Texto sobre Comunicação
"Palavras são nosso meio de comunicação
As vezes,são ditas sem propósitos algun
As vezes,são ditas com muito amor
As vezes,são ditas com odio e rancor
As vezes,ouvimos palavras que nos machucam e magoam
As vezes,falamos palavras que magoam os outros
As vezes,não queremos pronunciar palavras,e as vezes nem pensamos antes de falar
Devemos controlar,nossas palavras torná-las agradáveis
Mas se todos,acatarem por este meio do que será feito as piadas e as risadas..........
Pelo contrário temos que falar todas as palavras com um mero respeito"
TREINANDO A COMUNICAÇÃO
Faça um pequeno teste: convide alguns amigos à sua casa; arranje uma historieta simples; ponha parte de seus filhos e convidados para fora da sala; desligue a TV e mande entrar o primeiro voluntário. Deixe antes que ele entre, lápis e papel sobre a mesinha de centro. Dê plena liberdade, se ele quiser anotar algo.
Diga-lhe: "Tenho aqui uma historinha, que vou lhe contar. Ouça, faça anotações se quiser, apreenda-a e conte para o próximo a entrar, que contará para o outro e assim sucessivamente".
Conte a história, que sugiro, seja lida, seja curta, mas com detalhes. Deixe que o ouvinte chame o próximo, lhe conte o plano, a história e preparem-se para rir “às bandeiras despregadas”.
A conclusão será inevitável: não sabemos ouvir, temos medo de errar nas nossas tarefas e acabamos não sabendo comunicar, errando de modo crasso.
A comunicação no meio jovem, se reduz a uns poucos “cara”, “falô”, “só”,”podicrê”, “irado”, “ligado”, “pó”, “pedra”, “cerva” e outras onomatopéias acompanhantes, que chega a irritar os adultos, mas eles sabem o que o outro diz.
Até há pouco tempo, só usávamos poucas gírias, como “mala”, “mala sem alça”, “legal”, “chapa”, espalhados no meio do português, que mesmo coloquial, era a língua reinante.
Podemos mudar de país; nos dirijamos pra terra do caubói ira(quia)do, por exemplo. Lá a linguagem virou uma mistura de números e letras, que mais parece marcação de liquidações.
Diz a piada que só os ingleses machos, falam correto, o resto rosna com o guarda-chuva. Até a rainha filha, que agora é mãe do “prinspe”, já foi achincalhada, sem que citassem seu nome. O que é proibido pela coroa.
Assim, imagine no seu trabalho, você um alto executivo, com a cabeça cheia, tentando comunicar uma tarefa para seu subordinado. Se não souber o vernáculo corrente, foi...
Em breve não demora sair um pós-graduado indefinido em comunicação emergencial. Duvida? Pois cito um exemplo: os entendidos sabendo da situação preta existente no país, recomendam que em caso de assalto, não se peça por socorro e sim se grite: “Incêndio!” Será mais fácil ser socorrido, a menos que o ouvinte raciocine que deve ser blefe, pois estaremos gritando a plenos pulmões, sob efeito da fumaça. Para ser mais convincente, é bom gritar “Incêndio!”, seguido de “Cof, cof”.
Brincadeiras à parte, imaginem um Zé, a elencar, transmitindo ordens para seu imediato e dizendo: “Quero que baixem os preços de nossas mercadorias, para vendermos mais!”, e o imediato retrucando: “Mesmo se a causa da pouca compra, não for o preço?” Pode?
Pensando na facilitação à leitura, as editoras de revistas as redigem com letras que têm serifas (rabinhos), auxiliares do diferencial alfabético e em colunas, para os leitores não se perderem nas linhas, senão o pessoal não lê nem o pouco que tenta fazer. Aliás este é o motivo das emergentes gostarem de jornais, abrem, vêem se saiu a sua foto dentre as culturetes e lixo!
Assim, a recomendação é uma só: traduzir os dialetos a um nível inteligível, porque a língua mãe já está virando luxo, para alguns poucos espertos! E principalmente, entender que o dialeto profissional é linguagem baixa, como a binária é para o computador. Linguagem de alto nível, é a que pode ser entendida. E só sabe transmitir, quem sabe o que faz.
