como as moderníssimas tornozeleiras eletrônicas, utilizadas pela justiça, para monitorar delinquentes e infratores. Alguns amantes percebem isso com o passar do tempo, mas preferem padecerem em sua zona de conforto ao invés de se libertarem.
Da janela do escritório ou da mesa de um bar, muitos vão vendo a vida passar, sem vivenciá-la.
De altos e baixos, de momentos felizes e infelizes vamos vivendo, e é por isso que devemos aproveita-la ao máximo, de forma plena e viril: aceite convites, por mais impuros que eles possam ser, jogue-se na balada com os amigos, faça do seu relacionamento sério, algo divertido, pois sério é sinônimo de chato. Pule um muro, corra, abrace, não tenha vergonha de ser feliz. Coloque em prática os seus mais loucos desejos, os mesmos que foram colocados para dormir por uma sociedade que não sabe o que quer dizer, ser feliz.
A vida é só uma, e triste mesmo seria chegar ao fim dela sem saber o que é ser livre, sem saber o significado da palavra viver.
A menina que toma um gole de felicidade a cada dia, foi ela ... (¹)
Em harmonia com a vida, ela mais que vive . Investe a alma nos proprios pensamentos, e que se dane o resto ...
Ela só quer pensamento ...
Essa menina, que sorri chorando, quase nunca chora, não fala de alegria, não tenta explicar o amor em vão as pessoas surdas deste mundo...
Ela só quer filosofia ..
Essa menina linda, que me alegra com suas ideias estranhas, que não diz que está feliz e nem se mostra triste ...
Ela so quer ideologia !
E essa menina seria apenas mais uma garotinha, com medo de se entregar ao mundo ? Ou estaria tentando nos mostrar que assim como eu e voce, ela é muito mais que uma peça de xadrez neste lugar que ainda chamamos de mundo ...
O homem só será consiente do que faz quando descobrir que os planetas não são descartaveis e como o homem é burro, só vai descobrir quando a seringa já estiver infectada; pelo virus da poluiçao e da destruiçao causada pela nossa própria força ...
... (¹) .. que me embriagou com sua ideias, viciantes ..
Ideias que me inspiram e me faz refletir, muito mais do que eu posso, mais do que eu consigo...
Eu escrevo o que eu quero porque não sou pago pra pensar, posso pensar sem limites que não serei cobrado por nada..
Tem gente que vende ideias aos humanos, humanos que pagam por ideias e tem gente que faz as proprias ideias ...
Nesse caso, não é ruim ser a 3ª opção .
Saudade...
O quão vazio fico sem você...
A saudade que me sufoca
Sem eu ter certeza do porque
Sem ao menos você ter partido
Eu acabei de acordar do seu lado e, já sinto saudade...
Saudade talvez resumida em medo...
Medo de ter que ir, sabendo que volto..
Em milhões de grãos de areia no maior deserto, talvez infinitos..
Eu saberia escolher o qual te representaria.
Arrepios, gelos na barriga, só de te ver!
O quão bom seria viver uma vida só ao teu lado, e se for pra escolher vidas,
Escolheria todas em que meu coração encontra o teu, só pra poder viver e sentir, tudo de novo, ao seu lado!
Eh Saudade, que me toma, me inspira...
E que só me faz pensar em quando te terei de novo...
"Talvez essa saudade,
que eu nem sei de que, de quem, por quê (?) ...
Talvez não seja saudade...
Talvez seja a vida me levando já,
talvez seja já todos meus sonhos destruídos, ou até mesmo uma sátira da vida me pedindo pra parar...
Talvez o mundo não seja meu,
ou talvez ele seja...
Eu apenas to preso...
Preso nessa saudade!
Ensina-me a partir, pois não desejo mais ficar.
Este lugar nunca foi meu, e bem sabes disso.
Por que me aprisionas, confundes o que não entendo?
Manipulas minhas ações, punes e castigas impiedosamente.
Retira a venda que cobre meus olhos, desfaz os nós em minhas mãos.
Quebra as correntes que aprisionam minha mente e meu coração.
Mostra-me, através de tua voz, a verdadeira melodia do teu coração.
Quero despertar dessa ilusão, não mais ser refém deste cativeiro.
Por que me encontraste?
Após uma longa jornada para curar minhas feridas, unir os pedaços quebrados e remendar o que estava descosturado,
Tu chegas sem compaixão e me desmontas, apenas por causa do teu ego?
Ou me punes pelos desamores que outros te causaram?
Sinto que descontas em mim todas as mágoas acumuladas.
