Texto Pontos Autor Luis Fernando Verissimo
Poema: "Contagem Regressiva"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
O barco está afundando,
e não existe mais no que se ancorar.
Aquilo que se espera há tanto, tanto tempo...
se tornou mera questão de tempo.
Então o que restou,
senão incendiar tudo
antes de inevitavelmente se afogar
no infindável mar?
Os cacos que cortam as minhas mãos um dia foram belos mosaicos,,
e na aterrorizante escuridão que há aqui dentro
já houve cores, luz e esperança
Poema: "Aurora"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
eu até que tentei,
apegado na esperança de retomar,
fazer tudo ser como era antes,
mas eu sabia que iria falhar, mas mesmo assim tentei,
disse tudo que eu sentia,
disse tudo que temia,
os pesadelos em que eu vi
tudo que iria acontecer,
o monstro debaixo da cama é tão real,
e ele me impede de gritar,
ansioso sempre pelo que está por vir,
mas o que está por vir senão viver sem você aqui?
vazio ou inundação,
estou perdido, e as estrelas não mostram direção
não há mais salvação,
me afogo no sangue dos cortes,
sem poder negar, gritar: "não!"
Poema: "A medíocre história do princípio ao seu final"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
cimetidina, metoclopramida,
ketamina, nitrito de sódio.
em total controle do que é mais meu do que de qualquer um,
o poder de decidir partir me faz sentir alguém digno de não ser mais um incompetente.
abraçar o oblívio, ou encontrar deus e o diabo,
já não restam opções, nem sentido em continuar.
portanto sigo em direção à luz.
Poema: "Escuro"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
O abismo é meu único lar. É o único lugar onde me sinto verdadeiramente seguro e confortável.
Por anos ali fiz morada, e dali olhava para fora, vislumbrando os fracos que não tinham este tipo de privilégio.
Com o tempo voltei a ser um fraco, a sombra deu lugar a luz, e a luz me cegou e queimou.
Hoje volto de joelhos, me entregando ao estável vazio, implorando por aceitação e certo de que ali é meu lugar, e que nunca mais devo sair de lá, pois lá nada me atinge, nada me aflige, e posso esperar o doce abraço do oblívio.
Poema: "Saudade, Pepe Linarez"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
tão longe quanto podia enxergar,
tu foste para não mais voltar,
no indivisível, no interno invisível,
no subconsciente adormeceu.
de Pepe Linarez nunca mais se ouviu,
por tanto, mas em vão esperei,
aos poucos que não lhe esqueceram,
restaram somente lembranças com lacunas,
memórias perdidas sem gatilhos,
formou-se mais um abismo para quem já vive deles.
se pudesse voltar no tempo e lhe dizer que o fim seria seu destino, sei que você gargalharia.
se pudesse te contar todas as desgraças,
que nem mesmo sua honra e dignidade sobreviveriam,
e te mostrar que sou o reflexo nos espelhos,
a soma de teus descuidos, produto de sua inconsistência,
de certo te faria se salvar do futuro marasmo,
ou quem sabe desistir de maneira digna.
Poema: "Mármore"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
em mármore profundo o fogo arde,
superaquecendo o meu peito, onde existe o inferno.
nele meus demônios me torturam,
desmembrando e mutilando tudo que há dentro.
certo de não haver escapatória, choro em vão,
certo de não quebrar correntes, já não me movo mais.
as luzes já piscam,
os avisos são ignorados,
e já aceito,
não há nada de excepcional em meu ser.
Poema: "Nenhum Lugar"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
me afogando entre copos e garrafas,
não enxergo mais nada,
pois o mundo gira mais rápido,
tão mais rápido do que eu imaginava.
ouço sussurros de demônios
com a minha própria voz,
implorando por mais um brinde,
só mais um brinde, nada atroz.
e balbuciam frases inaudíveis,
talvez não haja nada demais
nestes tons agressivos,
ríspidos e de teor fugaz,
que invadem minha mente,
arrancam-me a razão,
sobrando apenas a vontade...
a vontade de que talvez algum dia eu chegue lá,
em Lugar Nenhum, para lá poder me esvair,
talvez me dissipar, partindo para Nenhum Lugar,
pois lá é melhor que aqui.