Em minha experiência como Consultor de Relações Humanas nas Empresas, a principal causa de crescimento lento, se deve à não comunicação linear, inteligível. Cada Departamento tem sua linguagem e ao participar o gerente de reuniões com outras áreas, costuma-se iniciar a construção de uma Torre de Babel.
Quantas vezes fui convidado a participar destas reuniões, para traduzir às áreas, o quê estava sendo dito.
Nossa proposta é a criação de cursos de Aperfeiçoamento de Comunicação para Lideranças, onde um dialeto comum acaba sendo criado. Fazemos questão de repetir o óbvio:
Já dizia o Velho Guerreiro:
"Quem não se comunica, se trumbica"
Completo e deixo por inteiro:
"Tem medo quem não se comunica!"
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www.drmarcioconsigo.com/relhum
Linda, meu amor ilusório queria poder te encontrar um dia e lhe dizer que a comunicação, é tão somente a arte de falar um com o outro, dizer o que sentimos o que nos aflinge, o que pretendemos, porem devemos falar com clareza, e principalmente ouvir o que o outro fala, devemos deixá-lo certo de que estamos ouvindo e prestarmos atenção em tudo e é, sem dúvida alguma, a habilidade essencial para a criação e a manutenção de um relacionamento de amizade, de família e mais importante ainda, num relacionamento amoroso.
Porem eu acredito que o mais alto nível da comunicação não é tão somente o verbal. Quero dizer que eu quando amo de verdade alguém, mostro isso também com atitudes. Se eu te encontrasse Faria coisas amorosas para você. Seria atencioso. Colocaria todos os seus sentimentos em pratica, só pra te fazer sentir segura e feliz comigo. Mandaria flores. Lembraria dos aniversários. Rsrsrsrs Criaria os nossos próprios feriados de amor, eu não ia ficar esperando só pelo Dia dos Namorados para comemorarmos.
Iria dizer todos os dias que TE AMO, através de palavras, de atitudes e gestos.
Estaria a seu lado em suas falhas. Faria você estar comigo, não por obrigação por me amar, por AMOR.
Ah meu anjo, queria tanto saber quando você estivesse se sentindo solitária, incompreendida. Pois se eu me sentir assim você ficaria sabendo, pra que você se sinta mais forte por reconhecer que tem forças para me confortar.
Espero ansioso por esse encontro e será melhor ainda celebrar dias comuns, datas pessoais, como o primeiro encontro, o primeiro olhar, o primeiro beijo, ate aquele motivo bobo no qual nos fez discutir rsrsrsrs.
Você seria a pessoa mais especial na minha vida
Abraço, Abraçá-la-ia a todo o momento, com o coração, com a alma, com os sentimentos, sempre. A comunicação de amor não verbal revitaliza a relação.
Respeitaria o seu silêncio, porque momentos de quietude também fazem parte das necessidades espirituais de cada um não é verdade?
Finalizando meu anjo, eu deixaria que todo mundo soubesse que valorizo você acima de tudo nesse mundo. Você merece Bianca Comparato
Numerês
Se a comunicação dos homens se fizessem com os Números, sua linguagem, igualmente como o português, francês, etc, seria o “numerês”. Tudo é possível! Imagine alguém, de qualquer parte da Terra, visse grafado “ 001 120 002” e entendesse como “Eu amo você” (se 001 = eu, 002 = tu, você... e 100 = comer, 120 = amar...). Graficamente, todos do planeta poderiam se entender. Poderíamos, a seguir, oficializar um “mesmo som” para todos os números. Assim, poderíamos nos comunicar por escrito e por “fala”. Inimaginável? Estaríamos aproveitando a “matemática” como ciência universal para fazê-la ser um “meio de comunicação entre todos os terráquios” !!!
