Texto sobre Educação
EDUCAÇÃO INTUBADA
Demétrio Sena, Magé – RJ.
O professor que reprova um bom aluno com dificuldade, após todos os esforços empreendidos para não fazê-lo, assemelha-se ao médico que tenta, de todas as maneiras, mas não consegue, apesar de tudo, salvar o paciente. Se pudesse o salvaria.
Já o professor que teria... com um esforço maior... evidentemente sem nenhum desvio ético, alguma forma de ajudar esse bom aluno com dificuldade a conseguir se aprovar, mas não o faz, é semelhante a outro tipo de médico: aquele que se adianta em matar o paciente recuperável que lhe daria um pouco mais de trabalho.
Com base nesta reflexão, é bom nos avaliarmos profundamente como professores, para nos resolvermos melhor. Fazendo assim, ainda nos damos uma chance de saber que tipos de médicos a sociedade perdeu ou teve a sorte de não ter.
EDUCAÇÃO INTUBADA
Demétrio Sena, Magé – RJ.
O professor que reprova um bom aluno com dificuldade, após todos os esforços empreendidos para não fazê-lo, assemelha-se ao médico que tenta, de todas as maneiras, mas não consegue, apesar de tudo, salvar o paciente. Se pudesse o salvaria.
Já o professor que teria... com um esforço maior... evidentemente sem nenhum desvio ético, alguma forma de ajudar esse bom aluno com dificuldade a conseguir se aprovar, mas não o faz, é semelhante a outro tipo de médico: aquele que se adianta em matar o paciente recuperável que lhe daria um pouco mais de trabalho.
Com base nesta reflexão, é bom nos avaliarmos profundamente como professores, para nos resolvermos melhor. Fazendo assim, ainda nos damos uma chance de saber que tipos de médicos a sociedade perdeu ou teve a sorte de não ter.
A ÓTICA DA ÉTICA E DA EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Ninguém é sem ética ou sem educação. Eis o princípio estabelecido por uma verdade sem rodeios: tais valores oscilam de acordo com grupo, cidade, região e país. Pode ser antiético e deseducado quem age com desrespeito aos princípios, regras, crenças e costumes... a identidade... a cultura... os valores do seu meio.
É também antiético e deseducado quem não respeita esse conjunto de características inerentes aos seus anfitriões... o grupo, a família, o povo que o recebe. Será próprio do bom anfitrião deixar à vontade sua visita, mas ainda mais próprio da boa visita, não constranger o anfitrião. Jamais abusar da hospitalidade, nunca menosprezar nem tolher o que ele cultiva, cultua, valoriza ou segue.
Não faltar com a ética e a educação é ter sempre um comportamento com a velha e boa noção de onde, quando, como e com quem. É respeitar identidades, culturas e valores. Não ferir princípios, mesmo com a certeza de que não sofrerá retaliações, em razão da generosidade - ou superioridade - dos atingidos.
ACREDITAR NA EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Temos que acreditar na educação. Mesmo conscientes de que a burocracia da educação está inchada de política partidária. Gerida por pessoas ambiciosas; seja na coisa pública, onde o executivo e o legislativo, em nome de suas ambições se unem em prol do pior para os jovens que buscam um futuro digno, seja na iniciativa privada, onde os donos das instituições de ensino, em sua maioria não são educadores. São apenas ganhadores de muito; muito dinheiro.
Mas temos que acreditar. Acreditar na educação, mesmo sabedores de que no meio dos muitos professores comprometidos de fato, e dotados de profissionalismo, vocação e amor, existe o joio: aqueles professores que tentam deseducar; vingar suas frustrações e revoltas contra o sistema, especificamente nos alunos... e ainda emperrar a caminhada dos que não correspondem aos seus gostos, preconceitos e vaidades pessoais.
Que os nossos filhos e gerações seguintes não caiam nas armadilhas do poder público e dos empresários ávidos por mão-de-obra barata, passiva e sem noção de cidadania, de não crer mais na educação. E os futuros profissionais de qualquer área e setor não creiam desde agora, que basta ganhar dinheiro para viver, e que o saber não conta para os que eventualmente já têm vida ganha.