Deixa-me ir, mostra-me o caminho para partir.
Eu Sou Expressão
Eu sou o que sinto,
O que penso,
O que sonho,
O que vivo.
Eu sou o que digo,
O que escrevo,
O que faço,
O que crio.
Eu sou o que aprendo,
O que ensino,
O que mostro,
O que compartilho.
Eu sou meu trabalho,
Meu talento,
Meu cansaço,
Meu sustento.
Eu sou o que luto,
O que caio,
O que me levanto,
O que recomeço.
Eu sou a escolha,
A decisão,
A queda no abismo,
A glória da ascensão.
Eu sou a promessa,
A decepção,
A falha,
A solução.
Eu sou a dualidade,
A contradição,
A autenticidade,
A imperfeição.
Eu sou a clareza,
A confusão,
A guerra e a paz,
Em minha canção.
Eu sou o que aceito,
O que perdoo,
O que agradeço,
O que celebro.
Eu sou o que sou,
E não o que esperam.
Eu sou a minha voz,
E sou o meu silêncio.
Eu sou o eco das palavras,
A força da criação,
A paixão que me guia,
O fogo do coração.
Eu me expresso no mundo,
E o mundo se expressa em mim.
Eu me transformo no mundo,
E o mundo se transforma em mim.
Isaac Ordous, 2023, Natal
Eu não sou cego
Eu não sou surdo
Eu não sou mudo
E também não sou burro.
Eu vejo
Eu ouço
Eu falo
E eu sou educado.
Eu não vou fingir que não vi
Eu não vou fingir que não escutei
Eu não vou fingir que não falei
Esta foi a educação que eu recebi, esta é a educação que eu vós ensino, esta é a educação pela qual muito dos meus não tiveram êxito em adquirir.
Por mais que anos atrás muitos com a mesma tonalidade de pele que a minha eram escravos, reconheçam que eu não sou !
E pelo fato de ainda existir o preconceito, tenho como resposta este poema, recebi a educação de que um bom combate contra o mal se vence com o bem.
Deus me guiou até aqui, e para mim Deus é amor, paz e justiça, em todos os combates ele estará comigo, pois sou bem-aventurado por Cristo Jesus.
Pra quem acredita em Deus é fácil considerar-se o herdeiro soberano e assim passar a vida como nobre a vida toda.
Difícil é adquirir a humildade de a todos servir.
Pra quem não acredita em Deus, tudo vale nada e vale tudo o que escolhe querer, há liberdade em todos os olhares, exceto na escravidão de não se reconhecer valor a outros.
DemocraVersando
Fazer e desfazer de tudo que foi feito ou falado sem passar pelo despautério da repressão.
Fazer tudo quando no direito lhe cabe, sem o desproposito da coação.
Não estar submetido a nada que seja pelas vias da opressão.
Não ignorar o direito de movimento e de expressão do outro como cidadão.
Fragmento IX - Livre-arbítrio
Que livre sou, me diz minha vaidade, contudo, nasci preso ao vício e à corrente, que me impôs o meu Pai, a minha Mãe e essa serpente. Estou a contorcer-me com isso, como quem no ventre é enlaçado pelo cordão que o alimenta.
Se penso, é pensamento de herança; se creio, é fé que veio por deveras, porque, até onde sei, fui criado em fórmulas austeras de um mundo partido por falsa percepção.
Dizei-me vós, ó sábios de batina: sou livre, ou apenas um desobediente?
passei quase dois anos vivendo preso
Preso por um sentimento mais forte que tudo que já tinha vivido
No dia que resolvi me libertar
Esse sentimento rasga o meu coração
Causando um grande derramamento de sangue
Sem solução para o estancamento
E como sequelas me deixou os maus hábitos
De viver sobre controle e de sempre ter que dar satisfação sobre o meu dia
Consequentemente querer saber também
Percebo que me causou danos na minha maturidade
E passei a viver com o passado batendo na porta que já não existe mais no meu coração
Estou apenas em busca da paz e da felicidade
Mas do passado preciso ser libertado.
Asas de Anjo
Me proibiram de usar asas...
As asas que me faziam voar...
Que me faziam viver sonhando...
Me disseram que estou preso em um mundo real
Que tenho que ser igual...
não sei ao certo se sou anjo, ou humano...
se sou poeta ou anônimo,
se sei, ou não sei...
se são conceitos ou liberdade para novos sonhos,
Não estou aqui pra ser fraco ou forte...
os dias vencerei...
e ensinamentos guardarei...