Ainda assim é poesia
A poesia é a comunicação secreta entre o sofrer e o amar
São palavras diretas ou indireta que só quem ama pode escutar
São ferroadas que alegram, beijos que machucam
Despedidas dos que chegam, recepção para os que foram
Poesia já era existência, antes de nascer o existir
Talvez uma força abstrata, que o concreto precisa sentir
Poesia é o nada, é o tudo
É o inicio, é o fim do mundo
É o que tem e o que não tem
É o ontem, é o hoje, o amanhã
É até mesmo, o além.
Poesia é o sonho que não dorme
É o acordar que vive sonhando
Poesia toca no coração de quem sofre
Mas é muito mais gostosa, pra quem está amando.
Poesia é poesia..
Queria um dia entender o que aconteceu. Falta de comunicação, erro de comunicação? Só sei que a comunicação parou, de uma hora pra outra, do tudo pro nada. Nada. Como duas vidas inseparáveis resultam em nada? Chega a ser ridículo. Sou eu ridícula? Talvez, por escrever em vão. Mas será que escrevo em vão? Não conseguirei resolver-me, mas quem sabe isso não resolve outras vidas? Acho que é possível: tocar duas almas que morrem de saudade, só não tem coragem de falar. Como orgulho é uma coisa besta. Como alguém se priva de uma coisa tão importante por orgulho? Pra que orgulho, afinal?
(Losing a friend)
Te conheci distante, no seu olhar encontrava um oi,
Continuávamos com a comunicação em silencio,
Tornávamos aos poucos participante do nosso mundo.
Tudo era chato quando superficial, e você dava profundidade a tudo.
Quero continuar aprendendo e descobrindo os passos da vida do seu lado.
Peço um favor, assim como amor divino nós conforta para todo o sempre;
Nunca deixe de ser assim, simples, sincera, perseverante e disposta a se recompor e refazer tudo novamente.
Em uma busca infinita de paz e reconciliação entre os que amam.
Jesus também me disse que gosta muito de você.
(Dedicado a Isabel Samanda da Rua José Eufrásio)
"Para compreender a essência da paz, abra as portas da alma e estabeleça nessa comunicação sua pura essência, assim como o sentir da unidade da vida em todos os seres, desde o mineral até o homem, em suas interdependências e impermanências. Numa lei comum e natural, assim como um arco-íris aparece em locais de tantos sofrimentos e o alecrim e alfazema, transmitem alegria, porque tudo é vida. Regida por um princípio, que apenas na alquimia que apura a alma, irá compreender, sem passar pela razão ou pela busca de uma síntese, que acalmará o coração da existência. É simples por demais quando deixamos de atrair conflitos, exigências compulsivas, até que se sinta num grão de areia o deserto todo. Numa gota o oceano, todo universo com eco de fé. Onde quer que você esteja, esteja por inteiro, aceite que toda falta está na ausência. A paz será seu chão e seu teto!"
Fátima Bittencourt
ASSASSINARAM O PORTUGUÊS
A comunicação é um fator humano que não se mantém estática no tempo, transforma-se na medida em que o homem sente essa necessidade de mudança. Basta lembrarmos da palavra que alguns usam como cê, que aqui em Minas se diz ocê, que na verdade veio lá dos portugueses como vossa mercê, chegou no Brasil como vós mercê e se transformou em você. A língua é viva, dinâmica e esta sempre em movimento. A leitura e a escrita estão intimamente ligadas.
A linguagem virtual está presente na sociedade como forma de comunicar-se desde o advento da Internet. Criou-se um novo dialeto próprio, o dialeto digital, uma nova maneira de comunicação mais dinâmica, mais diminuta, onde quase tudo se abrevia, encurta-se para ganhar tempo (vc, mto, qdo, td, lol, kd, vdd, vlw, s2, rsss, kkkkk). Se você conseguiu traduzir essas palavras considere-se digital. Escrever assim é fazer parte da construção de uma nova cultura colaborativa.
O universo da Internet é terra de ninguém, onde qualquer um pisa e se expressa como bem entende. Há uma forte desconstrução linguística onde a norma culta é deixada de lado, para a construção de uma nova diversidade linguística, mas isso criou um preconceito linguístico.