O saber é o sucesso. A educação é a riqueza. Conhecer o mundo que nos cerca é o maior bem que podemos ter, e ninguém poderá roubar. E é justamente esse bem que nos fará buscar sempre de forma justa, honesta e consciente, os bens materiais de que precisamos; o poder de consumo sem vícios e protagonismos cruéis para o outro. É a educação, exatamente, que nos faz respeitar a todos como cidadãos. Aos que têm e não tem educação.
E que nós, os pais desta geração nascida em tempos de corrupção nunca vista no mundo moderno, não deixemos nossos filhos desistirem. Não permitamos que eles troquem a educação pelo comodismo nem por essa ambição distorcida que marca os fúteis bem sucedidos materialmente; os facínoras bem sucedidos; os criminosos e os de má fé bem sucedidos. Tenhamos a dignidade de lhes mostrar que estes não são, de fato, bem sucedidos.
CULTURA NÃO ATRAPALHA EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Realizar um evento cultural sem a tutela dos projetos oficiais, os esquemas e planejamentos especificamente pedagógicos, numa unidade escolar, é uma verdadeira batalha, quando quem o faz não tem não tem lá seus prestígios. Arte e literatura em forma de exposição e espetáculo sempre foram muito temidas na educação, desde tempos imemoriais. Ainda hoje são vistas como reuniões de subversivos; de pessoas que podem "pôr caraminholas" na cabeça do jovem ou "coisa de gente que vive nas nuvens" e, por isso, nada tem a acrescentar de bom para moças e moços em formação. Só desvirtuá-los.
Naquelas escolas onde já se permite – apenas permite – realizar o evento cultural, sem a mínima oferta de suporte, apoio, e sem nenhuma representação por meio de pessoas da direção, do corpo docente, do quadro funcional como um todo, eventos artísticos e literários são coisas de "cantinhos". Os alunos locais devem se manter distantes, porque do contrário, "perdem conteúdo". Sempre perdem conteúdo, não importa que sejam eventos bem pontuais ou esporádicos, eivados de muito conteúdo transversal que alguns professores possam aplicar em suas aulas ou até usar esses momentos como aulas diferentes e desafiadoras para os seus educandos.
Cultura atrapalha a educação. Essa é a ideia pedagógica – e patológica – que se tem do que foge aos itens específicos e obrigatórios do ofício de ensinar, quando só é um ofício. Ensinar sem educar, ao contrário do que é propagado. Arte e literatura na escola, e ainda estendida aos alunos, só se tiverem natureza especificamente disciplinar. Se estiverem ligadas a datas comemorativas formalmente atadas ao PPP. Ou se, em último caso, forem determinadas isoladamente pelas secretarias de educação, as coordenadorias, os políticos locais ou quaisquer outras figuras poderosas. Assim não é subversão; não é empecilho nem vagabundagem, entre outras desqualificações encontradas direta ou indiretamente.
Também respeitados, e bem queridos pela escola, que até paga muito caro por eles, caso precise, são os famosos. Aí sim; os eventos nem têm que ser culturais. Basta serem divertidos, dançantes ou, inversamente, bem solenes. Neste caso, realizados por figurões repletos de títulos e com diplomas internacionais. Figurões enviados por órgãos superiores, e que tratam a todos com refinada arrogância, porque disso todos gostam, respeitam e recebem com tapetes vermelhos.
Não e não. Cultura não atrapalha a educação. Agrega. Especialmente quando se trata de cultura local. Quem faz cultura e a dissemina em sua cidade não deve ser tratado como uma figurinha que estende um chapéu e recebe um favor; um cantinho; uma aquiescência distante seguida da simpatia zombeteira de um, a grosseria disfarçada de outro e a mensagem silenciosa de "lamba os dedos; ai está o espaço e nos deixe em paz, porque temos mais o que fazer; estamos trabalhando".
Faz tempo que não condeno a distância ou a falta de interesse e atenção; a futilidade cultural e até a agressividade de grande parte dos alunos em ensinos fundamental e médio para quem oferece cultura, quando comparo esses comportamentos com os de quem os escolariza e, especialmente, os de quem dirige quem os escolariza. Os alunos realmente não têm culpa. Estão sendo escolarizados assim, exatamente como querem os políticos que mandam na educação, os cordeiros que obedecem porque "têm juízo" e não querem perder seus status, e dos que obedecem aos que obedecem, nem se fala.