Se não posso mais viver sonhando...
Então eu transformo meus sonhos em realidade.
Não precisamos de asas...
Precisamos apenas de vontade!
VERSOS E AMARGURA
.
Se de mim retirassem os enganos
Em mim apenas acertos restariam
Seria um poeta de versos levianos
Que como bolas de sabão se esvaziam
Prefiro ser alguém cujas conjecturas
Correm o risco de trazer amarguras
Do que ser um ser vivo sem opinião
Prefiro que me calem com mordaças
Do que ao me ouvirem achem graça
Por repetir os gracejos da multidão.
.
Prefiro ser chamado de subversivo
Do que receber afagos dos opressores
Porque tais afagos só são oferecidos
Aos fracos em troca de favores
Com os quais traem a sua dignidade
E ganham uma falsa felicidade
Como troféu para a covardia
Prefiro ter a honra da clausura
Nos frios porões da ditadura
Do que a desonra na democracia.
.
Se de mim retirarem os versos
Ainda me restarão os pensamentos
Que voarão na amplitude do Universo
Montados nas costas do vento
E baterão à porta de Deus
Que atendendo ao apelo meu
Mandará uma forte tempestade
Formada por poesias agudas
Que caindo regarão as mudas
Que aflorarão como liberdade.
PELOURINHO
.
Bate na palmeira o vento
E o negro por um momento
Julga ser a brisa do mar
Mas percebe muito tarde
Que são brancos covardes
Que vieram para lhe buscar.
.
Sem se despedir da família
Sob gritos que o humilham
Vê distanciarem-se os coqueiros
E num barco com outros tantos
Prisioneiros em pleno pranto
É levado ao navio negreiro.
.
São centenas de nativos
Transformados em cativos
Homens, mulheres e crianças
Que no porão do navio
Passam calor, fome e frio
E perdem a noção da distância.
.
Os que se mostram valentes
São presos com correntes
E obrigados a se calar
Pois com crueldade desmedida
Não relutam em lhes tirar a vida
Os lançando ao frio mar.
.
Ao serem tratados feito bichos
Não entendem a razão do sacrifício
Pelo qual estão passando
Será maldição dos orixás
Ou os demônios vieram nos buscar
E para o inferno estão nos levando?
.
Depois da árdua viagem
Os de maior força e coragem
Chegam ao porto estrangeiro
E aquela estranha gente
Falando numa língua diferente
Os troca por algum dinheiro.
.
Vão para lugares variados
Os de sorte se tornam criados
Mas os demais que a elite avassala
Têm como destino os açoites
E as delirantes noites
No duro chão das senzalas.
.
O cepo, o tronco e a peia
Lhes tiram o sangue das veias
E a sua resistente dignidade
Os grilhões e máscaras de flandres
Lhes derrubam o semblante
E eles sucumbem à saudade.
.
Muitos veem nos pelourinhos
A única alternativa e caminho
Para fora da vida trágica
Pois o escravo que é forte
Encontra na própria morte
A chance de voltar à África.
SUFOCANDO MATIZES
Na escuridão do Universo,
em meio a tantas Estrelas
Lá vem mais uma sinuela,
apontando no mundo,
Peleando com a vida,
batizada de Luz,
Num horizonte surrado,
mal sabia sua Cruz,
Mas que sina vivente,
a escuridão precedente
Das águas puras do ventre,
logo ali de repente
Mal saído do ninho da choca,
Tal sina lhe toca
com seus matizes sombrios
Não se fala do frio
desse pago gelado
Há falta de amor
de quem está do seu lado
Que considera normal
um irmão mal tratado
Brutal defensor
das causas do agrado
Desde que seu lombo
não fique lanhado
Prisão sem grades,
precisa ser libertado
A justiça profana
não tem demonstrado
Sinais de mudança,
dou de mão no meu trago
Embriagado que fico,
sigo anestesiado,
Testemunho covarde
do Negro esgoelado,
Clamando à vida,
num humilhado socorro
Que retornem os bravos,
a libertar os escravos,
Pois é dentro de si
o maior dos estragos,
E que o aperto dos joelhos
seja pra reza,
Enveredando a tropa
a todo aquele que preza
Sair do discurso
e reconhecer com fervor
Um irmão verdadeiro,
independente da cor.
“RE”VOLUÇÃO
Vivemos tempos de muita reflexão. Onde culpar um inimigo, aliás, tese que não é novidade na história, é um dos fatores para tentativa de uma pseudo-união, que se forma em torno de combatê-lo. Antes que alguém me acuse do que quer que seja, pasme-se, por ambas as forças que cada vez mais se polarizam em nosso Brasil, convém que se façam alguns registros.