Português não é uma língua que se escreve exatamente como se fala, tampouco se escreve como se ouve, apesar de que muitos pensem assim. Muitas pessoas acham que por estarem na internet podem escrever de qualquer forma, escrever textos cheios de erros ortográficos e gramaticais, assassinando o nosso português com vícios de linguagem (menas, mendingo, prestenção, num sabe, iscrevi, min adiciona, axava, encinar, atrapaia, cem nosaum). “Xega né! Não mim juguem mau.”
Na Internet nos deparamos com o Brasil verdadeiro, escrachado, onde lá encontramos todas as classes sociais, todas as raças, todas as cores, todas as crenças, todos os sons, todos os níveis, do semianalfabeto ao graduado, todo mundo num mundo só.
Daí eu te pergunto: realmente importa que a pessoa se expresse sem erros de português, porém com palavras sem peso, valor e sentido ou é melhor que ela expresse espontaneamente suas ideologias e convicções fora da norma culta? O nível de escolaridade e a forma através da qual uma pessoa se expressa é irrelevante frente ao conteúdo que ela pode agregar ao nosso aprendizado.
Escrever errado decorre da falta de leitura. Ajudaria muito se lêssemos mais livros, o hábito de ler sempre nos traz inúmeros benefícios. Falta esse contato maior com o livro, com a letra, com a literatura.
Hoje se uma criança ganhar um livro ela vai perguntar: onde liga o livro, onde fica a tela touch, se o livro fala pra gente.
A leitura de um bom livro é um exercício diário.
Estimula o cérebro, a imaginação.
Facilita a concentração.
Nos deixa mais cultos.
Enriquece o nosso vocabulário com palavras novas.
Fixamos melhor as regras gramaticais e concordâncias verbais.
Já a preguiça de ler é um mal dos tempos modernos.
À medida que nosso tempo fica mais corrido, procuramos algo mais superficial e mais objetivo, mas às vezes falta informação para completar o raciocínio. Claro que também influi a maneira como o escritor discorre sobre determinado assunto, como a leitura prende a atenção do leitor despertando o interesse para que ele leia até o fim.
O brasileiro não tem o hábito de ler, cerca de 40% da população leu algum livro no ano passado, a maioria escolhe um livro para ler seguindo esse passo a passo:
- Olha se a capa é chamativa;
- Lê a sinopse nas costas do livro;
- Olha a espessura do livro;
- Folheia bastante;
- Olha o tamanho das letras;
- Se tiver gravuras é bom;
- Só depois resolve se leva ou devolve para a prateleira.
Estamos ficando sem conteúdo, vazios como vaso oco, criando um vácuo intelectual enorme devido à correria dos tempos modernos. E isso reflete negativamente no Enem, numa entrevista de emprego, na criação de uma redação ou de um email formal, etc.
Não estamos aqui para julgar, muito pelo contrário, que sirva apenas para alertar-nos devido ao fato de que não prejudique nossa busca de conhecimentos mais profundos, da formação de nossa opinião e visão macro de mundo. E não culpe os professores pelo seu desinteresse na leitura por favor hein. Perdoem-me por eventuais erros ortográficos e gramaticais.
A COMUNICAÇÃO COM DEUS
Muitos se questionam sobre a forma como Deus se comunica com o ser humano, pelo simples fato dessa comunicação não ser aparente, ou de, segundo eles a comunicação ser difícil. Eu penso o contrário, para mim a comunicação de Deus é a melhor que existe. De uma efetividade tamanha, que nenhum meio de comunicação consegue se igualar. Por exemplo: quando alguém fala conosco as palavras fluem do exterior para o interior, essa relação não está somente presente na comunicação pessoal, mas também através de qualquer outro meio de comunicação. Porém, quando Deus fala conosco, ele usa a via interna através do Espirito Santo. Dessa forma tais palavras podem se enraizar em nosso ser. E assim esse conteúdo pode ser refletido em nosso comportamento externo. É algo sublime e diferenciado. Não é difícil se comunicar com Deus, mas é preciso deixar de usar os ouvidos para dar voz e vez ao coração.