Jesus abriu um caminho que nos era impossível trilhar.
Jesus, autor da vida e consumador da nossa fé e salvação, abriu para nós um novo e vivo caminho até Deus Pai. Antes inacessível, agora, pela graça, Ele nos dá livre acesso a uma vida em plena santidade.
Essa santidade nos possibilita uma vida abundante, longe dos caminhos destrutivos do pecado. Ele nos concedeu o direito de nos tornarmos filhos espirituais de Deus por adoção, em comunhão com Ele, por meio da nossa fé.
Cúmplice, personagem, autor (a) de um livro não é quem o escreve... Mas quem o inspira ser escrito. Ainda que jamais o toque ou saiba da existência material. O toque já foi dado em cada momento de devaneio, de inspiração, de paixão, de desejo, de raiva, de dúvida... e de certeza...
Eis a dedicatória!
Os livros
Ele colocou meu nome na pedra branca.
Só o autor da vida sabe qual é.
No livro da vida ele provou e aprovou minha fé.
No livro de páginas santa.
Tentaram sujar o nome meu.
Contra um adorado escolhido que se levanta.
Na página da salvação Jesus a mim escreveu.
O acusador escreveu meu livro.
Na capa o pecado ele intitulou.
Letras de feridas, palavras de esgoto ele colocou.
Cheio de pressão, opressão, mentiras e acusação.
Vírgulas e pontos de perseguição.
Um livro de capa falsa, de ódio e furor.
Um prefácio de maldição.
Com morte ele finalizou.
O autor da vida que tudo observava.
Obra secreta Jesus escrevia.
As chagas malignas desfazia.
O amor, a grande sinopse manifestada.
Ele narrou, perdão ele colocou.
Ele ouviu quando eu clamava, suplicava e pedia.
Um livro de verdade.
De expressões sinceras ao céu.
Ele escreveu, usou da piedade.
Usou da misericórdia, do amor.
Meu nome colocou, no livro da eternidade.
Já foi lançado, o inimigo não pode alcançar.
Meu nome oculto na pedra branca.
O coração de Jesus é terra Santa.
Aonde estou a habitar.
Giovane Silva Santos.
22/10/2022 14:37hs.
Autor da vida
O autor do tempo e do espaço,
Me fez acreditar nesse súbito amor,
Sem o mesmo,eu me desfaço,
Não sobreviveria a tamanha dor.
O autor dessa linda vida,
Me presenteou com você,
Te tornou minha querida,
E por isso tenho um porquê.
O autor desse sentimento,
Fez o meu caminho cruzar o seu,
Minha vida ficou leve como plumas ao vento,
Acho que o mundo inteiro percebeu.
O autor do universo infinito,
Fez eu me apaixonar por um menina,
E de tanto amor,sufoca o meu grito,
E esse amor,simplesmente me alucina.
O autor desse grande mundo,
Me mostrou o verdadeiro significado,
De um sentimento que vive bem no fundo,
Lá nos corações apaixonados.
O autor dos meus motivos,
Me deu a oportunidade de sonhar,
Nesse amor,onde me regozijo,
Nunca mais quero acordar.
Esse autor se chama Deus,
Onde nada sem Ele teria sentido,
Luz para os caminhos meus,
E sem esse Autor, eu estaria perdido.
Lourival Alves
Certas reações a este livro, ultrapassando a taxa de imbecilidade média prevista, tiraram do autor qualquer dúvida que ele porventura ainda tivesse quanto à credibilidade da tese aqui defendida, segundo a qual alguma coisa nos cérebros dos nossos intelectuais não vai bem.
Primeiro foi o Paulo Roberto Pires que, não gostando deste livro, inventou outro e escreveu sobre ele em O Globo, jurando que era este. Depois vieram André Luiz Barros, Gerd A. Bornheim, Muniz Sodré, Emir Sader e Leandro Konder, que, reunidos numa página do JB de 4 de setembro, nada dizendo do livro, emitiram estes pareceres a respeito da pessoa do autor: Não é de nem homem. É um bestalhão. Não vou servir degrau para uma pessoa dessas. Ė covarde. Se apoia no poder econômico. É direitista. Não tem nem diploma.