A intenção clara ou obscura, consciente ou inconsciente dos educadores – e administradores – contra cultura é apenas uma: formar cidadãos que mais tarde "não perturbem" a paz dos governantes. Dos parlamentares que precisam se corromper e ludibriar o povo sem serem perturbados com ações de quem teve a mente aberta pela arte, a literatura e a cidadania desatreladas da obrigatoriedade fria, específica, impessoal e pedagógica reinante na escola.
Sou arte-educador. Um professor que trabalha com arte; literatura; cidadania. Designado pela Secretaria Estadual de Educação lá no governo Brizola, para disseminar cultura na escola em que sou lotado e tentar fazê-lo em outras unidades da rede pública. Isso não é nada fácil, porque nós, os arte-educadores, já não somos importantes na educação estadual; não utilizamos patente; não somos autorizados – nem queremos – a estender crachás nas demais unidades e dizer que lá estamos em nome dos mandatários da educação formal, que também nem se lembram de quem somos.
Por isto peço, e com muita humildade. Quando consigo, dou-me por satisfeito com as expressões simpaticamente contrariadas e sem graça, os espaços cedidos a contragosto, a ausência de representantes locais e a interrupção abrupta de algum funcionário que surge “brabo”, para dar bronca nos alunos formidavelmente ousados que foram participar ou assistir por conta própria, e por isso estão “perdendo conteúdo”.
A contracultura dos “donos” e diretores da educação, incutida gradativamente nos educadores (nem todos, pois muitos resistem), está vencendo os fazedores culturais não influentes; não poderosos; não famosos; não oficiais; não impostos. Tudo isso me faz reservar para daqui um tempo, a frase final de um célebre desabafo do saudoso educador, antropólogo, escritor e (até) político Darcy Ribeiro: “Eu detestaria estar na pele de quem me venceu”.
A ESCOLA E O TALENTO
Demétrio Sena, Magé – RJ.
A educação que a escola oferece não pode fechar os olhos para a cultura e o talento, seja ele nas artes, nos esportes ou nos ofícios, ainda que dissociados da formação acadêmica. A escola deve reconhecer que não se aprende a ter talento, embora ela tenha como ajudar no mesmo; e quando alguém se revela talentoso, boicotar ou demonstrar menosprezo a depender de sua formação intelectual ou cultura fere todos os princípios da educação.
Quando, por exemplo, menosprezamos o jogador de futebol, o MC, o DJ, o cantor de hip-hop ou de funk dotados de conteúdo relevante, só porque alcançaram sucesso e fortuna mesmo sem formação escolar, evidenciamos uma triste contradição: somos arautos e atores do futuro de nossas crianças e nossos jovens, da dignidade, a cidadania, o sonho, a liberdade, o sucesso pessoal, mas ao mesmo tempo execramos tudo isso, por haver faltado a “sagrada grade curricular acadêmica”.
Isso também revela o despreparo de uma classe que perde a classe por despejar suas frustrações com os governantes ou empregadores em quem buscou o sucesso por outros caminhos e o alcançou. Em um país onde a formação escolar é um calvário para os mais pobres, deveríamos ficar felizes pelos artistas, desportistas, prestadores de serviços, ambulantes, negociadores e afins que desafiaram a falta de oportunidades e arrombaram as portas informais do sucesso.
Valorizemos o talento e incentivemos o seu exercício entre nossos alunos, sem nenhuma cobrança ou atrelamento a notas, empenhos e desempenhos escolares. O talento, por si só, não atende a essa demanda. Devemos mostrar ao jovem talentoso que os estudos o ajudarão a lidar melhor com o sucesso e seus resultados perante a sociedade, mas não conseguiremos convencê-lo de que sua arte ou seu ofício livre não sobreviverá sem a escola.