... Comunicação...
... Ter paciência em ensinar e saber se comunicar evitam imperícias ou imprudências, quando falamos, a responsabilidade do entendimento é toda nossa, sendo salutar a compreensão de quem ouve e isto está na maneira em que pronunciamos; devemos nos atentar a intenção, ao modo, o tom..., de nossa voz e se depender disto para uma ação em conjunto, torna-se mais árdua a tarefa de comunicação, pois o entendimento mútuo requer uma dinâmica mais desenvolvida e cíclica, por isso certifique-se que foi compreendido para depois delegar... sivi-2016...
Antes de qualquer outra comunicação,
nos comunicamos com a alma...
O problema é a pouca atenção que damos ao fato.
Vejamos por exemplo: Sentimos uma forte sensação
de que alguém nos mente e até comenta sobre nós,
pelas costas...Nossa alma "ouve" a outra alma
e, no entanto, fazemos "ouvidos de mercador".
Se observássemos os avisos... quantas mágoas e decepções
seriam evitadas, simplesmente, ouvindo nossa intuição
e mantendo certos relacionamentos em um nível
menos íntimo.
Cika Parolin
COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO
Dr. Márcio Funghi de Salles Barbosa(*)
Introdução
Este é um pequeno e resumido ensaio sobre o papel essencial da comunicação para a criação e consequentemente o evoluir otimizando.
1 _ Despertando o interesse do grupo
Exibo por todos os ângulos uma caixa plástica vazia de Gilete Mach3 e questiono: “Quantas lâminas de Gilete cabem nesta embalagem? Respostas possíveis e lógicas: 2 ou 6.
Duas se olharem os objetos de barbear, seis se contarem as lâminas cortantes.
2 – Aproveitando este exemplo, podemos perceber que a lógica interpretativa de cada resposta, depende de como vemos o evento, o que nos chama a atenção para entendermos porque as tarefas designadas podem ser bem ou mal realizadas: depende da clareza de como a solicitação foi feita e do nível de capacitação para captá-la. Conto um exemplo acontecido em uma Faculdade de Medicina: O catedrático de urologia pergunta a um paciente internado, depois de examinar a sua ficha médica: “Sr. Antônio, o senhor já recolheu o volume urinário?”. A resposta trêmula: O, o, o volume? Já, já, sim senhor!”. Ao informar que logo tenha o resultado o mestre irá medicá-lo e se afasta. Um aluno, conhecido de outra entrevista a que se submetera o Sr. Antônio é parado por ele e inquirido: “Doutô, o qui o professo falo?”. A explicação veio depois de duas perguntas: “O Senhor não entendeu? Por que respondeu que sim?”
“Eu tinha vergonha em dizer que não sabia o que ele perguntara”. Foi a resposta.
Ao ser explicado que se tratava de fazer o xixi no vidro, ele perguntou: “Por que ele não falou assim? Metideza?” . Este aluno jurou para si que nunca falaria mediques para seus clientes.
3 – Avaliação do exposto: Se quisermos nos fazer entender, temos que “elevarmos” nossa cultura, até o nível de percepção do informado. O elevarmos, não está sendo dito em tom sarcástico, mas se procuramos formas de nos comunicarmos, estamos elevando nosso saber.
4 – Paradigma prático adquirido: O mundo está passando por esta turbulência, por um único motivo, os seus habitantes não sabem se comunicar.
Explico melhor: Os pais e a comunidade tem por obrigação preparar seus descendentes para serem algo de bom na vida. Esta preparação tem dois caminhos. O melhor: ensinando que dos erros a humanidade aprendeu o certo; ou o defeituoso: a comunidade não aceita que você erre.
No primeiro caso teremos indivíduos conscientes de sua limitação, não estarão coagidos e a possibilidade de erro é bem atenuada. É bem provável que obtenha excelente recompensa pelo seu trabalho consciente.