Essa caça às bruxas não nasceu de hoje, a história mundial já registrou vários desses episódios onde esse antagonismo implacável acabou por emplacar guerras, mortes, violência. Todos deram a vida por suas causas. E o que a humanidade tem evoluído com isso? Geralmente é e nome da liberdade que muitos perderam a vida.
Mais especificamente em nível de Brasil, nasci num regime de exceção e hoje o creio assim, haja vista que, embora não tivesse tido uma infância abastada, havia alguma ordem na sociedade e não vou reportar aqui ser era por força ou por educação. Em tal época, pelo que lembro, era preciso estudar para as provas, as lições eram “tomadas”, o trabalho doméstico era uma obrigação de todos, inclusive crianças, dentre tantos outros “disparates”. Inexistia qualquer criminalização para isso!
Em seguimento, vivi a abertura democrática, lembro que em tal época havia pressões sindicais entrelaçadas com outros interesses políticos, cuja bandeira comum era acabar com a ditadura.
Pois bem, a “dita cuja” faleceu, negociadamente, houve campanha para eleições diretas, com o povo nas ruas.
O país, entretanto, passou, a meu ver, a viver um período de abertura, mas, na imensa maioria dos governos, tanto os ditos de direita quanto os ditos de esquerda, houve a gestação, cada vez mais pujante, da grande mácula desse País Gigante batizada de corrupção – e com um excelente “pré-natal”.
Passamos por presidentes: com “problemas de saúde” (falo físicas), quase super-heróis (na luta contra os já velhos fantasmas), intelectuais (na época era apoiado pela direita mas hoje tem a pecha de esquerda), governos mais populares (à base de romanée conti) e, agora, um governo, eleito pelo povo como todos os outros, que também tem como bandeira central o combate à corrupção (comum na campanha de todos os outros).
Não é preciso repisar a história do que aconteceu e do que vem acontecendo.
As “desinformações” existem de toda a “desordem” (redundância proposital), desde a imprensa massiva até os meios mais populares de comunicação.
Há fomento de novos “valores”, como se toda a sociedade fosse obrigada a colocá-los acima de todos os outros que também sustentam as famílias. E mais, são situações que estão muito mais como bandeiras remotas em relação às verdadeiras atitudes. São muitas bandeiras levantadas em nome disso ou daquilo, mas a efetivação do amor ao próximo pouco se vê na prática, ali, do outro lado da rua.
Posso referir que já vi fervorosos defensores, das mais variadas bandeiras da modernidade, tratar com desdém e desrespeito um trabalhador de um restaurante. O que realmente vale? Bandeira ou atitude?
O sistema de um País democrático é sustentado em dois grandes pilares: respeito aos direitos e garantias individuais; e também na autonomia e independência entre os poderes.
Como será que estão nossos pilares?
A resposta, independendo de sua ideologia, a menos que se possa rubricar fortemente a hipocrisia, é que ambos estão fragilizados. E muito!
Ocorre que, ao ver do escritor destas palavras, os poderes não são autônomos e independentes há muito tempo.
Da mesma forma, o respeito aos direitos e garantias individuais, nessa disputa pelo poder, está cada vez mais fragilizada.
E o Outorgante Maior está cada vez mais desprestigiado!
Aquele que não reza na cartilha do congresso (nem vou dizer qual) não governa. Da mesma forma, estamos vendo um judiciário que a tudo pode (manda investigar, prender e ainda julga). Bem verdade que não sou favorável a outorga de uma carta em branco a quem quer que seja no executivo.
Mas as reflexões que entendo pertinentes são:
- Será que vivemos num Estado de Direito? Na forma e na realidade?
- Será que já não vivemos uma ditadura (mas travestida)?
- E o povo, nesse cenário, está, verdadeiramente, com seus direitos resguardados?
- Que Ordem desejamos?
Tudo ainda é uma incógnita, mas essa instabilidade não tem um nome ideológico, vem sendo fomentada há anos e financiada pela malfadada corrupção que assolou, assola e não se sabe, por quanto tempo, ainda assolará esse amado País.
Estejamos sempre altivos e intransigentes com os nossos valores, não os fragilizando em nome de quem quer que seja.
A respeito da grande reforma, pego carona no legado deixado por Immanuel Kant: “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”.