Cultura, educação e talento se fortalecem de mãos dadas, mas respeitemos os fenômenos. Os que venceram de maneiras informais, inusitadas e até solitárias. Foram aprovados pelo mundo, ainda que reprovados por nós. O respeito nos representa melhor... bem melhor do que o despeito que às vezes assola nossa humanidade nem sempre imune aos sentimentos menores advindos de tantas injustiças contra o educador.
ARMA COMO SÍMBOLO EQUIVOCADO EM EDUCAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Fico bem preocupado ao ler nas paredes de uma escola, que a educação é a melhor arma para vencer a ignorância... é arma para se alcançar um futuro digno; conseguir vencer na vida. É arma contra isso; arma para mais aquilo; para ser uma pessoa do bem; um vencedor. Aí você dirá que se trata de figura de linguagem, como se não houvesse outra. Poderia dizer que a educação é o melhor meio, dispositivo, caminho, ferramenta... e uma série de outras classificações ou figuras de linguagem disponíveis no vasto vocabulário de nossa língua riquíssima em recursos. Uma das mais ricas do mundo.
Mas a violência está no inconsciente. A mesma que nos faz dizer que matamos a cobra e mostramos o pau; matamos dois coelhos em uma cajadada só. Também matamos um leão por dia, e muitas vezes, à unha. Quebramos tudo, como metáfora de fazer sucesso. Arrebentamos; esfregamos na cara; brigamos por objetivos; damos a cara a tapa e classificamos trabalho como luta; batalha.
Infelizmente, não arrancaremos do imaginário popular as metáforas relacionadas a outros casos... mas pelo menos na escola, chega de armas, reais ou imaginárias. Chega dessa fomentação enviesada ou transversal da violência entre jovens estudantes, especialmente nestes tempos em que o próprio presidente da república legaliza, enaltece, fomenta e justifica a violência, como resposta pessoal à violência, dada pelo cidadão comum. Se nossos filhos e alunos não crescerem com essa imagem a martelar na mente, mesmo como figura infeliz de linguagem, eles terão mais chances de não serem adultos violentos.
A arma é a própria ignorância que supomos vencer, quando a usamos como símbolo de poder contra a ignorância. E a utilização continuada desse símbolo tem tudo para levar um cidadão às vias de fato, em algum momento da vida, com a materialização do que não será mais uma citação retórica; metáfora ou símbolo, e sim, a consumação fatal do que foi plantado no imaginário fértil de meninas e meninos.
EDUCAÇÃO VISCERAL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Nossos filhos não aprendem quase nada com os nossos discursos profundamente moralistas e as censuras que lhes impomos. Aprendem muito mais com o que somos e comparam, passo a passo, o que fazemos com o que dizemos. Isso é lei. Não divina nem humana. Mas do tempo.
Com a nossa hipocrisia, eles podem se tornar adultos ainda mais hipócritas ou até pessoas bem melhores, mas neste caso, por absoluta falta de admiração. De uma forma ou outra, sempre haverá um abismo que os fará sofrer e amargar lembranças indeléveis.
Não cavemos em nossos filhos, os buracos evitáveis. Doenças, dificuldades financeiras e até fome ou defeitos cabeludos que não deponham contra nosso caráter podem ser totalnente superados em suas memórias... mas nenhuma hipocrisia será perdoada, sob qualquer pretexto.
O SENTIDO E OBJETIVO DA EDUCAÇÃO COMO UM TODO
Demétrio Sena - Magé
Não é ingrato quem se desprendeu de minhas cordas ou teias e caiu no mundo sem me consultar. Quem abriu parêntesis no que aprendeu comigo e desenvolveu conhecimento próprio. Nenhuma ingratidão existe no meu protegido, que agora voa; na minha pretensa descoberta, que se redescobriu e recriou; no meu pupilo, que amadureceu e já vê a vida com olhos independentes.
Ingrato sou eu, se não ficar feliz porque meu ensinamento empoderou alguém; minha educação o levou à liberdade, a tal ponto que o livrou de mim... e minha verdade abriu o leque das múltiplas verdades que a vida proporciona. Ingratidão é me frustrar porque minha proteção deu asas; meu olhar sobre o outro ampliou seus horizontes... meu investimento em um ser humano fomentou sua inquietação e o fez descobrir sendas pessoais para investir por conta própria em seus sonhos, esperanças e visões independentes da sociedade... até para discordar de mim e chegar à conclusão de que meus conceitos petrificaram.