No segundo, as defesas contra o erro serão tão vigiadas, que a probabilidade de acerto será vista como um ufa!, de alívio. Estes indivíduos poderão dominar certos conhecimentos essenciais, mas provavelmente não se exporão, buscando uma remuneração adequada ao seu trabalho, se resguardando para não serem apontados como ambiciosos que podem errar.
Outros indivíduos procuram fugir do ser, buscando atalhos fáceis para que sua inteligência voltada para “chegar lá”, tornando-se pessoas que “tem”. Com isto dominam os que são, mas tem timidez, e vivem brigando com funcionários contratados para serem dominados, não os deixando saber mais que seu dono.
Ultimamente surgiu uma quarta modalidade de seres. Eles aprendem o mínimo, exploram a moda não só ao vestir-se nas 25 de março da vida, como no que está em voga nas conversas, que não entendem, mas reforçam o que ouvem, ou mesmo aprendem maneiras de fingirem ser. Estes invariavelmente serão usados como troféus dos que só tem, numa complementação para “inglês ver”.
5 – Como rumar para a criação?
a- Selecionando bem seus funcionários;
b- Não fugir da busca de apoio logístico de terceiros (consultores);
c- Aperfeiçoando os conhecimentos, via cursos, palestras, oficinas de trabalho;
d- Corrigindo e aperfeiçoando diuturnamente a comunicação;
e- Procurar entender que o conhecimento atual é insignificante diante do que há para ser incorporado, mas não sem sentir-se fracassado, pois o conhecimento de ontem já ficou ultrapassado em muitos aspectos;
f- Tomar como hábito registrar todos eventos empresariais em atas;
g- Otimizar cada degrau galgado de forma segura, evitando pular etapas e não se detendo num patamar por tempo acrescido pelo medo de errar;
h- Usar o registro dos eventos no planejamento da otimização, para conseguir crescer, revendo e evitando erros do passado, hoje chamamos este processo de “Otimização-Revoluindo”
i- Agindo com estes conceitos à guisa de apontadores, a cultura da empresa irá aperfeiçoando-se, tornando o ambiente de trabalho agradável, onde não se tema a pressão, se evite a tensão, o “esponjismo” sugador do conhecimento dos comandados pelo chefe esponja, que não valoriza, mas apaga a luminosidade dos criativos temerosos;
j- Empresa em expansão cultural separa o “joio do trigo”, formando uma equipe coesa, próspera, com pequena margem de possibilidade de sabotagens, vandalismo e absenteísmo.
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(*) - É Terapeuta Psiquiatra, Sexólogo e
Consultor de Relações Humanas nas Empresas
Contatos: drmarcio@drmarcioconsigo.com
Comunicação distante e a certeza de um novo recado sob a atenção em uma tela fria porem virtual.
Um destino desigual e um caminho de desejos atravessado pelo receio que atraí o medo da frustração, pois a esperança é mais forte e não se entrega a nenhum tipo de sentimento mesquinho.
Olhos vidrados lacrimejam á sua espera, acreditando no encontro para se encantar e encher o coração de alegrias e amor.
A PORTABILIDADE DO AMOR
Amplamente divulgada nos meios de comunicação a passeata dos “Sem Namorados”, que aconteceu no Rio de Janeiro semanas antes do dia dos que “Tem Namorados, 12 de junho de todos os anos”.
Objetivo? Encontrar a paixão de suas vidas, coisa nada nova, pois que sempre foi desejo de todos viverem um grande amor, de preferência uma paixão avassaladora. Isto é universal, pessoal e intransferível.
O mito é antigo e se sustenta no chamado “amor romântico”, uma das formas que os sentimentos entenderam por bem se manifestar.
Quem se joga na aventura da conquista amorosa está sujeito a perigosas provas, armadilhas muitas delas torturantes até. Como o estado amoroso é estimulante, anfetamínico, tem sucesso garantido e é recebido com alegria sempre que surge na vida tanto de mulheres quanto de homens. Esses, menos afoitos, mas todos em busca de sua Bela Adormecida que, depois de bem acordada irá lavar suas camisas, meias e cuecas e , de quebra, cozinhar, limpar o ninho de amor com muita paciência e um sorriso nos lábios, até que a morte ou a vida os separe .
