Texto Qm sou eu
Tem dias que nem sei mais quem sou. Me olho no espelho e vejo um reflexo apagado, cansado... distante do que um dia fui. Sinto que perdi o brilho no olhar, a força nas palavras, a vontade de lutar. Aprendi a esconder o que sinto, porque ninguém percebe mesmo. Ando por lugares que já me fizeram sorrir, mas agora só me dão vontade de sair correndo. Me pego lembrando de quem eu era — cheio de planos, de vida — e comparo com esse alguém que só sobrevive. Não sei se é tristeza, exaustão ou só um vazio que tomou conta... só sei que algo em mim se perdeu. E isso pesa mais do que consigo explicar.
Amém, Senhor. Grato sou por iluminar o meu dia que parecia em trevas. Você mostra, Pai, que cada vez que me acho certo, estou enganado. Você não diz que estou errado — mostra que está mais certo. És incrível, Senhor. Foi ousada, sim — mas me prosto diante de Ti, ó Pai. Essa ousadia vem da alegria que puseste em meu ser. Até me emociono. Tu és o validador da minha vida, ó Pai.
Sou temporária, passageira, não permaneço e não me demoro onde não sou bem-vinda, onde minha alma não se sente em paz e onde meu coração não é verdadeiro. Sou como arco-íris — passo depois da tempestade, deixo cor por onde fui, e sigo leve, sem precisar permanecer. Onde a essência se perde, o riso silencia e o sentir já não floresce, eu sigo meu caminho, leve e livre, espalhando luz e cores pelo mundo.
Afastei-me da prosa, da poesia e literatura nos últimos dias, pois até nisso sou um medíocre e um covarde que não merece menos do que propriamente dito sobre o meu estado de ser, a repugnância da minha existência sentenciada ao isolamento, e do estado de agir que está afastando do único momento que sinto que me faz realmente sentir um pouco do que molda um ser realmente humano, e que alimenta a minha pouca vontade de viver e alivia a angústia da minha existência, e o peso da minha consciência, que todos os dias martela no fundo da minha alma, e no único e breve momento do descanso do meu corpo, a minha consciência ludibria que vai descansar e esquecer de relembrar o meu estado, que sou o ser mais repugnante e miserável que pisou sobre o solo deste mundo condenado a fracasso da espécie humana. Mas ela não para de lembrar de todos os momentos, que pude ser realmente algo humano, e não fui, pois sou um homem miserável e supérfluo, e estou repetindo esse estado de existência, e não estou fazendo nada, pois sinto que existe alguma força interna que deixa não eu mudar meu estado atual, e o meu ser não vai deixar nenhuma marca da minha existência condenada ao esquecimento e a humilhação, pois não me conectei com o que me faz realmente me sentir humano.
Vivo na intensidade do meu próprio caos, entre o sopro e o furacão das emoções. Sou feita de explosões e silêncios, de surpresas que me desarmam — gosto tanto de surpreender que, às vezes, me espanto comigo mesma. Carrego a leveza da espontaneidade e o sabor afiado do humor ácido que me protege e revela.
Sou autêntica em cada detalhe. No meu lar, nas redes sociais, na roda de amigos, nas ruas ou em grandes eventos, você encontrará a mesma identidade, a mesma Raquel de sorrisos largos e o abraço apertado. Sei caminhar por palácios me assentar entre príncipes mas também sei caminhar nas vielas e estar na simplicidade de uma comunidade. Do básico ao extraordinário, continuo sendo eu, essa é minha essência.
Com o tempo, aprendi a ser quem sou. A respeitar o meu silêncio, o meu ritmo, a minha forma de existir. A solitude se tornou um território sagrado, onde ideias repousam e renascem. Vivi o suficiente para entender que não devo invadir o espaço de ninguém — e que, quando estou presente, é porque me tornei parte necessária daquele instante.
Por conta de uma sociedade que se estruturou sobre corrupção como meio de vida, sou um desses sujeitos tidos como “certinhos otários”, ingênuos candidatos a vítimas preferenciais dos “mais espertos”, ou tidos sistematicamente como inflexíveis e fora de contexto, até descobrirem que sou apenas mais um “panaca” que optou por ser honesto.
Sou aquela pessoa que acredita até prova em contrário e que jamais faz jogo sujo nem mesmo pra se defender. Mas quem achar que isso me torna uma ótima vítima de ocasião pode descobrir que, mesmo sem violar princípios éticos ou legais, sei usar minha inteligência para tornar a tarefa bem mais árdua do que possa imaginar. No mínimo a pessoa vai encontrar problemas que não precisaria ter se me deixasse no meu canto.