Diante de tais perdigotos, só resta ao acusado acrescentar à sua tese as letrinhas fatidicas:
C.Q.D
Detalhes da demonstração o leitor poderá obter no suplemento que reúne nas páginas finais do presente volume as respostas do autor a essas e outras criaturas inquietas que, à simples audição da palavra "imbecil", logo sairam gritando: "É comigo!" E manifestando o desejo incontido de dar com a cara na mão do autor. O suplemento destina-se a pedir a essa parcela do público que se acalme e aguarde na fila, pois, não havendo escassez de carapuças na praça, não há também motivo de afobamento.
A MINHA TRISTE AMARGURA
Tenho frases e poemas mais sou um autor desconhecido sei rabiscar e escrever se for preciso, mas eu sei que sou um autor deverás desconhecido. Pois não tenho livros autógrafos e não fico muito a luz mais sou em constante um mero autor, ninguém me conhece ninguém sabe que tenho as mais lindas letras e poemas e nem sabem que eu existo, muitos se escondem em um mundo paralelo e falam: Não quero sair! pois não sou um bom poeta pois eu não sei se verei ao Senhor isso só depende de mim só depende de quem eu sou aqui nessa terra. Eu juro Jesus, e sei que jurar não é o certo então eu lhe falo eu te verei com esse corpo pecador
Prefacio do Livro Das Beiradas ao Beiradão
Autor: Hadail Mesquita
Esse rio é minha estrada, a canoa é meu carro”. No Amazonas de 17 mil km de rios navegáveis surgiram as bases do fenômeno cultural chamado Beiradão. Diante da importância histórica do tema, impõe-se a tarefa de entendê-lo. Das Beiradas ao Beiradão narra de maneira rica e detalhada a trajetória peculiar dos trabalhadores amazonenses. Conheci o professor Bernardo Mesquita em 2021 e vi nele o compromisso com a música nortista. Creio que esta obra vem chancelar um trabalho de 10 anos de dedicação a memória musical do Amazonas. O rio é algo sagrado para o caboclo amazonense, é dele que vem o nosso alimento, é nas beiradas desses rios que os povos vindos de todo mundo se misturam e originam novas linguagens, cores e sons, nas margens onde o fluxo da vida é sempre constante. O bom da vida não é o fim, pois todo rio sabe que um dia vai chegar no mar. Ser feliz hoje, é mais importante pra mim, não quero porto, quero nas águas do agora poder canoar. Sejam bem-vindos a abordo e boa leitura a todos
Mundo mágico
Autor: Rogério Dantas Nonato
Caicó -RN- 24/01/2023
Brincar, correr, Sorrir,
Pintar na vida uma esperança
Girafa verde cachorro falando
Mundo mágico de criança
cantarolando sem parar
Girando dando as mãos
Esconde esconde amarelinha
Médico Polícia e Ladrão
Dando show no Tiktok
Postando a dancinha
Fazendo fotos no park
Andando na bicicletinha
Ser criança é muito bom
Tem sabor de chocolate
Faz da vida uma brincadeira
Carrossel e bate bate...
*MÁXIMO RESPEITO COM AQUELE QUE É TIJUQUEIRO*
Autor: Pezão da Timba
Pode ser Unidos,
Império ou Salgueiro
Mas se é da Tijuca
Tem de ser Tijuqueiro
Não...
Não vou negar minha raiz
Bato no peito e sou feliz
Com muito orgulho
Sou cria da comunidade
É de arrepiar
Amor verdadeiro
Máximo respeito
Com aquele que é Tijuqueiro
Somos uma família feliz
A nobre irmandade do samba
De amados amigos e irmãos
Ancestralidade de bambas
Canto com amor e emoção
Sou Tijuqueiro de alma e coração
Quando ouvir de longe o meu cantar
SIM...