Mas vá lá, a tortura faz parte do jogo. Ter as emoções estimuladas, para a maioria, é a tal felicidade. Viver no fio da navalha, na corda bamba, impulsiona, empurra, mas vale cuidar. Pode ser que esse impulso seja para um abismo, um precipício. Aí danou-se, mas correr riscos é aconselhável, senão a vida fica meio sem graça, dizem os entendidos.Com um pouco de sorte pode-se ultrapassar a marca de dois ou três anos, que dizem ser o prazo de validade do amor romântico, depois as baterias vão enfraquecendo até terminar a carga. Mas vivemos a modernidade, novos ares, tempos de “portabilidade”, de ficantes, namoridos, amizades coloridas e amores virtuais. Em pouco tempo pode-se ficar novinhos em folha para participar de outras passeatas e começar tudo de novo com esperança e fé renovadas. É só trocar de operadora ou de site de relacionamento e usufruir das últimas novidades do mercado e das vantagens que a modernidade oferece.
Nada de errado em se optar por esta ou aquela forma de amor, mas sempre é bom guardar uma reserva de energia para o dia seguinte. Como toda bebida falsificada o amor romântico favorece a ressaca. Vale, entretanto viver esta emoção, até mesmo protestar em passeatas barulhentas por um amor verdadeiro, mesmo que venha numa bela embalagem com conteúdo falsificado e que o príncipe se transforme em sapo e Bela Adormecida acorde com ganas de voltar a dormir, de preferência com outro.
Maria Alice Guimarães
As figuras de linguagem são instrumentos indispensáveis não só na comunicação como na aquisição de conhecimento. Quando não sabemos declarar exatamente o que é uma coisa, dizemos a impressão que ela nos causa.
Todo conhecimento começa assim. Benedetto Croce definia a poesia como 'expressão de impressões'. Toda incursão da mente humana num domínio novo e inexplorado é, nesse sentido, 'poética'. Começamos dizendo o que sentimos e imaginamos. É do confronto de muitas fantasias diversas, incongruentes e opostas que a realidade da coisa, do objeto, um dia chega a se desenhar diante dos nossos olhos, clara e distinta, como que aprisionada numa malha de fios imaginários — como a tridimensionalidade do espaço que emerge das linhas traçadas numa superfície plana.
Não acredito na afirmação de que as novas tecnologias de comunicação trarão mais qualidade de vida e igualdade para as classes sociais, maior participação política ou melhor cobertura democrática; pelo
contrário, creio que as novas tecnologias de comunicação estão muito ligadas
à questão econômica – financeira , e de que toda informação é paga, se não
por via direta da técnica e dos meios, por via indireta do saber para se ter,
entender e criticar.
O que se chama de “brega” ou “cafona” em um meio de comunicação, politicamente poderia ser traduzido por “gosto popular”. O
“gosto popular”, nesses casos mediáticos, é formado pelo vazio que se forma na esfera social por falta de propostas políticas com comprometimento de modernidade cultural. Esse tal “gosto popular”, portanto, é definido pelo mercado e não pelo povo em si.
O pior é que, depois do aparecimento das novas tecnologias de comunicação, corremos o risco de que não haja também seres humanos de verdade, não no sentido físico - biológico - não me refiro a criações de “ciborgs” pela técnica -, mas num sentido psicológico de existir e pensar,
porque as pessoas estão sendo virtualmente idealizadas por imagens criadas e não reais.
As novas tecnologias de comunicação reforçam o crescimento das práticas do neoliberalismo; ajudam as estratégias neoliberais a avançar na sociedade, pois a conjugação de seus recursos técnicos em nível mundial mexe também com as sociedades locais, e os medias fazem isso não circunstancialmente, mas decisivamente na esfera pública: as novas
tecnologias de comunicação integram o plano de atuação política internacional para a desintegração de um plano de projetos nacionais.