Não sou tão fraco a ponto de não te derrubar, nem tão forte a ponto de te ferir. Há uma etapa para cada momento — tanto de euforia quanto de calma. Jamais julgue sem conhecer o valor de quem se apresenta diante de ti; do mesmo modo, não se pode saber se a faca está sem corte antes de tocar o fio fica a lição.
Não sou tão fraco que não possa te derrubar, nem tão forte que precise te ferir. Cada instante exige uma medida — há tempo para a euforia e tempo para a quietude. Nunca julgue sem conhecer a essência de quem se apresenta diante de ti; assim como não se sabe se a lâmina perdeu o corte antes de tocar seu fio.
Sou só na mesa de bar, mas ali ao lado tem uma linda mulher que percebe, mas faz de conta que não olha. Ela tem um meio sorriso tímido, E tudo é tão próximo e incompreensível. Porque na mesa de bar eu posso ter quase tudo: da nostalgia a gloria, do conflito a paz, do sonho a realidade. A bebida que bebo é uma gota em meu êxtase quase sem noção, que alimenta minha vaidade e então em quase tudo há uma paz, bem mais que qualquer conflito. As cores, a simetria e as luzes daquele lugar não condiz com ela; pareceu-me. (A. Valim).
Confesso que sou uma criança mesmo com minha idade, uma criança da descrença e do ceticismo e, provavelmente (no fundo, sei disso), serei assim até o fim da minha vida. Quando tudo isso tem me atormentado (e até hoje perturba) – essa nostalgia da fé, que é ainda maior por conta das provas que tenho contra ela; ainda assim, Deus me dá por vezes momentos de perfeita paz. Nesses momentos, tenho construído meu credo, no qual tudo é claro e sagrado para mim. Esse credo é extremamente simples: creio que não há nada mais adorável, profundo, compassivo, racional, viril e perfeito que o Salvador; digo a mim mesmo, com amor enciumado, que não só não há ninguém como Ele, mas que não poderia haver ninguém. Diria até mais: se alguém pudesse me provar que o Cristo está fora da verdade, e se a verdade realmente excluísse o Cristo, eu preferiria estar com o Cristo e não com a verdade.
Sou repleta de alegria ao ponto de me cansar. Dramática? Talvez. Intensa? Com certeza. Sorrio discretamente ou escandalizo ao gargalhar. Choro sem que me notem, grito pra dentro ou berro de dor. Se quiseres chegar até mim, não seja qualquer coisa, não me queiras pela metade e não seja metade, não esconda o seu falar. Seja corpo, seja alma, seja choro, seja grito, seja sangue, carne e osso, só não seja mais ou menos.
Não me pergunte se sou evangélico, muçulmano, católico, espírita ou ateu; observe minhas atitudes. Não me questione sobre o que eu penso a respeito da diversidade de gênero, mas veja como eu trato meus semelhantes. Não critique minha opção política antes de saber como respeito a cidadania. O seu pré-julgamento pode lhe tirar a oportunidade de ver como realmente são as pessoas são...
Sou pesquisadora independente, agente de desenvolvimento socioambiental, auxiliar de fiscalização ambiental e conservadora dos recursos hídricos. Tenho formações que sustentam minha atuação em múltiplas frentes , tratamento de águas e efluentes, conservação do solo, gestão socioambiental e fundamentos de entomologia médica , porque acredito que o impacto nasce do preparo.
O Evangelho cristão é que sou tão imperfeito que Jesus teve de morrer por mim, mas sou tão amado e valorizado que Jesus ficou feliz em morrer por mim. Isso me leva a uma profunda humildade e profunda confiança ao mesmo tempo. Não posso me sentir superior a ninguém e, no entanto, não tenho nada a provar a ninguém.
Com a autoridade de quem conhece o próprio processo, não revido as injustiças, pois sou como a uva e o leite: o que para alguns pareceu humilhação, para minha mente empreendedora foi a etapa de cura e transformação. Onde me negaram equidade, eu cultivei a perspicácia de saber que, enquanto eles permanecem os mesmos, eu me transformo em vinho, em borboleta e em valor que o tempo só faz aumentar
As vezes acordo e tenho a sensação que esse mundo é apenas uma ficção e que sou apenas mais uma vítima do Filme Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia dentro de um mundo virtual.
Sou feito pra viver, como um suspiro da vida, sou feito pra amar, como um brigadeiro da vida, a variedade de doces que a vida tem pra dar, aceito suas ofertas, chuvas de confeitos, lagos de chocolate, castelos de bolos, com muitas camadas de recheio, muitos sonhos, tortas de maçã, bretzel de coração e donuts besuntado em felicidade.
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