Vão entender quando eu falar
Máximo respeito
Amor verdadeiro
A força, a garra
E a honra que é ser Tijuqueiro
"SONHOS DE POETA"
Sonhei um dia em ser POETA
E como muitos, um grande autor
Traçando em curvas linhas retas
Toda sensibilidade do amor
Aos poucos então eu fui criando
E ao colher uma inspiração do universo
De repente logo acabei formando
Um soneto de quatorze versos
Daí, resolvi escrever sobre sonhos
Juntando a imaginação com a dor
E descobri um garoto de olhos tão tristonhos
Que sabe amar mesmo sem receber amor
Mesmo assim eu segui o meu caminho
E por onde eu passava, por todos eu era visto
muitos riam, só porque eu andava sempre tão sozinho
Mas não sabiam que em meu coração eu carregava CRISTO
E meu sonho de escritor, então foi aumentando
E milhões de amigos mais no mundo eu fiz
E devagar minha vida foi se transformando
E eu descobri que poderia ser muito mais feliz
E hoje, meu sonho pude realizar
tudo porque tive fé e imenso amor
pois nunca deixei o fracasso me dominar
por isso hoje sou um escritor
Que todo dia escreve cada vez mais
e se estivesse aqui VINICIUS DE MORAES
Feliz ele diria: Meu filho venha cá!
E com um abraço diria que sou um vencedor
Mas se ele fosse o meu professor
Com certeza me daria nota A.
ORIGINAL ESCRITO EM 19/10/1991 23:41 DA NOITE DE SÁBADO
RESENHA LIVRO: PEQUENO PRÍNCEPE
Escrito pelo autor francês Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe é uma obra literária que cativou leitores de todas as idades desde sua publicação em 1943. O livro conta a história de um piloto que faz um pouso forçado no deserto do Saara e encontra ali um pequeno príncipe de outro planeta.
Por meio de um encontro inusitado e repleto de lições, o livro nos leva a refletir sobre temas profundos como a importância da amizade, a inocência da infância, a busca pelo sentido da vida e a fragilidade das relações humanas. Com sua linguagem simples e poética, Saint-Exupéry resolve questões existenciais de forma sensível e sutil.
O pequeno príncipe de cabelos dourados e roupas peculiares cativa o piloto e o leitor com suas observações sobre as pessoas e o mundo ao seu redor. Ao descrever visitas a outros planetas, o príncipe revela as peculiaridades e deficiências da natureza humana. Cada planeta visitado traz uma lição sobre valores distorcidos e prioridades equivocadas.
Porém, é na Terra que o príncipe aprende a lição mais importante. No caminho, ele conhece uma rosa vaidosa, um contador obcecado por números, um rei solitário e muitos outros personagens que ilustram as fraquezas e medos humanos. Esses encontros ensinam o príncipe sobre o verdadeiro valor das coisas e a importância de se conectar verdadeiramente com os outros.
A obra também traz reflexões sobre a infância e a perda da inocência ao longo do tempo. O pequeno príncipe descreve sua vida solitária em seu planeta e sua saudade da rosa que deixou para trás. Essa história nos faz pensar em quantas vezes deixamos de valorizar as coisas simples e reais da vida em busca de conquistas superficiais.
Outro aspecto marcante da obra é a busca do príncipe pelo sentido da existência. Desafia a lógica e a razão dos adultos que muitas vezes se perdem nas suas rotinas e responsabilidades. Entrevistas com o piloto, o príncipe nos mostra que é preciso olhar além do óbvio, ver com o coração e encontrar beleza nas coisas mais simples.
A escrita de Saint-Exupéry é repleta de metáforas e alegorias, tornando a leitura rica em significado. A narrativa nos leva a uma atmosfera de encantamento e nos faz pensar sobre o mundo em que vivemos e como nos relacionamos com as pessoas ao nosso redor.
"O Pequeno Príncipe" é uma obra atemporal que atravessa gerações e culturas e toca o coração de milhões de leitores ao redor do mundo. Sua mensagem de amor, amizade e valores humanos básicos é universal e relevante até hoje.