Amemos o próximo e não a nós mesmos no próximo. Quando fizermos algo por alguém, que seja mesmo por ele; não por nós. Fomentemos o pensamento crítico, nos dispondo à possível crítica futura desse pensamento. Fiquemos orgulhosos quando as pessoas a quem demos a mão estiverem seguras para soltá-la... quem um dia orientamos, resolver tomar caminhos diversos, até adversos, indo muito além do que fomos. São estes, o sentido e objetivo da educação verdadeira. Se havemos de conduzir um indivíduo por um tempo, que seja no seu tempo e a condução nunca seja repressora; mandona; coercitiva.
Seres humanos não são animais domésticos, que não podem ter vontade própria... nem plantinhas de apartamento, que jamais poderão escolher os próprios vasos... ou troféus, medalhas e certificados de honra ao mérito, que sempre vão circular entre nossas mãos, gavetas, estantes e paredes... muito menos objetos de nossa ostentação pública diária ou eterna vaidade pessoal.
SOBRE OS OUTROS
Demétrio Sena - Magé
Venho trocando meu carinho por educação. Carregamentos de amizade por alguma simpatia. Meu afeto por boa vontade. Isso me causa esvaziamento, é prejuízo profundo e demanda grandes esforços de quem ocupo dessas abordagens. Tenho que aprender a desonerar os outros.... a livrar as pessoas de mim.
Educação de Antigamente vs. Educação Atual: Reflexões sobre Extremismos
A educação dos filhos ao longo dos tempos tem passado por transformações drásticas, refletindo mudanças culturais, sociais. Em épocas passadas, a disciplina muitas vezes se manifestava de forma rigorosa e punitiva, com muitos pais acreditando que a severidade era sinônimo de educação eficaz. Castigos físicos eram considerados métodos aceitáveis para corrigir comportamentos e impor respeito. Essa abordagem, ainda que muitas vezes bem-intencionada, ignorava os impactos emocionais e psicológicos que tais práticas poderiam causar nas crianças, resultando em traumas duradouros e relacionamentos familiares marcados pelo medo e pela obediência forçada.
Por outro lado, a educação atual tem experimentado um extremo oposto. Em uma tentativa de evitar os erros do passado e promover um ambiente de carinho e respeito, muitos pais têm adotado uma postura excessivamente permissiva, onde as crianças recebem tudo o que desejam e são pouco confrontadas com limites e responsabilidades. Este método, embora nascido de uma intenção de criar um ambiente positivo e acolhedor, pode levar a outra série de desafios. Crianças que crescem sem conhecer limites claros ou sem a responsabilidade de suas ações podem desenvolver um senso distorcido de autoridade, responsabilidade e empatia
Tanto a disciplina severa quanto a permissividade excessiva carregam suas próprias armadilhas. O desafio contemporâneo é encontrar um equilíbrio que valorize o respeito mútuo, a disciplina positiva e a responsabilidade compartilhada. É importante que os pais estabeleçam limites claros e consistentes, mas que também expliquem o porquê dessas regras e ajam como modelos de comportamento. A educação não deve ser sobre controle ou servidão, mas sobre guiar e nutrir as crianças para que se tornem adultos conscientes, empáticos e responsáveis.
Cada era possui suas particularidades e desafios. Os extremos educacionais, seja na forma de disciplina rígida ou permissividade exacerbada, demonstram que nenhum método é eficaz sem a presença de amor, respeito e entendimento mútuo. O verdadeiro objetivo da educação deve ser preparar os filhos para enfrentarem o mundo com resiliência, compaixão e sabedoria.
Lembrar do passado e entender o presente nos ajuda a criar um futuro onde a educação seja um processo contínuo de crescimento e aprendizado, para pais e filhos.
A importância de sermos exemplo na educação das crianças, adolescentes e jovens adultos é imensurável. Desde os primeiros anos de vida, as crianças observam e imitam os comportamentos dos adultos ao seu redor, especialmente os pais e educadores. Esses exemplos são cruciais para a formação de valores, hábitos e atitudes.