Tenhamos fé que, de alguma forma, a Ordem se estabeleça, a Paz possa reinar soberana e o respeito a todos que pensem de forma diversa seja respeitado.
Encerro nas palavras de Voltaire:
“Posso não concordar com nenhuma das palavras do que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
(Alfredo Bochi Brum)
MIL PLATÕES
Transpôs gerações a perspectiva
Monóculo de única "verdade"
Nas correntes da acomodação
Ninguém a duvidar das projeções
Eram as sombras ali sempre vivas
Incrédulos de outras realidades
Atrofiavam as chaves da razão
Até um desgarrar das ilusões
Embora encandeado pela luz
Venceu barreiras, provou liberdade
No inefável ampliou a visão
Carecia partir tais emoções
Julgarão insano o que ele conduz?
Pra ignorância o sol ainda arde
Conhecer por si é a libertação
Socraticamente em mil Platões!
A jornada de nós dois
Em meio ao tempo, ao vento, à estrada, nossos passos se cruzaram sem aviso, e desde então, cada amanhecer se tornou mais vivo.
Era sonho, era plano, era destino, feito de risos, de promessas e abraços, onde cada gesto construía um novo laço.
Os dias trouxeram desafios, mas seguimos lado a lado, porque o amor não é perfeito, mas é forte, é sagrado.
Juntos aprendemos a esperança, a acreditar no amanhã, pois onde há amor verdadeiro, sempre há luz que nos guia, nos sustenta, nos alcança.
E se um dia a tempestade vier, se o medo quiser nos deter, segurarei tua mão, e juntos faremos o sol renascer.
Pois amar não é apenas sentir— é construir, é renascer, é existir. E em cada sonho que sonhamos juntos, sei que tudo valeu a pena.
"Há coisas que a gente não pode fazer "vista grossa"
Muita tolerância cria ditaduras. Muita tolerância não substitui as telhas partidas do telhado e se chove, é só deixar chover.
Muita tolerância pode ser a causa da morte do outro.
É necessário falar na hora e corrigir no momento.
É necessário tomar partido e denunciar os podres.
Uma coisa é ter liberdade,outra é ser-se libertino.Para a libertinagem tolerância zero!"
Entre erros e acertos…
Há momentos na vida em que somos convocados a sermos vilões em histórias que não escrevemos. É curioso perceber como, às vezes, sem intenção ou consciência, nos transformamos no espelho onde outros projetam suas dores, frustrações e carências. Não importa o quão genuínos sejam os nossos gestos, o quão sinceros sejam os nossos atos: algumas pessoas precisarão nos moldar em algo que justifique suas próprias narrativas. E isso não diz sobre quem somos, mas sobre o que elas precisam enxergar.
Aceitar esse papel é, antes de tudo, um exercício de liberdade. Não a liberdade que agrada, que se curva, que busca validação a qualquer custo, mas aquela que nos mantém íntegros, mesmo quando o mundo à nossa volta insiste em nos julgar. É melhor ser autêntico e incompreendido do que perder-se no labirinto de expectativas alheias. Porque, no fim das contas, agradar a todos é um jogo injusto — e o preço é sempre a nossa essência.
As opiniões que os outros formam sobre nós são, quase sempre, reflexos deles mesmos. Quem nos detesta sem conhecer, quem nos julga sem buscar entender, está, na verdade, lidando com suas próprias feridas, não com a nossa verdade. Não cabe a nós corrigir percepções equivocadas, muito menos abrir mão da nossa paz para justificar quem somos. Afinal, se alguém tem algo a resolver conosco, que nos procure. E se não nos conhece o bastante para isso, será mesmo que vale a pena carregar esse peso?
Entre erros e acertos, sigo aprendendo. Já tropecei, já decepcionei, mas também já amei, edifiquei e cresci. E, nesse constante aprendizado, a lição mais valiosa tem sido ser justo comigo mesmo: permanecer fiel ao que acredito, respeitar meus limites, e, acima de tudo, cultivar a paz que nasce do autoconhecimento. Que a minha autenticidade incomode, se for preciso. Porque a tranquilidade de viver sem máscaras vale infinitamente mais do que a aprovação de quem nunca enxergará além das suas próprias sombras.
- Relacionados
- 57 frases motivacionais para agradecer por cada etapa da jornada
- Frases de liberdade da cadeia
- Frases de Saudade de Preso: nosso AMOR não diminui com a distância
- Casamento não é fácil: textos sobre a vida de casados
- Liberdade
- Frases de liberdade para quem ama viver sem amarras
- Melhor sozinho: frases que exaltam a liberdade