Em suma, “O Pequeno Príncipe” é uma obra-prima da literatura mundial que nos convida a olhar o mundo com os olhos da criança que ainda existe dentro de nós. É uma história que nos faz pensar na vida, na simplicidade, na amizade e na importância de cultivar relacionamentos verdadeiros. Uma leitura obrigatória para todas as idades que nos toca profundamente e nos ensina lições importantes sobre o que realmente importa na vida.
Dia dos avós? Meu amigo, quanta hipocrisia!
"Tudo que é falso é ruim” (autor desconhecido)
Surpreendo-me com a chamada da NET, a cada 26 de julho, sobre o “Dia dos Avós”.
Mas como pode haver tanta hipocrisia!
Quem são os avós brasileiros em sua grande maioria, senão cuidadores de crianças que não são suas, sem qualquer remuneração?
Quem são os avós brasileiros, senão devedores de empréstimos do INSS, que não foram usados para seu lazer ou para sua melhoria de vida?
Quem são os avós brasileiros, em sua grande maioria, senão números em filas incontáveis de Postos de Saúde mal cuidados, sem recursos e sem médicos, pontos perdidos em filas de farmácias populares, sem remédios e sem bondade, corpos abandonados à própria sorte, em macas improvisadas nos corredores dos infindáveis prontos-socorros do SUS?
Quem são os avós brasileiros, e estrangeiros também, senão pessoas esquecidas o ano todo, e lembradas através dos “Faces” da vida, sem face, sem afeto, sem sentimento?
Quem são os avós brasileiros, senão seres humanos abandonados e esquecidos?
Quem são os avós brasileiros, senão homens e mulheres que já não podem ir à praia, ao campo, ao churrasco, porque não conseguem mais se movimentar direito, com desenvoltura?
Quantas vezes você, que me lê agora, levou seus filhos para uma visita aos avós, mas para uma visita mesmo, sem celular, sem pressa, sem condições...Com “ouvidos para ouvir” não “bocas para falar”?
Quantas vezes, você que foi levado a tantos lugares, perguntou a seus pais e seus avós para onde eles gostariam de ir, onde gostariam de passear, quem gostariam de visitar, isso mesmo, visita
Quantas vezes você telefonou para seus pais, e avós de seus filhos e filhas, este ano, para perguntar se precisam de algo, se estão bem de saúde, ou...Somente para ouvir a voz deles e para que eles pudessem ouvir sua voz?
Quantas vezes disse a eles de seu amor, de sua vontade de estar junto, de sua vontade de abraçá-los?
Quantas vezes perguntou se gostariam de visitar uma livraria, tomarem uma cerveja na esquina, sentarem-se no banco da praça para ver a banda tocar, sim, para, simplesmente, ver a banda tocar?
Quantas vezes agradeceu por sua formação e, por extensão, pela formação de seus filhos e filhas?
Quantas vezes compreendeu as dificuldades por que passaram, e as vicissitudes que enfrentaram, para trazê-los até aqui?
Quanta santa hipocrisia!
Fácil dizer-se cristão, difícil reconhecer-se pecador, aceitar-se pecador, compreendendo, assim, ao outro, e amando ao outro.
Difícil exercer a verdadeira bondade, a verdadeira solidariedade, a verdadeira generosidade para com todos que nos precederam.
Todos tiveram alguma atuação na construção do que somos hoje. Todos participaram, mesmo que seja só com um tijolinho, da construção dos Seres Humanos que dizemos ser.
Fácil sermos hipócritas, difícil sermos gratos!
Não deixe o tempo passar, faça agora, mude agora, sinta agora, fale agora, abrace agora.
Quer viver seus pais, avós e bisavós, viva-os o agora, não deixe para depois. Depois é muito longe...
quem é o autor do amor?
que as vezes tem um pouco de dor
que se não for regado
vai murchar como uma flor
eu fiquei atordeado quando me apaixonei
mas no final
o resultado foi apenas que eu fui usado..
quem é o autor do amor ?
que quando eu te amei
pedi com clemor
para você não ir embora
mas não adiantou de nada
o meu temor
porque quando eu virei as costas
você não estava mais aqui
e agora só sobrou as minhas perguntas
que nunca terão as respostas.