Quando adultos demonstram respeito, empatia, responsabilidade e ética, eles ensinam essas qualidades de maneira prática e concreta. As palavras têm seu valor, mas são as ações que realmente consolidam o aprendizado. Um comportamento exemplar encoraja jovens a adotarem práticas positivas e construtivas em suas próprias vidas.
Além disso, ser um bom exemplo promove um ambiente de confiança e respeito mútuo. Quando crianças e adolescentes veem que os adultos praticam o que pregam, eles se sentem mais inclinados a seguir os conselhos e orientações recebidos. Isso fortalece os vínculos e facilita o diálogo aberto e sincero, essencial para um desenvolvimento saudável.
Por fim, ao sermos exemplos positivos, contribuímos para a construção de uma sociedade mais justa e harmoniosa. Cada indivíduo educado com base em bons exemplos tem o potencial de influenciar outros ao seu redor, criando uma corrente de boas práticas e comportamentos éticos que se perpetuam ao longo das gerações, contribuindo para um mundo melhor.
Nas passeatas em 7/2013 a favor da educação e saúde quando baderneiros se infiltravam e provocavam a desordem do bem estar social
MASCARADOS DA VERGONHA
São os mascarados de sempre ,covardes ,podendo ser chamados de BANDIDOS , pois é dessa maneira infame que eles atacam, vestidos ASSIM , não abonada pelos que almejam a verdadeira vitoria conquistada pelo entendimento humano !!!
Contrariando todo o bom senso da racionalidade , invariavelmente, partem para a pancadaria e ou dificultando um direito constitucional Que é o de IR E VIR !!!!
Eles costumam compor a banda podre dos protestos pacíficos e ordeiros . Onde está o tal “jornalismo investigativo” para saber quais são as mãos que balançam esse berço. Motivos para protestar contra esses que nos governam ,EXISTEM DE SOBRA !!! Motivo para simular um cenário de pré-insurreição, não! Isso só pode ser encarado como crime comum que que mancha e denigre a o nosso direito em ir as ruas pela população que roga por mudanças justas, tão esquecida por esses que se dizem políticos . As urnas estão chegando e a repulsa contra esses que ai estão, será DEMOSTRADA PELA AS VERDADEIRAS ARMAS DA PURA DEMOCRACIA - O NOSSO VOTO !!!!!
A violência nunca encurtará o o caminho de uma conquista democrática . Geralmente a conquista pela violência é fugaz e não duradoura .Dessa maneira irracional, nunca chegaremos ao porto seguro da vitoria pacifica e comum no animal racional que somos . Ela é conquistada sempre com diálogo e compreensão !!!
Educação
Todos que LUTAMOS por uma educação mais justa e igual onde o professor e aluno são iguais a causa e efeito .Sabemos que ,sem CAUSA JUSTA , luta por condições mínimas e dignas de trabalho ,nunca teremos um efeito que nós brasileiros esperamos !!!!
Claro que esse efeito ,aluno educado ,educação digna e de valor ,levarão , como consequência, a redução da desigualdade social tão almejada por todos nós brasileiros pois, a maior parte dela vem, da falta da educação ,na qual penso ser a base sólida e indestrutível de qualquer pais que se quer JUSTO EM TODA A ACEPÇÃO DA PALAVRA !!!!!!!!!!!!
Amo os animais,mas prefiro as pessoas,
gosto da boa educação,
amo o respeito e a gentileza,
tudo o que não for digno eu quero distancia,
amo os excessos,
amo o sexo,
mas prefiro o amor com sexo,
não curto a falsa disso ou da quilo,
sou autentico
sou português
sou animal e tenho pedigree,
amo a vida e a vida que escolhi
uma vida vivida com forme os meus princípios
uma vida rica de emoções, rica de pessoas, ricas de espirito
rica de amor e de emoções
eu amo tudo o que se deve e merece ser amado
para atras deixei saudades e sorrisos
porque somente isso me faz feliz
o verbo ir merece ser conjugado, vivido e
bem temperado, com tempero forte
para o corpo vibrar e a alma viajar...
entre ser e estar, o melhor é curtir para não jogar fora
a vida que é breve e não se pode desperdiçar
nem mesmo num simples olhar
que ele fique para sempre, e para eternizar
o amor que nos faz amar, sorrir e chorar
sonho que nos faz acreditar, que no
mundo o que vale apena é amar...
Que a cada manhã eu tenha a força de acreditar no poder da educação, de plantar sementes de aprendizado e despertar o melhor em cada pessoa que cruzar meu caminho. Que minha missão seja um reflexo de esperança e transformação, tornando o mundo um lugar mais justo e cheio de possibilidades.
Ser professora.
A Garrafa da Educação
Finalmente, a educação brasileira encontrou sua maior recompensa: uma garrafa! Sim, senhoras e senhores, acabou a era em que as pessoas escolhiam universidades por qualidade acadêmica, projetos inovadores ou corpo docente qualificado. Agora, tudo se resolve com um brinde. E que brinde!
A campanha é simples, mas genial: indique um amigo para se matricular na faculdade e ganhe uma garrafa. Não um desconto, não um material didático, nem uma vaga garantida no mercado de trabalho. Uma garrafa. Certamente, é o que faltava para motivar você a compartilhar o futuro acadêmico dos seus conhecidos. Afinal, quem precisa de um diploma forte se pode ter um utensílio de plástico ou alumínio no armário da cozinha?
E vamos falar a verdade: essa garrafa é revolucionária. Cada vez que você toma água nela, sente o sabor da responsabilidade social e da valorização da educação. É quase como se dissesse: "Eu ajudei a formar um futuro profissional por causa disso aqui."
É importante reconhecer o esforço criativo dessa campanha. Em tempos de crise, a solução não é melhorar os cursos ou investir em professores. É transformar cada estudante em um recrutador, prometendo brindes que poderiam ser conseguidos com pontos no supermercado. Quem sabe na próxima campanha, por cinco amigos indicados, a faculdade não ofereça um chaveiro ou um adesivo para decorar sua garrafa?
Ironias à parte, se isso é o ápice da valorização do ensino superior, fica a pergunta: o que será que estão oferecendo para quem se forma? Uma mochila? Um cupom para fast-food? A educação, coitada, merecia mais do que um marketing tão sedento de criatividade quanto os estudantes estarão para usar sua nova garrafa.
Indique, estude e... beba água. Afinal, conhecimento pode não saciar a sede, mas a garrafa sim.
Existe uma diferença abismal entre sinceridade e falta de educação.
Sinceridade é ser elegante para expor o que pensa sem ofender ou magoar as pessoas.
Se a sua sinceridade ultrapassa o limite moral do outro já é falta de educação.
Sejamos elegantes: pensar um pouco antes de falar não fará mal a ninguém!
OCUPA!
O caminho percorrido ao longo de séculos, é de batalha por direitos à educação e tivemos avanços é certo! Mas, os mesmos estão sendo remodelados por este governo golpista com o infeliz propósito de alienação da população pobre, quando ela contribui para ter seus direitos garantidos e elegeu estes governantes para representa-los.
E, ainda neste século XXI , as ocupações tem deixado seus registros na história do Brasil e porque não dizer do mundo, quando vemos jovens engajados na luta por educação em paralelo os direitos sociais. Percebe-se que a esperança tem fôlego, ela não cansa, quantos jovens estão se formando politicamente nas ruas e ambientes escolares, certamente, estes já se tonaram capacitados para exercerem com bravura sua carreira política e serão acredito futuramente votados nas urnas, pois já realizam suas campanhas política e serão notáveis estadistas pois vem exercitando esta pratica com habilidade e competência. Eli Odara Theodoro
Nascemos … morremos
Sorrimos … sofremos
É assim que crescemos …
Resultamos do meio … educação
Mundo constantemente em evolução
Que nos modela conforme ação
Que nos magoa sem razão
Aperfeiçoa nossa adaptação
Esta sociedade que nos obriga …
Com ou sem moral corrompida
Somos marionetas nesta vida …
Há padrões a seguir … por quem?
Toda gente manda em alguém …
Esta sociedade com razão ou sem …
Somos comandados …
Nesta vida somos moldados …
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